Blog da Saúde

Conheça 5 DST’s para se proteger durante o Carnaval

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postado em 9 de Fevereiro de 2018

Causadas por vírus, bactérias ou outros microrganismos, as doenças são transmissíveis, principalmente, por contato sexual, sem o uso de preservativo

O final de semana de pré-carnaval em São Paulo levou mais de 2 milhões de pessoas às ruas. Um aglomerado de gente curtindo uma das maiores festas do ano na cidade. Mas, o destaque nesse período não deve ser só a folia. A prevenção para evitar a transmissão das doenças sexualmente transmissíveis, popularmente conhecidas como DST’s, é importante. Dessa forma os foliões podem se divertir sem correr riscos.

As doenças sexualmente transmissíveis (DST) são causadas por vírus, bactérias ou outros microrganismos, transmitidos, principalmente, por meio do contato sexual (oral, vaginal, anal), sem o uso de preservativo masculino ou feminino, com uma pessoa que esteja infectada.

As doenças com muito risco de transmissão são AIDS, sífilis, gonorreia, condiloma acuminado, causado por HPV, hepatite B, entre outras. A maioria destas doenças são assintomáticas e transmitidas por sexo ou manipulação de objetos perfuro-cortantes.

A Dra. Regia Damous, infectologista do Hospital e Maternidade São Luiz Itaim orienta que todas as pessoas devem entender as questões entre relação sexual e transmissão de doenças tipo DST e pensar na sua prevenção. “Independente da sua prática sexual, o indivíduo deve usar camisinha, masculina ou feminina”, orienta.

Conheça um pouco mais das doenças:

HIV/aids
O que é: doença causada pelo vírus HIV, que acomete o sistema imunológico humano, deixando o organismo suscetível a outras doenças.
Como é transmitida: pelo sexo (vaginal, oral ou anal) sem preservativos (camisinha), pelo compartilhamento de objetos perfurocortantes contaminados ou da mãe para o bebê na gravidez, parto ou amamentação.
Ser portador do vírus HIV é o mesmo que ter AIDS? Não. Há muitos soropositivos que vivem anos sem apresentar sintomas e sem desenvolver a doença. Mas podem transmitir o vírus a outras pessoas pelas relações sexuais desprotegidas, por exemplo, como as citadas acima.

Sífilis
O que é: uma infecção causada pela bactéria Treponema pallidum. Pode apresentar várias manifestações clínicas e diferentes estágios (sífilis primária, secundária, latente e terciária). Nos estágios primário e secundário da infecção, a possibilidade de transmissão é maior.
Como é transmitida: por relação sexual sem camisinha com uma pessoa infectada, ou da mãe infectada para a criança durante a gestação ou o parto. O uso correto e regular da camisinha masculina ou feminina é uma medida importante de prevenção da sífilis. O acompanhamento da gestante durante o pré-natal contribui para o controle da sífilis congênita.

Gonorreia
O que é: também é conhecida como blenorragia, é uma infecção sexualmente transmissível, de muito fácil transmissão. É causada por uma bactéria chamada de Neisseria gonorrhoeae, que infecta o canal da uretra, sendo conhecida também pelo nome de uretrite gonocócica.
Como é transmitida: usar camisinha é a única maneira de evitar a doença. No entanto, se a pessoa foi infectada, deve procurar atendimento médico imediato para receber tratamento adequado e eficaz.

Condiloma acuminado
O que é: doença causada pelo vírus HPV (Papiloma vírus Humano) é um vírus que pode levar a uma grande variedade de lesões no ânus e nos órgãos genitais. Atualmente, há mais de 200 tipos de HPV descritos, sendo que aproximadamente 40 tipos infectam a regiões genital e anal e pelo menos 20 subtipos estão associados ao câncer do colo uterino. A maioria das infecções são assintomáticas ou não aparentes.
Como é transmitida: o uso de preservativo nas relações sexuais reduz o risco de desenvolvimento de condiloma acuminado e de lesões de alto grau no colo uterino. No caso de infecção na vulva, na região pubiana, perineal e perianal ou no escroto, o HPV poderá ser transmitido apesar desse método preventivo. O preservativo feminino, que cobre também a vulva, evita, de forma mais eficaz a trans¬missão, se utilizado desde o início da relação sexual.
Como prevenir: a manutenção da higiene pessoal e a vacinação contra o HPV são outras medidas de prevenção.

