Blog da Saúde

Evolução do tratamento de Parkinson

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postado em 11 de janeiro de 2013

O neurocirurgião do Hospital São Luiz, Sérgio Listik, fala sobre em quais situações é possível e necessário indicar o tratamento cirúrgico para pacientes que sofrem do Mal de Parkinson?

Esse vídeo faz parte de uma série de mini programas produzidos pelo Hospital e Maternidade São Luiz para o canal Discovery Home & Health.

Combatendo a esclerose múltipla

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postado em 5 de setembro de 2012

Uma boa notícia para quem sofre de esclerose múltipla: um estudo, ainda em estágio inicial, conduzido pelo pesquisador brasileiro Luiz Francisco Pianowski acena com a possibilidade de reduzir os efeitos colaterais da doença por meio de uma planta brasileira, que já vem sendo estudada para o combate ao câncer, há alguns anos.

Trata-se da aveloz. O princípio ativo da planta é o euphol, um álcool triterpeno tetracíclico que tem em suas propriedades farmacológicas a ação anti-inflamatória. Os autores do estudo, pesquisadores do laboratório KYolab, de Campinas, relatam que após estudos exaustivos observaram, nos ratos, que a administração oral de euphol reduziu de forma consistente e limitou a gravidade e o desenvolvimento da esclerose.

Segundo a farmacêutica Liliamaura Lima, de Rio Preto, a planta aveloz pertence à família das Euphorbiaceae e foi considerada tóxica pela seiva leitosa (látex) que produz. Há alguns anos vem sendo estudada por suas propriedades corrosivas, porém eficazes quando aplicadas em verrugas ou em tumores de pele, pois é extremamente irritante.

Atualmente, algumas pesquisas estão avaliando os resultados da planta no combate ao câncer. A esclerose múltipla afeta a vida de milhões de pessoas ao redor do mundo. Dentre os portadores mais conhecidos no Brasil está o músico João Carlos Martins, que perdeu diversos dos seus movimentos desde que foi afetado pela doença. A esclerose afeta o sistema nervoso central, com ativação de elementos do sistema imunológico do paciente contra suas próprias estruturas.

Diagnóstico precoce reduz sequelas

Desde o final da década de 1980, com o avanço da ressonância magnética, e início dos anos 1990, com a descoberta dos tratamentos com interferons e acetatos de glatiramer, o diagnóstico e tratamento da esclerose múltipla avançou muito. Com isso, os pacientes são diagnosticados cada vez mais cedo e a primeira fase da doença – a inflamação – é controlada parcialmente.

O que falta, no entanto, são mecanismos de tratamento mais abrangentes e com menos efeitos colaterais, grandes vilões dos medicamentos atuais.

Atualmente, um dos medicamentos mais usados para controlar a doença é um imunomodulador, também chamado de betainterferona, que ajuda a reduzir os surtos e a retardar a evolução da incapacidade neurológica. E quando administrado logo que descoberta a esclerose, ajuda a reduzir a frequência e intensidade dos surtos, que são déficits neurológicos agudos, comuns na fase inicial da doença.

“O diagnóstico precoce está ligado ao tratamento precoce, o que permite reduzir a incidência de sequelas e melhorar o controle da doença”, afirma o neurologista Roberto Carneiro de Oliveira, do Hospital São Luiz, em São Paulo.

No entanto, o especialista alerta para o fato desse diagnóstico não ser simples. “Os sintomas da esclerose múltipla são semelhantes aos de outras patologias neurológicas e, por isso, é preciso afastar todas as hipóteses antes de fechar um diagnóstico”, explica. Para tanto, são realizados diversos tipos de exames, como ressonância magnética e análise de alterações no líquor.

Fonte:

Classificações do AVC

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postado em 19 de junho de 2012

Muita gente não sabe, mas existem dois tipos de Acidente Vascular Cerebrall: o hemorrágico e o isquêmico, que é o tipo de AVC mais comum, presente em cerca de 80% dos casos.

O AVC isquêmico ou hemorrágico é uma doença caracterizada pela obstrução ou ruptura nas artérias responsáveis pela distribuição de sangue no cérebro. Os principais sintomas são perda abrupta da força, do equilíbrio ou da sensibilidade em uma das metades do corpo e dificuldades de fala ou de compreensão.

Quanto mais cedo o paciente for socorrido e hospitalizado para ser tratado, maiores são as suas chances de sobrevivência. O primeiro passo é fazer a avaliação clínica e, em se confirmando a suspeita de AVC, é indicada a tomografia que irá avaliar se houve sangramento, obstrução dos vasos e sua extensão.

Sabe-se que as principais causas do AVC são predisposição familiar, hipertensão arterial, dislipidemia (aumento dos níveis de colesterol e triglicérides), diabetes, e o consumo de álcool e tabagismo.

Segundo o neurorradiologista intervencionista do Hospital São Luiz, dr. Michel Frudit, o grande avanço hoje no tratamento do AVC isquêmico é o uso de terapia endovenosa com trombolíticos, capazes de dissolver o coágulo, restaurando o fluxo de sangue no cérebro. “Esse tratamento tem maior capacidade quando administrado em até quatro horas e meia após o início dos sintomas”, afirma o médico.

