Blog da Saúde

Sintomas do câncer de próstata só aparecem em fases muito avançadas

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postado em 21 de novembro de 2017

Diagnóstico precoce e check-up anual são essenciais para o tratamento mais efetivo do câncer de próstata

No Brasil, o câncer de próstata é o tipo mais comum nos homens, ficando atrás apenas de pele não melanoma que é o mais comum entre homens e mulheres. A campanha ‘Novembro azul’ foi criada para alertar a doença e diminuir o preconceito com relação ao exame . Durante todo o mês, instituições ao redor do mundo promovem ações para reforçar a prevenção contra a doença.

O Dr. Luiz Renato Guidoni, urologista do Hospital e Maternidade São Luiz Anália Franco, explica que as campanhas são responsáveis pela quebra de preconceito, uma vez que todos estão expostos à doença, sem distinção, principalmente depois dos 50 anos. “O mais importante é que o homem saiba que não há sintomas para o câncer de próstata em fase inicial, por ir ao médico periodicamente para ser avaliado é essencial para um tratamento precoce e efetivo”, orienta.

O câncer de próstata só apresenta sintomas em fases muito avançadas, quando provavelmente não há mais tratamento, pois na maioria das vezes já acometeu outros órgãos e tecidos, o que os especialistas chamam de metástase.

A doença ocorre quando as glândulas das células da próstata sofrem mutação e começam a se multiplicar sem controle. Os sintomas mais comuns do tumor são dificuldade para urinar, frequência urinária alterada, ou diminuição da força do jato da urina, além de outros sintomas.

O diagnóstico pode feito por meio do exame de sangue, chamado PSA, juntamente com o de toque retal. Homens com histórico de pais ou parentes de primeiro ou segundo grau com câncer devem ficar mais atentos aos cuidados e avisar os médicos para serem acompanhados com maior regularidade.

Nos últimos dez anos, a cirurgia de próstata evoluiu muito e têm proporcionado maiores chances de cura da doença. O sistema robótico, por exemplo, tem possibilitado aos pacientes alternativas positivas para o tratamento, com mais eficiência quando comparada com os métodos tradicionais. Cortes menores, menos dor e desconforto no pós-operatório, diminuição da perda de sangue e hemorragias durante a cirurgia.

Hoje em dia, nos Hospitais São Luiz Itaim e Morumbi, unidades contempladas pelo sistema robótico, a técnica já é utilizada em 8 a cada 10 cirurgias de próstatas.

8 em cada 10 cirurgias de próstata já são feitas por meio do robô

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postado em 17 de novembro de 2017

Campanhas são fundamentais para prevenção de doenças, mas homem precisa olhar para sua saúde como um todo, afirma urologista

É sabido por todos que o homem vai menos ao médico do que as mulheres. O que faz com que alguns dos pacientes só cheguem aos serviços de saúde com a doença já avançada, quando há um conjunto de sinais e sintomas. Uma pesquisa divulgada pelo Ministério da Saúde diz que anualmente no Brasil são realizadas três milhões de consultas com urologista, enquanto com ginecologistas esse número chega a 20 milhões.

Esses levantamentos mostram ainda a pouca preocupação que o homem tem com a própria saúde. Para o Dr. Murilo de Almeida Luz, coordenador do Programa de Cirurgia Robótica do Hospital e Maternidade São Luiz Itaim, as campanhas de conscientização como o Novembro Azul são aliadas fundamentais da prevenção, mas que é de suma importância que o homem também pense em sua saúde como um todo. “Não adianta estar com os exames de próstata em dia e manter uma vida sedentária, não saber como anda a situação do seu coração e dos outros indicadores do corpo”, observa.

O câncer de próstata ocorre quando as glândulas das células da próstata sofrem mutação e começam a se multiplicar sem controle. Os sintomas mais comuns do tumor são dificuldade para urinar, frequência urinária alterada, ou diminuição da força do jato da urina, além de outros sintomas.

