Blog da Saúde

Descubra o que é o acretismo placentário e por que ele é tão perigoso

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postado em 28 de Maio de 2015

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Hoje é o Dia Nacional da Redução da Mortalidade Materna. O Brasil tem registradas 62 mortes a cada 100 mil nascimentos, de acordo com o Ministério da Saúde. O número representa uma queda de 55% se comparado aos últimos 20 anos, porém, não atinge a meta estabelecida até o fim do ano pelo Objetivo de Desenvolvimento do Milênio, da ONU, que é de 35 mortes por 100 mil nascimentos.

A pressão alta na gravidez, chamada de eclampsia, ainda é a primeira causa de mortes maternas no país. Porém, o acretismo placentário, que causa hemorragias no parto, tem aumentado e passa a ser uma das maiores causas de mortalidade materna no país. Em alguns países desenvolvidos, o acretismo placentário já é o principal motivo de óbitos maternos, uma vez que há um controle maior sobre a pressão arterial das gestantes.

Dr. Soubhi Kahhale, Coordenador de Ginecologia e Obstetrícia do Hospital e Maternidade São Luiz Itaim, respondeu a uma série de questões sobre esta condição.

O que é o Acretismo Placentário?
O acretismo placentário é uma condição que se caracteriza pela invasão da placenta no músculo uterino. É uma patologia, pois em condições normais, o tecido placentário invade apenas o endométrio, não chegando a camadas mais profundas do útero. Em alguns casos, a placenta além de invadir a musculatura, chega a ultrapassá-la.

Por que esta condição é tão perigosa?
O problema maior é quando esta invasão ocorre na parte baixa do útero – placenta prévia. Nesta situação, não pode ocorrer parto normal porque a placenta fica localizada no colo do útero materno, onde está localizada a cabeça do bebê.

Até mesmo a cesárea torna-se um procedimento perigoso, uma vez que a placenta está no local que será aberto para a retirada do feto, ocasionando hemorragias graves que podem levar a paciente à morte.

O acretismo placentário também é perigoso para o bebê, pois pode causar morte fetal (em caso de hemorragias antes do parto), e morte após o parto devido à prematuridade ou ao sofrimento fetal.

Quais são as causas do acretismo placentário?
A incidência desta condição está aumentando no mundo inteiro por muitas razões, incluindo cesáreas realizadas em gestações anteriores. Abortamentos, curetagens e idade avançada da gestação também são causas consideradas.

Como é possível diagnosticar o acretismo placentário?
A placenta prévia e o acretismo placentário podem ser diagnosticados a partir da metade da gestação, durante o pré-natal pela ultrassonografia. Em caso de dúvidas, a gestante pode fazer uma ressonância magnética, que não é perigosa nem para ela nem para o bebê.

O que fazer quando há o diagnóstico?
Uma vez diagnosticado o acretismo placentário, é necessário programar o parto. Ele pode ser simples, quando não há placenta prévia, ou seja, quando a placenta está no “corpo” do útero e não em sua parte mais baixa. Por este motivo, é importante ressaltar que cada tipo de acretismo placentário tem de ser avaliado de maneira distinta pelo médico.

Em alguns casos, é necessária a realização de um procedimento mais moderno, que pode salvar a vida da mãe e do bebê. Nestas situações, um radiologista intervencionista acompanha o obstetra até a sala de parto. No centro obstétrico, antes do início do parto, o este profissional de radiologia intervencionista passa um balão dentro das artérias da mãe e esse balão é inflado, a fim de que os vasos sanguíneos sejam fechados e o obstetra possa realizar o parto sem que a mulher sangre e sofra uma hemorragia.

O Hospital e Maternidade São Luiz Itaim foi pioneiro entre os hospitais privados em adotar este procedimento. Há mais de dez anos, esta metodologia é aplicada por equipes especializadas na unidade.

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Mitos e dúvidas sobre o uso da pílula anticoncepcional

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postado em 20 de Maio de 2015

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Apesar de ser um dos métodos contraceptivos mais usados pelas mulheres, a pílula anticoncepcional ainda gera muitas dúvidas e até mitos. A ginecologista e obstetra do Hospital e Maternidade São Luiz Itaim, Mariana Halla, esclarece algumas dúvidas sobre a eficácia da pílula e possíveis efeitos colaterais.

1. Quais são os efeitos colaterais do anticoncepcional?
Os efeitos colaterais mais comuns são náuseas, cefaleia, sangramento irregular, acne e dor mamária. Eles costumam ser de baixa intensidade e mais frequentes nos primeiros meses de uso da pílula.

