Blog da Saúde

Grávidas podem fazer depilação?

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postado em 8 de janeiro de 2013

grávidasportal Delas publicou uma matéria abordando essa pergunta tão simples mas que, por desconhecimento, pode atormentar a vida de uma gestante por meses.

Resposta: sim, grávidas  podem fazer depilação. Mas cada tipo necessita de um cuidado diferente:

  Cera

De modo geral não há problemas, desde que você não seja sensível demais à dor extra que poderá sentir. Isso porque as grávidas têm um maior fluxo de sangue correndo pelo corpo, especialmente na área vaginal, e podem sofrer mais que de costume na hora da depilação.

De acordo com o obstetra Eduardo Cordioli, Presidente da Comissão de Urgências em Obstetrícia da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), as gestantes estão liberadas, já que a depilação com cera não traz nenhum risco para o bebê.

Ele alerta que a pele fica mais sensível durante este período. Portanto, é normal sentir um maior desconforto ao se depilar. “A região pélvica, por exemplo, pode ficar mais dolorida pelo afastamento dos ossos da bacia e a depilação da virilha pode doer um pouco mais”, diz. Por isso, o mais indicado é continuar com a depilação usual, à qual a gestante já está acostumada.

É preciso tomar bastante cuidado com as condições de higiene do local onde a mulher se depila, porque, isso sim, pode ser fator transmissor de doenças”, afirma a obstetra Daniela Maeyama, do Hospital e Maternidade São Luiz, em São Paulo.

 Laser

O uso do laser não é muito recomendado, já que não existe uma quantidade válida de testes realizados que garantam a segurança do bebê após a exposição do raio.

 Lâmina

Usar lâmina de barbear também pode, mas tenha em mente que durante a gravidez há mais probabilidade de você ter pelos encravados, que podem incomodar bastante.

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HIV na gestação: cuidados necessários

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postado em 26 de dezembro de 2012

barrigadegrávida

Cada gestação já exige uma certa dose de atenção para garantir que tanto a mamãe como o bebê fiquem saudáveis e sem problemas de saúde. E esse cuidado só aumenta quando a mãe é portadora do vírus HIV.

O teste anti-HIV precisa ser feito já nos primeiros dias de pré-natal e, caso a doença seja diagnosticada, a mãe irá iniciar um tratamento para evitar que o bebê também contraia a doença.

E nesse caso as perspectivas são bem positivas: dados do Ministério da Saúde apontam que já é possível reduzir em 50% as chances de recém-nascidos contraírem o vírus da mãe se o tratamento for realizado.

Em todas as fases da gravidez, o obstetra responsável deve estar atento as possíveis variações de humor e reações depressivas, muito frequentes nesses casos. O apoio da família contra situações de preconceito, que podem influenciar o bom resultado do tratamento, é de extrema importância.

Porém, os cuidados precisam ser tomados e devem começar o quanto antes, sendo o melhor tanto para a mãe quanto para o feto.

De maneira geral, os principais fatores associados aos riscos de transmissão na gestação são virais, imunológicos e obstétricos, que ocorrem durante o trabalho de parto. Segundo especialista Pedro Awada, durante o pré-natal, todos esses fatores devem ser fortemente analisados, principalmente com exames.

“Apesar da gestação de uma paciente soropositiva ser considerada normal, é imprescindível estar sempre alerta. Ela deverá ter um acompanhando do obstetra com parceria de um infectologista, pois o uso dos medicamentos é extremamente importante para evitar a transmissão vertical, que se dá no momento do parto”, ressalta.

Mesmo com todos os riscos, a gestante portadora de HIV não deve se preocupar com as possibilidades de aborto, que não são favoráveis ao quadro, salvo quando a paciente estiver com o sistema imunológico muito debilitado.

Sua alimentação também não sofre grandes alterações, devendo ser balanceada e equilibrada ao longo de toda a gestação, conforme instruções do especialista e de seu médico.