Nos últimos dez anos, a cirurgia de próstata evoluiu muito e têm proporcionado maiores chances de cura da doença. O sistema robótico tem possibilitado aos pacientes alternativas positivas para o tratamento, de maior eficiência quando comparada com os métodos tradicionais, cortes menores, menos dor e desconforto no pós-operatório, diminuição da perda de sangue e hemorragias durante a cirurgia. Hoje em dia, a técnica robótica já é utilizada em 8 a cada 10 cirurgias de próstatas.

A doença pode ser diagnosticada através do exame de sangue, chamado PSA, juntamente com o de toque retal. Homens com histórico de pais ou parentes com câncer devem ficar mais atentos aos cuidados e avisar os médicos para serem acompanhados com maior regularidade.

Novembro Azul

‘Novembro azul’ é um mês de campanha mundial para alertar contra o câncer de próstata. Diversas instituições ao redor do mundo promovem ações para reforçar a prevenção contra a doença. No Brasil, o câncer de próstata é o câncer mais comum nos homens com alto índice de óbito, depois do câncer de pulmão.

Anestesia x analgesia no trabalho de parto: conheça as diferenças

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postado em 16 de novembro de 2017

O momento do parto é muito especial para a gestante, para o bebê e para toda a família, por isso o mais importante é que ele ocorra de maneira tranquila e confortável. Nesta hora, a dor e os métodos para aliviá-la são aspectos fundamentais a serem considerados. Quando solicitado pela paciente, cabe ao médico anestesiologista trazer alívio da dor no parto normal e no parto cesáreo.

De acordo com o Dr. Arthur de Campos Vieira Abib, anestesiologista do Hospital São Luiz, dois métodos são empregados pelos especialistas: a analgesia e a anestesia. A analgesia consiste em promover o alívio da dor, sem perda de consciência, perda de mobilidade ou perdas sensitivas. Já a anestesia é o bloqueio de todas as vias de sensibilidade e motoras, havendo ausência completa da dor, muitas das vezes acompanhada de perda de consciência e abolição de reflexos motores e sensoriais, dependendo da técnica anestésica utilizada.

“Durante o trabalho de parto normal, normalmente utiliza-se a técnica de duplo bloqueio onde é realizada anestesia combinada peridural e raquidiana. Ocorre alívio da dor sem bloquear a movimentação das pernas e, desta forma, é possível levantar-se e caminhar durante o trabalho de parto”, explica o especialista. No parto cesáreo, a técnica de escolha é a raquianestesia.

A hora ideal para tomar a anestesia em cada tipo de parto depende da avaliação da equipe médica e da dor que a paciente sente durante a evolução. “Entretanto, a simples requisição da paciente já deve ser o gatilho para a analgesia ser indicada, afinal, a meta é o conforto da parturiente neste momento tão especial, sempre com o objetivo da segurança de a mãe e seu bebê receberem alta do hospital com toda a saúde e bem recuperados”, diz.

O parto normal, com a utilização de técnicas adequadas de analgesia espinhal, apresenta várias vantagens para a mãe e para o feto. Além disso, a anestesia diminui a sobrecarga cardiorrespiratória materna, reduz a liberação de hormônios e substâncias ligadas ao estresse e à dor, o que repercute de forma positiva sobre o feto, contribuindo para a manutenção de adequado fluxo sanguíneo útero-placentário. Uma das grandes vantagens da analgesia no trabalho de parto é não apresentar efeitos colaterais sobre a vitalidade e bem-estar fetal.

Apesar de todos os benefícios da analgesia, há algumas contraindicações. Gestantes que apresentem doenças que causem alteração da coagulação do sangue ou portadoras de doenças neurológicas e cardíacas precisam ter uma avaliação rigorosa antes de serem submetida a analgesia para o trabalho de parto.

“Complicações ocasionadas unicamente pela anestesia, hoje, são muito raras na literatura mundial, mas podem ocorrer. Contudo, ter disponíveis equipamentos adequados e uma estrutura hospitalar segura, com retaguarda de médicos de todas as especialidades, equipes de Anestesia e UTI especializadas é imprescindível para tratar uma eventual intercorrência”, acrescenta o profissional.

