Blog da Saúde

Faça do sal um aliado

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postado em 2 de Janeiro de 2013

Sal

Segundo o médico Dr. Celso Cukier, o maior perigo do consumo de sal estão em temperos prontos e alimentos industrializados.

“Quando compramos um alimento devemos sempre olhar a tabela nutricional contida nele. Muitas pessoas esquecem que sódio é sal, e passam o olho despercebidas nesse item na tabela”, alerta ele, que ressalta que o sódio deveria ser o primeiro a ser olhado ao comprarmos um alimento e esse, deveria estar destacado de modo a chamar a atenção de quem o compra.

Não é novidade que o sal causa muitos problemas para a nossa saúde. Pedras nos rins, insuficiência renal, hipertensão entre outras são algumas doenças relacionadas ao seu excesso no organismo.

Mas seria novidade saber que ele não é esse inimigo que todos falam e pode se tornar aliado da nossa saúde? Segundo o Dr. Celso Cukier, não podemos excluir o sal da nossa refeição. É só consumirmos a quantidade certa por dia que ele não fará mal. “O ideal é ingerir 2,3 mg por dia, o equivalente a 5 g. Nosso corpo precisa de sódio, mas claro que na medida certa”, afirma ele.

O médico orienta trocar o sal comum por sal light. Comidas japonesas, brasileiras e portuguesas são as que mais usam o sal. Ao fazer um bacalhau, por exemplo, dessalgue bem. Quando for comer culinária japonesa, prefira o shoyo light. Algumas mudanças no dia a dia podem fazer toda diferença para a saúde.

“Para 200 mg de sal é necessário ingerir 1 litro de água para, só depois de três dias, o corpo começar a eliminar essa quantidade”, explica o especialista. Ele também comenta que vegetais ricos em potássio e magnésio ajudam o nosso organismo a se proteger contra o excesso de sal.

“Devemos sempre nos regrar e ingerir a quantidade que o nosso corpo precisa. Tudo em excesso faz mal. Cuidar da saúde é cuidar do bem estar e da nossa qualidade de vida”, finaliza o médico.

 Fonte:

Você conhece os smart nutrients?

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postado em 7 de dezembro de 2012

Em uma época na qual as fontes estressoras do cotidiano só se multiplicam, cada vez mais o cérebro precisa alcançar uma estabilidade maior para que possamos viver com felicidade.

Para minimizar o estresse diário, temos os smart nutrients (em inglês, nutrientes inteligentes) – vitaminas, minerais, aminoácidos e gorduras que vêm apresentando uma ação positiva sobre os códigos de funcionamento do cérebro.

Eles estimulam as funções neurológicas, melhorando o humor, a memória e o estresse, e assim ajudam no tratamento de distúrbios emocionais.

Segundo o neurologista Dr. Andrea Bottoni, do Hospital e Maternidade São Luiz, “além de agirem no sistema nervoso central, os smart nutrients têm função antioxidante, protegendo as células contra efeitos danosos dos radicais livres”.

Os neurotransmissores são o meio pelo qual os neurônios cerebrais se comunicam e trabalham para garantir nossa “cota diária de felicidade”. Um dos maiores desafios do cérebro é modular sua ação, uma vez que estes causam alterações quando em excesso ou carência.

Os mais importantes deles são a serotonina, a noradrenalina e a dopamina. A primeira tem ainda mais destaque, pois é a ela principalmente que devemos nossa alegria e bem-estar.

Os smart nutrients aumentam os receptores desses neurotransmissores, auxiliando na prevenção do desgaste emocional. Confira alguns deles:

Vitamina C: essencial na formação de neurotransmissores como a dopamina e a noradrenalina, a ausência desse nutriente pode provocar ansiedade. Onde encontrar: laranja, goiaba etc.

Vitamina B3: utilizada no tratamento da ansiedade. Onde encontrar: amendoim, salmão etc.

Vitamina B6: Importante para regular a formação dos neurotransmissores. Quando há seu déficit no organismo, cai a formação de serotonina e dopamina. Onde encontrar: banana, feijão etc.