2. A pílula aumenta os seios?
A pílula pode provocar inchaço e aumento da sensibilidade mamária. Esses sintomas tendem a regredir após três a seis meses do início de uso.

3. Engorda?
“Nos primeiros meses de uso da pílula, algumas mulheres costumam reter mais líquido do que outras, provocando uma sensação de inchaço e até de ganho de peso”, explica Mariana.

4. Ajuda a diminuir as espinhas?
Sim, a pílula auxilia no controle e diminuição dos níveis de testosterona, hormônio que deixa a pele mais oleosa e propensa às indesejadas espinhas.

5. Pode diminuir a libido?
“Uma das ações da pílula no organismo feminino é a redução dos níveis de testosterona. A alteração desse hormônio pode impactar na libido de algumas mulheres, além de provocar cansaço crônico, falta de disposição e dificuldade de ganhar massa magra”, diz a ginecologista.

6. Pode provocar trombose?
A pílula aumenta em quatro a oito vezes o risco de trombose nos membros inferiores, trombose pulmonar e até de AVC. Segundo Mariana Halla, mulheres que já tiveram trombose ou apresentam histórico familiar não devem usar a pílula. Nesses casos, recomenda-se o uso do DIU de cobre ou DIU Medicado.

7. É possível engravidar tomando anticoncepcional?
Sim é possível. O uso de alguns medicamentos, como antibióticos e anticonvulsivantes, pode reduzir a eficácia do anticoncepcional. O uso irregular da pílula também aumenta a chance de gravidez. Além disso, casos de diarreia ou vômito logo após a ingestão da pílula (em até 2 horas após a ingestão) também pode diminuir sua eficácia.

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Dengue na gravidez aumenta risco de aborto e trabalho de parto prematuro

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postado em 12 de Maio de 2015

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Contrair dengue na gravidez merece atenção redobrada da futura mamãe. Segundo a infectologista do Hospital e Maternidade São Luiz Itaim, Dra. Régia Damous, a doença aumenta os riscos de sangramento, queda de pressão e aborto, preferencialmente nos primeiros três meses de gestação. Já, se adquirida no último trimestre, a Dengue pode facilitar o trabalho de parto prematuro.

“Durante a gravidez o organismo da mulher está diretamente voltado para o desenvolvimento do feto, o que deixa sua imunidade mais enfraquecida e corpo vulnerável ao vírus. No entanto, raramente a doença é passada para o bebê”, explica a infectologista.

Os sintomas e tratamento da dengue são os mesmos de uma mulher não gestante, que são: febre alta (39° a 40°) de início abrupto com duração de até 48h, dor de cabeça, dor muscular, presença de manchas vermelhas no corpo, náusea, sinais de desmaio e dificuldade na ingestão de líquidos. “Sangramentos e dor abdominal também são sinais de alerta, embora possam ser confundidos com sintomas da própria gravidez. Na dúvida, recomenda-se procurar o atendimento médico”, diz Régia.

Aos primeiros indícios da doença a gestante deve ir imediatamente ao pronto-socorro, onde passará por um diagnóstico clínico, “prova do laço” – procedimento avalia a fragilidade do vaso sanguíneo e a tendência do paciente à hemorragia – e exame de sangue para contagem hematócitos e plaquetas. Caso a contagem esteja inferior a 150 mil, há indícios de dengue. Também é importante que ela faça um ultrassom obstétrico para checar a saúde do bebê.

A gravidade do caso e eventuais complicações é que irão determinar se a futura mãe fará o tratamento no hospital ou em casa. Mesmo retornando para sua casa, a grávida deve ser monitora diariamente. O tratamento é a base de repouso e muita hidratação.

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Descubra como são as cirurgias que corrigem miopia, hipermetropia e astigmatismo

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postado em 7 de Maio de 2015

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A cirurgia refrativa pode ser feita em casos de miopia, hipermetropia e astigmatismo. Neste procedimento, a curvatura da córnea (lente externa do olho humano) é remodelada por um equipamento chamado Excimer Laser.