Há também os métodos não farmacológicos, que são adjuvantes na melhora do processo de dor. Eles incluem massagens corporais, exercícios respiratórios, banhos aquecidos, hidroterapia, exercícios corporais e até mesmo acupuntura. No geral, todos contribuem de para reduzir a sensibilidade da paciente à dor e proporcionar mais conforto.

Hospitais São Luiz tem serviço referência no atendimento a arritmias cardíacas

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postado em 10 de novembro de 2017

Locais contemplam exames de prevenção, diagnóstico e tratamento a todas as arritmias

Os Hospitais São Luiz Itaim, Morumbi e Jabaquara possuem um serviço de atendimento exclusivo a pacientes com arritmias cardíacas. O Ambulatório de Arritmias possui todos os equipamentos necessários para avaliação, detecção e tratamento da doença.

“Algumas estatísticas apontam que nos próximos dez anos uma epidemia de fibrilação atrial, como também é conhecida a arritmia, afetará cerca de 20% da população mundial. Por isso a importância de se descobrir e tratar a arritmia precocemente. O tratamento evita a formação de coágulos, que podem subir ao cérebro e até levar o paciente à morte”, explica a Dra. Olga Ferreira de Souza, arritmologista e coordenadora dos serviços de Arritmologia dos Hospitais São Luiz Itaim, Morumbi e Jabaquara.

A arritmia é uma alteração no ritmo normal do coração que produz frequências cardíacas velozes, lentas e/ou irregulares. Nos batimentos acelerados (mais de 100 por minuto), o problema é chamado de taquicardia. Já nos lentos (menos de 60), de bradicardia. Os principais sintomas são palpitações, falta de ar, cansaço e desmaios repentinos.

Para identificar a doença é necessário fazer uma série de exames, em que a maioria só podem ser realizados em hospitais. Por isso, o São Luiz optou em ter um ambulatório especifico em suas unidades, com o principal objetivo de dar toda a assistência ao paciente em um único lugar.

Os ambulatórios possuem equipamentos de última geração para a realização dos exames, como eletrocardiograma, holter 24 horas e MAPA. Além desses mais conhecidos, há dois específicos para detecção da arritmia, o monitor de eventos, que é um aparelho parecido com um celular que pode ficar de 15 a 30 dias conectado ao paciente por dois eletrodos, que monitoram cada batimento do coração e registram qualquer alteração enviando os dados diretamente para a central de informações do ambulatório; e o teste de inclinação (tilt test), indicado para os que sofreram desmaios repentinos, precisa que o paciente fique deitado em uma maca, mudando de postura a tempos pré-estabelecidos pelos especialistas, sempre ligado aos aparelhos de eletro e monitorização de pressão arterial a cada contração do coração, para a partir da mudança postural aponte o possível motivo da síncope sentida pelo paciente.

O local disponibiliza ainda todas as formas de tratamentos disponíveis, desde a mais convencional como a ablação por radiofrequência, realizada por cateterismo; o uso de medicações anticoagulantes, que impedem a formação de coágulos; ou até mesmo medicamentos que evitam novos surtos e sintomas. Até o tratamento mais inovador, feito por crioablação, procedimento para corrigir o ritmo cardíaco é realizado também via cateterismo cauterizando as veias à temperatura de -50 C°. Esse novo tratamento é mais simples e rápido, além de ter uma menor taxa de complicações.

Há, também, como opção de tratamento para todas as arritmias, a colocação de um marca-passo. É importante destacar que a escolha do tratamento é sempre feita pelos médicos arritmologista e cardiologista.

Além da gama de exames disponibilizada, o serviço acompanha os pacientes que implantam marca-passo. Após o procedimento de colocação do aparelho, o paciente recebe o cartão do marca-passo, que contém informações com as recomendações específicas para o tratamento e cuidados com o aparelho.

Durante as consultas de retorno, marcadas entre três ou quatro meses, dependendo do caso do paciente, os especialistas realizam uma avaliação eletrônica do marca-passo, onde por meio de telemetria do dispositivo avaliam o funcionamento, podendo reduzir os gastos de bateria, melhorar o funcionamento do aparelho e outras ações.