Herpes
O que é: doença causada por 2 tipos de vírus que propiciam a formação de bolhas, principalmente, na parte externa da vagina e do pênis, entre outros locais. Essas bolhas costumam estourar e formar feridas doloridas. Este é um exemplo de DST que a pessoa que foi contaminada pode permanecer com a doença por muito tempo sem saber que é portadora, pois ela só se manifesta em determinadas ocasiões, tais como muito estresse.
Como prevenir: evitar contato próximo com pessoas que estejam com lesões de herpes orais ou genitais se houver contato com as mãos, higienizar as mãos prontamente. Se já é portador, ao se expor ao sol usar filtros solares.

Tentando emagrecer para o Carnaval? Dietas restritivas podem contribuir para ganho de peso

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postado em 8 de Fevereiro de 2018

Nutrólogo do São Luiz reúne dicas para uma folia mais saudável

Faltam apenas três dias para o Carnaval. São quatro dias de folia. Mas para sua festa não terminar antes do tempo, nada melhor do que manter uma alimentação balanceada e muita hidratação, não só durante este período, mas em todo o restante do ano.

Em tempos que antecedem grandes festas, algumas pessoas apostam em dietas da moda, longos períodos de jejum, que restringem certos alimentos. Contudo, especialistas orientam que a má alimentação e a falta de hidratação podem trazer problemas para a saúde.

As dietas restritivas são aquelas que reduzem a quantidade de calorias ingeridas, variando de 600 a 800 calorias ao dia. Essas restrições geralmente são feitas às custas da remoção de um ou outro nutriente da dieta diária, como a exclusão dos carboidratos.

Uma pessoa saudável gasta em torno de 22 a 35 calorias por quilo ao dia para realizar suas atividades normais, sem contar os 15% a mais para as questões de sobrevivência. Considerando, por exemplo, um paciente com 80 quilos, sem contar atividade física, tem um gasto médio de duas mil calorias ao dia.

Agora, imagine que esse paciente escolha fazer uma dieta que restrinja a quantidade de calorias ingeridas durante o seu dia. “Sem ser avisado, seu corpo continua gastando energia, o que de fato proporcionará uma perda de peso inicial considerável. Contudo, ao perceber esse menor aporte de calorias, o corpo começa a se defender e busca um modo mais econômico para viver. Por esse motivo perde-se de fato uma quantidade de peso maior, depois isso diminui gradativamente, porque o nosso corpo se adapta a nova rotina restritiva”, explica o Dr. Celso Cukier, nutrólogo do Hospital São Luiz Morumbi.

Outro ponto importante contra as dietas restritivas está relacionado às células de gordura, pois, em um primeiro momento, elas apenas diminuem de tamanho e não são eliminadas. Após duas ou três semanas, o paciente volta a comer normal e as células, então, se enchem rapidamente de gordura. Ao atingirem seu tamanho máximo, automaticamente fabricam nova célula de gordura, o que pode terminar em um peso maior do que antes de iniciar a dieta.

O Dr. Celso explica que estudos das dietas restritivas concluem que todas funcionam para perda de peso, mas são prejudiciais à saúde. “É preciso ponderar que são, na sua grande maioria, deficientes em uma série de nutrientes, vitaminas e minerais essenciais para o bom funcionamento do nosso corpo, principalmente se adotadas por uso prolongado”, orienta.

Para evitar a interrupção da folia, o especialista reuniu algumas dicas importantes:

– A principal dica é não exagerar nem para mais e nem para menos, mas pensar em estar bem para os próximos carnavais.

– O álcool é muito calórico e se deposita também como gordura, além de desidratar. Então, sempre que ingerir álcool, procure se hidratar com água na mesma ou em maiores proporções.

– Muita atenção à origem dos alimentos, armazenagem e transporte.

– Durante a folia, exagere nas frutas, elas também ajudam a manter o corpo saudável.

Hospital e Maternidade São Luiz Itaim inaugura UTI especializada em oncologia

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postado em 7 de Fevereiro de 2018

Acompanhante 24h por dia e participação ativa do familiar no tratamento são alguns dos diferenciais da nova área

O Hospital e Maternidade São Luiz Itaim inaugurou uma Unidade de Terapia Intensiva exclusiva para tratamento de pacientes com câncer. Com 10 leitos privativos, o espaço conta com equipamentos de última geração, moderna hotelaria e uma experiente equipe para o atendimento de pacientes oncológicos clínicos ou cirúrgicos.

