Blog da Saúde

Saiba como estabelecer uma rotina de sono saudável para seu filho

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postado em 23 de Abril de 2018

Especialista do Hospital e Maternidade São Luiz explica a importância do sono para os pequenos

Quem tem um bebê ou uma criança em casa sabe que uma rotina de sono saudável é importante para toda a família e, portanto, deve ser estabelecida desde cedo. Mas, além do sono da noite, os cochilos durante o dia também são fundamentais para o desenvolvimento na infância.

De acordo com a organização americana National Sleep Foundation, as horas de sono recomendadas variam para cada idade:

0 a 3 meses: 14h a 17h por dia
4 a 11 meses: 12h a 15h por dia
1 a 2 anos: 9h a 16h por dia
3 a 5 anos: 10h a 13h por dia
6 a 13 anos: 9h a 11h por dia

Até por volta dos 4 anos de idade, as crianças devem dormir durante o período diurno. Conforme aponta o Dr. Thiago Gara, pediatra do Hospital e Maternidade São Luiz Anália Franco e São Caetano, através do comportamento da criança é possível avaliar se é o momento certo de abolir as sonecas. Número de horas de sono noturno, irritabilidade e dificuldades de concentração são os principais “termômetros” para avaliar.

“As sonecas fazem descansar, consequentemente as crianças ficam menos irritadas e tudo melhora, ou seja, menos ocasiões de manha e irritação. Elas ajudam até no momento da alimentação, porque uma criança cansada e irritada não se alimenta bem” explica o especialista.

Se o tempo de sono necessário não for respeitado, alguns problemas podem ocorrer, como dificuldade de concentração, prejuízo ao desenvolvimento cognitivo, queda do aproveitamento escolar e irritabilidade. Além disso, a falta de sono adequado afeta a memória da criança e o bem-estar dos pais e da família.

Segundo o Dr. Thiago, não estabelecer uma rotina desde o início é o principal erro dos pais. Por isso, o especialista dá algumas dicas para tornar o momento mais fácil e tranquilo:

– Estabeleça rotinas durante todo o dia: hora das refeições, hora de brincar, hora de dormir e hora de acordar;
– Realize atividades calmas e agradáveis antes de dormir, como ler um livro ou fazer uma brincadeira menos agitada;
– Faça com que a criança tenha algum objeto que relacione ao momento do sono;
– Mantenha as luzes apagadas ou deixe o abajur ligado com alguma lâmpada bem fraca.

Pratos coloridos e lúdicos melhoram alimentação das crianças internadas

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postado em 20 de Abril de 2018

Pediatria do Hospital e Maternidade São Luiz unidade São Caetano serve pratos como omelete do urso ou almôndegas de pássaros

O Hospital e Maternidade São Luiz Unidade São Caetano traz novidades no cardápio para os pequenos pacientes. A unidade criou pratos lúdicos e flexibilizou os alimentos que podem ser inseridos na alimentação durante a passagem dos pequenos pelo hospital. Essa difícil tarefa é de responsabilidade das profissionais de nutrição, que pensam na alimentação de cada paciente de maneira única.

A aceitação aos alimentos pelas crianças de uma forma geral é mais difícil, pois cada uma está habituada ao cardápio que foi acostumada no dia a dia, normalmente preparado por um familiar. Pode-se somar a isso todo o estresse do processo de internação, dores e procedimentos que a criança passará.

A supervisora de nutrição do Hospital e Maternidade São Luiz São Caetano, Danila Celi Zanoni Freitas, conta que existe grande preocupação dos profissionais de saúde em oferecer uma alimentação que desperte o interesse das crianças. “Quem se alimenta bem normalmente tem alta mais rápida e acaba dependendo menos de vitaminas e complementos alimentares”, explica.

Além dos cardápios individuais que podem variar de acordo com cada criança, a unidade permite que os pequenos escolham opções disponíveis, desde que seja possível dentro da prescrição médica e com o aval do acompanhante presente no momento da internação.