No ambulatório, atuam também profissionais de apoio ao tratamento multidisciplinar como psicólogos, fisioterapeutas, nutricionistas e terapeutas ocupacionais que ficam à disposição para complementar as ações de atendimento.

Hospital São Luiz e Hospital da Criança: atendimento completo para toda a família

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postado em 7 de novembro de 2017

Após reformulações realizadas pela Rede D’Or São Luiz hospitais oferecem atendimento de excelência no Jabaquara

Adquiridos em 2012 pela Rede D’Or São Luiz, o antigo Hospital Nossa Senhora de Lourdes, conhecido como Lourdinha, transformou-se em Hospital São Luiz Unidade Jabaquara, e o Hospital da Criança manteve-se com o mesmo nome, porém ambos passaram por mudanças e modernizações para oferecer o que há de melhor para os pacientes da região.

A Rede D’Or São Luiz buscou somar os 79 anos de tradição da marca São Luiz com a história e qualidade de serviços prestados pelo, então, Hospital Nossa Sra. de Lourdes e Hospital da Criança, reforçando ainda mais a referência das unidades na zona sul de São Paulo.

Os hospitais agora contam com serviços de excelência médica, tecnológica e de hotelaria com a mesma qualidade oferecida nos hospitais da Rede D’Or São Luiz e ambos são acreditados pela Organização Nacional de Acreditação (ONA).

Logo após a aquisição, em abril de 2012, a Rede D’Or São Luiz trouxe para a unidade seu jeito de trabalhar, ou seja, sua cultura, passando também por um processo de mudança estrutural – ampliação, reforma e modernização. “Desde a chegada da Rede, os pacientes e moradores da região receberam a novidade muito bem e com muito otimismo. É possível ver hoje, após 5 anos, que colaboradores, equipe médica e pacientes estão felizes em fazer parte das mudanças que a Rede D’Or São Luiz trouxe para a região”, destaca Mario Gimenez, diretor do Hospital São Luiz Unidade Jabaquara e Hospital da Criança.

Os dois hospitais contam com quartos amplos, parque tecnológico com tomografia computadorizadas, ressonância magnética, ultrassonografia, endoscopia digestiva diagnostica e intervencionista, laboratório, serviços de hemodinâmica cardiológico, vascular, neurológico e radioterapia.

Hospital São Luiz Unidade Jabaquara

Atualmente são 192 leitos (124 leitos em unidades de internação e 68 leitos de UTI Adulto), 14 salas no centro cirúrgico, sendo duas salas inteligentes, capazes de executar tarefas através de comandos de voz.

O pronto-socorro que atende clinica médica, cirurgia geral, ortopedia e otorrinolaringologia 24 horas tem modelo de atendimento Smart Track, desenvolvido pela Rede D’Or São Luiz, caracterizado por ser um sistema ágil de primeiro atendimento, no qual o paciente passa por uma rápida triagem ainda na abertura da ficha e é levado imediatamente para o box de atendimento, onde é avaliado por diferentes profissionais, desde a admissão até a reavaliação, aumentando a efetividade do diagnóstico e tratamento. São 10 box de atendimento, 2 box de atendimento ortopédico, 3 box de reavaliação, 4 box na sala de emergência, 16 box de repouso e observação, 1 sala de sutura e pequenas cirurgias, 1 sala de gesso e de curativo, 2 salas de medicação/inalação, 1 posto de coleta de exames e 1 farmácia.

Somente neste ano já foram mais de 96 mil atendimentos no pronto-socorro, 10.055 internações e aproximadamente 5.800 cirurgias realizadas. A unidade hoje é reconhecida como Hospital Geral, no atendimento de especialidades como ortopedia, urologia, cirurgia geral, cirurgia bariátrica, entre outras.

Hospital da Criança

Unidade pediátrica está ao lado do Hospital São Luiz e conta com toda sua infra-estrutura. Atualmente são 76 leitos todos decorados com temas infantis (53 leitos em unidades de internação e 23 leitos de UTI Infantil). É importante destacar que os leitos da UTI Pediátrica são individuais com banheiro privativo e o acompanhante pode ficar em tempo integral com seu filho. O objetivo é proporcionar mais conforto e qualidade no atendimento.

