Blog da Saúde

Protegendo a pele no inverno

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postado em 28 de junho de 2012

A baixa umidade do ar e o tempo seco, decorrentes do inverno, são responsáveis por diversas doenças respiratórias e viroses. E, durante essa época, nossa pele também sofre as agressões climáticas.

De acordo com a dermatologista Rosanna Nocito, do Hospital e Maternidade São Luiz, pessoas pré-dispostas a quadros alérgicos podem apresentar a chamada “dermatite atópica”, que se agrava quando a pele está mais seca e desidratada.

A hidratação tende a ser o mecanismo mais importante contra o problema, não só por meio de loções e cremes como também com ingestão de líquidos, hábito que, normalmente, deixa de ser praticado nos dias frios. “Os cuidados com alimentação e hidratação são essenciais para os cuidados com a pele no frio. As frutas da estação, como o morango, uva e lichia, possuem antioxidantes que evitam o envelhecimento da pele”, explica a dermatologista.

Outra agressão notável, e das mais importantes, são os banhos quentes. Segundo a médica, a água em temperatura mais elevada tira as camadas de proteção da pele, expondo o corpo a dermatites. “Os banhos quentes e demorados são os principais vilões, pois aumentam a oleosidade. O ideal é que a água esteja a uma temperatura de 26°C e que o banho tenha uma duração de cerca de cinco minutos”.

Além disso, a dermatologista indica que o uso de sabonetes fique restrito à área das axilas, genitálias, pés e mãos. O uso de produtos à base de ureia também pode ser uma boa opção devido a suas propriedades bacterianas e antivirais.

Fonte: Revista Ana Maria

Usando o secador sem danificar os fios

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postado em 22 de Maio de 2012

O secador é um objeto que já faz parte do dia a dia de muitas mulheres e é considerado um grande aliado na eterna tarefa de arrumar as madeixas. Porém, se o seu uso não for acompanhado de alguns cuidados ele pode acabar danificando seus cabelos.

Para te ajudar, listamos os problemas mais comuns causados pelo uso de secador para que você possa para evitá-los:

Fios quebradiços

O ressecamento dos cabelos decorrente do uso constante e incorreto do secador também pode tornar os fios mais quebradiços. Em longo prazo, a constante quebra leva a diminuição do volume, fazendo com que muitas pessoas imaginem estar ficando calvas, mas, na verdade, elas estão apenas perdendo o comprimento dos fios.

Fios queimados

“Se usado por tempo prolongado, a uma potência alta e com o bocal muito próximo dos cabelos, o secador pode até queimar os fios”, alerta a dermatologista Samar Harati, do Hospital e Maternidade São Luiz. De acordo com a especialista, a queimadura é um dano permanente à estrutura capilar. Assim, recomenda-se a realização de hidratações, o afastamento temporário do secador e o corte periódico dos fios até o momento em que a mecha queimada for eliminada.

Frizz

O frizz está diretamente ligado à hidratação. Quanto mais bem cuidado os cabelos, menos rebeldes os fios. “Por isso, é fundamental evitar o ressecamento decorrente do calor do secador com produtos termoativos e hidratantes”, afirma a dermatologista Samar. Além disso, vale a pena investir em um secador com íons, que evitam que eles fiquem muito arrepiados após a secagem

Alteração do pH

pH ideal do couro cabeludo e da pele, como um todo, é 5,5, ou seja, levemente ácido. Mas ao eliminar a umidade dos fios, esse pH pode mudar, deixando-nos expostos à bactérias e fungos que podem se instalar na região afetada. Por isso é essencial dar férias do secador aos cabelos regularmente e tomar cuidado para não queimar os fios.

Fios oleosos

Embora o uso do secador leve ao ressecamento dos fios, muitas pessoas percebem um aumento da oleosidade conforme o uso. “Isso acontece pela aplicação exagerada de leave-in ou outros cosméticos antes da secagem, cuja penetração é favorecida pelo ar quente”, aponta Samar Harati. O certo é passar o produto apenas no comprimento dos fios e uma quantidade que ocupe um pequeno círculo na concha da mão.