Com o tratamento correto, não há motivos para grandes preocupações. O índice de transmissão de uma mãe que faz o controle e acompanhamento adequado não chega a 5%. Com isso, tanto a mãe quanto o bebê estão livres para curtir esse momento tão especial.

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Alimentos que beneficiam a saúde da mulher

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postado em 18 de dezembro de 2012

Frutas

Poucas mulheres se dão conta, mas os hábitos alimentares também influenciam a saúde íntima feminina.

Consumir em excesso doces e carboidratos favorece, por exemplo, o aparecimento de corrimento. Por outro lado, alimentos específicos podem ajudar a combater o problema

“O consumo exagerado de produtos com farinha branca, que se torna glicose no organismo, e de açúcares faz o pH vaginal mais ácido.

Isso eleva a produção de bactérias locais, gerando a candidíase e o corrimento, que é uma das principais causas de consulta ginecológica”, explica Poliani Prizmic, ginecologista do Hospital e Maternidade São Luiz, de São Paulo (SP).

Por outro lado, o caminho da cura também pode começar pela cozinha. Bebidas lácteas com lactobacilos contribuem para reequilibrar o pH vaginal. A vitamina C à base da fruta cranberry é igualmente indicada para este fim, de acordo com Prizmic.

Já quem tem sensibilidade a produtos derivados do leite deve reduzir a sua ingestão ou substitui-lo por leite de soja enriquecido.

Estes recursos, aliados a uma dieta balanceada, podem ajudar a restituir a saúde íntima em um mês, segundo a ginecologista.

A nutricionista dá uma dica fácil para equilibrar a alimentação diária. “O ideal é preencher metade do prato com vegetais crus e cozidos.

Um quarto do prato deve ser rico em proteínas como carne de boi, frango, peixe ou ovos, com pouca gordura, e pode ser complementado com leguminosas como feijão, grão de bico, soja e lentilha”, orienta.

“O restante deve ter carboidratos de preferência em sua forma integral, como por exemplo, arroz, massas e farinhas, além de batata ou mandioca”, acrescenta. Para o café e lanches, ela recomenda iogurtes, biscoitos de fibras, cereais integrais, torradas e frutas.

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HIV na gestação: cuidados desde o pré-natal

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postado em 10 de dezembro de 2012

A descoberta da gestação traz consigo uma série de responsabilidades à futura mamãe, que precisa manter hábitos saudáveis em prol de seu bem-estar e do bebê. Esses cuidados devem ser redobrados quando a gestante é portadora de HIV, o que não quer dizer que sua gravidez não transcorrerá normalmente como qualquer outra.

No mês de comemoração mundial da luta contra a Aids, a ginecologista e obstetra Karina Zulli, do Hospital e Maternidade São Luiz, traz dicas de como ter uma gestação tranquila, descomplicando os mitos de transmissão do vírus para o bebê.

No pré-natal, é importante que a gestante faça o teste anti-HIV e, se o vírus for diagnosticado, as possibilidades de melhores resultados no tratamento aumentam. Mas os riscos de transmissão são cada vez menores. Dados do Ministério da Saúde apontam que já é possível reduzir em 50% as chances de recém-nascidos contraírem o vírus da mãe, devido ao tratamento e acompanhamento adequado.

Após o diagnóstico, um dos aspectos mais importantes é a aceitação do quadro pela gestante. Em todas as fases da gravidez, o obstetra responsável deve estar atento as possíveis variações de humor e reações depressivas, muito frequentes nesses casos.

O apoio da família contra situações de preconceito, que podem influenciar o bom resultado do tratamento, é de extrema importância. Porém, os cuidados precisam ser tomados e devem começar o quanto antes.

De maneira geral, os principais fatores associados aos riscos de transmissão na gestação são virais, imunológicos e obstétricos, que ocorrem durante o trabalho de parto. Segundo a dra. Karina Zulli, durante o pré-natal, todos esses fatores devem ser fortemente analisados. “Cerca de 35% das transmissões ocorrem durante a gestação e 65% no período peri-parto. Por isso a gestante deve fazer uso de antirretrovirais, que previnem a transmissão”.