Centro Médico

Para completar e oferecer aos pacientes um atendimento integrado, as unidades possuem um Centro Médico de Especialidades, com estrutura completa com consultórios equipados para atender 26 especialidades. Localizado ao lado dos hospitais, na Rua das Perobas, 266.

Funciona de segunda a sexta-feira, das 7h às 18h e as consultas podem ser agendadas pelos telefones: 5018-4800 / 5018-4805 / 5018-4807 / 5018-4817 / 5018-4829.

Conheça as especialidades médicas: Alergologia, Anestesiologia, Arritmologia, Buco-maxilo, Cardiologia, Cirurgia Bariátrica, Cirurgia de Cabeça e Pescoço, Oncologia, Cirurgia Geral, Cirurgia Pediátrica, Cirurgia Plástica, Cirurgia Vascular, Cirurgia Torácica, Clínica Médica, Dermatologia, Endocrinologia, Infectologia, Nefrologia Pediátrica, Neurocirurgia, Pediatria, Pneumologia, Oncologia, Ortopedia, Otorrinolaringologia e Urologia Adulto e Pediátrica.

Com altas chances de sucesso, parto normal após cesárea é possível sim!

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postado em 1 de novembro de 2017

Taxas de êxito chegam a 80%; complicações não atingem 1% dos casos

Estudos realizados desde a década de 60 têm demonstrado que a frase “uma vez cesárea, sempre cesárea” tem cada vez mais perdido o sentido.

“Submeter-se a um parto normal com cesárea prévia é possível e, mais do que isso, com altas chances de sucesso e segurança.” É assim que o Dr. Wagner Hernandez, ginecologista e obstetra da Maternidade São Luiz Itaim, fala sobre as mulheres que foram submetidas previamente a uma cesariana, que podem tentar passar por um trabalho de parto e terem seus filhos por meio de um parto vaginal.

As taxas de sucesso de partos vaginais após cesarianas podem chegar a 80%, sempre variando de caso a caso, mas nunca menor do que 60%. A complicação mais temida é a de o útero se romper durante o parto, causando grande hemorragia, perda do útero e até óbito da parturiente e do bebê, mas sua incidência não chega a 1%. “De todos os partos normais, os rompimentos de úteros ficam entre 0,4 a 0,7%, mostrando que o procedimento é altamente seguro”, orienta Hernandez.

As vantagens de se escolher o parto normal após ter passado por uma cesárea são as mesmas de se optar por um parto vaginal na primeira gravidez. Os benefícios vão além da melhoria da maturidade dos pulmões do bebê, que ocorre pelo nascimento natural do pequeno. Menor risco de infecção, favorecimento da produção de leite materno e o retorno do útero ao seu tamanho normal mais rapidamente são outros existentes nessa prática, que valem destaque.

Para o bebê, a passagem pelo canal vaginal é importante para tirar todo o líquido que fica dentro do pulmão – que acontece no momento que ele é espremido –, diminuindo as chances de desenvolver complicações respiratórias. Além de possibilitar que o bebê entre em contato com bactérias que ajudam no desenvolvimento imunológico trazendo ainda benefícios para a vida adulta.

Já para a mãe, a não realização de uma cirurgia possibilita que ela esteja precocemente em contato com seu bebê e se reabilite mais rapidamente sem dores, diferente da cirurgia que traz limitações.

Para poder escolher a realização de parto normal após cesárea prévia, a mulher precisa atender a alguns requisitos:

• Ter tido apenas uma cicatriz no útero (cesárea tradicional) anterior;
• A cesariana anterior ter ocorrido pelo bebê estar sentado ou sem ter atingido dilatação total do colo do útero;
• A mulher ter menos de 40 anos;
• Entrar em trabalho de parto espontâneo e antes da data prevista;
• Estar esperando um bebê com menos de 4000g.

No caso das gestações gemelares após cesárea prévia, o Dr. Wagner Hernandez explica que os riscos são iguais às gestações únicas. “Os grandes prejuízos da cesárea aparecem em grandes proles, provocando alta incidência de placenta prévia ou acretismo placentário, com risco de hemorragia e até perda do útero”, orienta.