Todo o cardápio pode ser adaptado, desde as preparações mais simples, como filés grelhados, em alguns casos à milanesa ou batata palito assada (para imitar a frita). Além disso, há ainda duas opções diferentes, que se repetem a cada 15 dias: omelete do urso e almôndegas que imitam pássaros baseados em personagens de jogos.

A quantidade de opções é bastante grande. Há também a possibilidade, dependendo do quadro clínico, dos pequenos pedirem pizza, hot dog, hambúrguer/cheeseburguer, parmegiana e coxinha. “Pode parecer controverso no primeiro momento, mas o intuito é agregar humanização do atendimento à conduta nutricional. Nem sempre o mais saudável é tolerado pelo paciente naquele momento. Por mais restrições que existam, se o paciente tiver liberação médica e estiver sem se alimentar por um período, optamos em alterar a receita para conseguir que o pequeno se alimente e colabore para a evolução do tratamento ”, explica.

Para o lanche da manhã, chamado de colação, há também alimentos diferenciados que podem ser servidos, sempre de acordo com a dieta prescrita pelo médico: leite fermentado ou iogurte, achocolatado, suco de soja, suco pasteurizado de maçã.

Danila explica que a aceitação desses alimentos é ótima e ajuda a transformar o momento da internação mais leve. “Tudo é possível, por mais restrições que existam, sempre tentamos alterar a receita para conseguir atender a expectativa”, finaliza.

Veja medidas para adotar desde cedo e prevenir a osteoporose

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postado em 10 de Abril de 2018

A osteoporose é definida como a perda da massa óssea que ocorre durante o envelhecimento, sendo comum em homem e mulheres. No entanto, a incidência é maior em mulheres no período da menopausa, devido à diminuição da produção de estrogênio. Nos homens, o problema ocorre devido a outras doenças, como falta de exercícios, diabetes, hipertireoidismo, doença do glúten, baixa ingestão de alimentos ricos em cálcio e uso de medicamentos contra epilepsia, por exemplo.

De acordo com o Dr. Nelson Trombini, ortopedista do Hospital São Luiz Jabaquara, algumas medidas devem ser tomadas desde a infância, em especial na adolescência, para garantir uma boa formação óssea. Entre os cuidados, destacam-se a prática diária de atividade física, dieta rica em cálcio e tomar sol para fixar a vitamina D. Essas medidas devem ser seguidas por toda a vida.

“Após os 40 anos de idade, devemos dar uma atenção à osteoporose e sua prevenção. Os cuidados devem ser redobrados entre as mulheres, pois é nesta época que ocorre a menopausa e que deve ser feito controle com densitometria óssea anualmente”, explica o especialista.

Ele ainda acrescenta que, com o avançar da idade, outros cuidados devem ser tomados para evitar quedas, que são causadoras de fraturas. “As fraturas mais frequentes são no fêmur proximal, radio distal, coluna, arcos costais e úmero proximal”, diz o médico. A osteoporose torna-se um fator de risco devido a possibilidade de fraturas que podem causar complicações com embolia, trombose e pneumonia, podendo até levar a morte.

Como a osteoporose pode ter diferentes causas, é indispensável determinar o que a provocou antes de propor o tratamento. Porém, a prevenção é sempre uma boa medida. Veja alguns cuidados básicos que devem ser seguidos:

– Prática de atividades físicas: como caminhadas e natação;
– Exercícios para fortalecimento muscular para prevenir quedas;
– Incluir na dieta derivados do leite, que são ricos em cálcio;
– Fazer banhos de sol para fixar a vitamina D.

Saiba tudo sobre câncer infantil e a importância do diagnóstico precoce

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postado em 5 de Abril de 2018

Diagnóstico precoce é considerado de suma importância nos dias de hoje. A doença pode ter sintomas semelhantes a outros problemas comuns da infância

Neste domingo (08) é comemorado o Dia Mundial de Combate ao Câncer, data criada para discutir o tema e conscientizar a população sobre a doença que tem acometido mais pessoas ao longo dos anos. O câncer é composto por uma série de doenças que têm em comum a multiplicação anormal de células, que pode ocorrer em qualquer lugar do corpo humano e em qualquer idade. Em pessoas com menos de 18 anos corresponde a 2% dos casos de câncer.

