Blog da Saúde

Obesidade dificulta prevenção e tratamento do câncer de mama

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postado em 19 de outubro de 2017

Risco aumenta porque o excesso de peso aparece associado a outras doenças

O câncer de mama é um problema que atinge muitas mulheres em todo o mundo, mas se for diagnosticado precocemente, tem grandes chances de cura. A doença, relativamente rara antes dos 35 anos, começa a ter maior incidência após os 50 anos. Existem vários tipos de câncer de mama. Alguns evoluem de forma rápida, outros, não. Mas a maioria tem boas chances de cura.

Desde a década de 1990, durante todo o mês de outubro as instituições de saúde fazem campanhas para estimular a participação da população no controle do câncer de mama. O Outubro Rosa é celebrado anualmente, com o objetivo de compartilhar informações sobre a doença, promover a conscientização, proporcionar maior acesso aos serviços de diagnóstico, tratamento e, consequentemente, contribuir para a redução da mortalidade pela doença.

Dentre todos os fatores considerados importantes para a prevenção, a alimentação talvez seja o que precise de mais atenção, pois a obesidade é um marcador de prognóstico ruim para o câncer de mama.

Segundo o Dr. Marcello Ferretti Fanelli, oncologista do Hospital e Maternidade São Luiz Itaim, alguns dados já solidificados apontam para uma associação de obesidade com câncer de mama, especificamente em tumores que tem velocidades de crescimento mais brandos. “Os tumores mais agressivos aparecem menos relacionado com a obesidade, já os tumores dependentes dos hormônios estrógeno e progesterona têm alta relação”, esclarece o oncologista.

Esse risco maior se dá porque a excesso de peso normalmente aparece com duas ou mais doenças associadas, fazendo com que esse paciente carregue consigo outros problemas de saúde que podem vir a agravar a sua condição geral, como diabetes, hipertensão ou problemas cardiovasculares, por exemplo.

Para o Dr. Marcello, as pessoas devem preconizar um estilo de vida saudável, com boa alimentação, atividade física regular e interrupção do tabagismo, quando ele é presente. “A prevenção deve ser feita o ano todo e não somente durante as campanhas”, orienta.

O diagnóstico do câncer de mama é feito por meio de biópsia das lesões palpáveis, visíveis ou que foram identificadas em exames de imagem da mama (mamografia, ultrassonografia ou ressonância magnética).

O tratamento sempre é individualizado, pois depende de características importantes como estadiamento, que é o processo para determinar a extensão do câncer e onde está localizado, além das características clínicas do paciente. Pode ser incluído: cirurgia, quimioterapia, radioterapia, terapia alvo ou hormonioterapia, tudo dependerá do diagnóstico.

Infectologista do Hospital da Criança ressalta a importância da vacinação

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postado em 17 de outubro de 2017

Imunização é importante para evitar mortalidade ou morbidade em toda a população

O Dia Nacional da Vacinação, celebrado em 17 de outubro, foi criado pelo Ministério da Saúde a fim de relembrar a importância da vacina no controle de doenças e na prevenção de epidemias. Após o surgimento da imunização, diversas doenças desapareceram e muitas outras estão com números de contaminação bastante reduzidos.

Hoje existem dois tipos de vacinas, uma com vírus enfraquecido, que serve apenas para que o organismo crie defesas contra aquela doença; e as que são compostas por partículas mortas de vírus ou bactérias.

A vacinação desde os primeiros meses de vida é importante porque a maioria dessas doenças, que são virais ou bacterianas, possuem uma morbidade muito grande. Algumas delas têm impacto maior e sequelas, como o sarampo e a difteria, por exemplo, que tem alta mortalidade na infância. Já a poliomielite, que embora não tenha alta taxa de morte, pode deixar implicações importantes para o resto da vida. Todas podem ser evitadas com a vacina.