Após o parto, o especialista recomenda verificar a parede uterina por meio do exame de toque, para checar se realmente não houve ruptura. “Em todos os casos, o mais importante é ser avaliada por um especialista que levará em consideração seu histórico, buscando sempre encontrar a melhor escolha para a gestante e seu bebê”, orienta Hernandez.

Protocolo de atendimento vascular cerebral isquêmico é essencial para um tratamento rápido e efetivo

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postado em 27 de outubro de 2017

Até seis horas após o início dos sintomas, ainda é possível desobstruir a artéria, no caso de AVC isquêmico

Domingo (29) é comemorado o Dia Mundial de Combate ao AVC (Acidente Vascular Cerebral), popularmente conhecido como derrame cerebral, que é a segunda maior causa de morte no mundo. Somente no Brasil, são mais de 100 mil mortes por ano e a ocorrência tem aumentado também entre os adultos jovens. Segundo dados do Ministério da Saúde, em 2015 o AVC foi fatal para mais de 100 mil pessoas, o que significa que diariamente cerca de 300 pessoas morreram vítimas da doença.

O Dr. William Adolfo Celso dos Santos, neurologista do Hospital e Maternidade São Luiz Anália Franco, esclarece que alguns fatores de risco estão relacionados ao AVC, como é o caso do tabagismo e da obesidade, que leva à hipertensão, ao diabetes, à alteração do colesterol e à apneia do sono. Também são fatores de risco o sedentarismo e o uso de drogas, principalmente as anfetaminas e a cocaína. A doença também está relacionada a eventuais doenças da coagulação. “Por este motivo, a melhor maneira de prevenir-se contra o derrame é ter hábitos saudáveis”, completa.

O AVC é uma lesão decorrente de uma ruptura nas artérias que irrigam o sistema nervoso central, que pode causar uma hemorragia, caso do AVC hemorrágico, ou uma obstrução na circulação sanguínea, o AVC isquêmico. O primeiro caso é irreversível e infelizmente não há alternativa para uma reversão do quadro, a não ser o cuidado pós. Porém, para o isquêmico, que representa 80% dos casos, há possibilidades de tratamento e intervenção, que na maioria dos casos é muito efetiva e com grande chance do paciente não ter sequelas. “Há duas opções: a primeira é o tratamento trombolítico, que consiste na infusão de uma medicação para desentupir o vaso, e o segundo é um pouco mais complexo e consiste em uma intervenção cirúrgica, mas minimamente invasiva”, orienta o especialista.

O atendimento rápido e de qualidade são essenciais para o paciente que está sofrendo um derrame, e poucos hospitais possuem uma estrutura completa e equipe treinada para realizar o tratamento com excelência. “Na unidade Anália Franco, implementamos um protocolo de atendimento vascular cerebral isquêmico seguindo os critérios internacionais para que os procedimentos sejam feitos da forma adequada e dentro do prazo necessário. O mais importante é controlar e cuidar da pressão cerebral do paciente e iniciar a infusão, por exemplo, em menos de uma hora”, explica Dr. William.

Os sintomas mais frequentes são: dificuldade na articulação da fala, na expressão e na compreensão da linguagem falada e escrita, fraqueza motora de um lado do corpo, falta de coordenação e desequilíbrio; perda do campo visual e visão dupla, dor de cabeça repentina muito mais forte que o usual e alteração súbita de consciência.

Dr. William recomenda que, caso uma pessoa esteja próxima de alguém com estes sintomas, é essencial que o leve imediatamente ao pronto-socorro. Quanto mais rápido o atendimento, menor a possibilidade de haver sequelas. Se a vítima for jovem, a recuperação é melhor devido ao vigor físico e ao menor risco de complicações. “Até seis horas após o início dos sintomas, ainda é possível desobstruir a artéria, no caso de AVC isquêmico”. Caso o paciente tenha sofrido um AVC hemorrágico, o tratamento é a observação e, em alguns casos, a cirurgia. Em ambos os casos, o paciente fica internado por um período, que varia de acordo com a gravidade da doença.