Os mais comuns nessa faixa etária são as leucemias, que afetam os glóbulos brancos e representam quase 60% dos casos de câncer infantil, seguidos dos tumores do sistema nervoso central e os linfomas (sistema linfático). Há, também, os tipos exclusivos da faixa pediátrica, que quase nunca são vistos em adultos: os retinoblastomas, que acometem o fundo do olho, e o tumor de Wilms, que afeta o rim.

Segundo Instituto Nacional do Câncer (Inca), no Brasil, o câncer já representa a primeira causa de morte (8% do total) por doença entre crianças e adolescentes de 1 a 19 anos, assim como em países desenvolvidos.

A Dra. Viviane Sonaglio, oncologista pediátrica do Hospital da Criança, da Rede D’Or São Luiz, explica que o câncer infantil tem característica de crescimento muito acelerada, pois as crianças possuem tecidos ainda embrionários com capacidade de reprodução muito rápida. “Essas diferenças reforçam a importância de um diagnóstico precoce. Até por isso as respostas ao tratamento são mais rápidas”, pondera a especialista.

O tratamento é diferente dos adultos, mas também é composto por quimioterapia, radioterapia ou cirurgia, combinados ou não. A radioterapia é usada em casos mais específicos, como câncer de rim. A Dra. Maria Lúcia Pinho, cirurgiã pediátrica do Hospital da Criança, da Rede D’Or São Luiz, explica que nesta faixa etária as cirurgias têm bastante importância, pois ajudam a frear o avanço da doença. “Em alguns casos a cirurgia pode ser fundamental para a cura, devendo ser planejada a retirada do tumor em um ou mais procedimentos”.

O câncer infantil não tem prevenção, por isso a enorme importância destinada ao diagnóstico precoce. A Dra. Viviane explica que os sintomas são muito comuns a outras doenças desta faixa etária, queixas bastante comuns em prontos-socorros. Entretanto, algumas dicas podem acelerar o diagnóstico:

• Uma febre mais prolongada, que não responde a medicamentos ou associada a outros sintomas, como gânglios aumentados;
• Infecções de repetição, que acabam levando a criança várias vezes ao hospital;
• Perda de peso inexplicável e contínua;
• Dor persistente nos ossos e nas articulações, com intensidades que prejudicam as brincadeiras ou atividades;
• Dores de cabeças acompanhadas de vômitos, geralmente na parte da madrugada;
• Caroços que não cedem – costumam aparecer no pescoço, axilas, virilhas e abdome.

“Quando a criança tem o acompanhamento de um pediatra desde cedo, o especialista consegue entender as diferentes características e sintomas de cada doença, seja para excluir uma suspeita mais séria ou confirmá-la”, orienta Sonaglio. Com o diagnóstico precoce, as chances de cura passam dos 70%, em boa parte dos casos. A doença em estágio avançado diminui consideravelmente essas chances.

Quando há diagnóstico positivo para o câncer, é importante que a criança seja acompanhada por uma equipe especializada em oncologia pediátrica, composta por médicos, enfermeiros, nutricionistas, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, além de subespecialistas em outras áreas da medicina. É essencial o paciente buscar um local que tenha equipamentos com tecnologia de ponta para a realização de todos os exames que possam ajudar no tratamento, além de um departamento de patologia qualificado.

Síndrome de Down: saiba tudo sobre a condição que acomete 1 a cada 500 partos

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postado em 21 de Março de 2018

Saiba mais sobre a gravidez, os primeiros cuidados e o desenvolvimento de uma criança com essa condição

O dia 21 de março foi escolhido para ser o Dia Internacional da Síndrome de Down. A data que celebra a trissomia do cromossomo 21 é mais uma forma de chamar atenção à condição.