Alguns bebês, ao tomar vacina, ficam com o local da aplicação avermelhado, dolorido e enrijecido, outros até apresentam febre baixa, esta mais incomum. Reações muito menores e facilmente tratadas com um medicamento indicado pelo pediatra, além de serem incomparáveis com as complicações apresentadas pelo sarampo, catapora, meningite e tantas outras.

“Algumas dessas doenças são piores no adulto, por exemplo, sarampo, que tem alta morbidade e mortalidade. A catapora, que pode ter evolução benigna na população infantil, é responsável por grandes manifestações clinicas em adultos, chegando a atingir órgãos internos, como pulmões e fígado, podendo provocar a morte, por isso a importância da vacinação ainda na infância”, explica Dr. Daniel Wagner de Castro, infectologista dos Hospitais da Criança e São Luiz Jabaquara.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), entre 2010 e 2015, 10 milhões de mortes no mundo foram evitadas por conta das vacinas.

O especialista explica que a queda na cobertura nacional pode levar a ocorrência de um novo surto da doença em uma população que não esta 100% imunizada. “Uma população desprotegida pode causar a disseminação rápida da uma doença. O maior exemplo são alguns países que tinham sarampo controlado e voltaram a ter incidência da doença, por conta da baixa do número de pessoas vacinadas”, explica.

A vacina é importante para proteger todas as pessoas contra as doenças imunopreveníveis. Em um cenário muito comum, uma criança com catapora vai para uma sala de aula e espalha a doença entre os presentes. Caso alguma pessoa naquele ambiente não tenha tomado a vacina, corre-se um grande risco de pegar catapora. “A proteção não é individual, mas coletiva. Protegendo uma pessoa, você protege um coletivo”, completa Daniel.

O Ministério da Saúde possui um calendário com todas as vacinas que devem ser tomadas durante a vida. E no caso das mulheres, durante o período de gestação: https://goo.gl/RcbfWJ

5 perguntas e respostas sobre exercícios físicos na gestação

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postado em 11 de outubro de 2017

Quando pensamos sobre gravidez, muitas vezes a associamos a um período de repouso, principalmente nas últimas semanas. Porém, quase todas as gestantes podem praticar exercícios físicos e, geralmente, até o dia do parto. Os benefícios para o bem-estar da mãe e do bebê são muitos.

Esse assunto ainda gera muitas dúvidas e merece atenção. Por isso, a Dra. Sílvia Gomyde Casseb, ginecologista, obstetra e médica do esporte do Hospital e Maternidade São Luiz Itaim, respondeu algumas perguntas importantes, tanto para as gestantes que já praticavam esportes quanto para quem pretende começar a exercitar neste período.

1. Todas as mulheres podem praticar exercícios físicos na gravidez?

Quase todas. Existem algumas contraindicações, doenças e patologias da própria gestação ou daquela mulher, como problemas no coração e no pulmão, mas isso é muito raro. Então, é importante frisar que a maioria pode. Para isso, é importante uma boa avaliação do médico que a acompanha, como o ortopedista ou cardiologista, e do obstetra.

2. Quais são as modalidades mais indicadas na gestação?

Depende muito do que a mulher fazia antes. Muitos exercícios podem e devem ser continuados. De uma forma geral, os exercícios mais seguros são natação, hidroginástica, caminhada na água e caminhada. Como exercício de força, a musculação é muito segura e versátil, assim como o pilates, tanto para quem já fazia quanto para quem nunca fez.

3. Até quanto tempo de gestação é indicado praticar esportes?

Até o dia do parto, geralmente, se não houver nenhuma intercorrência na gestação. Existem casos em que a gestante tem algum problema e precisa parar, mas, em geral, pode fazer desde o início até o último dia. A intensidade depende do exercício e do condicionamento que a mulher tinha antes de engravidar. Para atletas que estão acostumadas com muito exercício, o “moderado” é uma quantidade diferente das outras pessoas.

