Blog da Saúde

Hospital e Maternidade São Luiz Anália Franco inaugura salas obstétricas com janelas de visor plasmático

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postado em 25 de julho de 2014

Anália Franco - Espaço Nascer - 2

O Hospital e Maternidade São Luiz Anália Franco inaugura o Espaço Nascer, serviço de parto diferenciado presente em três das cinco salas obstétricas da unidade.

No Espaço Nascer as salas obstétricas são equipadas com grandes janelas com visor plasmático, permitindo que familiares e amigos acompanhem de fora da sala os primeiros instantes de vida do recém-nascido. Durante o procedimento, as janelas permanecem opacas, mas o médico pode torná-las transparentes apenas com um toque no controle do aparelho.

“O Espaço Nascer proporciona um maior acolhimento aos pais e familiares convidados pela família para assistir o parto, além de aumentar a ligação destes com o recém-nascido”, explica Carlos Jorge Lotfi, diretor da unidade Anália Franco.

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Quais as causas da incontinência urinária e como preveni-la?

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postado em 23 de julho de 2014

incontinência

A incontinência urinária consiste na perda urinária involuntária em quantidade e/ou frequência suficiente para afetar de forma negativa as atividades do dia a dia de uma pessoa.

Há dois tipos principais de incontinência urinária em mulheres:

– Incontinência urinária de esforço – “É aquela na qual se perde urina ao fazer esforço, como, por exemplo, ao tossir, ao espirrar, ao pular. Em geral, é causada por uma frouxidão nos músculos do assoalho pélvico e ocorre em decorrência de partos, obesidade, constipação intestinal, profissões que exijam muito esforço ou tosse crônica”, explica a Dra. Ivani Kehdi, coordenadora do Centro de Controle de Distúrbios Urinários do Hospital e Maternidade São Luiz Itaim.

– Bexiga hiperativa – A uroginecologista revela que ocorre quando a mulher sente vontade de urinar e precisa ir imediatamente ao banheiro. Muitas vezes, elas eliminam um pouco da urina antes de chegar ao sanitário.

Os fatores que causam este tipo de incontinência ainda são uma incógnita, mas a “bexiga hiperativa” é muito prevalente nas mulheres que entraram na menopausa, quando os tecidos ficam mais frágeis e sensíveis. A especialista afirma que outro fator que pode influenciar o surgimento deste problema é o consumo de comidas muito temperadas ou ácidas ou de bebidas “irritantes” – como as gasosas, as que contenham cafeína ou álcool.

De acordo com Dra. Ivani, uma das principais causas da incontinência urinária nos homens é a hipertrofia prostática, ou seja, o crescimento da próstata, que acontece com muita frequência em indivíduos na meia idade. “No início, há mais sintomas de dificuldade de esvaziamento (da bexiga) e aumento no número de idas ao banheiro. À medida que a próstata aumenta de tamanho, pode haver retenção urinária e perdas urinárias por transbordamento”.

A uroginecologista informa que algumas medidas podem ser benéficas para as mulheres prevenirem este problema: elas devem realizar exercícios pélvicos para manter a musculatura pélvica com bom desenvolvimento, fazer reposição hormonal pós-menopausa, manter o peso adequado e ter uma dieta saudável para um bom funcionamento intestinal.

Para os homens, a melhor forma de evitar a incontinência urinária é o acompanhamento médico preventivo. O urologista é o especialista adequado para diagnosticar e, se for o caso, tratar algum crescimento anormal da próstata.

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Diabetes gestacional: o que é e como preveni-la

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postado em 26 de junho de 2014

Hoje é o Dia Nacional do Diabetes, síndrome metabólica que afeta cerca de 6,9% da população adulta no Brasil*.

O diabetes caracteriza-se pela falta de insulina ou pela incapacidade deste hormônio produzido no pâncreas de exercer adequadamente suas funções. Estes “desvios” culminam na hiperglicemia, o excesso de açúcar no sangue.

Mas você sabia que existe um tipo de diabetes chamado “gestacional”? Neste caso, “a paciente não tem a doença previamente à gravidez, mas durante o curso da gestação”, afirma a Dra. Karina Zulli, ginecologista e obstetra do Hospital e Maternidade São Luiz Itaim.

“Os sintomas do diabetes gestacional são camuflados na gravidez e, por isso, o diagnóstico não é facilmente feito pelos sintomas descritos pela paciente, mas através de alguns sinais que aumentam a probabilidade da incidência desta doença”, explica a especialista.

São exemplos o ganho de peso excessivo durante o pré-natal e a referência familiar da identificação da doença no mesmo momento (da gravidez). O diagnóstico também é realizado através de exames de sangue: curva glicêmica, glicemia de jejum, insulina, hemoglobina glicada.