As pessoas possuem 22 pares de cromossomos e dois cromossomos sexuais (XX ou XY), sendo uma metade recebida da mãe e a outra parcela do pai. Por uma falha na divisão celular, às vezes o óvulo possui um cromossomo 21 a mais, resultando três cópias do cromossomo 21 (trissomia) no bebê, ao invés de duas. A condição afeta 1 em 500 gestações. A presença da trissomia pode ter diferentes manifestações entre os casos, mas uma característica comum a todos esses indivíduos é a ocorrência de dificuldade para o aprendizado (déficit intelectual).

Em 50% dos casos, há malformações cardíacas e em uma proporção ainda menor, malformações no trato digestivo, número que fica entre 10 e 15% dos casos. Problemas que podem ser perfeitamente corrigidos com cirurgia.

O Dr. Javier Miguelez, médico responsável pela Medicina Fetal do Hospital e Maternidade São Luiz Itaim, explica que o diagnóstico pode acontecer durante o pré-natal ou logo após o parto. “A síndrome nem sempre é descoberta durante o pré-natal. Mas mais de dois terços dos bebês apresentam sinais no exame de ultrassonografia morfológica de primeiro trimestre, que é realizado 12ª semana de gestação”, observa.

A medida da translucência nucal, realizada durante esse exame, é utilizada para rastreamento e pode indicar se o bebê tem maior risco de ter a Síndrome de Down e outras síndromes. Essa medida é maior em cerca de 70% dos bebês com a síndrome, mas é importante ressaltar que cerca de 5% dos bebês normais também podem ter essa medida aumentada (os chamados falsos positivos) e nunca desenvolvê-la. “Ou seja, a maior parte dos bebês que têm translucência nucal aumentada são, na verdade, fetos geneticamente normais. A única questão é que eles constituem um grupo que tem risco aumentado para a Síndrome”, explica Miguelez.

A medida da translucência nucal também pode ser associada a marcadores bioquímicos, obtidos por meio de coleta de sangue da mãe. Essa associação eleva a taxa de detecção para 85% a 90% e reduz o risco de um falso positivo para 3%. Além disso, a associação com os marcadores bioquímicos também pode ajudar a identificar uma propensão a desenvolver algumas complicações da gestação, como a pré-eclâmpsia, por exemplo.

No caso de alterações na translucência nucal, as mamães podem optar ainda por outros exames de rastreamento complementares. A principal opção, disponível nos grandes hospitais do país, é o NIPT, que vêm do inglês, Non-Invasive Prenatal Testing, conhecido como Teste Pré-natal Não Invasivo, que procura DNA fetal na circulação materna. As taxas de detecção desse exame chegam a 99,7%. Vale destacar que esses testes são de rastreamento e não de diagnóstico.

Diagnóstico
Após os testes de rastreamento apontarem alguma suspeita, os especialistas podem sugerir dois exames para fecharem o diagnóstico:

Biópsia de vilo corial: com uma pequena agulha, o médico extrai material genético da placenta, que é igual ao do bebê. Esse teste é realizado entre 11 e 14 semanas de gestação.

Amniocentese: os especialistas optam por esse exame quando o diagnóstico precisa ser realizado após o período entre 11 e 14 semanas. Ele consiste em retirar um pouquinho do líquido amniótico. “Esses procedimentos envolvem um risco, em torno de 0,2%, de perda da gestação, pois envolvem a inserção de uma agulhinha na barriga. O importante é que o exame seja realizado em um ambiente hospitalar de qualidade e de referência em medicina fetal, que ofereça toda a segurança à parturiente e ao feto”, orienta.

O que muda na gestação após a descoberta?
O mais importante é que a mamãe siga à risca as orientações dadas pelo seu médico após o diagnóstico. “Descobrir a síndrome ainda na gestação pode tornar todo o processo mais simplificado, pois via de regra há tempo para que a família receba apoio da equipe multidisciplinar e esteja mais preparada para o momento da chegada do bebê”, pondera Miguelez.