Outra opção de tratamento é a desobstrução do vaso ocluído pela aplicação de injeção do trombolítico. “Pode-se também associar a remoção mecânica do coágulo por aspiração ou com dispositivos endovasculares projetados para esta finalidade com bons resultados”, detalha Fruidt.

A vantagem desta última opção, segundo ele, é que a técnica pode ser realizada em um tempo de ação superior às 4h30 da trombólise endovenosa, aumentando as chances de recuperação do paciente.

 

Você sabe o que é um aneurisma?

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postado em 29 de abril de 2012

Ele é formado a partir de uma dilatação da parede da artéria, que pode se expandir ou sangrar.

Confira o vídeo feito com o neurocirurgião Jorge Pagura, em que o médico explica os tratamentos e formas de prevenção:

 

O sono e a saúde

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postado em 29 de março de 2012

Diversas pesquisas comprovam que o excesso ou a falta de sono traz diversos prejuízos ao corpo humano. O estudo realizado mais recentemente, divulgado pelo presidente de cardiologia da Chicago Medical School, descobriu que os adultos que dormem menos de seis horas têm um risco duas vezes maior de sofrer um derrame ou ter um infarto e 1.6 maior de ter insuficiência cardíaca congestiva.

Já para quem exagera na quantidade de tempo passada debaixo dos lençóis, as chances de doença arterial coronariana são maiores, além de uma probabilidade duas vezes maior de ter dores no peito

Mas o equilíbrio entre as horas de sono proporciona diversos benefícios para a saúde:

Previne a obesidade

Durante o sono, nosso organismo produz a leptina, um hormônio capaz de controlar a sensação de saciedade – portanto, pessoas que tem dificuldades para dormir produzem menores quantidades desta substância.

Combate a hipertensão

A neurologista Rosa Hasan, do Hospital e Maternidade São Luiz, explica que a dificuldade em descansar durante a noite é equivalente a um estado de estresse, aumentando a atividade da adrenalina no corpo.

“Uma noite mal dormida deixa o organismo em estado de alerta, aumentando a pressão sanguínea durante a noite”, explica a especialista. Ela afirma que com o tempo essa alteração na pressão sanguínea se torna permanente, gerando a hipertensão.

Favorece o desempenho físico

 Quando dormimos profundamente e sem interrupções, nosso corpo começa a produzir o hormônio GH, responsável pelo nosso crescimento. Essa substância só começa a ser produzida aproximadamente meia hora após uma pessoa dormir – por conta disso, pessoas que tem o sono fragmentado sofrem dificuldades de sintetizar esse hormônio.

Previne depressão

As chances de a depressão comprometer a qualidade de vida de uma pessoa pode ser menor se ela dormir entre seis e nove horas por dia. Estudos mostraram que pessoas com o sono considerado “normal” – de seis a oito horas por noite – tiveram índices mais altos de qualidade de vida e níveis mais baixos de depressão quando comparados aos que dormiam pouco ou muito.

Também foi observado aqueles que dormem menos que seis e mais de nove horas por dia sofrem uma piora na qualidade de vida e índices de depressão mais altos.

Fonte: Portal Minha Vida

Saiba mais sobre hiperatividade

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postado em 9 de dezembro de 2011

A hiperatividade é uma doença genética que se não for tratada pode trazer insucesso acadêmico e profissional, além de mais propensão ao uso abusivo de substâncias químicas.

De acordo com nosso neuropediatra, Dr. Paulo Breines, quem sofre de hiperatividade
apresenta sintomas de falta de atenção e impulsividade.

“Pais e professores têm um papel importante no diagnóstico de uma criança hiperativa. Se ela não para quieta e por isso tem problemas de aprendizado, levando a um baixo rendimento escolar, é importante levá-la a um especialista”, explica Dr. Paulo.

Todas essas características somadas ao fator genético merecem ainda mais atenção. “Pesquisas mostram que 60 a 70% dos pais que têm hiperatividade têm um filho com a mesma patologia”, alerta o neuropediatra.

A hiperatividade não tem cura, mas se tratada pode ser controlada. “Quando a pessoa recebe o diagnóstico, fica mais fácil que ela se controle, tornando-se mais consciente de seus problemas e sabendo como enfrentá-los”, diz.

Caso a pessoa não tenha esse diagnóstico e não seja tratada, é possível que ela tenha insucesso academio ou profissional, baixa autoestima e propensão ao uso excessivo de substâncias químicas.