Mesmo com todos os riscos, a gestante portadora de HIV não deve se preocupar com as possibilidades de aborto, que não são favoráveis ao quadro, salvo quando a paciente estiver com o sistema imunológico muito debilitado. A alimentação dessa gestante também não sofre grandes alterações.

“Deve ser balanceada e equilibrada, mas vale ressaltar que, diante dos medicamentos antirretrovirais, o fígado pode apresentar alterações em suas enzimas, por isso é importante minimizar o consumo de substâncias que possam causar prejuízo às enzimas hepáticas, como alimentos gordurosos e bebidas alcoólicas”, explica a especialista.

Com o tratamento correto, não há motivos para grandes preocupações. O índice de transmissão de uma mãe que faz o controle e acompanhamento adequado não chega a 5%. Com isso, mãe e bebê estão livres para curtir esse momento tão especial.

Cuidados com a saúde íntima feminina

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postado em 7 de novembro de 2012

 

De acordo com a ginecologista Poliani Prizmic do Hospital e Maternidade São Luiz, cerca de 30% das mulheres que procuram um ginecologista tem o corrimento como queixa principal.

A candidíase vulvovaginal, por exemplo, é uma espécie de inflamação por fungos e bactérias que aparece devido a modificações no pH vaginal, espécie de “termômetro da saúde íntima” que mede o grau de acidez das substâncias em contato com essa área do corpo?

“A saúde íntima da mulher pode ser comprometida por conta da má alimentação, do uso de produtos inadequados e até mesmo do estresse”, afirma Poliani. Cuidados diários e mudanças de hábitos podem fazer a diferença.

Lavar a calcinha com sabonete neutro, separar uma toalha só para você, urinar depois do sexo e fazer a higiene íntima com o papel higiênico devidamente posicionado (sempre de cima para baixo) é essencial para melhorar a saúde intima da mulher?

A alimentação, a higiene íntima e o estilo de vida são fatores muito importantes para manter a flora vaginal protegida. “O consumo exagerado de doces, carboidratos e açúcares é a principal causa dos corrimentos frequentes, pois são os nutrientes básicos para a formação da candidíase”, afirma a médica.

Frutas cítricas e alimentos à base de glúten também aumentam a acidez do pH natural, facilitando o desenvolvimento dos corrimentos.

Endometriose e infertilidade

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postado em 2 de outubro de 2012

Cólicas fortes e menstruação desregulada são muitas vezes encaradas como sintomas comuns do ciclo menstrual, mas quando melhor investigados podem revelar quadro clínico de endometriose.

Segundo a ginecologista e obstetra Flávia Fairbanks, do Hospital e Maternidade São Luiz, “a doença acomete principalmente mulheres em período reprodutivo e está relacionada a 50% dos casos de infertilidade”.

Todos os meses, o tecido do endométrio (que reveste a cavidade interior do útero) descama ao final do ciclo, caracterizando a menstruação. A endometriose consiste no crescimento desse tecido fora da cavidade uterina, como nas trompas de falópio, ovários, septo reto-vaginal, bexiga e até mesmo intestino, causando obstrução do órgão.

A quantidade de hormônios no organismo é um dos fatores que favorecem o crescimento desse tecido, trazendo dores durante as relações sexuais, alterações no fluxo menstrual e no sistema imunológico da mulher.

O diagnóstico da doença pode ser realizado com ultrassonografia, ressonância magnética e exame de sangue. Uma vez detectada a endometriose, são indicados tratamentos clínicos com anticoncepcionais e DIUs medicados.

“Em casos mais graves, a eliminação do foco da doença pode ser feita por videolaparoscopia”. Além disso, tem sido estudado um novo medicamento, à base de progesterona, que promete diminuir os focos da doença ao controlar os níveis de hormônios no organismo.

A Dra. Flávia Fairbanks reforça, ainda, que o tratamento e diagnóstico precoce são de extrema importância, pois podem controlar os sintomas e permitir que a mulher tenha filhos e uma vida sexual normal.