A UTI Oncológica permite a presença do médico-assistente de referência e o acompanhante pode ficar durante todo o tempo de internação ao lado do paciente, medida que o ampara psicologicamente, prevenindo complicações decorrentes de internações hospitalares. Ao ser recebido na unidade, o paciente também passa a ter um especialista referenciado, que pode ser um oncologista ou um cirurgião-oncológico, responsável por conduzir todo o tratamento.

O familiar também é convidado a participar da discussão de casos e condutas que acontece diariamente, no período da tarde. “A presença do especialista de referência e a participação da família fazem com que todos tenham mais conhecimento do tratamento, reduzindo conflitos”, comenta o Dr. Thiago Gomes Romano, intensivista e chefe da UTI oncológica do Hospital e Maternidade São Luiz Itaim.

A equipe multidisciplinar da UTI é composta por enfermeiros, técnicos de enfermagem, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, farmacêuticos, nutricionistas, além de médicos intensivistas com experiência no manejo do paciente crítico oncológico, oncologistas clínicos e cirurgiões oncológicos.

Dr. Thiago explica que em uma UTI voltada exclusivamente a pacientes com um mesmo tipo de enfermidade, as equipes lidam com certas complicações com mais frequência, obtendo resultados mais eficazes. “Com o passar do tempo, os profissionais se especializam cada vez mais, o que aumenta a excelência e, consequentemente, faz com que os atendimentos sejam mais simplificados e atinjam resultados mais satisfatórios”, explica.

Sintomas da falta de vitamina B12 envolvem depressão, cefaleia e alterações psiquiátricas

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postado em 1 de Fevereiro de 2018

O complexo B é formado por um conjunto de 8 vitaminas. A vitamina B12 é especialmente importante para o bom funcionamento do cérebro e do sistema nervoso, ajudando a manter a saúde das células nervosas. “Ela está envolvida no metabolismo de diversas células do corpo humano e sua deficiência pode determinar alterações no corpo e na síntese proteica de ácidos graxos”, explica o Dr. Celso Cukier, nutrólogo do Hospital São Luiz Morumbi.

Como os animais não produzem a vitamina B12, ela deve ser obrigatoriamente ingerida. De acordo com o médico, as melhores fontes estão na carne, frutos do mar e produtos fortificados. A restrição da ingestão desta vitamina pode levar à sua deficiência, fazendo com que o paciente possas desenvolver um tipo de anemia ter e alterações neurológicas.

Por isso, vegetarianos devem ter acompanhamento profissional para verificar se existe essa deficiência nutricional. Quando detectada, é necessário receber suplementação farmacológica. “Os idosos também precisam ficar atentos a esta questão. Com a idade, reduzimos a produção de substâncias pelas células parietais do estômago. Entre essas, encontra-se a substância responsável por auxiliar a absorção da vitamina B12, permitindo a esse grupo desenvolver quadros de deficiência”, diz o especialista.

Os sintomas da falta de vitamina B12 envolvem fadiga, letargia, perda de memória, depressão, cefaleia e alterações psiquiátricas. Segundo o nutrólogo, o controle dos níveis de vitamina B12 deve ser feito com dosagens seriadas, pois o excesso também não é bom. “Os marcadores poderão voltar ao normal a partir do primeiro mês de tratamento, mas há quadros avançados de difícil reversão, que podem durar meses ou não melhorarem”.

Por isso, os grupos de risco deverão ter acompanhamento médico periódico, para que qualquer alteração laboratorial seja corrigida antes que a manifestação clínica se instale.

Conheça as causas e os principais sinais de alerta do diabetes

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postado em 26 de Janeiro de 2018

Os tipos mais comuns de diabetes, doença caracterizada pela deficiência da produção ou da ação de insulina, são o 1 e o 2. O primeiro é aquele que acontece geralmente na infância e adolescência, mais frequente em caso de comprometimento genético, e se manifesta quando aproximadamente 90% das células beta pancreáticas, que produzem o hormônio insulina, já estão destruídas. “Há um processo autoimune na grande maioria destes casos”, afirma a Dra. Ana Paula Cavalcante Normando, endocrinologista do Hospital e Maternidade São Luiz Anália Franco.