Envelhecimento, sedentarismo e má postura agravam dores na coluna

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postado em 24 de outubro de 2017

Episódios de dores das costas são muito comuns na população. Em geral, eles estão relacionados à má postura, ao uso indevido da coluna (como movimentos repetitivos e sobrecarga mecânica) e ao envelhecimento. Os desconfortos também podem esconder outros problemas, que podem ser agravados se não houver correção das posturas incorretas.

Segundo o Dr. Marco Prist, neurocirurgião do Hospital e Maternidade São Luiz Anália Franco, os processos mais comuns com o envelhecimento da coluna são as doenças chamadas degenerativas, como bicos de papagaio, hérnias discais e estreitamentos dos locais por onde passam os nervos da coluna vertebral. Porém, os maus hábitos favorecem o aparecimento destas enfermidades mais cedo.

“Hoje, o sedentarismo, o hábito de ficar mais tempo sentado ao computador e a utilização excessiva de tablets e celulares estão agravando o mau uso da coluna e aumentando o aparecimento de problemas e dores cervicais, além dos desconfortos lombares por falta de atividade muscular compensatória da coluna lombar”, explica o especialista.

Exercícios físicos podem ser grandes aliados na correção da postura e na melhora dos quadros de dor, mas apenas se forem feitos de forma correta. Por isso, é necessário ter atenção e acompanhamento profissional. De acordo com o médico, todo exercício com impacto para a coluna, principalmente a lombar, pode ser prejudicial se feito sem acompanhamento e regra. Os mais indicados são alongamento, musculação e pilates.

“Os exercícios orientados e a fisioterapia reabilitadora podem fazer com que os sintomas dolorosos melhorem e o paciente fique bem sem necessidade de outros procedimentos, por melhora da condição muscular e das articulações da coluna. O paciente deve sempre fazer exercícios como alongamento, pilates, e evitar esforços com sobrecarga e impacto para se manter bem”, diz o Dr. Marco.

É importante ressaltar que os problemas posturais também melhoram com RPG (reabilitação postural global), que educa o paciente ao uso de seu corpo em condições mais anatômicas, preservando a coluna e melhorando o estresse mecânico das posturas viciosas e das sobrecargas do uso. Eventualmente, em doenças como a escoliose, há necessidade de correção cirúrgica.

O especialista ainda alerta para o risco da automedicação: “O uso indiscriminados de remédios para dor pode levar a dependência desses medicamentos, bem como a perda da sua eficácia e efeitos colaterais sobre outros órgãos. As medicações devem ser usadas com parcimônia e sempre com acompanhamento”.

Obesidade dificulta prevenção e tratamento do câncer de mama

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postado em 19 de outubro de 2017

Risco aumenta porque o excesso de peso aparece associado a outras doenças

O câncer de mama é um problema que atinge muitas mulheres em todo o mundo, mas se for diagnosticado precocemente, tem grandes chances de cura. A doença, relativamente rara antes dos 35 anos, começa a ter maior incidência após os 50 anos. Existem vários tipos de câncer de mama. Alguns evoluem de forma rápida, outros, não. Mas a maioria tem boas chances de cura.

Desde a década de 1990, durante todo o mês de outubro as instituições de saúde fazem campanhas para estimular a participação da população no controle do câncer de mama. O Outubro Rosa é celebrado anualmente, com o objetivo de compartilhar informações sobre a doença, promover a conscientização, proporcionar maior acesso aos serviços de diagnóstico, tratamento e, consequentemente, contribuir para a redução da mortalidade pela doença.

Dentre todos os fatores considerados importantes para a prevenção, a alimentação talvez seja o que precise de mais atenção, pois a obesidade é um marcador de prognóstico ruim para o câncer de mama.

Segundo o Dr. Marcello Ferretti Fanelli, oncologista do Hospital e Maternidade São Luiz Itaim, alguns dados já solidificados apontam para uma associação de obesidade com câncer de mama, especificamente em tumores que tem velocidades de crescimento mais brandos. “Os tumores mais agressivos aparecem menos relacionado com a obesidade, já os tumores dependentes dos hormônios estrógeno e progesterona têm alta relação”, esclarece o oncologista.