Fonte: Minha vida

Problemas de pele mais comuns em bebês

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postado em 30 de Abril de 2012

Não é a toa que usamos a expressão “pele de bebê” para nos referirmos a uma cútis limpa e sem manchas: esse é o estado natural da pele dos pequenos e, se qualquer alteração for percebida, é preciso avisar ao pediatra, que indicará o tratamento mais adequado.

Confira quais são as doenças que mais atingem a pele dos bebês e como trata-las:

Brotoejas

Perigo: as brotoejas podem coçar, causando incômodo ao bebê e, por serem uma irritação, tornam-se foco de infecções.

Como tratar: já que elas surgem pela transpiração e o que faz a criança transpirar é o calor excessivo, a solução é deixá-la o mais fresquinha possível. Dar mais de um banho por dia sem usar sabonete em todas as lavagens, vesti-la com roupas leves, secar as regiões úmidas de seu corpo, utilizar talco líquido e mesmo limpar a saliva que escorre da boca do bebê podem evitar o problema.

Hemangiomas

Perigo: há o risco de o sintoma evoluir para problemas mais graves e, por isso, um dermatologista deve ser consultado se as manchas não desaparecerem.

Como tratar: o pediatra deve ser consultado para poder receitar o medicamento adequado à situação, caso necessário.

Descamações

Perigo: a descamação pode ser uma reação a algum produto utilizado na higiene do bebê, pode ser sinal de alergia ou ainda uma dermatite, inflamação da pele.

Como tratar: evite produtos com muita química, usando apenas um bom sabonete de glicerina durante o banho da criança e fazendo a higienização com água morna e algodão. Mesmo os lencinhos umedecidos devem ser evitados sempre que possível. Peça ao pediatra a indicação de um bom hidratante e, se o problema persistir, consulte-o novamente.

Picadas de inseto

Perigo: se o bebê for picado e não demonstrar qualquer reação a não ser a típica bolinha vermelha, os pais não terão com que se preocupar.  Mas caso a criança seja alérgica, é necessária uma atenção especial ao lugar em que foi picado, para acompanhar se ele não apresenta algum tipo de reação mais grave.

Como tratar: fazer compressas frias no local da picada pode aliviar a sensação de coceira e, no caso de insetos como a abelha, impede que o veneno do ferrão se espalhe. Se for identificada uma reação alérgica, o bebê deve ser levado ao médico.

Impetigos

Perigo: enquanto a bactéria está alojada na superfície da pele, as pessoas que entram em contato com a criança correm risco de se contagiar. O perigo maior, entretanto, é a migração desse micro-organismo para o resto do corpo.

Como tratar: o tratamento do impetigo deve ser feito por meio de antibióticos prescritos pelo pediatra da criança e pode durar meses, dependendo da resistência da bactéria.

Eczemas

Perigos: o problema pode causar coceira e desconforto ao bebê. Eczemas também se tornam uma porta de entrada a agentes infecciosos.

Como tratar: se a causa for identificada, o produto ou alimento irritante deve ser substituído por outros, de acordo com as instruções passadas pelo pediatra. Mas, se a causa for desconhecida, um estudo mais aprofundado deve ser realizado pelo profissional.

Assaduras

Perigo: o calor intenso aliado à transpiração da pele, coberta por fralda descartável, pode originar micoses e causar irritações.

Como tratar: passar pomadas neutras para fortalecer a barreira de proteção da pele pode evitar assaduras, mas recomenda-se deixar a região respirar livremente. O sol saudável – antes das 10h e depois das 16h – auxilia na esterilização da pele do bebê.

Fonte: Minha Vida

Atitudes simples de beleza podem amenizar marcas do verão

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postado em 16 de Março de 2012

Quem não quer tomar um banho de sol prolongado e, depois, refrescar-se no mar ou na piscina nos dias de verão em qualquer hora do dia? A sensação é tão boa que, muitas vezes esquecemos de regras básicas deixando cabelos, pele e corpo, expostos a raios solares entre 10h e 16h. Deslizes à parte, o fim da temporada mais quente do ano é a hora apropriada para se redimir.