Lítio: estimula o prazer e o amor. É utilizado no tratamento de pessoas deprimidas. Onde encontrar: vegetais e água.

Triptofano: ajuda o organismo a construir a serotonina e é uma alternativa ao uso de antidepressivos. Onde encontrar: carnes, leites e ovos.

Fenilalanina: quando consumido em pouca quantidade, o nutriente melhora o humor. Onde encontrar: laticínios, chocolate, aveia e carne.

Importante destacar que, para que tenham o efeito desejado, esses nutrientes precisam ser parte de um estilo de vida saudável.

“Tomar suplementos vitamínicos não trará resultados se a pessoa ingerir uma quantia exagerada de carboidratos e gordura, for sedentária e fumante”, ressalta o especialista.

Como emagrecer de verdade e de forma saudável?

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postado em 9 de novembro de 2012

A maioria arrasadora do público feminino sempre quer estar alguns quilos mais magra do que atualmente, e para isso muitas vezes recorrem a métodos emagrecedores como shakes e barras de cereais, que podem ajudar no primeiro plano, mas não contribuem em nada para a saúde do corpo.

“Basear-se em itens industrializados com alegações de marketing emagrecedor é um grande erro. O ideal é consumir alimentos naturais e deixar os industrializados para situações de emergência, sempre procurando limitar sua quantidade”, alerta o nutrólogo Dr. Celso Cukier do Hospital e Maternidade São Luiz.

Muitos desses produtos, para compensar a baixa quantidade de calorias, trazem altas concentrações de açúcar, sódio e gordura que passam despercebidos pela maior parte das pessoas, que compram esses produtos sem se preocupar em olhar as informações nutricionais contidas no verso. Com isso, os consumidores acabam ingerindo nutrientes prejudiciais ao organismo sem perceber, ultrapassando muito a quantidade máxima diária recomendada.

“O rótulo é nosso principal aliado, mas faltam programas educacionais orientando como analisá-los”, explica. É preciso ficar atento principalmente às informações referentes a carboidratos, proteínas, gorduras, colesterol, fibra e sódio.

Barrinhas de cereais normalmente entram na sacola de muitas mulheres que pensam em emagrecer e levar uma vida mais saudável, evitando as frituras e entrando no mundo dos cereais. Mas elas, muitas vezes, estão enganadas diante da sua escolha. Para ficarem mais gostosas e atraentes muitas das barrinhas têm coberturas de chocolate, mousse de limão, mel, açúcar refinado entre outros alimentos.

Neste caso, o nutrólogo orienta a procurar frutas desidratadas (como damasco, ameixa, uva passa) e sementes oleaginosas (castanhas, amêndoas e nozes). Quanto mais evitar alimentos industrializados, melhor. Segundo o Dr. Celso Cukier, a ingestão de água ajuda a hidratar o corpo além dos diversos benefícios que proporciona à nossa saúde. Ela é indispensável na vida de qualquer pessoa.

“Outra cilada é a bolacha água e sal. Considerando que cada bolacha tem uma média de 30 calorias, quatro unidades equivalem ao mesmo valor calórico de um pão francês, mas com uma quantidade muito superior de gordura”, explica o nutrólogo.

Os “falsos” alimentos saudáveis não são proibidos. Se por ventura um dia você esquecer de preparar algo natural, não precisa evitar comer as barrinhas de cereais, mas tente ao máximo levar alimentos de casa ao invés de comprar os industrializados. “Já para perder peso, a receita é associar restrição calórica e atividade física”, finaliza Cukier.

Fonte

7 lanches para comer na ceia e dormir melhor

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postado em 8 de outubro de 2012

Evitar fazer refeições exageradas e muito gordurosas antes de dormir é uma recomendação que todo mundo conhece para melhorar o sono. Entretanto, o bom sono não depende apenas de proibições – alguns alimentos, quando consumidos na última refeição do dia, podem ajudar o nosso corpo a relaxar e dormir melhor, além de fazer muito bem à saúde.