A grávida precisa ser avaliada levando em conta todo o histórico de exercício físico e de condicionamento. Se o exercício for bem prescrito no começo, é possível manter até o final. Às vezes, existe uma questão de conforto para a mãe, mas não de risco para o bebê. Os exercícios na água são muito confortáveis no fim da gravidez, por exemplo.

4. Quais cuidados gerais as grávidas devem tomar durante a prática esportiva?

Hidratação é o ponto mais importante: precisa beber água o tempo todo. Outra recomendação é não fazer exercício em jejum. O ambiente também não pode ter a temperatura muito alta e deve ser bastante ventilado, se for um lugar fechado. No caso de um local aberto, a indicação é usar roupa leve e evitar os horários mais quentes.

5. Quais são os principais benefícios dos esportes na gravidez?

O benefício geral é controlar o peso e evitar doença cardiovascular, como pressão alta, infarto e derrame. Na gestação, especificamente, evita o diabetes gestacional e a pré-eclâmpsia, uma doença de pressão alta na gestação. As mulheres que fazem exercício melhoram a oxigenação para o feto, a qualidade do sono delas e até as dores nas costas, porque todos os músculos estão fortalecidos. Além disso, ajuda na recuperação do pós-parto, que será menos dolorido. A gestação tem de ser o período mais saudável que você consiga imaginar, e isso inclui exercícios físicos, para ser saudável por completo.

Cirurgias com uso de robô têm maior eficácia

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postado em 5 de outubro de 2017

Hospital São Luiz Morumbi desenvolveu programa de capacitação médica para cirurgiões

As cirurgias realizadas por meio de robôs vêm tomando espaço no campo das terapias e dos tratamentos ofertados pelos médicos, principalmente em procedimentos de maior complexidade, por oferecer aos pacientes a volta às atividades de rotina mais rapidamente, além de um pós-operatório com menos dor.

A unidade Morumbi do Hospital São Luiz possui um robô Da Vinci Si, adquirido há mais de 2 anos, como parte do Programa de Cirurgia Robótica da Rede D’Or São Luiz. Este sistema cirúrgico robótico integra os projetos de investimento em medicina de ponta e cirurgias de alta complexidade da Rede.

O sistema cirúrgico pode ser usado para o tratamento de diversas patologias. Os especialistas têm recomendado esse tipo de cirurgia por ser muito superior em vários aspectos, quando comparada à cirurgia aberta (laparotomia) e intervenções minimamente invasivas (laparoscopias), ambas bastante comuns nos dias de hoje.

O destaque está no momento em que o cirurgião precisa fazer movimentações mais precisa. Juntamente com a visão tridimensional, a técnica permite diminuir os cortes de centímetros para milímetros, preservando os tecidos saudáveis, diminuindo o sangramento e acelerando a recuperação. A precisão dos movimentos o torna ainda mais importante na separação de estruturas nobres, como artérias, veias e nervos, que requerem movimentos mais precisos.

Capacitação médica

Visando aumentar o nível de excelência de seus procedimentos, o Hospital São Luiz Morumbi criou o Programa de Educação Médica Continuada em Cirurgia Robótica, com objetivo de aprimorar tecnicamente seus cirurgiões para realizar procedimentos com excelência por meio do robô. Podem participar cirurgiões de todas as áreas abrangidas pela cirurgia robótica, como: ginecologia, urologia, cirurgia geral e oncologia.

O Dr. Fabio Thuler, coordenador de cirurgia robótica do Hospital São Luiz Morumbi, explica que o grande enfoque do programa é transformar a unidade em hospital escola. “O programa funcionará como um canal aberto entre os especialistas aptos a usarem o Da Vinci, com a possibilidade de realizar cirurgias com a presença de outros colegas altamente especializados na área, com objetivo de auxiliar e tirar as dúvidas também na prática”, explica o médico.

Médicos que quiserem se inscrever no programa, tanto para aprimoramento quanto para iniciação, precisam entrar em contato com o Relacionamento Médico do hospital, pelo telefone: 3093-1100.