“Esse é o momento de reparar cabelos ressecados e sem brilho, além de cuidar da pele que pode apresentar queimaduras solares, manchas, micoses, descamação e até acentuação das linhas de expressão”, afirma Dra. Samar Mohamad El Harati, nossa dermatologista.

Segundo a especialista, atitudes simples já podem ajudar, e muito. Usar um hidrante no corpo todo depois do banho diariamente reverte o ressecamento, mas é importante procurar um tipo que seja ideal para a pele e a dermatologista pode auxiliar nesta escolha. Se a queimadura for intensa, há a possibilidade da utilização de loções pós-sol e até pomada anti-inflamatória. Os cabelos seguem a mesma lógica e as máscaras são opções poderosas para restabelecer os fios. Já calçados abertos e rasteirinhas podem castigar os pés, causando rachaduras nos calcanhares e cremes à base de ureia são opções para regenerar a região.

O rosto, por sua vez, é o cartão de visitas da mulher e, justamente por isso, merece atenção redobrada. Marcas de expressão, manchas e sinais de envelhecimento precoce podem ser atenuados com procedimentos simples, mas que necessitam de cuidados rigorosos. “Lasers, peelings e uso de clareadores e ácidos potentes devem ser realizados no frio, porque a radiação solar é extremamente prejudicial”, alerta Dra. Samar.

Confira 3 passos para cuidados pós-verão:

  • Busque ajuda de um dermatologista: o especialista indicará os produtos e tratamentos ideais para você
  • Utilize produtos hidratantes para corpo e cabelo: ressecamento e opacidade podem ser combatidos com o uso diário
  • Use protetor solar diariamente com fator de proteção de, no mínimo, 30: deve ser aplicado ao menos três vezes ao dia, ou sempre após transpiração excessiva

Cuide bem da pele e cabelo do seu filho neste verão

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postado em 29 de dezembro de 2011

O filtro solar não é suficiente para proteger a pele da sua criança. Marcelo Reibscheid, nosso pediatra, diz que o uso de bonés e chapéus é tão importante quanto repetir a aplicação do protetor toda vez que a criança sai da água. Os acessórios também servem como protetor não só da pele, mas também dos cabelos, evitando que fiquem muito danificados.

Lavar bem a cabeça da criança com xampu neutro logo após a ida à praia ou piscina também ajuda. “É preciso cuidar da higiene pós-sol, para tirar o cloro ou resíduos do mar do corpo e dos cabelos”. Se a criança for passar um dia inteiro entre água e areia, um banho na hora do almoço e outro ao final da tarde é o mais indicado.

O sol e o bebê

Com crianças de menos de um ano, todo cuidado é pouco. “Eu não libero os pais para levarem as crianças com menos de um ano para a praia ou piscina. Se eles forem mesmo assim, é importante deixá-las até mesmo com roupa”, diz o pediatra.

Proteger a pele das crianças com uma camiseta mais larguinha é o ideal, e os pais devem se ater aos horários em que o sol está mais fraco. “Somente entre oito e dez da manhã, ou depois das quatro da tarde”, alerta Reibscheid.

O bebê não deve passar mais do que 20 minutos ao sol. Como não é recomendado o uso do protetor, os pais devem abusar do guarda-sol e deixar a criança bem hidratada.

Insolação: cuidado

Se a criança volta para casa ardida de sol, não adianta passar pasta de dente para ver se melhora. O melhor mesmo é passar compressas de soro fisiológico ou de água fria. Alguns especialistas recomendam também um banho com chá de camomila.

No entanto, de acordo com Reibscheid, os pais devem estar sempre atentos a sinais de desidratação. “Se ela ficar avermelhada, dolorida, sonolenta e até vomitar, é preciso deixá-la descansar e usar alguma loção calmante para a pele”. Se os sintomas forem mais fortes e preocupantes, um médico deve ser procurado.

Alergias de verão

A areia da praia ou a água tratada quimicamente da piscina são ótimos gatilhos de alergia para crianças. Se houver reação alérgica, os pais devem tirar os resíduos da pele infantil com água doce – sem sabão, somente água.

É importante procurar praias limpas, sem animais ou lixo ao redor. Se a dermatite não passar, buscar um médico é a melhor solução.