Já o tipo 2 costuma aparecer numa faixa etária mais tardia, e é bastante relacionado à obesidade. Além desses dois tipos, temos o diabetes gestacional, que começa na gravidez, podendo ou não a mulher permanecer diabética posteriormente. “Há também o diabetes relacionado a manifestações de outras doenças ou uso de medicamentos. Entre eles o mais comum é o uso crônico de corticoides”, explica.

Embora não exista cura para os tipos mais comuns, se o paciente seguir as recomendações médicas corretamente e controlar o nível de glicose no sangue, é possível levar uma vida normal. O tratamento baseia-se em mudanças no estilo de vida, dieta e atividade física, associados a medicamentos e insulina.

“Para o diabetes tipo 1, a única opção medicamentosa é a insulina, que deve ser aplicada cada vez mais respeitando a fisiologia da ação do hormônio. Por isso, devemos sempre fracionar as doses. Para o tipo 2, hoje dispomos de várias classes medicamentosas, que poderão agir na resistência insulínica no fígado e músculos, na secreção deste hormônio e na eliminação da glicose, por exemplo. Podemos associar as classes e observar a evolução do paciente”, diz a endocrinologista.

Os principais sinais de alerta que devem levar o paciente a procurar o médico são as manifestações clínicas clássicas da doença: perda de peso além do normal, poliúria (eliminação de grande volume de urina), sede intensa, fome exagerada, alteração visual e prurido vaginal. O excesso de açúcar no sangue pode levar a alterações de quase todos os tecidos e órgãos, mas principalmente dos rins e da retina. Se o diabetes não for tratado adequadamente, podem surgir complicações crônicas e agudas, como pé diabético, infarto do miocárdio e acidente vascular cerebral.

Volta às aulas: saiba como montar uma lancheira saudável

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postado em 22 de Janeiro de 2018

Com o final das férias escolares é importante ficar atento às refeições dos pequenos

Para ter uma alimentação equilibrada e de acordo com a pirâmide alimentar, é recomendado ingerir alimentos de todos os grupos alimentares: energéticos, reguladores e construtores. O mesmo princípio é válido na hora de montar a lancheira das crianças.

O primeiro grupo é rico em carboidratos e fornece energia para o corpo. Os alimentos reguladores auxiliam em várias funções do organismo e são compostos por hortaliças e frutas em geral. Já os construtores são ricos em proteínas, como carnes, ovos, leite e derivados.

“O grupo construtor pode ser representado pelo recheio do lanchinho, como um queijo. O dos reguladores por frutas e suco de frutas, enquanto nos energéticos estão o pãozinho ou o bolo de frutas, por exemplo.”, diz Adriana Piva, nutricionista do Hospital São Luiz Jabaquara.

Para conservar melhor a comida, o ideal é que a criança possua lancheira e garrafa térmicas, principalmente para armazenar os alimentos perecíveis. Caso contrário, eles devem ser evitados. Além disso, segundo a especialista, os pais devem sempre evitar os alimentos à base de açúcares e gorduras, como bolos industrializados e com recheio, frituras, processados, doces, chocolates e iogurtes.

Veja algumas sugestões da nutricionista para o dia a dia:

– 01 banana prata + 200 ml de suco de maracujá + 02 pãezinhos com queijo;
– 150 g de cereal sem açúcar + 200 ml de suco de manga + 01 pera;
– 01 mexerica + 01 bebida láctea + 01 fatia de bolo simples de maçã;
– 01 barra de fruta de morango + 200 ml de suco de abacaxi + 03 pães de queijo pequenos;
– 01 maçã + 01 bebida láctea + 01 goiabinha

Especialista dá dicas para prevenir o AVC em diferentes faixas etárias

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postado em 16 de Janeiro de 2018

O AVC (acidente vascular cerebral), também conhecido como derrame, é a lesão do cérebro decorrente de uma ruptura ou obstrução das artérias que irrigam o sistema nervoso central. No primeiro caso, ocorre o AVC hemorrágico. Já quando as artérias são obstruídas, caracteriza-se o AVC isquêmico.

De acordo com o Dr. Álvaro Pentagna, neurologista do Hospital e Maternidade São Luiz Itaim, os principais fatores de riscos de um AVC são: hipertensão arterial, diabetes, colesterol e triglicérides elevados, tabagismo, arritmias cardíacas, infarto do miocárdio, obesidade, apneia do sono e sedentarismo.

Além disso, o avanço da idade, um histórico familiar de doença cardiovascular ou cerebrovascular e a menopausa são chamados fatores de risco não modificáveis para o AVC, ao contrário dos que foram descritos anteriormente, que são modificáveis.