Confira as recomendações dos especialistas e pare de revirar na cama durante a noite:

Fonte: Site Minha Vida

 

Para uma pele bronzeada

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postado em 18 de setembro de 2012

Grande parte das mulheres gosta de ter a pele bronzeada e, quando chega o verão, querem logo ir à praia pegar um sol. Mas a exposição aos raios UVA e UVB exige cuidado, então é válido investir em uma alimentação rica em betacaroteno, que auxilia a formação de melanina, um pigmento que além de fornecer uma coloração bonita para a pele, também a protege e prolonga o bronzeado.

“Legumes, frutas e verduras de cor alaranjada ou verde-escuro são ricos em betacaroteno, como abóbora, batata-doce, beterraba, cenoura, mamão, manga, agrião, brócolis, couve, espinafre e repolho”, conta a nutricionista Mirian Nogueira Martinez, do Hospital e Maternidade São Luiz.

Se quer ver resultados no tom da pele, é importante ingerir esse tipo de alimento aproximadamente 20 dias antes de tomar sol. “A exposição saudável ao sol é necessária para ativar a melanina, substância responsável pela coloração da pele”, ressalta a médica. O ideal é consumir de 15 a 25mg/dia de alimentos que contenham betacaroteno, o equivalente a mais ou menos duas cenouras e um mamão papaia.

Como tudo em excesso pode ser prejudicial, alimentos ricos em betacaroteno também podem conferir um aspecto alaranjado para a pele se forem consumidos em quantidades exageradas.

“Para saber se você está ingerindo a substância em excesso, olhe com atenção as palmas das mãos. Se estiverem amareladas, é sinal de acúmulo. Os carotenóides também tendem a se depositar em áreas mais oleosas do corpo, como a testa e as costas”, alerta Mirian. Para reverter a aparência, basta suspender o consumo dos alimentos carotenóides e o efeito sumirá com o tempo.

Uma alimentação balanceada é fundamental para manter o corpo saudável por dentro e por fora, “assim como tomar todos os cuidados com a exposição solar, como os horários adequados e tempo de exposição, além do uso de filtro solar com reaplicação. Mais importante que o bronzeado é a saúde de sua pele” conclui a nutricionista.

 Fonte

Tratando o colesterol das crianças

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postado em 3 de setembro de 2012

Como anda o colesterol do seu filho? Nos últimos tempos, doenças até então consideradas de adultos estão se manifestando cada vez mais cedo nas crianças. Diabetes, hipertensão e, principalmente, o colesterol alto estão entre elas. Além de uma alimentação inadequada e falta de atividade física, a genética também é um dos fatores responsáveis por esse desequilíbrio.

Tanto que a recomendação médica para os filhos de pais com colesterol alto é passar por um check-up já aos 2 anos. Em alguns casos, quando a alteração é grave e não é possível controlá-la de outro jeito, é necessário o uso de medicamentos.

Um levantamento realizado pelo Ambulatório de Nutrição Clínica do Instituto Dante Pazzanese (SP), referência nacional em cardiologia, mostrou que cerca de 30% das crianças e adolescentes com histórico familiar de cardiopatias têm colesterol total elevado.

Algumas atitudes práticas ajudam a mudar esse cenário. “É preciso incentivar as crianças a fazer atividades físicas regulares e a comer alimentos mais nutritivos, com menos gorduras”, diz Luiz Eduardo Calliari, endocrinologista infantil do Hospital São Luiz.

Saem carnes vermelhas gordurosas, derivados de leite (em especial os integrais), bolacha recheada, sorvete de massa, frituras e embutidos. Entram azeite de oliva, cereais, leite desnatado, frutas, verduras e legumes. O mesmo deve acontecer na escola e você deve dar o exemplo.

Outro diagnóstico comum na infância é o HDL, o colesterol bom, abaixo do esperado. Ele é importante porque recolhe do sangue as sobras de colesterol, fazendo que não seja depositado nas nossas artérias; ajuda na formação da membrana celular e é base para formação de hormônios sexuais.

Essa alteração acontece porque as crianças hoje são mais sedentárias. O ideal é que seu filho faça atividade física todos os dias por pelo menos 50 minutos. Parece muito, mas pense como o tempo passa rápido quando ele está em uma partida de futebol. Se na sua casa não tem espaço, leve seu filho para andar de bicicleta ou inscreva-o em esportes que ele goste. O ideal não é fazer uma atividade intensa, mas, sim, prolongada.