Às crianças maiores, o uso moderado de repelentes pode ser preciso para evitar picadas. Para as alérgicas, os repelentes à base de citronela podem ajudar.

Secar os pezinhos assim que voltarem para casa é importante, para evitar o aparecimento de frieiras.

Cabelos maltratados

Muitas crianças ficam com os cabelos verdes após passar alguns dias na piscina. Segundo Reibscheid, não há com o que se preocupar. “A água da piscina tem componentes químicos que podem deixar o cabelo verde, sim, mas se os pais fizerem a higiene bem feita assim que a criança chegar em casa, o verde sai”. Se não no primeiro dia, pouco tempo depois os cabelos da criança já voltarão ao normal.

 

 

Entenda as principais doenças do verão

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postado em 15 de dezembro de 2011


  • Desidratação

A desidratação é a perda de líquidos e de sais minerais do corpo, que pode ser agravada por vários fatores inerentes ao verão, como o aumento da própria transpiração. Normalmente perdemos em média2,5 litrosde água por dia, seja pela urina, pelas fezes, pelo suor ou até mesmo pela respiração.

Quando desidratada, pessoa passa a apresentar sede, ficar muito tempo sem urinar, com a boca e mucosas secas e olhos ressecados. É uma doença grave, por isso deve ser evitada seguindo-se algumas dicas: prefira local arejado e com sombra, use roupas leves e beba líquidos constantemente.

Como tratamento, o soro caseiro pode ser utilizado, a pessoa pode tomar a vontade a cada 20 minutos e após cada evacuação se houver diarréia. Nesses casos, procure um médico.

  • Intoxicação Alimentar

A alimentação feita em locais que não dispõem de padrões de higiene adequados para o preparo ou para a conservação dos alimentos, que ficam expostos por longos períodos à temperatura ambiente, são os principais causadores da intoxicação alimentar.

Quando uma pessoa ingere um alimento contaminado, ela pode desenvolver alguns sintomas que variam de acordo com o microorganismo causador do distúrbio. Pode causar diarréia, um simples desarranjo intestinal, náuseas, vômitos, febre, cefaléias, e até mesmo, desidratação grave. Em geral, esses sintomas duram poucos dias.

  • Micoses

No verão temos mais contato com a água, seja transpirando ou pela ida à praia ou à piscina. Isso faz com que a pele fique úmida por mais tempo, o que favorece o aparecimento das micoses – doenças causadas por fungos. A doença pode aparecer nas virilhas, nos pés e nas unhas. Inicia-se sempre por uma pequena lesão vermelha, provoca escamação contínua da pele e coceira.

  • Conjuntivite bacteriana

É uma infecção das conjuntivas (aquela pele transparente que recobre os olhos). Entre os sintomas estão: olhos vermelhos e lacrimejantes, produção de secreção amarelada, dor ao olhar para a luz e uma sensação de que há areia dentro dos olhos. Às vezes, acontece de as pálpebras estarem grudadas quando a pessoa acorda.

O contágio pode ser por meio de contato direto com uma pessoa contaminada, compartilhando toalhas, mergulhando no mar em praias poluídas e usando piscinas com tratamento de cloro ausente ou ineficiente.

Para prevenir, não frequente praias impróprias para banho nem piscinas que não estejam devidamente tratadas. Não coloque as mãos nos olhos infectados e evite compartilhar toalhas.

  • Dengue

A dengue é uma das mais conhecidas doenças de verão. Ela é transmitida pelo mosquito Aedes Aegypti, vetor do vírus. Quem é picado pelo inseto pode sentir febre alta, dores de cabeça, nos músculos e nas articulações, além de perder o apetite, ter náuseas e apresentar manchas vermelhas por todo o corpo, causando coceiras.

  • Hepatite A

Causada por vírus, a hepatite viral do tipo A, que ataca o fígado, é outra doença comum do verão. A pessoa pode levar até um mês para desenvolver os sintomas, tempo suficiente para o vírus atacar as células hepáticas, provocando amarelamento da pele, febre, dores de cabeça e musculares e o aumento do tamanho do fígado.

Mas nem sempre a pessoa apresenta todos esses sintomas, podendo sentir apenas mal-estar ou sinais de gripe. Neste caso, o atendimento médico é fundamental para o diagnóstico.