“Quanto mais avançada a idade, maior a chance de ter o problema”, destaca o especialista. “As mulheres têm uma particularidade que é a ocorrência de enxaqueca com aura. Isso associado ao uso de anticoncepcionais também pode contribuir para a elevação do risco”, completa.

Abaixo, o neurologista dá dicas para a prevenção em diversas faixas etárias:

Aos 20 anos

Um jovem de 20 anos não costuma apresentar quadros de risco. Caso apresente, deve tratá-los com rigor. Pacientes jovens devem ser estimulados a um estilo de vida saudável, com dieta balanceada e pratica de atividades físicas com frequência. “É a faixa etária na qual geralmente as pessoas começam a fumar, o que deve ser evitado”, diz o Dr. Álvaro.

Aos 30 anos

Quem não faz exercício físico regular não deve mais deixar esta questão de lado. É preciso iniciar o mais rápido possível. Também é necessário rever hábitos como a alimentação desregrada e o tabagismo, caso este último ainda faça parte da rotina, além de fazer o controle do peso.

Aos 40 anos

A prevenção é a mesma da faixa etária anterior, mas, a partir daqui, já se recomenda uma avaliação clínica para prevenir o AVC e outros quadros de saúde que podem surgir com o avanço da idade.

A partir dos 50 anos

Nesta idade, o ideal é fazer um acompanhamento clínico regular de todos os fatores de risco já mencionados e seguir as mudanças no estilo de vida recomendadas nas faixas etárias anteriores.

Perda auditiva pode ter causas diferentes, mas é possível prevenir

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postado em 11 de Janeiro de 2018

A surdez pode ter causas variadas, como um defeito congênito, lesão, doença, alguns medicamentos, exposição a ruídos altos ou desgaste relacionado à idade. A perda da audição pode impactar a vida do paciente de diversas maneiras. Nos adultos o principal ponto comprometido é a comunicação. Nas crianças, pode provocar atrasos no desenvolvimento da linguagem e afetar o desempenho escolar.

Geralmente, o diagnóstico do problema é feito por meio de um exame chamado audiometria. Em alguns casos, a audição pode ser restaurada com cirurgia ou pelo uso de aparelho auditivo. Porém, segundo o Dr. Ulisses José Ribeiro, otorrinolaringologista do Hospital São Luiz Jabaquara, é possível prevenir a perda auditiva. “As medidas preventivas podem estar diretamente ligadas ao fator “causa e efeito” ou decorrentes de causa indireta”.

O especialista destacou algumas medidas de prevenção:

– Evitar ouvir música em volume alto;
– Usar protetores auriculares sempre que frequentar lugares com ruído alto;
– Não usar hastes flexíveis para limpeza do ouvido, pois o objeto pode lesar a membrana do tímpano e tira a proteção que a cera promove;
– Manter a carteira de vacinação em dia;
– Não usar remédios sem orientação médica;
– Fazer acompanhamento genético e com o otorrinolaringologista caso haja histórico de surdez na família;
– Procurar o especialista em casos de dúvidas ou caso haja incapacidade de ouvir sons.

Além disso, é importante ficar atento à prevenção para determinadas faixas etárias:

Crianças: Observar se a carteira de vacinação está em dia e se apresenta alguma dificuldade cognitiva. Também é importante prevenir infecções de orelha que podem resultar em um quadro futuro de perda de audição. Se houver suspeita de perda auditiva, é importante procurar um especialista imediatamente. “Quanto antes for iniciado o tratamento, melhor será seu aproveitamento na aquisição da linguagem”, diz o médico.

Idosos: Todos nós teremos a chamada presbiacusia (surdez adquirida pela idade). A partir dos 60 anos, é recomendável realizar anualmente uma consulta com um especialista para acompanhamento. Se constatada perda auditiva, é indicado o uso de aparelho auditivo, para diminuir o avanço da perda.

Saiba mais sobre os problemas na tireoide e suas causas

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postado em 9 de Janeiro de 2018

A tireoide é uma glândula localizada na base do pescoço e à frente da traqueia. Ela produz dois hormônios conhecidos como T3 e T4, que são responsáveis pelo metabolismo do corpo, ou seja, o modo como ele armazena e gasta energia. Quando a produção de hormônios tireoidianos é excessiva, causa uma doença chamada de hipertireoidismo. Já quando a produção é insuficiente, caracteriza-se o hipotireoidismo.