Quem deve fazer o exame

• Todas as crianças, com mais de 4 anos, a cada 5 anos

• Aquelas cujos pais têm colesterol alterado antes dos 40 anos ou têm alguma outra doença (como diabetes, por exemplo) precisam fazer todo ano

• As obesas precisam repetir o exame a cada 4 meses

Como se preparar

• É um exame de sangue, mas seu filho precisa ficar 12 horas em jejum

• O ideal é fazer cedinho para a criança não ficar irritada

O que esperar

• O colesterol em crianças deve ser inferior à 170 mg/dL, o LDL abaixo de 100 e o HDL acima de 35

Veja dicas para ajudar as crianças a ter mais qualidade de vida:

– Estabeleça em casa um cardápio mais saudável, com fibras e menos gorduras e açúcares;

– Oriente quem cuida da criança a seguir suas recomendações;

– Elimine o refrigerante das refeições;

– Pizzas e sanduíches não devem fazer parte da rotina alimentar;

– O lanche da escola também deve ser nutritivo. Frutas, iogurtes e pães integrais são boas opções para substituir as frituras das cantinas;

– Incentive a atividade física. “Não basta matricular a criança numa aula de tênis uma vez por semana. Estimule a prática de exercícios regulares, se possível ao ar livre, como uma caminhada ou um passeio de bicicleta no parque”, diz Luiz Eduardo.

Fonte

Dia do Nutricionista

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postado em 31 de agosto de 2012

Você sabe o que um nutricionista faz?

Esse profissional precisa garantir a qualidade, sabor e a apresentação da refeição oferecida aos pacientes, colaboradores, médicos e acompanhantes que passam pelo hospital. Essa garantia começa desde a escolha dos fornecedores das matérias primas até a refeição servida.

Quando um paciente é internado, o nutricionista realiza sua triagem nutricional, para se  certificar de quais alimentos possibilitarão uma reabilitação mais rápida.

Ele também adequa os hábitos alimentares do paciente à prescrição médica e às suas condições, além de orientar a ele e sua família sobre os cuidados alimentares que precisam ser tomados após a alta médica.

O nutricionista deve trabalhar em conjunto com médicos, independente da especialidade, sempre pensando na recuperação do paciente, e em conjunto com a equipe multidisciplinar.

Pacientes que estão em risco nutricional, com baixa aceitação alimentar ou desnutridos são os casos que mais exigem a atenção desse profissional, principalmente quando o paciente é uma criança, idoso ou gestante de alto risco

Quais são os requisitos necessários para que um nutricionista trabalhe em um hospital?

Segundo Adriana Mesquita, chefe de Nutrição do Hospital e Maternidade São Luiz, além da qualificação técnica e graduação no curso de Nutrição, o profissional precisa realizar uma atualização contínua.

“Além das competências técnicas, esse profissional precisa gostar do que faz, gostar de atender, saber ouvir o paciente e buscar encantá-lo sempre, além de ter um forte senso de compaixão pelo próximo”, explica.

Parabéns pelo seu dia!

Lavando de forma correta as frutas e legumes

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postado em 12 de julho de 2012

Quer aprender qual é a melhor forma de higienizar os alimentos que você vai consumir? A doutora Mirian Nogueira, nutricionista do Hospital São Luiz, explica o procedimento passo a passo e responde a algumas dúvidas sobre o que se pode usar nessa tarefa sem prejudicar a saúde.

Como devem ser lavadas as frutas, legumes e verduras?

“A primeira coisa a se fazer é selecionar os vegetais: escolher as folhas, uma a uma, retirando as estragadas; retirar as folhas externas de vegetais com intuito de reduzir a carga de agrotóxicos; lavar folha por folha em água tratada, tirando a terra e as sujeiras com as mãos e retirar a casca se possível (após cloração), pois boa parte do agrotóxico concentra-se nesta parte externa.