Das complicações que o diabetes gestacional pode causar, a mais grave é morte do bebê de forma súbita. Sem qualquer sinal, ele pode ter um sofrimento agudo devido aos altos índices de açúcar e ir a óbito repentinamente.

Por este motivo, Dra. Karina diz que o ideal é não adquirir a doença. Ela recomenda que a gestante evite ganho de peso excessivo durante a gestação, tenha uma alimentação adequada e a assistência de um nutricionista, se necessário, e pratique exercícios físicos.

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diabetes

Fonte: *Pesquisa Vigitel 2013 do Ministério da Saúde

A importância e as fases do pré-natal

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postado em 20 de junho de 2014

Estar saudável é o primeiro passo para uma gestação sem complicações. Como já dissemos em outro post, a mulher deve se preparar para gerar um bebê cerca de seis meses antes de engravidar.

Caso a gestação ocorra sem o acompanhamento prévio, é essencial que a mulher inicie o pré-natal imediatamente. O primeiro passo é fazer uma consulta de orientação assim que descobrir que está grávida. Neste momento, o médico pode orientá-la sobre a dieta mais adequada, as atividades físicas permitidas e os medicamentos e cosméticos que podem ou não ser utilizados.

A partir de então, em todas as consultas haverá controle de peso e pressão da gestante. Na primeira, serão solicitados exames de triagem (sangue e urina) e um ultrassom para datar a gestação.

Segundo a Dra. Daniela Maeyama, ginecologista e obstetra do Hospital e Maternidade São Luiz, as consultas são quinzenais até a 12ª semana. “Nesta fase, o embrião está em formação e há maior risco de abortamento. Se a mulher tiver mais de 40 anos, as chances de perder o bebê chegam a 50%”.

No período entre a 12ª e a 28ª semana, as consultas costumam ser mensais. “Essa frequência pode variar caso a gestante tenha problemas de tireoide, diabetes ou hipertensão”, explica.

“Na fase final da gravidez, entre a 28ª e a 34ª semana, o acompanhamento volta a ocorrer de 15 em 15 dias ou a cada dez dias”, afirma Dra. Daniela. Nestas consultas, o médico analisa o colo do útero da mulher e a vitalidade do feto – se ele está recebendo boa oxigenação e se está com o peso ideal, por exemplo.

O principal objetivo do pré-natal é preservar a saúde da mulher e a vitalidade do bebê, evitando a mortalidade materna. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que sejam realizadas pelo menos seis consultas durante a gestação. No Brasil, em 2012, 61% das mães de nascidos vivos fizeram sete ou mais consultas durante a gravidez.

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barriga ok

Perigos da obesidade na gravidez

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postado em 6 de junho de 2014

Uma gestante obesa precisa de cuidados especiais durante a gravidez. São maiores os riscos de diabetes gestacional e hipertensão, por exemplo, doenças que podem trazer complicações importantes a ela e ao bebê.

Dra. Karina Zulli, ginecologista e obstetra do Hospital e Maternidade São Luiz Itaim, afirma que estas mulheres precisam de acompanhamento médico mais rigoroso. “Um acompanhamento multidisciplinar, com nutricionista, educador físico, fisioterapeuta, psicólogo e médico pode ser muito eficaz.”

Com o educador físico, ela tem o incentivo à prática de exercícios com regularidade. “O psicólogo, por sua vez, pode ser importante para ajudá-la com a manutenção do peso devido à grande guerra emocional também travada por estas pacientes”, explica a especialista.

A atenção aos cuidados alimentares também é essencial para que não haja ganho de peso algum ou que ele seja o menor possível – no máximo, 5 kg durante toda a gravidez.

Em muitos casos, a gestante tem o hábito de ingerir alimentos com excesso de gorduras e carboidratos. Por outro lado, não consome alimentos mais saudáveis, como frutas e verduras.

Dra. Karina ressalta que durante a gravidez, a paciente geralmente está mais disposta a aceitar novas regras alimentares, uma vez que se sente responsável por estar gerando uma vida.

Este pode ser o momento ideal para a reeducação alimentar desta mulher e, consequentemente, das pessoas que vivem com ela.

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Colposcopia, um exame complementar ao Papanicolau

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postado em 2 de junho de 2014

A colposcopia é um exame ginecológico mais apurado e acurado que serve como complemento ao Papanicolau. Com o uso de um colposcópio – uma espécie de microscópio – o médico pode visualizar com detalhes o colo do útero da paciente.

Segundo o Dr. Fúlvio Basso Filho, ginecologista e obstetra do Hospital e Maternidade São Luiz Itaim, “a colposcopia é realizada através da aplicação de substâncias que vão reagir no colo do útero. O objetivo é verificar se há indicação da presença de células alteradas, o que normalmente resulta numa biópsia”.

