Blog da Saúde

A importância da presença dos pais para os bebês prematuros

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postado em 3 de novembro de 2011

Pesquisas comprovam: é super importante a presença constante dos pais após o nascimento de bebês prematuros, principalmente no hospital. Alguns procedimentos podem diminuir as dores dessas crianças e auxiliar no desenvolvimento da produção de sons.

De acordo com um estudo canadense, amamentar o bebê prematuro durante procedimentos de dor, como uma coleta de sangue, pode reduzir a o desconforto da criança em até 80%. A neonatologista do Hospital e Maternidade São Luiz, Dra. Graziela Del Ben, explica que o leite materno conforta o bebê. “O contato com o corpo da mãe ajuda a manter a temperatura corpórea. Além disso, ao sugar o leite, ocorre um aumento da glicemia do sangue do bebê, o que traz mais conforto. A respiração melhora e a frequência cardíaca se acalma, fatores que ajudam a aliviar a dor”, explica.

Além da amamentação, a posição conhecida como “canguru” também ajuda a diminuir a dor nos prematuros. Ela permite o contato pele a pele entre a mãe e o bebê. Para tanto, a criança deve estar só de fralda e a mãe com uma camisola aberta, sem sutiã para encaixar o filho na posição vertical entre os seios. Depois, mãe e filho são envolvidos por um lençol para manter a temperatura do corpo.

Outro fato curioso foi destacado por cientistas americanos que analisaram o comportamento auditivo e a fala de bebês prematuros. De acordo com os pesquisadores, quanto mais os bebês ouviam a voz de seus pais, mais sons eles produziam, principalmente quando os pais estavam por perto.

 Fonte

De onde vêm os bebês?

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postado em 27 de outubro de 2011

Quando os pais menos esperam, surgem as temidas perguntas sobre sexo: de onde vêm os bebês? O que é sexo? Para o que serve a camisinha?

E aí? O que fazer nessa hora?

Dr. Marcelo Reibscheid, pediatra do Hospital e Maternidade São Luiz, explica que esse tipo de assunto não deve partir dos pais. “Responda apenas o que for questionado, na medida em que a curiosidade do seu filho aparece e de forma que seja satisfatória a ele”, diz.

Tente entender o que a criança sabe sobre sexo para que as informações sejam passadas de maneira clara e de acordo com os valores da família. “Pergunte o que ele sabe sobre o assunto e onde aprendeu. Agir de forma natural ajuda a criar uma relação de confiança e garante segurança para o filho”, alerta Dr. Marcelo.

Se seu filho perguntar sobre preservativos, explique que ele protege contra doenças sexualmente transmissíveis e gravidez. “É importante que a criança saiba que a gravidez surge de uma relação íntima sem proteção e que pode ser evitada. Mas nem pense em aproveitar o momento para sermões, isso pode confundi-lo”, explica o pediatra.

Não é porque a criança falou sobre sexo que está pensando em praticá-lo. Não há motivos para se preocupar. A infância é uma fase de descobertas, e contos da carochinha como cegonhas e sementinhas não preparam seu filho para a vida. A verdade é sempre o melhor caminho.

Dr. Marcelo explica ainda que muitas vezes este é um assunto muito mais delicado para os adultos do que para as crianças. Por isso, se seu filho fizer a mesma pergunta várias vezes, não demonstre irritação. Repita a explicação quantas vezes forem necessárias. Se ela continua perguntando, é porque ainda está com dúvidas.

 

É hora de dormir!

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postado em 24 de outubro de 2011

Você sempre ouviu falar que uma boa noite de sono é fundamental para o crescimento da criança, não é mesmo? É nessa hora que o GH, hormônio do crescimento, age no organismo. Mas você sabia que uma noite bem dormida ajuda também a prevenir a obesidade infantil?

Pesquisadores australianos realizaram um estudo com 2 mil jovens entre 9 e 16 anos, que mostra que dormir cedo ajuda a manter a forma e a disposição. As crianças foram acompanhadas durante quatro dias por cientistas da Universidade da Austrália do Sul. A pesquisa comparou o peso delas e como usavam o tempo livre. Foi percebido que, jovens que foram para a cama tarde da noite, aumentaram em 1,5 a chance de se tornarem obesos.

Dr. Marcelo Reibscheid, pediatra do Hospital e Maternidade São Luiz, confirma o resultado da pesquisa: “É extremamente importante que as crianças tenham o hábito de dormir cedo. Este costume deverá ser criado já nos bebês. Estudos demonstram que crianças que dormem até às 21 horas, apresentam melhor rendimento em todas as tarefas, seja na parte de aprendizado ou em tarefas motoras”, explica.