Dr. Vicente Vitiello, oftalmologista do Hospital e Maternidade São Luiz Itaim, explica que há duas técnicas para a realização da cirurgia. Elas diferem na maneira de atingir o interior da córnea, onde o laser é aplicado, e na recuperação do paciente:

Lasik: Neste procedimento, utiliza-se um aparelho chamado microcerátomo ou um outro chamado femtosegundo para criar uma lamela (uma espécie de tampinha) da parte exterior do olho. Levanta-se então esta lamela, também chamada de flap, e aplica-se o laser no interior da córnea. Ao final da aplicação, a lamela é reposicionada. Na Lasik, a recuperação visual é bem rápida.

PRK: Nesta cirurgia, as células epiteliais são removidas com uma espátula e faz-se a aplicação do laser. Espera-se então estas células crescerem novamente. Por este motivo, o paciente usa por cinco dias uma lente de contato terapêutica que funciona como um curativo. Neste caso, a recuperação é mais lenta e o pós-operatório, mais desconfortável do que na Lasik.

“Ao final da cicatrização, por volta de três meses, o resultado é igual nas duas técnicas. Normalmente, indicamos a Lasik. A PRK é recomendada quando os pré-requisitos exigidos pela Lasik não são atingidos.”, esclarece o médico.

Pré-requisitos

Os critérios básicos para fazer uma cirurgia refrativa são ter mais de 21 anos, não estar grávida e ter boa indicação na avaliação oftalmológica.

Para quem tem medo

Dr. Vicente Vitiello reforça que ambas as técnicas são muito seguras e eficazes e que a cirurgia dos dois olhos dura entre cinco e 10 minutos. O processo de avaliação também não leva muito tempo: após a visita ao oftalmologista e a realização dos exames pré-operatórios, o procedimento já pode ser realizado.

#HospitalSaoLuiz #SaoLuizItaim #Lasik #PRK

Exames de ultrassom devem fazer parte da rotina da mulher

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postado em 29 de Abril de 2015

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Toda mulher sabe que é fundamental visitar um ginecologista regularmente, pelo menos uma vez ao ano. Porém, a consulta é apenas o primeiro passo.

A ginecologista e obstetra do Hospital e Maternidade São Luiz Itaim, Dra. Fabiane Sabbag Correa, explica que a realização de exames de ultrassonografia também é essencial para manter a saúde feminina em dia. Abaixo, a médica lista os exames que devem fazer parte da rotina de prevenção:

– US Abdominal

Avalia: vesícula, os rins, o fígado e o pâncreas, principalmente
Pode detectar: tumores benignos e/malignos, cálculos nos rins e na vesícula, doença hepática de infiltrações de gordura, cirrose, inflamações

– US Transvaginal

Avalia: útero e ovários
Pode detectar: miomas, cistos de ovário, endometriose

– US Mama

Pode detectar: cistos, nódulos

– US Tireoide

Pode detectar: cistos, nódulos, inflamações

Dra. Fabiane Sabbag reforça que a partir da primeira menstruação, a mulher já deve iniciar um acompanhamento com ginecologista. A partir de então, as consultas devem ser realizadas anualmente, exceto em casos de quadro de dor, quando o especialista deve ser procurado imediatamente.

É importante lembrar também que os resultados dos exames devem ser apresentados ao médico no retorno da consulta, para avaliação e controle.

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Oito perguntas que você deve saber sobre a Dengue

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postado em 24 de Abril de 2015

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Embora o número de casos de dengue continue alto no país, a doença ainda confunde muitos brasileiros. Para esclarecer algumas dúvidas, as infectologistas do Hospital e Maternidade São Luiz, Régia Domous, da unidade Itaim, e Raquel Muarrek, da unidade Morumbi, respondem a oito perguntas sobre a Dengue.

1. Fui picado pelo mosquito da Dengue. Em quanto tempo sentirei os primeiros sintomas?

Os primeiros sintomas serão sentidos somente após o período de incubação do vírus da dengue no organismo: em média de 5 a 6 dias. Este período também pode variar de 3 a 15 dias.

2. Quais são os primeiros sintomas da Dengue?

Febre alta (39° a 40°) de início abrupto com duração de até 48h. A febre pode estar associada a dor de cabeça, dor muscular, dor na barriga, presença de manchas vermelhas no corpo, náusea, sinais de desmaio e dificuldade na ingestão de líquidos.

3. Por que a Dengue pode evoluir para um quadro hemorrágico?

A dengue é caracterizada como um quadro inflamatório em todos os vasos sanguíneos do corpo, deixando-os mais permeáveis para a saída de sangue. Este quadro pode evoluir para o choque hemorrágico (perda aguda de sangue).