Outubro Rosa reforça participação da população no combate ao câncer de mama

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postado em 2 de outubro de 2017

Doença é o tipo mais comum entre as mulheres no Brasil e no mundo

Nos próximos dias, monumentos e instituições conhecidas do País estarão iluminadas de rosa para chamar atenção para a importância da prevenção contra o câncer de mama. Ações educativas sobre diagnóstico precoce, tratamento e prevenção farão parte da campanha Outubro Rosa, que nasceu nos anos 1990 com a ideia de estimular a participação da população e contribuir para a redução da mortalidade pela doença.

Segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca), depois do câncer de pele não melanoma o câncer de mama é o tipo mais comum entre as mulheres no Brasil e no mundo, respondendo por cerca de 28% dos casos novos a cada ano. O câncer de mama também acomete homens, porém é raro, representando apenas 1% do total de casos da doença.

O Dr. Mario Sergio Amaral Campos, do Centro de Mama do Hospital e Maternidade São Luiz Itaim e radiologista especializado em imaginologia mamária, destaca a importância da atenção à prevenção durante todo o ano. “O câncer de mama quando diagnosticado e tratado precocemente apresenta maiores chances de cura”, explica.

A doença surge principalmente em forma de nódulos na mama, mas também pode se manifestar com saída de secreção pela papila – fora da gestação e do puerpério -, retração de pele ou mamilo, alterações na forma da mama e lesões na pele na região da mama ou complexo aréolo papilar.

Hoje, o diagnóstico do câncer de mama pode ser classificado por multimodalidade, pois normalmente é feito o uso de mais de um exame para se chegar a um diagnóstico. “Usa-se inicialmente os exames de imagem, como mamografia e ressonância, por exemplo. E geralmente por último é feita a biópsia, que ajuda a complementar e a fechar o diagnóstico da doença”, explica.

O tratamento sempre é individualizado, pois depende de características importantes como estadiamento, que é o processo para determinar a extensão do câncer e onde está localizado, e as características clínicas do paciente. Pode ser incluído: cirurgia, quimioterapia, radioterapia, terapia alvo ou hormonioterapia, tudo dependerá do diagnóstico.

Centro de Mama São Luiz Itaim

O Hospital e Maternidade São Luiz tem mais de 20 anos de tradição em serviços especializados no combate ao câncer de mama. Possui um Centro de Mama, na unidade Itaim, com equipamentos de última geração, como mamógrafos digitais, ultrassonografia, biópsias, ressonância magnética das mamas, e profissionais especializados em diagnóstico por imagem de mama.

“A qualidade e excelência do Centro de Mama influência positivamente no tratamento do paciente, já que fornecemos um atendimento ágil, integrado e especializado. Um serviço como esse é de extrema importância para fechar um diagnóstico mais preciso e rápido, possibilitando que o tratamento seja iniciado o quanto antes, fator essencial para uma maior chance de cura”.

O Centro conta ainda com uma equipe multidisciplinar fundamental para um atendimento mais humanizado composta por enfermeiros, técnicos de enfermagem, fisioterapeutas, psicólogos e nutricionistas.

Fisioterapia ajuda pacientes cardiológicos a se recuperarem mais rápido

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postado em 29 de setembro de 2017

Caminhada, escada e até pedalada fazem parte da rotina do paciente no hospital

O Dia Mundial do Coração, celebrado em 29 de setembro, é uma data para a população exercer ações conjuntas a fim de diminuir a principal causa de morte nos países, as doenças do coração.

Números da Sociedade Brasileira de Cardiologia mostram que, no Brasil, uma pessoa morre a cada dois minutos por conta dessas doenças. São 350 mil mortes a cada ano, causadas pelos três maiores problemas cardiovasculares — infarto, AVC e insuficiência cardíaca.