Feito isso, lave bem as verduras com água corrente. O uso de escovinha só é indicado caso haja sujidades muito difíceis de ser retiradas, mas atenção, cuidado com a higienização da mesma, pois ela também pode ser um foco de contaminação. O melhor mesmo é utilizar as mãos para retirar estas sujidades.

Faça uma solução com água sanitária: uma colher de chá para um litro de água. Deixe de molho por 15 minutos.

Para as folhas e frutas rasteiras que serão consumidas com casca, lave novamente e ponha os vegetais em uma solução de água com bicarbonato de sódio. Uma colher de bicarbonato para um litro de água. Deixe de molho de 20 a 30 minutos. Esse é o tempo suficiente para minimizar a presença dos agrotóxicos. A seguir, esses vegetais podem ser lavados e consumidos.

Segundo técnicos da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, o bicarbonato elimina de 80% a 90% do agrotóxico das verduras”.

Posso usar água sanitária? Qual deve ser a proporção? Por quanto tempo?

“Os vegetais devem ser imersos em 1 litro de água com 1 colher de sopa de água sanitária (hipoclorito de sódio), por 15 minutos. Após feito isso, lave-as com água corrente. O cloro mata a maioria das larvas e bactérias, sendo uma opção mais segura. Porém, o cheiro residual do cloro pode permanecer nos alimentos, apesar da lavagem com água corrente”.

O vinagre também pode ser usado na higienização de frutas, verduras e legumes?

“Pode ser utilizada uma solução de vinagre com duas colheres de sopa de vinagre para cada litro de água. Daí é só deixar as verduras e as frutas mergulhadas neste preparado por 30 minutos. Se existirem larvas vivas, o vinagre não vai matá-las, mas faz com que se soltem das folhas, portanto, os outros processos de higienização tem que ser realizados após”.

Qual a melhor maneira de preservar ao máximo os ingredientes?

“Os vegetais in natura podem ser conservados por um prazo de quatro a oito dias em geladeira, em temperatura entre 0°C e 10°C. Para evitar que os alimentos “queimem” com a refrigeração ou que estraguem rapidamente, é importante respeitar o espaçamento mínimo necessário que garanta a circulação de ar (10cm) ao redor do alimento).

Caso os produtos sejam guardados já higienizados, retire toda a água possível e armazene em sacos transparentes separando os gêneros, evitando que fiquem acumulados, pois os vegetais são bastante sensíveis e este contato pode danificar sua superfície. A umidade propicia maior deterioração dos vegetais”.

É verdade que deixar frutas, legumes e verduras de molho em água com água oxigenada (10 volumes) por meia hora esteriliza os vegetais e não faz mal à saúde, como o cloro?

“A água oxigenada pode ser utilizada na concentração 1 medida de colher de sopa com água oxigenada 10 volumes para 1 litro de água potável e deixar de molho por 20 minutos e, assim como no processo com o cloro, os vegetais devem ser enxaguados para retirada de resíduos.

Sua eficácia não abrange a eliminação de esporos, enquanto o cloro sim. O que fazemos com estes processos é sanitizar os alimentos e não esterilizar, visto que não conseguimos eliminar 100¨% dos microrganismos”.

Quais os riscos para a minha saúde se eu lavar os alimentos apenas em água corrente?

“Os riscos estão relacionados à presença de microrganismos que, independente do produto ser orgânico ou não, podem ser transmitidos no cultivo, transporte, armazenamento e/ou manipulação.

Para alimentos que passarão pelo processo de cocção, o risco é sensivelmente diminuído, pois o processo térmico elimina os microrganismos nocivos. Portanto, a maneira mais segura é realizamos a sanitização de todo alimento in natura que venhamos à consumir”.

Fonte: Chris Flores

Anemia, não!

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postado em 5 de julho de 2012

O nutrólogo Celso Cukier, do Hospital São Luiz, explica que sua cura só é possível de ser revertida com a alimentação quando é fraca. “Caso seja uma anemia grave, a dieta deve ser completada com suplementos”, diz.

O tipo mais comum de anemia é a ferropriva, causada pela ingestão insuficiente ou má absorção de ferro. O déficit desse nutriente impede a formação da hemoglobina e da mioglobina, que são duas proteínas presentes no sangue e responsáveis pelo transporte de oxigênio – sendo que a mioglobina transporta oxigênio apenas para nossos músculos. Isso fará com que o organismo não tenha oxigênio suficiente para completar as funções vitais.