Além do bom rendimento, crianças que dormem mais cedo têm menores chances de, já na vida adulta, desenvolverem doenças como diabetes e hipertensão. “Grande parte de todo esse processo se dá pelo aproveitamento do Hormônio do Crescimento (GH)”, diz Dr. Marcelo.

O pediatra explica também que quem dorme mais tarde come mais e, normalmente, mais besteiras. Ao acordar, como dormiu pouco, acaba não tendo forças ou vontade de fazer atividades físicas, brincar e correr.

O tempo certo de sono varia com a faixa etária: “Crianças até 18 meses devem dormir de 8 a 12 horas noturnas, com uma ou duas sonecas durante o dia. Já as crianças acima dos 18 meses perdem essa obrigatoriedade da soneca e devem dormir entre 8h e 12h noturnas”, explica Dr. Marcelo.

De acordo com ele, é muito importante que os pais criem o hábito precoce na criança de ir ainda acordada para o berço, e sempre no mesmo horário. “É fundamental mostrar para a criança que a hora do sono é só mais um momento do dia e não uma hora para separação”, diz.

“É importante que a criança tenha um porto seguro. O ideal é que elas durmam sempre no mesmo lugar. Se for um bebê, os pais podem colocar no berço um móbile, um paninho, um brinquedinho, ou até uma peça de roupa dos pais. Os maiores podem dormir com um bichinho. É importante que ela tenha os objetos dela por perto. Assim, se ela acordar no meio da noite, olhará para o lado e se sentirá segura”, complementa Dr. Marcelo.

 

As assaduras podem estar prejudicando o sono do seu bebê

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postado em 21 de outubro de 2011

Nos primeiros meses de vida do bebê, é muito comum a aparição de assaduras. O quadro faz com que a criança fique irritada, o que acaba prejudicando o sono e alimentação dela.

As assaduras acontecem quando a camada de proteção natural da pele, que no caso dos bebês é muito sensível, sofre um desgaste mais intenso. “Isso causa vermelhidão, ardência e deixa a pele indefesa contra a proliferação de fungos e bactérias”, informa a pediatra do Hospital e Maternidade São Luiz, Dra. Camila Lima Reibscheid.

Ter atenção com a higienização da criança, principalmente nas dobrinhas do corpo, e a cautela com a hidratação da pele são medidas que ajudam a livrar seu filho das assaduras.

Não é preciso dar banho no bebê a cada troca de fralda. Usar o algodão com água morna é o jeito mais indicado para limpar a pele sem causar irritações. “Apenas quando o bebê se suja muito com as fezes é necessário o uso de sabão. E é importante não esfregar a pele do bebê com muita força, já que isso pode irritar a pele e provocar assaduras”, diz a pediatra.

Além disso, Dra. Camila alerta que é importante optar sempre pelo sabonete neutro para o bebê. Os outros produtos podem causar irritações na pele e aumentar as chances de assaduras. “Muito sabão tira a pequena camada de óleo que serve como proteção para a pele do bebê”, explica. O lenço umedecido, por sua vez, só deve ser usado em situações inesperadas, já que o perfume pode causar reações alérgicas na criança.

 

Catapora – Origem, sintomas e cuidados

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postado em 14 de outubro de 2011

A catapora começa a se manifestar com uma febre e chega acompanhada de vesículas, pintas vermelhas com líquido, que se espalham pelo corpo, mais acentuadamente no tronco, abdômen, couro cabeludo e rosto.

O contágio acontece por gotículas que saem da boca quando se fala muito próximo da outra pessoa ou pelo contato com as lesões que aparecem na pele, segundo Marco Aurélio Safadi, médico coordenador da infectologia pediátrica do Hospital e Maternidade São Luiz.

O maior problema, ainda segundo o especialista, é que a transmissão da doença acontece por um longo período, visto que começa dois dias antes de estourar as lesões pelo corpo e vai até que elas sequem totalmente. No total, o perigo do contágio pode atingir cerca de 10 dias. “Antes de saber que está infectado, o enfermo já está transmitindo involuntariamente, sem saber”, afirma.

Normalmente, a catapora é benigna, mas se a pessoa infectada estiver com baixa imunidade por conta de outras enfermidades, como câncer e diabetes, a doença pode alcançar complicações mais sérias e levar até mesmo ao óbito. “É raro isto acontecer, mas não impossível”, tranquiliza o Dr. Marco Aurélio. O tratamento é basicamente amenizar os sintomas, como a febre e evitar complicações da doença, como manter a pele limpa e as unhas aparadas para evitar as infecções secundárias de pele por conta da coceira.