Toda essa adaptação traz resultados positivos para a melhora e nos próximos passos na vida do bebê. “Um exemplo são os casos em que se faz necessária uma cirurgia para a correção de algum problema ou de medicações assim que o bebê nasce. Novamente, a identificação da síndrome de down no pré-natal ajuda no prognóstico, pois a família tem tempo para conversar com todos os especialistas antes do parto, o que contribui para que o desfecho seja melhor”, comenta.

Desenvolvimento
O especialista explica que crianças com essa condição são capazes de aprender, expressar opiniões, emoções, trabalhar e namorar. A estimulação feita pela família com apoio de uma equipe multidisciplinar é fundamental para o seu desenvolvimento. Os bebês com essa condição demoram mais para sentar, falar e andar, por exemplo. O aprendizado vai depender do estímulo, da persistência e do cuidado. “O imprescindível é não faltar paciência, persistência e afeto”, finaliza.

10 perguntas e respostas sobre pressão alta na gravidez

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postado em 16 de Março de 2018

Especialista em pré-natal de alto risco explica todas as questões que envolvem a doença

O período gestacional envolve uma série de mudanças corporais, novidades e transformações para a mulher. Muitas delas podem ser vistas, mas há alterações que são internas, como o afrouxamento dos vasos sanguíneos em função da diminuição da pressão arterial.

Há casos em que as mulheres já possuem a hipertensão antes de engravidar, mas essa doença pode evoluir durante a gravidez. Nas duas situações, pode haver uma série de complicações à mamãe e ao bebê.

Contudo, se a doença for tratada da maneira correta, a gestação tente a não ter grandes complicações. Para tranquilizar as futuras mamães, a Dra. Ana Claudia Frabetti Koiffman, ginecologista e obstetra do Hospital e Maternidade São Luiz unidade São Caetano, especialista em gestação de alto risco, listou 10 perguntas sobre pressão alta na gravidez:

1. O que é hipertensão na gestação? também chamada de pré-eclâmpsia, é uma doença que atinge aproximadamente 5 % das gestantes e se caracteriza pelo desenvolvimento de hipertensão arterial após a vigésima semana de gestação. Quanto mais precoce sua manifestação clínica, maior a gravidade da doença.

2. Quais são as causas? os médicos ainda não sabem ao certo o que causa a hipertensão, mas é uma doença imunológica que leva à alteração na circulação placentária e, consequentemente, traz problemas para o bebê.

3. É possível tratar a doença sem medicação? Fazer atividade física pode ajudar? não, pois as medicações que reduzem a pressão arterial ainda são a melhor forma de controlá-la. Por ser uma doença que ocorre quando o próprio sistema imunológico não funciona corretamente, a atividade física não interfere, sendo até contra indicada em alguns casos.

4. Como funciona para quem já tem a doença? nestes casos, as mulheres apresentam risco aumentado para o desenvolvimento de hipertensão gestacional. A prevenção para pré-eclâmpsia se dá com o uso de dieta rica em cálcio e uso de ácido acetilsalicílico (AAS) para alguns casos.

5. Quais os sinais de que o problema está complicando a gravidez? nos casos em que a pressão arterial está difícil de controlar, os sinais de alerta são surgimento de proteína na urina, restrição de crescimento fetal e diminuição de líquido amniótico.

6. Pode causar prematuridade? em casos graves, a única forma de tratamento definitivo é antecipação do parto, muitas vezes antes das 37 semanas de gestação, levando a prematuridade.

7. A doença pode prejudicar a formação do bebê? não, pois ela não interfere diretamente na formação fetal, porém indiretamente pode causar envelhecimento placentário e, consequentemente, restrição de crescimento fetal ou diminuição do líquido amniótico.

8. E o que pode acontecer com a mãe? todos os órgãos podem sofrer com as repercussões da pré-eclâmpsia, sendo cérebro, fígado e rins os órgãos mais acometidos. Essa gestante deve ser acompanhada por médicos especialistas em pré-natal de alto risco.