Esse risco maior se dá porque a excesso de peso normalmente aparece com duas ou mais doenças associadas, fazendo com que esse paciente carregue consigo outros problemas de saúde que podem vir a agravar a sua condição geral, como diabetes, hipertensão ou problemas cardiovasculares, por exemplo.

Para o Dr. Marcello, as pessoas devem preconizar um estilo de vida saudável, com boa alimentação, atividade física regular e interrupção do tabagismo, quando ele é presente. “A prevenção deve ser feita o ano todo e não somente durante as campanhas”, orienta.

O diagnóstico do câncer de mama é feito por meio de biópsia das lesões palpáveis, visíveis ou que foram identificadas em exames de imagem da mama (mamografia, ultrassonografia ou ressonância magnética).

O tratamento sempre é individualizado, pois depende de características importantes como estadiamento, que é o processo para determinar a extensão do câncer e onde está localizado, além das características clínicas do paciente. Pode ser incluído: cirurgia, quimioterapia, radioterapia, terapia alvo ou hormonioterapia, tudo dependerá do diagnóstico.

Infectologista do Hospital da Criança ressalta a importância da vacinação

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postado em 17 de outubro de 2017

Imunização é importante para evitar mortalidade ou morbidade em toda a população

O Dia Nacional da Vacinação, celebrado em 17 de outubro, foi criado pelo Ministério da Saúde a fim de relembrar a importância da vacina no controle de doenças e na prevenção de epidemias. Após o surgimento da imunização, diversas doenças desapareceram e muitas outras estão com números de contaminação bastante reduzidos.

Hoje existem dois tipos de vacinas, uma com vírus enfraquecido, que serve apenas para que o organismo crie defesas contra aquela doença; e as que são compostas por partículas mortas de vírus ou bactérias.

A vacinação desde os primeiros meses de vida é importante porque a maioria dessas doenças, que são virais ou bacterianas, possuem uma morbidade muito grande. Algumas delas têm impacto maior e sequelas, como o sarampo e a difteria, por exemplo, que tem alta mortalidade na infância. Já a poliomielite, que embora não tenha alta taxa de morte, pode deixar implicações importantes para o resto da vida. Todas podem ser evitadas com a vacina.

Alguns bebês, ao tomar vacina, ficam com o local da aplicação avermelhado, dolorido e enrijecido, outros até apresentam febre baixa, esta mais incomum. Reações muito menores e facilmente tratadas com um medicamento indicado pelo pediatra, além de serem incomparáveis com as complicações apresentadas pelo sarampo, catapora, meningite e tantas outras.

“Algumas dessas doenças são piores no adulto, por exemplo, sarampo, que tem alta morbidade e mortalidade. A catapora, que pode ter evolução benigna na população infantil, é responsável por grandes manifestações clinicas em adultos, chegando a atingir órgãos internos, como pulmões e fígado, podendo provocar a morte, por isso a importância da vacinação ainda na infância”, explica Dr. Daniel Wagner de Castro, infectologista dos Hospitais da Criança e São Luiz Jabaquara.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), entre 2010 e 2015, 10 milhões de mortes no mundo foram evitadas por conta das vacinas.

O especialista explica que a queda na cobertura nacional pode levar a ocorrência de um novo surto da doença em uma população que não esta 100% imunizada. “Uma população desprotegida pode causar a disseminação rápida da uma doença. O maior exemplo são alguns países que tinham sarampo controlado e voltaram a ter incidência da doença, por conta da baixa do número de pessoas vacinadas”, explica.

A vacina é importante para proteger todas as pessoas contra as doenças imunopreveníveis. Em um cenário muito comum, uma criança com catapora vai para uma sala de aula e espalha a doença entre os presentes. Caso alguma pessoa naquele ambiente não tenha tomado a vacina, corre-se um grande risco de pegar catapora. “A proteção não é individual, mas coletiva. Protegendo uma pessoa, você protege um coletivo”, completa Daniel.

O Ministério da Saúde possui um calendário com todas as vacinas que devem ser tomadas durante a vida. E no caso das mulheres, durante o período de gestação: https://goo.gl/RcbfWJ

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