4. Como é feito o diagnóstico?

A doença é confirmada quando o exame de sangue de sorologia para Dengue der positivo. O resultado será obtido apenas no 6º dia dos primeiros sintomas. “A sorologia para dengue demora seis dias para se positivar, por isso é preciso esperar para ter o diagnóstico preciso”, explicam as infectologistas. Nesse período são realizados exames complementares, como a prova do laço e hemograma, que auxiliam no diagnóstico clínico e avaliam o possível quadro de dengue.

5. Quando devo procurar atendimento médico?

Aos primeiros sintomas recomenda-se procurar atendimento médico. No pronto-socorro o paciente passará por um diagnóstico clínico e será submetido ao exame “Prova do Laço” – com um aparelho de pressão, o procedimento avalia a fragilidade do vaso sanguíneo e a tendência do paciente à hemorragia. O paciente também realizará um exame de sangue para a medição de plaquetas e hematócitos. Caso a contagem de hematócitos esteja acima do normal e as plaquetas abaixo de 150 mil, há indícios de Dengue. Dependendo do diagnóstico e da gravidade do caso, recomenda-se que o paciente faça o tratamento em casa ou que seja internado.

6. Posso continuar o tratamento em casa?
Não há necessidade de internação em casos considerados fora de risco, geralmente quando a contagem de plaquetas está boa e a prova do laço der negativa. Nesse caso, em casa, o paciente deve seguir as recomendações médicas para garantir que a recuperação seja rápida e efetiva.

Embora o paciente volte para casa, ele deverá retornar ao pronto-socorro em 24 horas ou 48 horas para monitorar a contagem de plaquetas e hematócitos e realização do exame de sorologia para dengue. Dependendo do caso, há necessidade de ir ao hospital até três vezes.

7. Quando a internação é necessária?
Há necessidade de internação quando o quadro é mais grave. Nesses casos, o paciente pode apresentar algum tipo de sangramento, não conseguir ingerir água e sua contagem de hematócitos e plaquetas não está normal. O paciente pode permanecer no hospital de dois a cinco dias.

8. Fui diagnosticado com dengue. Quais são os cuidados que preciso tomar?

Pessoas com dengue podem sofrer desidratação pela perda de líquidos por vômitos e diarreia, por isso a hidratação e boa alimentação são essenciais durante a recuperação, que demora em média uma a duas semanas a partir do primeiro dia de febre. Nesse período, é importante fazer repouso e seguir as recomendações médicas.

Hidratação: a ingestão oral diária de água deve seguir a conta de60 ml a 80 ml por quilo, ou seja, uma pessoa com 80 kg, por exemplo, deve ingerir cerca de 4 litros de água por dia. Além de água recomenda-se a ingestão de chás, água de coco, sucos ou soro caseiro. Não devem ser ingeridos refrigerantes, isotônicos e bebidas muito doces.

Alimentação: a febre pode ocasionar modificações na flora intestinal. Por isso, opte por alimentos leves e de fácil digestão. Alimentos gordurosos devem ser evitados, pois podem aumentar a diarreia.

Coceira na pele: banhos com água fria, compressas geladas nas regiões afetadas, ou pomadas de pele são indicados, pois ajudam a aliviar a sensação incomoda provocada pela coceira.

Evite: medicamentos, como ácido acetilsalicílico e anti-inflamatórios. Esses remédios interferem no processo de coagulação do sangue e podem favorecer o aparecimento de manifestações hemorrágicas.

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Hospital São Luiz participa do maior evento de Cirurgia Endovascular da América Latina

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postado em 15 de Abril de 2015

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Começa hoje o Congresso Internacional de Cirurgia Endovascular, no Centro de Convenções do Sheraton São Paulo WTC Hotel. O evento que receberá cerca de 2.500 médicos, entre brasileiros e estrangeiros, tem programação até sábado (18) que abordará o que há de mais moderno e inovador relacionado ao tratamento vascular.

Na ocasião, o diretor regional da Rede D’Or São Luiz, José Jair de Arruda Pinto, dá as boas-vindas aos congressistas e apresenta o São Luiz como referência no tratamento endovascular no mundo. Além disso, médicos das equipes de cirurgia vascular do São Luiz estão entre os médicos convidados a participar do Congresso.

No primeiro dia de evento serão transmitidas ao vivo duas cirurgias endovasculares realizadas na hemodinâmica do Hospital e Maternidade São Luiz, unidade Itaim. O primeiro procedimento será feito por um médico holandês em paciente, com aproximadamente 40 anos, com trombose venosa; e a segunda por um médico espanhol, em um idoso, com cerca de 80 anos, com aneurisma de aorta.