Mesmo com os contínuos alertas e campanhas de prevenção, há ainda muitos pacientes que continuam sofrendo com a doença. Por isso, os especialistas recomendam um check-up anual que contemple exames do coração, como teste ergométrico, ultrassonografia do coração e eletrocardiograma de repouso.

Já para os pacientes internados por problemas cardíacos, a retomada da rotina é essencial e eles anseiam para que seja breve. Para isso precisam de uma reabilitação ainda no período de internação. A recomendação dos fisioterapeutas é de sempre realizar atividades, seja uma caminhada ainda no quarto, nos corredores, subir alguns degraus de escada e até uma pedalada por meio do cicloergômetro, equipamento que simula uma bicicleta ainda no leito do paciente.

O Hospital e Maternidade São Luiz Anália Franco possui um jardim de inverno que também é utilizado para as caminhadas dos pacientes. No local, há um espaço com áreas verdes com um pequeno lago que é usado para a interação dos pacientes. “As áreas verdes ajudam a tirar um pouco das características de hospital e deixar o ambiente mais parecido com o que o paciente está acostumado, o que proporciona mais tranquilidade e bem-estar”, explica o Dr. Flávio Sakae, diretor do Hospital e Maternidade São Luiz Anália Franco.

No caso de pacientes acamados, todos os exercícios são voltados para a parte aeróbica, sem uso de alteres, sempre com intuito de preservar articulações e manter uma boa respiração. “O nosso maior objetivo é retirar o paciente do leito o quanto antes”, explica Aline Sanches Prado, fisioterapeuta do Hospital e Maternidade São Luiz Anália Franco.

Para um paciente com quadro cardíaco mais estabilizado, com alguns exercícios de menor intensidade já realizados, as atividades passam a ser feitas no corredor ou até mesmo em degraus. “A ideia é que o paciente consiga voltar às atividades de rotina, evitando inclusive que novas doenças apareçam”, explica a fisioterapeuta.

Além disso, em alguns atendimentos, os fisioterapeutas recebem o apoio de terapia ocupacional, para ensinar o paciente a reaprender funções do dia a dia, como pegar em um pente ou vestir uma roupa.

Os atendimentos são realizados sempre de acordo com a prescrição médica, podendo variar de quatro a seis ao dia, para cada paciente, bem como a intensidade dos exercícios.

Maternidade São Luiz São Caetano recebe Curso Preparatório para Pais

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postado em 27 de setembro de 2017

Curso oferecido há 28 anos pela Maternidade São Luiz agora está no ABC

O Hospital e Maternidade São Luiz, unidade São Caetano, sedia no dia 7 de outubro o seu primeiro Curso Preparatório para Pais. Ministrado desde 1987 pela Maternidade São Luiz, o curso agora também está presente na unidade inaugurada há menos de quatro meses no Grande ABC.

O principal objetivo é preparar os pais para a chegada do recém-nascido. Dentre os assuntos tratados estão orientações de como dar banho, trocar fralda, fazer curativo no umbigo e dicas de amamentação. Além disso, os pais também aprendem questões relacionadas à gestação, como mudanças físicas e psicológicas mais comuns na gravidez e no pós-parto.

A supervisora de enfermagem da Maternidade São Luiz São Caetano, Leah Bitelli, explica a vantagem de participar do curso: “É muito importante que os pais, principalmente os de primeira viagem, tenham algum contato prévio com questões essenciais quando estão esperando um bebê”, orienta.

Dr. Carlos Lotfi, diretor da unidade São Caetano, conta que a chegada do curso visa manter a tradição e a qualidade da marca São Luiz. “Estamos seguindo o mesmo padrão e diferenciais das unidades que são referência em São Paulo, com estrutura, hotelaria e serviços essenciais”, explica.

O curso terá duração de 4 horas e será ministrado a cada 15 dias. As inscrições devem ser feitas pelo Concierge, no telefone (11) 2777-1100, e os pais que participarem do curso concorrem a uma filmagem do parto gratuita.