9. Qual é o perfil das mulheres que podem desenvolver essa doença? mulheres com idade maior que 40 anos, gestação múltipla, obesidade, diabetes pré-existente, algumas doenças reumatológicas, histórico familiar ou de pré-eclâmpsia em gestação anterior.

10. Quem teve hipertensão na gestação tem maior chance de ter pressão alta ao longo da vida? não existe esta associação para a hipertensão gestacional.

Alimentação e saúde do coração: entenda a relação entre elas

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postado em 9 de Março de 2018

Nutrólogos do Hospital e Maternidade São Luiz Anália Franco contam quais são os melhores alimentos para proteger o coração

Para manter a saúde do coração em dia, hábitos como não fumar, praticar exercícios físicos regularmente e controlar o estresse são indispensáveis. Mas a alimentação também exerce um papel fundamental: o menor consumo de sal e de alimentos com excesso de açúcares refinados e gorduras saturadas e trans são medidas básicas.

De acordo com o Dr. Andrea Bottoni, coordenador da equipe de Nutrologia do Hospital e Maternidade São Luiz Anália Franco, é preciso atenção aos níveis de colesterol no sangue, principalmente o chamado “colesterol ruim” (LDL).
“As pessoas com níveis de colesterol total com predomínio do LDL devem tomar medidas para reduzi-lo, especialmente quando fatores de risco como pressão alta, diabetes, obesidade e tabagismo estão associados. O colesterol alto está relacionado ao infarto e ao AVC”, diz o especialista.

Um exemplo de bom alimento para o coração é o azeite extra virgem, que funciona com um regulador, diminuindo o LDL (colesterol ruim) e aumentando o HDL (colesterol bom). Além disso, possui ação protetora do coração por conter antioxidantes, como polifenóis e vitamina E, auxiliando no combate à aterosclerose (entupimento das artérias).

“A melhor forma de consumir o azeite é na forma in natura em preparo de saladas ou como tempero de massas, peixes ou carnes. Porém, estudos recentes mostram que pode ser consumido mesmo aquecido no preparo dos alimentos e frituras, mantendo suas propriedades antioxidantes e vitaminas”, afirma o Dr. Rafael Borlini Ricardo, nutrólogo do Hospital e Maternidade São Luiz Anália Franco.

O vinho tinto e o suco de uva integral também têm substâncias que funcionam como antioxidante, auxiliando na diminuição da inflamação do excesso de gordura ruim no organismo e no aumento do HDL. Entretanto, os especialistas lembram que é preciso moderação no consumo de ambos.

“O alho contém uma substância chamada alicina, que ajuda a reduzir o colesterol e o triglicérides. Também funciona como anticoagulante sanguíneo, evitando a formação de trombos nas veias e artérias”, ressalta o Dr. Andrea.

A vitamina C também é uma aliada e um potente antioxidante presente na maioria das frutas cítricas. Ela ajuda a reduzir a inflamação causada pelo excesso de gordura no organismo. Pesquisas mostram que suplementações com vitamina C auxiliam na redução de formação de placas nas artérias. Para finalizar, os especialistas recomendam comer 1 quadradinho de chocolate amargo por dia.

Hospital e Maternidade São Luiz Anália Franco possui atendimento específico para a Mulher

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postado em 8 de Março de 2018

Atendimento a casos ginecológicos e obstétricos torna-se mais ágil e efetivo no diagnóstico e tratamento das mulheres

Com foco no atendimento exclusivo à mulher, que muitas vezes necessita de um serviço especializado, o Hospital e Maternidade São Luiz Anália Franco conta com o pronto-socorro obstétrico e ginecológico, ambientes exclusivos e preparados para atender às diferentes queixas das pacientes.

Ambos os prontos-socorros dedicados à saúde da mulher são compostos por equipes médicas e de enfermagem especializadas e criteriosamente selecionadas para atender a casos ginecológicos e obstétricos com as mais diferentes queixas. A unidade segue protocolos institucionais atualizados, garantindo alto padrão de atendimento, sem perder a individualidade do paciente.