Ambas utilizarão técnica desenvolvida pelo Dr. Armando de Carvalho Lobato, um dos profissionais brasileiros mais renomados do país nessa área, chamada técnica sanduíche, que possibilita tratar doenças de alto risco vascular através de cirurgias minimamente invasivas e com risco mínimo de morte do paciente.

A realização desses procedimentos por médicos estrangeiros mostra a importância dessa nova técnica brasileira, para o tratamento de doenças vasculares no mundo.

Mais informações: www.cice.com.br

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Ambiente de trabalho e situações traumáticas são as principais causas das novas psicopatologias

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postado em 7 de Abril de 2015

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Falta de ar, taquicardia e aperto no peito nem sempre são sinais de problemas cardiovasculares ou mal estar inesperado. Se associados a sensações de angústia, ansiedade e tristeza, sem um motivo aparente, esses sintomas podem caracterizar quadros de depressão, ansiedade, síndrome do pânico e outras doenças mentais e comportamentais que merecem atenção de quem as sentem. Atualmente, são consideradas como a quarta maior causa de afastamento do trabalho, segundo dados do Ministério da Previdência Social.

“As doenças psíquicas sempre existiram. Mas à medida que as relações interpessoais e a própria estrutura da sociedade e do ambiente de trabalho se transformaram, essas patologias também passaram por mudanças. Hoje, os transtornos mentais e comportamentais mais comuns estão associados a quadros psicossomáticos, ou seja, quando há manifestação física sem uma causa médica reconhecida. Nesses casos, além do diagnóstico psicológico, o paciente pode desenvolver uma alergia desconhecida, ter falta de ar, dor de cabeça, entre outros sintomas”, explica Patrícia Bader, psicóloga do Hospital e Maternidade São Luiz, unidade Itaim.

Entre os transtornos psíquicos mais comuns nos dias de hoje estão a depressão, ansiedade, estresse pós-traumático, síndrome do pânico e síndrome de Burnout. “Embora sejam doenças diferentes, grande parte de seus sintomas são parecidos ou até mesmo iguais. Em alguns casos, é possível ter mais de um transtorno ao mesmo tempo”, diz a psicóloga.

Identificar os sintomas e procurar ajuda é o primeiro passo do tratamento. “Se os sintomas forem recorrentes e afetarem o bem-estar e andamento da rotina, o que geralmente acontece, é recomendável procurar ajuda o quanto antes”, alerta Patrícia.

Saiba mais sobre as novas psicopatologias

1. Síndrome do Pânico

É um tipo de transtorno de ansiedade caracterizado por crises inesperadas de desespero e medo intenso de que algo ruim aconteça sem um motivo aparente.

Sintomas: durante as crises, com duração de até 30 minutos, é comum sentir falta de ar, taquicardia, angústia, aperto no peito, sudorese, tontura, dor de cabeça e mal estar generalizado (similar à labirintite).

Mais comum: em mulheres.

2. Síndrome de Burnout

É uma variação do transtorno de ansiedade e do pânico, porém está diretamente associada a situações de estresse nas relações trabalho.

Sintomas: são iguais aos da Síndrome do Pânico (falta de ar, taquicardia, angústia, aperto no peito, sudorese, tontura, dor de cabeça e mal estar generalizado), a diferença está no motivo que a desencadeia, no caso da Síndrome de Burnout é o trabalho.

Mais comum: trata-se de uma doença comum em carreiras onde há contato direto com pessoas (professores e profissionais da saúde) e que proporcionem situações de risco e grande pressão ao colaborador (profissionais de bancos e atendentes de telemarketing).

3. Estresse pós-traumático

Doença desencadeada por situações traumáticas como um assalto, situações de violência em geral, tragédias naturais (enchentes e desgraças coletivas), acidentes aéreos e entre outros.

Sintomas: os sintomas do estresse pós-traumático são similares aos da síndrome do pânico, porém as crises estão associadas à situação traumática vivida pelo paciente ou familiar, seja por lembrar-se do ocorrido ou contato com situações similares. “Este transtorno também pode afetar a qualidade do sono. É comum ter sonhos recorrentes com a situação traumática ou passar a noite em vigília”, explica Patrícia.

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Por que é necessário fazer um exame médico antes da prática regular de exercícios físicos?