A vacina preventiva pode ser aplicada após um ano de idade, mas não é distribuída gratuitamente pelos órgãos públicos, exceto quando ocorrem um ou dois casos de catapora numa mesma escola ou creche, aí promove-se a vacinação de bloqueio e controle de surtos para evitar a proliferação da doença.

A catapora só acontece uma vez na vida, mas há uma patologia semelhante que aparece na fase adulta que pode ser confundida com a doença. “O vírus da catapora é de uma “família” de vírus que fica latente no organismo. Quando há baixa da imunidade, um dos vírus da “família” se reativa e manifesta-se como herpes zoster, mais conhecido como cobreiro, que ataca, geralmente, nas mesmas partes que a catapora. Por isto a confusão”, esclarece o infectologista pediátrico do Hospital São Luiz.

 

Saiba mais sobre as “dores de crescimento”

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postado em 13 de outubro de 2011

As chamadas dores de crescimento atingem 25% das crianças entre 5 e 10 anos incidência equilibrada entre os sexos. As dores não possuem causa conhecidas e não há consenso entre os especialistas sobre o tema, mas os país devem ficar atentos à elas.

De acordo com o Dr. Marcelo Reibscheid, pediatra do Hospital e Maternidade São Luiz, algumas crianças não conseguem localizar a dor, ou então relatam um caráter itinerante, ou seja, cada dia em um lugar diferente. As mãos e os braços são raramente acometidos.

A queixa de dor nas pernas pode ocorrer na infância e geralmente se localiza nas coxas, pernas e pés. Pode ser fraca ou muito forte, mas não impede que a criança ande ou corra assim que a dor passe.

Em geral, as dores de crescimento não interferem nas atividades diárias e duram no máximo algumas horas. São mais frequentes ao final do dia, principalmente após a prática de exercícios físicos. As massagens no local da dor, compressas e alongamentos podem ser o melhor remédio.

“Importante ressaltar que essas dores não acompanham inchaço ou febre. A presença desses sintomas pode indicar outra doença. O ideal é consultar o pediatra para que não haja erros no diagnóstico e evitar sempre a automedicação”, alerta Reibscheid.

Explicar para as crianças que o incômodo é normal e passageiro contribui para que fatores emocionais não agravem o problema. O carinho dos pais nessa hora é fundamental para aliviar os sintomas.

 

Combatendo a depressão infantil

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postado em 5 de agosto de 2011

A depressão é um mal que imaginamos estar relacionado apenas ao público adulto, mas infelizmente as crianças podem ser atingidas. Uma mudança brusca na rotina dos pequenos, como nascimento de um (a) irmãozinho (a), troca de escola ou separação dos pais pode desencadear a doença.

O Dr. Marcelo Reibscheid, pediatra do Hospital e Maternidade São Luiz, esteve presente no programa Manhã Maior, na Rede TV, e participou de um debate sobre depressão infantil: suas causas, sintomas e formas de tratamento.

Assista ao quadro:

São Luiz na Semana Mundial de Aleitamento Materno

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postado em 29 de julho de 2011

A importância do aleitamento é conhecida por boa parte da população: ajuda a desenvolver a criança, aprofunda o vínculo entre a mãe e o bebê e auxilia a mulher na perda do peso conquistado durante a gestação.

Com o intuito de continuar promovendo essa prática, a WABA (Aliança Mundial do Ato da Amamentação, em inglês) lança a cada ano uma campanha internacional para celebrar e incentivar essa forma de carinho. Em apoio a essa manifestação, o Hospital e Maternidade São Luiz organizou entre os dias 1 e 6 de  agosto uma programação dedicada ao tema.

“Nosso compromisso deste ano é mostrar como é importante é usar a comunicação para envolver a sociedade no incentivo ao aleitamento materno, atitude primordial para o desenvolvimento saudável da criança desde o momento do nascimento”, afirma a coordenadora médica da maternidade do Hospital São Luiz, Dra. Márcia Maria da Costa.

A abertura do evento será realizada no auditório do Grupo de Apoio ao Aleitamento Materno (GAAM), às 14h. Em seguida, haverá uma conferência da pediatra especialista em Nutrologia Pediátrica da dra. Lélia Cardamone Gouvêa, onde o público poderá interagir durante uma mesa redonda da qual participarão a diretora de redação da revista Crescer, Paula Perim, e a coordenadora dos serviços prestados pelo GAAM, enfermeira Márcia Regina da Silva.