Gravidez de gêmeos

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postado em 25 de setembro de 2012

Para as mulheres grávidas todo cuidado é pouco, afinal carregar uma vida dentro de você não deve ser uma tarefa fácil. Além de cuidar da saúde do bebê, a mulher não pode deixar a dela de lado.

E os cuidados devem ser dobrados em uma gravidez de gêmeos, já que as complicações podem ser maiores, às vezes é recomendado até um acompanhamento psicológico.

Segundo o especialista em reprodução humana, o Dr. Arnaldo Cambiaghi, do Hospital e Maternidade São Luiz, “a possibilidade de prematuridade é o fator mais preocupante, pois como o volume uterino é o dobro, a tendência é de o útero interpretar que está pronto para o nascimento antes da hora”,

O pré-natal deve ser obrigatoriamente feito para que a espessura do colo do útero seja avaliada evitando o nascimento prematuro.

O fibronectina, exame feito com 20 semanas de gestação, que identifica o inicio de dilatação precoce, deve ser feito. “Se aparecerem sinais de parto prematuro, pode-se realizar um procedimento chamado cerclagem, uma intervenção cirúrgica que fecha o colo uterino, evitando a dilatação”, completa o doutor.

A quantidade de exames de ultrassons a serem feitos dependem da gravidez, o exame deve ser feito a cada 15 dias a partir de 24 semanas. Com um bebê é normal que o médico vá diminuindo a quantidade de ultrassons a serem feitas.

Outros exames devem ser feitos para que haja um maior controle na saúde da mulher, já que é comum que mãe de gêmeos tenha hipertensão arterial, diabete gestacional e crescimento na produção de hormônios. O profissional ainda comenta que “dificuldades respiratórias, dores na coluna, problemas de digestão e azia aumentam na gestação gemelar”.

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Anticoncepcional e atividades físicas

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postado em 24 de agosto de 2012

O uso da pílula anticoncepcional é muito comum entre as mulheres. Mesmo assim, muitas dúvidas sobre a sua utilização e os efeitos que ela pode causar no corpo aparecem com frequência. Quando seu uso está ligado ao esporte a situação não é diferente.

Segundo a Dra. Karina Zulli, ginecologista e obstetra do Hospital e Maternidade São Luiz, o ideal seria um período de três meses de adaptação ao anticoncepcional antes do início de uma prática esportiva. “Existe sempre uma fase de adaptação do uso do anticoncepcional no metabolismo da mulher. Três meses de uso geralmente é o período necessário para essa avaliação”, afirma.

Depois disso, o saldo dos efeitos da pílula no organismo feminino tende a ser positivo. “Os benefícios são maiores, podendo causar diminuição de retenção de líquido, de cólicas menstruais e do fluxo menstrual, melhora da tensão pré-menstrual (TPM), controle do ciclo com possibilidade de programação dos treinos, além, é claro, de evitar a gravidez indesejada.

Já o impacto negativo pode ser a não adaptação ao anticoncepcional escolhido, causando algum efeito indesejado como alteração da coagulação, da pressão, o aumento do colesterol e dos triglicerídeos e, ocasionalmente, efeito inverso com retenção de líquido”, afirma.

É por este último fator que muitas mulheres associam seu uso ao ganho de peso. Na verdade, acúmulo de gordura nada tem a ver com o anticoncepcional. “Isso está relacionado à genética de cada mulher, não ao uso da pílula. Algumas mulheres, portanto, podem se deparar com retenção de líquido com uso do anticoncepcional, mas a perda hídrica do exercício físico como uma corrida pode promover um equilíbrio. Se este resultado não for atingido é necessária uma reavaliação do tipo de contraceptivo usado e discussão de troca”, diz Karina.

Portanto, correr sob o uso de anticoncepcional não tem nenhuma contra-indicação. Vale ressaltar apenas a importância de se consultar um especialista antes de fazer o uso da pílula.