 

Cuidados a serem tomados com a chegada do verão

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postado em 14 de dezembro de 2011

 

Exposição prolongada ao sol, consumo de alimentos em locais de lazer, frequentar aglomerados de pessoas e vários outros fatores de risco são comuns no verão e exigem cuidados para garantir que a diversão não acabe mais cedo.

Isso porque o calor excessivo provoca a ocorrência de doenças sazonais, como desidratação, insolação, dengue, intoxicação alimentar, hepatite A e problemas de pele.

De acordo com nosso infectologista, Dr. Marco Aurélio Sáfadi, entre os sintomas mais relatados pelos pacientes nesta época estão diarréia, dor de cabeça, dor no corpo, vômito e mal-estar em geral.  “A indicação para que isso não aconteça é, principalmente, tomar dois litros de água por dia, banhos em temperatura ambiente e usar roupas leves”, recomenda.

Os alimentos também devem receber atenção especial, pois o calor possibilita a rápida proliferação de bactérias. Eles devem ser bem lavados, de preferência deixando por algum tempo em um recipiente com água e algumas gotas de água sanitária adicionadas.

Além disso, o especialista sugere que se evite alimentos gordurosos. “No verão o certo é consumir alimentos leves e não gordurosos, pois o calor deixa o produto mais perecível, podendo estragar rapidamente”, diz o Dr. Marco Aurélio.

DICAS PARA EVITAR DOENÇAS TÍPICAS DO VERÃO

  • Evitar tomar sol, muito menos fazer exercícios físicos sob o sol, entre 10h e 16h;
  • Tomar cerca de dois a três litros de água por dia;
  • Aplicar protetor solar pelo menos 15 minutos antes da exposição ao sol, repetindo a aplicação a cada duas hora;
  • Evitar banhos prolongados e com água muito quente;
  • Evite esfregar buchas diariamente na pele, pois pode desencadear um ressecamento;
  • Passar hidratante no corpo, diariamente, com a pele ainda um pouco úmida;
  • Dar preferência a alimentos leves como saladas e carnes grelhadas;
  • Evitar comer alimentos crus, especialmente peixe.

 

Pele bronzeada e saudável

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postado em 24 de novembro de 2011

Nesta época do ano todo mundo começa a pensar nas férias de verão. Praia e muito sol estão nos planos da grande maioria. Para as mulheres, é hora de renovar o bronzeado, mas quais cuidados devem ser tomados para não prejudicar a saúde da pele?

Se hidratar e não esquecer o filtro solar são dicas infalíveis.

“Bronzear o rosto com o sol já é sinônimo de agressão à pele, mas é possível diminuir riscos de câncer e envelhecimento utilizando protetores solares e acessórios como óculos e boné ou chapéus”, recomenda Dra. Samar El Harati, dermatologista do Hospital e Maternidade São Luiz.

No rosto, o protetor solar deve ser aplicado antes da exposição solar e reaplicado a cada duas horas. “Se a pessoa praticar algum exercício físico e suar ou entrar na água, a reaplicação deve ser feita mesmo antes do período indicado. Além disso, das 10h às 16h, não é recomendável que a pele esteja exposta, mesmo com fator de proteção”, explica Dra. Samar.

De acordo com a dermatologista, peles brancas e morenas claras exigem fator de proteção solar de no mínimo 30 e as morenas escuras e negras, no mínimo 20. Vale lembrar que o protetor deve ser usado diariamente, não só no verão e na praia.

Bronzeamento sem riscos

Para manter o rosto saudável e bonito com ar de bronzeado sem riscos para a saúde o ideal é utilizar algum método de bronzeamento à tinta, que não expõe a pele a nenhuma radiação. “Uma alternativa que recomendo são as maquiagens com protetor solar, como base ou pó facial”, diz Dra. Samar. E, ao aplicar o protetor sobre a pele, é importante lembrar que a quantidade deve ser suficiente para cobrir toda a região. Não vale economizar, já que a saúde pode estar em risco.