Pronto-socorro obstétrico
Localizado no térreo do hospital, foi preparado e pensado para oferecer um atendimento personalizado para a gestante, em um ambiente acolhedor para ela e acompanhante. A paciente passa primeiramente pela enfermeira obstetra, que avalia o caso e a direciona para a consulta com o especialista.

“Nosso foco é atender a grávida de maneira eficiente, utilizando esse espaço para eliminar qualquer dúvida ou receio, por isso contamos com o apoio e auxílio de uma equipe multidisciplinar especializada em obstetrícia”, explica Dra. Fabiana Ruas, coordenadora da ginecologia e obstetrícia do Hospital e Maternidade São Luiz Anália Franco.

O ambiente é totalmente integrado com o serviço de medicina fetal do hospital, trazendo conforto, eficiência e um diagnóstico mais preciso e completo, uma vez que o médico tem contato direto com a equipe que realiza os exames, como ultrassonografia e cardiotocografia, que são essenciais para avaliar o bem-estar do feto. O pronto-socorro conta ainda com salas de medicação e leitos para observação, caso seja necessário.

Pronto-socorro ginecológico
O pronto-socorro geral do hospital, localizado no subsolo, conta com atendimento direcionado às queixas ginecológicas. Esta especialidade está disponível no totem de retirada de senha e, ao selecioná-la, a paciente é direcionada para a equipe de ginecologistas já no primeiro atendimento.

“Com esse diferencial conseguimos atender e solucionar de forma rápida e eficaz as queixas das mulheres com patologias ginecológicas”, destaca Dr. Eduardo de Souza, coordenador da ginecologia e obstetrícia do Hospital e Maternidade São Luiz Anália Franco.

Hospital e Maternidade São Luiz Anália Franco completa 10 anos com excelência no atendimento

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postado em 2 de Março de 2018

Referência na zona leste, unidade investe em capacitação de colaboradores, humanização e constante melhoria no atendimento

O Hospital e Maternidade São Luiz Anália Franco completa dez anos no dia 3 de março, com humanização e excelência no atendimento a seus pacientes. Em 2008, chegava à zona leste de São Paulo um hospital premium para oferecer atendimento geral, maternidade, pronto-socorro e centro de diagnósticos aos moradores da região. Atualmente a unidade gera cerca de 4 mil empregos, sendo 2 mil destes diretos.

Durante essa década, a unidade passou a fazer parte da Rede D’Or São Luiz, maior grupo de hospitais privados do país, e recebeu investimentos em todas as áreas, processos e infraestrutura, o que transformou o hospital em referência de atendimento, agregando novos serviços, como o centro médico de especialidades para consultas com hora marcada.

“A construção da nossa história e a consolidação do hospital só foi possível porque contou com o envolvimento e comprometimento de todos os colaboradores e médicos. É uma engrenagem que só funciona corretamente quando todos trabalham juntos”, observa o dr. Flavio Akira Sakae, diretor do Hospital e Maternidade São Luiz Anália Franco.

Atualmente a unidade conta com 255 leitos, sendo 144 apartamentos de hospital, 24 de maternidade e 87 leitos de Unidade de Tratamento Intensivo, sendo 54 leitos de UTI Adulto, 22 leitos de UTI neonatal e 11 leitos de UTI Infantil. O Centro Cirúrgico tem nove salas equipadas para transmissões de cirurgias por videoconferência e o centro obstétrico tem sete salas, sendo três com janela de visor plasmático para que os familiares possam acompanhar os primeiros momentos de vida do bebê e duas suítes Delivery Room, para parto natural, com recursos como cromoterapia e banheira.

A maternidade reforça a qualidade da marca São Luiz, uma das mais reconhecidas do país, seguindo padrões de excelência e diferenciais, como estrutura, decoração, hotelaria e serviços essenciais. “É uma maternidade de alto padrão, com tudo que é necessário e o que há de mais moderno para cuidar da saúde da mãe e do bebê”, comenta Sakae.