Este exame permite fazer o diagnóstico precoce do HPV (Papiloma Vírus Humano) e prevenir a ocorrência de câncer de colo de útero.

“A indicação é que o exame seja feito uma vez por ano, no mesmo momento da realização do Papanicolau”, explica Dr. Fúlvio.

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Sorrindo =)

 

Hoje é o Dia Nacional de Redução da Mortalidade Materna

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postado em 28 de Maio de 2014

Hoje é o Dia Nacional de Redução da Mortalidade Materna e o Dia Internacional da Luta pela Saúde da Mulher.

A mortalidade materna é toda morte causada por complicações no parto e no puerpério, período de 42 dias após o parto.

Suas principais causas são relacionadas à hipertensão, hemorragias e abortos realizados em condições inadequadas.

Por este motivo, Dra. Fabiane Sabbag Corrêa, ginecologista e obstetra do Hospital e Maternidade São Luiz Itaim, afirma que o pré-natal é fundamental. “Este procedimento previne as patologias obstétricas mais graves, como o diabetes gestacional e a doença hipertensiva de gestação, além de diagnosticá-las precocemente e tratá-las, caso ocorram”.

O acompanhamento médico também é essencial para ter uma gravidez saudável. “Desde o início da gestação, é importante fazer consultas frequentes. Desta maneira, é possível tratar eventuais problemas a tempo de não prejudicar nem o feto nem a mãe”, explica.

A especialista ainda reforça que a partir da 28ª semana, as consultas ao obstetra devem ser feitas quinzenalmente. Após a 36ª semana, o acompanhamento precisa ser semanal.

No Brasil, a mortalidade materna tem caído consideravelmente nos últimos anos. Relatórios da Organização Mundial da Saúde (OMS) revelam que o país reduziu sua taxa em 43% desde a década de 90. No ano de 2012, o Brasil registrou 1583 mortes maternas, de acordo com o Ministério da Saúde.

 

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barriga ok

 

Beleza na gravidez

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postado em 9 de Maio de 2014

 

 

 

Quando a mulher fica grávida, surgem muitas questões relacionadas à beleza. A Dra. Natália Castro, ginecologista e obstetra do Hospital São Luiz Itaim, deu entrevista ao iG Delas para ajudar a esclarecer essas dúvidas.

Segundo a especialista, a gestação é um momento especial. Por este motivo, nem sempre é possível usar os mesmos produtos e seguir a mesma rotina de antes.

Confira: http://scup.it/5hrx

 

ig delas 090514

Pressão baixa e gravidez

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postado em 6 de Maio de 2014

A gravidez, entre outros sintomas, causa a hipotensão, ou seja, queda da pressão arterial. O motivo é a dilatação dos vasos sanguíneos, que se expandem para receber mais sangue e levá-lo até a placenta. Com o aumento da espessura dos vasos, o fluxo sanguíneo perde força, o que faz a pressão cair.

Em entrevista à revista Crescer, a Dra. Mônica Rezende, ginecologista e obstetra do Hospital São Luiz Itaim, deu dicas para as gestantes sofrerem menos com essa alteração no organismo.

Confira: http://scup.it/5gl3

 

revista crescer - pressao baixa na gravidez

Vacina contra gripe: gestantes podem e devem tomar

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postado em 30 de Abril de 2014

Quando as mulheres ficam grávidas, aumenta o temor por qualquer doença ou intervenção médica. Com o início da Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe, é bom esclarecer: gestantes e mulheres com até 45 dias após o parto não só podem, como devem tomar a vacina contra a gripe.

De acordo com Marco Aurélio Safadi, infectologista e pediatra do Hospital e Maternidade São Luiz, a medida é fundamental mesmo após o nascimento do bebê.

“A importância da vacina é indiscutível. No caso de gripe forte com necessidade de internação hospitalar, por exemplo, o risco de morte da mãe é alto e os riscos no fim da gravidez são ainda maiores”, diz o especialista. “Por outro lado, estudos mostram que a vacinação da mãe aumenta a chance de proteção do bebê contra a gripe nos primeiros seis meses de vida”, complementa.

A vacina protege contra Influenza A (H1N1); Influenza A (H3N2) e Influenza B, mas não contra resfriado, já que esse é causado por outros vírus. É preciso tomá-la anualmente, já que o vírus muda constantemente.

Os efeitos colaterais podem ocorrer, mas têm curta duração. Dor no local da aplicação e inchaço são normais. A transmissão do vírus da gripe ocorre por via aérea e tem duração de quatro a sete dias. Um bom procedimento a ser seguido é lavar as mãos sempre que possível, além de evitar ambientes fechados.

 

vacina

 

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