Mais informações:

Data: O primeiro curso ocorre em 7/10. A frequência será a cada 15 dias, sempre aos sábados.
Carga horária: 4 horas, das 8h às 12h
Inscrições pelo telefone: (11) 2777-1100 (Concierge)
Endereço: Rua Walter Figueira, s/nº, 1º andar – Espaço Cerâmica, São Caetano do Sul (SP)
Valor: sob consulta

Hospital e Maternidade São Luiz Anália Franco recebe Selo de Acessibilidade

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postado em 21 de setembro de 2017

A conquista do Selo tem uma avaliação rigorosa e é essencial para a inclusão e independência das pessoas com deficiência

No Dia Nacional de Luta das Pessoas com deficiência, comemorado hoje, é importante destacar que a inclusão é essencial para a garantia dos direitos dessa população.

Por isso, o Hospital e Maternidade São Luiz, unidade Anália Franco, fez uma série de adaptações para conquistar o Selo de Acessibilidade, documento regulamentado pela Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência (SMPED) da Prefeitura de São Paulo, que pode ser concedido para edificações novas ou já existentes, públicas ou privadas que garantam acessibilidade para pessoas com deficiência e mobilidade reduzida.

Para recebê-lo há alguns critérios e parâmetros que são avaliados, seguindo a Norma Brasileira de Acessibilidade a Edificações, Mobiliário, Espaços e Equipamentos Urbanos (ABNT NBR 9050), estabelecendo todos os itens de acessibilidade arquitetônica, desde corrimãos, rampas, pisos, corredores, acessos a todos os cômodos, sanitários acessíveis, entre outros critérios estabelecidos.

“O selo é importante para mostrar à sociedade que o Hospital está preparado para garantir a segurança, autonomia e o conforto das pessoas com deficiência em todas as áreas da unidade. As mudanças arquitetônicas que realizamos se adequam aos nossos preceitos de qualidade assistencial, segurança do paciente e humanização”, informou Dr. Flávio Sakae, diretor do Hospital e Maternidade São Luiz Anália Franco.

Tire suas dúvidas sobre alergia alimentar

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postado em 14 de setembro de 2017

A alergia alimentar não é uma doença rara. Se você não sofre com algum tipo desta alergia, com certeza conhece alguém alérgico a um ou mais alimentos. Ela envolve um mecanismo imunológico e pode levar o paciente a apresentar sintomas de diferentes tipos e intensidades, que podem surgir na pele e nos sistemas gastrintestinal e respiratório. As reações podem variar de uma simples coceira nos lábios até casos mais graves, comprometendo vários órgãos.

A Dra. Yara Arruda Mello, alergologista do Hospital e Maternidade São Luiz Itaim, afirma que esta doença acomete de 6 a 8% das crianças com menos de três anos de idade e entre 2 a 3% dos adultos. “Trabalhos científicos têm demonstrado que sua prevalência vem aumentando nos últimos anos mundialmente”, reforça a especialista.

Mais frequentemente, as reações envolvem a pele (urticária, inchaço, coceira e vermelhidão), o aparelho gastrintestinal (diarreia, dor abdominal e vômitos) e o sistema respiratório (tosse, rouquidão e chiado no peito). Porém, manifestações mais intensas, acometendo vários órgãos simultaneamente, também podem acontecer.

É o caso da anafilaxia, uma reação alérgica repentina e grave, que necessita de socorro imediato. Entre os sintomas estão: coceira generalizada, inchaços, tosse, rouquidão, diarreia, dor na barriga, vômitos, aperto no peito com queda da pressão arterial, arritmias cardíacas e colapso vascular (o “choque anafilático”).

Engana-se quem pensa que a quantidade do alimento ingerido determina a gravidade da reação, pois, muitas vezes, o indivíduo ingere algo que contém apenas traços do alimento em questão e já apresenta a manifestação clínica da alergia.