Seis nutrientes que ajudam você a eliminar as acnes

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postado em 31 de outubro de 2011

As acnes surgem quando algumas glândulas da pele começam a produzir sebo demais, obstruindo os poros e servindo de alimento para bactérias presentes na pele. Isso acaba gerando uma inflamação que acarreta em cravos e espinhas.

Além dos cuidados diários, como limpar a pele do rosto com sabonete específico para pele oleosa ou acneica, evitar dormir com maquiagem e usar filtro solar oil free todos os dias, a alimentação também influencia no aparecimento de acnes.

“O importante é manter sempre uma alimentação balanceada, já que nutrientes isolados não necessariamente provocam efeitos”, afirma o nutrólogo do Hospital e Maternidade São Luiz, Dr. Celso Cukier.

Conheça seis nutrientes que ajuda na prevenção de acnes:

  • Água

Quanto mais hidratada a pele estiver, mais viçosa e fortalecida ela ficará. Isso impede que a produção de oleosidade fique desequilibrada. A desidratação da pele pode causar manchas e descamações.

  • Vitamina A

Essa vitamina diminui a produção de sebo nas glândulas sebáceas, tornando a pele menos oleosa e inibindo a formação da acne. “A vitamina A possui substancias chamadas rodoxinas, que participam ativamente da recomposição celular, além de ter poder antioxidante”, explica Dr. Celso. Aposte em salmão, cenoura, espinafre e brócolis.

  • Zinco

Por conta de seu poder anti-inflamatório e antioxidante, esse nutriente atua na pele criando um ambiente inóspito para o crescimento das bactérias causadoras das espinhas. “Porém, essa ação é incerta, mais pesquisas são necessárias para comprovar a eficácia do zinco no controle da acne”, esclarece Dr. Cukier. O zinco é encontrado em ostras, castanha do Pará e gérmen de trigo.

  • Vitamina E e C

Os antioxidantes dessas vitaminas têm um efeito calmante sobre a pele. Dr. Celso explica que a vitamina C participa ativamente da produção do colágeno, uma das principais substâncias de sustentação da pele. Já a vitamina E também é rica em antioxidantes e atua na regulação hormonal, evitando a acne.

  • Selênio

Este nutriente tem propriedades antioxidantes que ajudam a proteger a pele dos donos dos radicais livres. Consumido juntamente com vitamina E, o selênio apresenta melhorias na pele como um todo. Germén de trigo, atum, salmão, alho, castanhas, ovos e arroz integral são ricos neste nutriente.

  • Ômega 3

Este tipo de gordura combate o envelhecimento e melhora a circulação do organismo, o que faz com que nutrientes e oxigênio cheguem mais rápido à pele por meio do sangue. O ômega 3 é encontrado em peixes, óleo de linhaça, nozes, sementes de girassol e amêndoas.

 

 

 

 

Psoríase: conscientização é a melhor forma de prevenir

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postado em 28 de outubro de 2011

Amanhã, 29 de outubro, é o Dia Mundial da Psoríase, doença inflamatória da pele e das articulações, não contagiosa que acomete três a cada dez pessoas da população mundial.

Sua causa mais provável é genética e situações de estresse.  Segundo a Sociedade Brasileira de Dermatologia, ela afeta homens e mulheres, sendo mais frequente na faixa entre 20 e 40 anos.

Segundo a dermatologista do Hospital e Maternidade São Luiz, Dra. Samar Harati, as lesões mais comuns deixam a pele avermelhada e descamam, podendo acometer qualquer parte do corpo. “A psoríase pode ser localizada ou generalizada, sendo mais comum a presença de placas vermelhas, descamativas, com escamas acinzentadas superficialmente em joelhos e cotovelos”, afirma a médica.

Apesar de ser uma doença que não tem cura, a psoríase pode ser tratada conforme a extensão da lesão, localizada ou generalizada. “Para psoríase localizada deve-se usar hidratantes, corticóides e imunomoduladores. Se generaliza, prescreve-se ainda uma medicação oral como resinóide, metotrexate e ciclosporina”, diz Samar.

Para controlar a psoríase é importante hidratar bem a pele, tomar banho morno e rápido, não esfregar a pele com esponja, expor-se com cautela ao sol e evitar o estresse.

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