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postado em 19 de Março de 2015

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É fundamental realizar uma consulta médica antes de praticar exercícios físicos regulares. De acordo com o Dr. Wilson Mathias Junior, cardiologista do Hospital e Maternidade São Luiz Itaim, esta avaliação é importante tanto antes quanto após os 40 anos.

Indivíduos com menos de 40 anos devem passar por uma consulta e realizar exames para identificar possíveis cardiopatias genéticas ou orovalvares (nas valvas cardíacas), que podem resultar em morte súbita.

Após esta idade, o objetivo da avaliação é evitar o infarto ou morte súbita após a prática de exercícios.

Dr. Wilson Mathias Junior ressalta que o fato de ser cardiopata não necessariamente impede o indivíduo de praticar exercícios físicos. Neste caso, o acompanhamento médico é essencial para estimar o nível máximo de esforço permitido, que é obtido no teste cardiopulmonar. “Em alguns casos, o paciente pode praticar exercícios não competitivos, desde que o nível de esforço seja dosado.”

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Velocidade do atendimento após o infarto diminui danos ao coração

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postado em 16 de Março de 2015

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Você sabia que um rápido atendimento após o infarto diminui os danos causados ao coração? Segundo Dr. Luiz Alberto Mattos, cardiologista do Hospital São Luiz Morumbi, se a vítima for socorrida em até três horas contadas a partir do início dos sintomas, boa parte da musculatura afetada pode ser recuperada. Agora, se o atendimento demorar mais de seis horas, as células prejudicadas já não poderão se regenerar.

“O infarto é a interrupção do fluxo sanguíneo para o músculo do coração devido ao bloqueio ou entupimento de uma veia ou artéria. Essa obstrução pode resultar em sequelas que podem ser revertidas ou não, dependendo da velocidade do atendimento. Por isso, é muito importante que o paciente seja levado o mais rápido possível ao hospital”, explica o cardiologista.

A vítima começa a contar o tempo de socorro a partir dos primeiros sintomas. Dor forte no peito forte, crescente e sem alívio é um dos sinais mais comuns de infarto. “Essa dor ocorre principalmente no lado esquerdo, mas pode se espalhar pelo peito, costas e pescoço. Medidas simples como uso de analgésicos, ingestão de líquidos ou mudar de posição não minimizam a sensação”, diz Luiz Alberto. A dor do infarto também pode simular a sensação de dispepsia, a famosa indigestão, seja pelo consumo exagerado de comida ou azia. Além disso, se a dor for intensa pode ocasionar náuseas, vômito, suor frio, sensação de letargia profunda e crescente e até a perda de força.

O cardiologista ressalta que esses sintomas podem ser identificados por leigos. “O quadro clínico do infarto é caracterizado por sintomas intensos, que extrapolam as dores cotidianas ou corriqueiras que podemos sentir no peito, nas costas e no corpo em geral. Ao identificar esses sinais o paciente deve ser levado o mais rápido possível ao hospital, onde ele será diagnosticado e receberá o tratamento de desobstrução coronária”. Na dúvida, Luiz também recomenda procurar imediatamente o pronto socorro.

Em casos de infartos prévios, os riscos e danos ao coração são maiores. “Os prejuízos são maiores pelo simples fato de que o coração já sofreu algum dano anterior”, explica o cardiologista. Quanto maior o número de infartos, maior será a perda do músculo e as consequências, como falência muscular, manifestada por insuficiência cardíaca, arritmias crônicas até a ocorrência de morte súbita.

Corrida contra o relógio

Veja o que acontece com o coração infartado quando a vítima é atendida em até 3h, 6h, 12h e 24h a partir dos primeiros sintomas.

Até três horas: quanto mais rápido for o atendimento médico, menor será a quantidade de músculo cardíaco atingido e maiores as chances de recuperação.

Até seis horas: as primeiras seis horas (contadas a partir dos primeiros sintomas) são críticas. Além da oclusão da artéria, o paciente pode sofrer arritmias, às vezes fatais, e distúrbios elétricos na estimulação cardíaca.

Até 12 horas: quanto maior o retardo do atendimento médico, maior a perda muscular devido à oclusão arterial coronária em andamento. Caso o paciente seja atendido após 12 horas dos primeiros sintomas, evidencia-se uma perda significativa da musculatura do coração.

Acima de 12 horas e até as primeiras 24 horas: ocorrerá a necrose, perda definitiva da contração muscular na artéria afetada.

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