Delas, a doença mais comum é o hipotireoidismo, que acontece quando a glândula funciona pouco ou não existe mais – por ter sido removida cirurgicamente devido a algum tipo de problema, como um tumor. Segundo o Dr. Alex Leite, endocrinologista do Hospital e Maternidade São Luiz Itaim, não há como prevenir disfunções na tireoide, pois elas estão associadas a doenças autoimunes e hereditariedade.

“A única recomendação fundamentada, que vale para qualquer idade, é a ingestão adequada de iodo, elemento essencial para a produção dos hormônios tireoidianos. No Brasil, temos iodo em quantidade suficiente no sal que ingerimos. O que pode ser feito é a detecção precoce com exames de rotina, principalmente se houver sintomas que sugiram qualquer anormalidade no funcionamento da glândula”, ressalta o especialista.

De acordo com o médico, as disfunções na tireoide aparecem com mais frequência após os 60 anos, mas isso não significa que a idade é um fator de risco. Além disso, são mais frequentes nas mulheres, mas como não há meios de prevenir o problema, não há como considerar medidas em relação ao sexo do paciente.

As principais doenças autoimunes (em que o organismo produz indevidamente defesas contra ele mesmo) envolvidas nos problemas da tireoide são a Doença de Graves, no hipertireoidismo, e a Doença de Hashimoto, no hipotireoidismo. O diagnóstico pode ser feito, em geral, com exames de sangue, e o tratamento se utiliza de reposição de hormônios no hipotireoidismo, ou medicamentos que inibem a produção deles no hipertireoidismo.

Os sintomas dos dois problemas variam bastante, mas o aumento do volume da tireoide pode acontecer nos dois casos.

Mudanças emocionais durante a gravidez são comuns: saiba como lidar

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postado em 5 de Janeiro de 2018

As mudanças emocionais pelas quais a mulher passa durante a gestação são muito variadas. Mesmo modificações as mais comuns estão sempre ligadas à forma como a mulher lida com as situações de forma geral. Nas emoções e no no corpo, as mudanças acontecem ao mesmo tempo. Portanto, as alterações emocionais têm correlação com as físicas também, quando a mulher engravida e tem uma avalanche hormonal.

“Ela pode ficar mais emocionada, mais sensível e ter até os sentidos mais aguçados pela própria questão hormonal”, diz Patrícia Bader, psicóloga do Hospital e Maternidade São Luiz Itaim. “Em termos estatísticos, sabemos que pessoas que tiveram um quadro de depressão na vida tem maiores chances de devolver um quadro de depressão puerperal”, completa.

No início da gravidez, as variações hormonais podem causar exacerbação emocional, alteração de humor, de apetite e de sono. Assim, a mulher tende a ficar mais sensível ou irritada. “É comum nesse momento existir um temor quanto a continuidade da gravidez, pois é sabido que 30% das gestações não se desenvolvem por motivos variados”, acrescenta Patrícia.

Preocupações pela condição física do bebê, medo e insegurança também são muito comuns neste período. Começam, também, os movimentos fetais, momento em que a mãe fica mais voltada para o próprio corpo, criando uma relação mais intima entre ela e o bebê. Mais perto do momento do parto, ainda podem ocorrer a diminuição na libido e as inseguranças relacionadas ao parto.

Há uma série de questões que contribuem para as diferenças de intensidade, como fatores socioeconômicos, as condições da gestação, relações conjugais ou afetivas, por exemplo. Além disso, a experiência da primeira gestação pode ser uma preparação para as seguintes.

Para lidar com as mudanças, a especialista dá dicas de como proceder:

O que não fazer:

Não ignore que uma gravidez provoca mudanças. É necessário reconhecer que acontecerão uma série de modificações físicas e emocionais.

O que fazer:

Escolha um bom médico e tenha uma relação de confiança com a equipe que fará o acompanhamento durante o processo. Se informe quanto às mudanças gestacionais e divida com as pessoas próximas. Encontre uma atividade física que favoreça a percepção das mudanças corporais e cuide da preparação dos itens do bebê.

Respeite os limites do seu corpo e não se sinta culpada por não conseguir exercer as mesmas funções de antes. Troque experiências com outras mães e pessoas da família. Não hesite em procurar apoio psicológico quando necessário, que ajudará a enfrentar os desafios desse momento.

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