Quer se prevenir? Confira abaixo os nutrientes que participam do combate a essa doença e outros que devem ser consumidos com cautela:

Vitamina A: encontrada nos alimentos alaranjados ou verde-escuros e vísceras, ela é um importante coadjuvante no combate a anemia.

Ácido fólico para anemia megaloblástica: essenciais para a formação dos glóbulos vermelhos e para o transporte e armazenamento do sangue. Quando não ingerimos quantidades adequadas de folatos, nossa síntese do DNA, consequentemente dos glóbulos vermelhos, é danificada.

Vitamina B12: a falta desse nutriente ocasiona danos ao metabolismo do folato e o resultado é o que lemos anteriormente – a produção de glóbulos vermelhos e o transporte de oxigênio ficam prejudicados.

Vitamina C: presente nas frutas e verduras em geral, ela auxilia na absorção e mobilização do ferro armazenado.

Consumo de alimentos amargos ou que possuam cobre e zinco também ajudam a evitar a deficiência de ferro no sangue.

Você já tem anemia? Evite:

Cálcio: o ideal é, durante o período de anemia, evitar consumo excessivo de leite, queijo, iogurte, entre outras fontes de cálcio, na mesma refeição rica em ferro. Isso porque ingerir cerca de 300mg (a recomendação diária é de 1000mg) de cálcio acompanhado de uma fonte de ferro não heme pode diminuir a absorção deste em 50 a 60%.

Fibras, taninos e fitatos: o consumo em maior quantidade de fibras pode diminuir a absorção do ferro. Já os taninos e fitatos são compostos químicos que se combinam ao ferro, tornando-o insolúvel, impedindo sua absorção. Evite o consumo excessivo de fibras – como pães e massas integrais -, café, chá preto ou chá mate na mesma refeição rica em ferro.

Fonte: Vida e Saúde

Alimentos que ajudam na perda de peso

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postado em 18 de junho de 2012

Um dos principais conselhos dados para quem deseja emagrecer é substituir alimentos consumidos no dia a dia por versões menos calóricas. Mas o que substituir? A nutricionista Maria Cláudia dos Santos dá algumas dicas de alimentos que podem facilitar a perda de peso.

Macarrão japonês

O itokonnyaku é um tipo de macarrão utilizado na culinária japonesa, cuja base é a raiz de um tubérculo chamado Konjac. Ele possui uma aparência gelatinosa, chegando a ser transparente e é composto por 97% de água e 3% de glaucomannan.

A diferença calórica com o macarrão tradicional é gritante: “a versão utilizada na culinária brasileira tem aproximadamente 109 Kcal a cada 100 g, enquanto o itokonnyaku possui 10 Kcal a cada 200 g”.

Feijão branco

Ele possui uma proteína chamada faseolamina, que segundo algumas pesquisas possui a característica de reduzir o processo de digestão de carboidratos em 20%. Porém, essa facilidade só está presente no consumo do feijão cru em forma de farinha.

A profissional recomenda consumir a farinha de feijão branco da seguinte forma: 1 g por dia, dividida em duas refeições. “Dilua uma colher pequena rasa em água e beba uma hora antes das refeições”, indica.

Alfarroba

Ela é a mais nova resposta para as necessidades das chocólatras. “O mais novo substituto se difere do doce pela sua composição em termos de gorduras e açúcares: o cacau tem 23% de gordura e 5% de açúcares, enquanto a alfarroba possui 0,7% de gordura e alto teor de açúcar, de 38 a 45%”, explica.

Além da diferença dos nutrientes, a alfarroba é composta de outros nutrientes como vitaminas B1, B2, vitamina A e Niacina e não possui substancias alergênicas, lactose, glúten e açúcares. Ela não chega a ajudar diretamente na perda de peso, mas pode ser um substituto para quem não resiste a uma barra de chocolate.

Fonte: Daquidali

Ps: Você conhece outros alimentos que também ajudam na perda de peso?

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