Dicas para escolher seu obstetra

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postado em 21 de agosto de 2012

A preocupação com o bem-estar do bebê e a saúde da mãe surge logo no início da gestação. Por isso, é imprescindível o apoio e a participação do obstetra que, não só acompanha o desenvolvimento da criança e da gravidez, como também orienta e esclarece as inúmeras dúvidas que aparecem durante essa nova fase.

De acordo com a médica Márcia Maria da Costa, obstetra e coordenadora médica da maternidade do Hospital São Luiz, o trabalho desse profissional vai muito além da medicina. “O obstetra deve estar atento à situação psicológica da gestante e oferecer todo o suporte necessário nesse período que a mulher apresenta muitas dúvidas e receios”.

Para ajudar no momento da escolha do obstetra, a especialista aponta cinco passos importantes que devem ser levantados:

Verifique se seu ginecologista é obstetra

A tendência natural é que a mulher escolha seu ginecologista como obstetra, mas isso não é uma regra. Nem todo ginecologista é obstetra, mas se o profissional for de sua confiança, ele pode indicar um colega.

Busque indicações e currículo do especialista

Normalmente a gestante está cercada de mulheres que já tiveram filhos, sejam amigas ou familiares. Essas são as melhores fontes de informações que podem influenciar na hora da escolha. Buscar a formação do obstetra e sua experiência também é muito importante.

Confirme se o obstetra tem um substituto na equipe

Caso a data do parto precise ser antecipada, o obstetra deve estar à disposição da gestante ou garantir que um substituto de sua confiança poderá atendê-la. A mãe deve conhecer esse substituto previamente.

Tenha certeza de que existe empatia entre você e seu obstetra

A gestante precisa sentir que o médico se preocupa com ela, pois além das diversas dúvidas que aparecem com o decorrer do tempo, a mulher pode apresentar insegurança e sensibilidade. É papel do obstetra acolher a gestante e dar a ela toda a atenção necessária. Se perceber que o médico está mais preocupado com o tempo que irá durar a consulta, talvez seja interessante procurar outros especialistas.

Conte com o médico 24 horas por dia

Durante a gestação, a mulher pode apresentar pequenas dores ou quadros um pouco mais graves, como cólicas e sangramentos. É importante que o obstetra esteja sempre à disposição para orientá-la nesses momentos. Obter seu número de telefone e e-mail é uma boa maneira de estar em contato direto.

Pais também querem seu lugar na gestação!

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postado em 10 de agosto de 2012

Ansiosas e cheias de angústias sobre a chegada de seus bebês, as mães costumam frequentar cursos para gestantes e ler todos os livros e revistas sobre gravidez disponíveis no mercado.

Mas, segundo a enfermeira Márcia Regina da Silva, responsável pelo curso para gestantes da unidade Itaim do Hospital e Maternidade São Luiz, os homens têm tido uma participação tão ativa quanto elas durante as aulas.

“Eles expõem mais dúvidas do que as mulheres e ganham consciência da enorme importância que têm antes e depois do nascimento. Saem de lá muito mais confiantes”, diz.

A mulher tem o privilégio de ter o bebê em seu útero, mas é seu papel ajudar o homem a participar desse contato tão íntimo. Muitos dizem que os homens se transformam em pais apenas quando veem seus filhos, mas o vínculo paternal pode ser estabelecido muito antes disso.

No curso preparatório para pais da Maternidade São Luiz, eles são envolvidos em todos os tópicos discutidos e aprendem, por exemplo, como respeitar alterações físicas e psicológicas da gestante, reconhecer sintomas de trabalho de parto, ajudar a mãe durante a amamentação e dar banho no bebê.

O curso é oferecido pela Maternidade São Luiz desde 1987 e ministrado por uma equipe de enfermeiras, pediatras e obstetras. Fazem parte da programação os módulos “cuidados especiais durante a gravidez”; “evolução do feto”; “mudanças físicas e psicológicas da gestante”; “cuidados pós-parto”; “características e necessidades do recém-nascido”; “banho, troca de faldas, curativo umbilical e técnicas de aleitamento”; e “amamentação”.

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