29 de outubro: Dia Mundial do AVC

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postado em 29 de outubro de 2011

Hoje é dia Mundial do AVC, doença que mais mata no Brasil desde 2006. Vários fatores de risco são comprovados na origem do Acidente Vascular Cerebral, explica o Dr. Roberto Carneiro de Oliveira, neurologista do Hospital e Maternidade São Luiz:

“O acidente vascular cerebral, acomete tanto homens quanto mulheres de todas as idades. Os principais fatores que levam à ocorrência da doença são a hipertensão, o diabetes, o tabagismo, a dislipidemia (colesterol e triglicérides alto) e o sedentarismo de uma forma geral. A maneira de se prevenir é controlando esses fatores de risco.  Alguns outros aspectos que não conseguimos mudar, como o aumento da idade e a herança familiar”, explica Dr. Roberto.

É importante que o paciente identifique logo de início os sintomas do AVC.  Perda de força de um membro ou de um lado do corpo, fala um pouco enrolada ou dificuldade para falar, alteração da visão, perda de um campo da visão e perda ou diminuição da sensibilidade de um lado do corpo são alguns desses sintomas.

Dr. Roberto explica que hoje em dia existe um tratamento que precisa ser realizado com rapidez na pessoa que começa a sentir qualquer sintoma do AVC.

“Nós temos até três horas do inicio do quadro para iniciar esse tratamento que tende a reverter a situação. Nesse período, o individuo tem que procurar o hospital, ser atendido pelo médico, fazer os exames e ser atendido por um neurologista que possa aplicar a medicação adequada para reverter esses sintomas. O Hospital e Maternidade São Luiz tem tido muito sucesso com esses pacientes que chegam precocemente ao hospital, nos quais a gente consegue fazer um tratamento que chama trombólise”, diz Dr. Carneiro.

Os sintomas da ansiedade

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postado em 8 de setembro de 2011

Ficar ansioso perante a uma situação nova, que gere medo ou insegurança é normal. A ansiedade tem mesmo a função de preparar o ser humano para reagir a este tipo de circunstância. Mas quando a ansiedade começa a dar sinais constantes e os sintomas começam a prejudicar o indivíduo, é hora de procurar ajuda.

Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) revelam que a ansiedade já se tornou um transtorno para mais de 10 milhões de pessoas, somente no Brasil.

Os sintomas da ansiedade podem ser físicos ou psíquicos.

Os sintomas físicos geralmente fazem com que algumas pessoas procurem ajuda médica para tratar aquele problema específico, sem nem imaginarem que estão passando por um quadro de ansiedade. Tal atitude leva a realizações exames que não acusam nenhuma causa orgânica. Em alguns casos, os indivíduos acabam desenvolvendo doenças como hipocondria.

Se você identificou um ou mais sintomas de ansiedade, fique atento às dicas do Blog do Hospital e Maternidade São Luiz. E não perca a palestra gratuita do Dr. Ivan Morão sobre ansiedade realizada no dia 15 de setembro. Saiba mais e inscreva-se aqui

Conheça a serotonina e suas funções no organismo

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postado em 11 de julho de 2011

O cérebro humano fascina os cientistas devido a sua complexibilidade: composto por diversos neurotransmissores, eles são responsáveis por permitir aos neurônios e outras células do corpo sinais importantes para que possamos cumprir as funções vitais.

Dentre os diversos neurotransmissores que existem, vale destacar a serotonina, que é produzida no tronco encefálico (região próxima a nuca) e desempenha um papel fundamental em muitas partes do organismo.

A neurologista do São Luiz, Dra Rosa Hasan, explicou em uma matéria ao site Minha Vida que ainda não foram descobertas todas as áreas de atuação dessa substância, mas que alguns estudos já apontam os lugares aonde esse neurotransmissor age, como por exemplo:

Enxaqueca: com o avanço da tecnologia médica descobriu-se que a serotonina exerce papel fundamental no controle da enxaqueca, pois ela é uma substância que regula as vias sensoriais do corpo (incluindo a dolorosa) e quando há redução dessa substância no corpo os estímulos também caem, o que leva a diminuição da dor.

Regulação do sono: a serotonina é responsável pelo estado de vigilância do nosso cérebro, criando em nosso consciente a sensação de alerta. Para conseguir um sono adequado, ela precisa estar regulada na primeira fase do sono, chamada de “sono lento”, e totalmente inibida no “sono REM”, quando adormecemos total e completamente.

Saciedade: com níveis normais de serotonina no corpo, o indivíduo se alimenta normalmente. Porém, com a diminuição do neurotransmissor, a tendência é que a pessoa passe a consumir mais doces e massas para se sentir satisfeita.

Depressão e outras alterações de humor: foi criada a crença de que a depressão é causada em diversas ocasiões por falta de serotonina no nosso organismo mas, na verdade, essa doença se manifesta quando a transmissão da substância não ocorre de maneira adequada. O mesmo valendo para outras alterações provenientes de humor, como ansiedade e irritabilidade.

Para ler a matéria completa, clique aqui

O que é a neuronavegação

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postado em 17 de junho de 2011

A neuronavegação neurológica é um procedimento feito no começo da cirurgia que auxilia o médico durante as operações, principalmente quando o local lesionado é pequeno e profundo.

 

Veja abaixo a explicação do neurocirurgião do Hospital São Luiz, Dr. Luiz Alcides Manreza, para os mini-programas no Discovery Home & Health.

 

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