Ao longo da semana, uma equipe comporta por profissionais da enfermagem visitará os quartos das novas mães, explicando sobre amamentação e distribuindo folders informativos.  No último dia do evento, 06 de agosto, o São Luiz irá promover uma passeata aberta ao público dentro do Parque do Povo, em São Paulo, que começará às 9h30.

Diabetes na sala de aula

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postado em 22 de julho de 2011

O diabetes é uma doença que exige atenção e, na maioria das vezes, uma rotina diária voltada para seu tratamento. Esse cuidado aumenta quando o paciente em questão é uma criança, que precisa se adaptar desde cedo a esse novo estilo de vida e por vezes encontra na escola o seu primeiro grande desafio.

Segundo o Dr. Luís Calliari, responsável pelo Serviço de Endocrinologia Pediátrica do Hospital São Luiz, muitas vezes o maior problema enfrentado pelos pequenos é a falta de informação do corpo escolar a respeito do que é diabetes e seus sintomas: “Além disto, há a dificuldade de obtenção de alimentação adequada e da realização de procedimentos necessários à rotina do aluno com diabetes, como aplicação de insulina e medida de glicemia capilar”, diz o médico, em entrevista para o Portal Diabetes.

Relação com os colegas: segundo Calliari, a maioria das crianças se sente confortável em dividir com o resto da classe a sua rotina médica. Mas deve-se respeitar o seu desejo caso ela prefira adotar uma postura mais reservada sobre o assunto. Na maioria dos casos os pais não precisam temer alguma reação hostil: a diabetes é aceita pela maioria dos alunos e dificilmente o paciente sofre algum tipo de preconceito.

Informação: é importante fornecer aos responsáveis da escola todas as orientações básicas a respeito da diabetes, como aplicações, monitorização e alimentação: “a hipoglicemia deve ser detalhadamente orientada – quais os sintomas, como confirmar, como tratar”, completa.

Exercícios: Calliari orienta que a prática de atividade física dever evitada quando a glicemia estiver muito alta (superior a 250 mg/dl) ou muito baixa (inferior a 60 mg/dl). O médico também recomenda que a criança coma algum carboidrato antes da prática esportiva e que sejam evitadas atividades muito prolongadas

Alimentação: “Não é preciso que o aluno com diabetes leve o lanche preparado em sua própria casa, desde que a escola forneça um lanche balanceado, saudável e com opções sem carboidratos de absorção rápida, ou que a cantina tenha estes alimentos no seu cardápio,” explica o endocrinologista.

Também é importante que a criança leve diariamente à escola um “kit diabetes”  contendo aplicadores de insulina e alimentos de fácil absorção para o caso de uma crise de hipoglicemia.

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Cuidados para proteger as crianças no inverno

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postado em 13 de julho de 2011

A estação mais fria do ano faz com que as pessoas passem mais tempo em lugares  fechados, aumentando a incidência de doenças contraídas pelo ar, principalmente no caso das crianças. “É a época que chamamos de período sazonal de favorecimento para infecções do sistema respiratório”, alerta a pediatra Eliane Enriques Alfani, do Hospital São Luiz, em uma matéria publicada no blog Toda Moderna.

A especialista alerta para as situações em que os pequenos estão mais expostos ao contágio e dá dicas que ajudam a diminuir a chance delas ficarem de cama:

Atenção com a escola: a maioria dos casos de gripe acontece na escola, lugar onde os pequenos passam a maior parte do dia. “O contato com apenas um indivíduo adoentado é a principal causa do contágio de gripes”, diz a pediatra.

Mofo: é no inverno que fazemos uma revolução no nosso guarda-roupa e “desencavamos” casacos e mantas que não eram usados há um bom tempo e que na maioria das vezes acumulam poeira e ácaro. A dica é que, ao menor sinal de tempo frio, separar todas as peças que serão usadas nessa estação e lavá-las, removendo toda a sujeira acumulada.

Alimentação: refeições ricas e balanceadas, que contenham proteínas, carnes, ovos, queijos, legumes e verduras devem ser presença obrigatória nessa época do ano, pois ajudam a fortalecer o sistema imunológico das crianças. “É importante buscar os nutrientes em alimentos naturais e variados para não ficar só nas guloseimas industrializadas que, além de pouco nutritivas, também são calóricas”, acrescenta a médica.

Vacinação: a partir dos seis anos, as crianças já podem receber a vacina contra o vírus influenza, o maior causador da gripe, o que é bastante recomendado pelos médicos: segundo estudos realizados pela Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), os casos de complicações respiratórias, como pneumonia, aumentaram entre crianças de seis meses a 5 anos de idade.

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