O diagnóstico da alergia alimentar é feito principalmente pela história clínica e pode ser confirmado através de testes cutâneos, exames laboratoriais ou até mesmo por testes de provocação, que devem ser realizados sempre por especialistas em alergologia e em ambientes adequados.

É importante não confundir a intolerância a algum alimento com alergia, como o leite, por exemplo. A intolerância à lactose ocorre quando o paciente não consegue digerir o açúcar do leite, a lactose, o que não envolve o mecanismo imunológico e não oferece risco de sintomas alérgicos, trazendo apenas a irritação do trato digestivo.

A predisposição genética é um importante para o desenvolvimento de alergia alimentar. Os principais alimentos envolvidos na infância são o leite de vaca e o ovo, seguidos de trigo, soja, oleaginosas e frutos do mar. “Aproximadamente 85% das crianças perdem a sensibilidade à maioria dos alimentos que lhes provoca alergia, entre três e cinco anos de idade, mas a sensibilidade a amendoim, nozes, peixe e camarão raramente desaparece”, explica a Dra. Yara. O teste cutâneo pode permanecer positivo, mesmo com o aparecimento da tolerância ao alimento.

“Em alguns casos, principalmente nas crianças, a exclusão rigorosa do alimento parece promover a diminuição da alergia. A dieta de exclusão deve seguir orientação cuidadosa nutricional e sua reintrodução deverá ser acompanhada pelo médico especialista em alergologia responsável pelo paciente”, finaliza a médica.

Sequência de tratamento é determinante para cura do HPV, afirma especialista do Hospital São Luiz

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postado em 12 de setembro de 2017

Homens tendem a encerrar acompanhamento antes da alta médica

Para as pessoas sexualmente ativas é muito provável que já tiveram ou terão contato com o papiloma vírus humano, responsável pelo HPV, em algum momento da vida. Em alguns casos, o próprio organismo se encarrega de eliminar o vírus, mas em outros casos, a doença pode persistir e causar verrugas ou até o câncer. O HPV é uma doença sexualmente transmissível causada pelo human papiloma virus. Existem mais de 100 subtipos do vírus.

O HPV pode ser transmitido sexualmente ou por contato direto com a pele. A doença é caracterizada por lesões cutâneas na região genital, com aspecto de verrugas e com vários graus de tamanho, mas também pode aparecer em outros lugares, como pele e mucosas.

O Dr. Ricardo Marcondes de Mattos, urologista dos Hospitais São Luiz, unidades Anália Franco e Itaim, e Hospital Villa-Lobos, explica que a doença tem um período de incubação que pode variar de três semanas a oito meses. “As lesões têm recidivas, ou seja, vão e voltam de tempos em tempos, mas não há uma lógica para isso, pois o período de latência do vírus pode ser variável, dependendo da carga viral, tipo de vírus, duração e frequência de exposição e condições imunológica do indivíduo. O ideal é fazer uma vigilância ativa e não interromper o tratamento antes de alta médica. Homens tendem a não completar o tratamento”, orienta o especialista.

As lesões podem aparecer em ambos os sexos, mas podem ser mais facilmente diagnosticadas no homem, por normalmente estarem mais presentes em locais visíveis, como pênis, escroto ou ânus. Na mulher, os sintomas incluem verrugas na vulva, nos grandes ou pequenos lábios, parede vaginal, colo do útero e ânus.

O diagnóstico nos homens é feito por meio do exame clínico, da peniscopia, da captura híbrida ou biópsia das lesões. O tratamento é feito com orientação médica, podendo-se utilizar desde cremes tópicos até procedimentos citoredutores como exérese cirúrgica, eletrocauterização, criocauterização ou uso do laser.

Vacinação

Desde 2014 a vacina para o HPV está disponível no SUS para meninas a partir de nove anos de idade. Em 2017 foi liberada também para os meninos. A vacina é segura, eficaz e é a principal forma de prevenção contra o aparecimento do câncer do colo de útero.

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