A pediatria também possui a mesma expertise no cuidado às crianças, com decoração especial e infraestrutura para que os pequenos e sua família se sintam mais à vontade durante o atendimento ou internação. Preocupada com a segurança do atendimento e dos processos, a unidade conquistou certificado de Acreditação Hospitalar Nacional no nível III – Acreditação com excelência, em 2013, e recebeu uma das mais importantes certificações internacionais em 2016, a canadense Diamante da Qmentum International Accreditation.

Dr. Flávio explica que essas certificações são baseadas em rígidos critérios de qualidade em saúde e mostram que o hospital alcançou uma melhoria contínua, além de transferir conhecimento e desenvolvimento de competências dentro de uma equipe de trabalho multidisciplinar. “Os selos atestam a excelência da unidade em qualidade do atendimento hospitalar e segurança do paciente”, comemora.

Cardiologia
Pensando nas constantes mudanças na área da saúde e hábitos de vida da população, a unidade Anália Franco investiu em atendimento cardiológico. O Centro de Cardiologia oferece um serviço preventivo e de tratamento das patologias do coração, incluindo serviço de check-up, exames laboratoriais, de imagem e de esforço. Além do acompanhamento completo àqueles que já possuem alguma doença e necessitam de atenção e cuidados médicos durante toda a vida.

Acessibilidade
Durante os 10 anos, o Hospital passou por uma série de mudanças em sua estrutura. Uma delas levou à conquista do Selo de Acessibilidade, em 2017, documento regulamentado pela Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência (SMPED) da Prefeitura de São Paulo, concedido às edificações que garantem acessibilidade para pessoas com deficiência e mobilidade reduzida.

Treinamento e capacitação
Pensando sempre em elevar a atenção ao paciente e qualidade percebida, a unidade tem investido constantemente não apenas em equipamentos para seu parque tecnológico, mas em seus colaboradores, a partir de treinamentos internos e capacitação. “Hoje, por exemplo, quem está em uma das pontas do atendimento faz parte de todos os processos, consegue saber o que ainda vai acontecer, melhorando a qualidade do atendimento e reduzindo drasticamente a possibilidade de erros”, observa Sakae.

Medidas simples podem ajudar a prevenir a conjuntivite, doença comum no verão

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postado em 20 de Fevereiro de 2018

No verão, é comum o aumento no número de casos de conjuntivite, uma inflamação da conjuntiva, membrana transparente e vascularizada que está localizada sobre a parte branca dos olhos (esclera). Segundo o Dr. Vicente Vitiello Neto, oftalmologista do Hospital e Maternidade São Luiz Itaim, a causa infecciosa é a mais frequente.

Os principais tipos de conjuntivites são a viral, a bacteriana e a alérgica. De acordo com o especialista, as virais são as mais frequentes em nosso país, além de serem transmitidas mais facilmente e apresentarem maior sintomatologia. As epidemias do verão são geralmente de causadas por vírus. “A aglomeração de pessoas e locais turísticos com piscinas bem como a desinformação sobre a doença facilitam a sua disseminação”, acrescenta o Dr. Vicente.

Para evitar contrair a doença, o oftalmologista recomenda sempre lavar sempre as mãos com água e sabão, carregar álcool gel consigo e, principalmente, não levar as mãos aos olhos. Também evitar entrar em piscinas de uso coletivo em regiões de epidemia, como aconteceu em Caldas Novas (GO) no início deste ano.

A doença pode acometer um ou os dois olhos por um período de uma semana a 15 dias. Entre os principais sintomas estão: coceira, olhos avermelhados e lacrimejantes, sensação de areia ou ciscos, secreção amarelada (quando é bacteriana) ou esbranquiçada (no caso da doença causada por vírus), além de pálpebras inchadas e grudadas ao despertar e visão borrada. Ao apresentar estes sinais, procure um médico.

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