Blog da Saúde

De onde vêm as cólicas dos bebês?

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postado em 12 de Janeiro de 2016

As indesejadas cólicas costumam ser um grande incômodo nos primeiros meses de vida de muitos bebês. A enfermeira e supervisora da UTI Neonatal do Hospital e Maternidade São Luiz Itaim, Talita Magalhães, explica quais são as possíveis causas dessas dores abdominais em recém-nascidos e o que as mães podem fazer para evita-las ainda durante a gestação:

Baby crying
Por que os bebês têm cólica?
O sistema digestivo dos bebês ainda é imaturo. Por isso, reações a algumas substâncias do leite materno ou artificial podem resultar em dores na região abdominal.

Qualquer bebê está suscetível a sentir cólicas?
Não se sabe ao certo porque alguns bebês são mais suscetíveis a sentir cólicas do que outros. A cólica acomete meninos e meninas, tanto amamentadas no peito como na mamadeira.

Os hábitos da mulher durante a gestação influenciam na intensidade de cólicas do bebê?
O consumo de alguns alimentos durante a gravidez, geralmente os que provocam gases, podem predispor o bebê a ter cólicas. Por isso, recomenda-se evitar leite chocolate, brócolis, couve-flor, repolho, feijão, cebola e comidas apimentadas. Estudos afirmam também que o consumo de tabaco na gravidez ou o próprio convívio com fumantes podem predispor o bebê ao problema, além de outros danos já conhecidos.

Quais sinais indicam que o bebê está com cólica?
Choro intenso, encolhimento das perninhas e eliminação de gases durante o choro são os sinais mais comuns de cólica.

Massagens ajudam a aliviar o desconforto do bebê?
Deitar a criança de barriga para cima e massagear suavemente a região abdominal com movimentos circulares em sentido horário costumam ser suficiente para resolver o problema. Aquecer a barriga do bebê durante a massagem também é eficaz. O uso de medicamentos é recomendado apenas com indicação do pediatra.

Confira quais são as doenças de inverno mais comuns na infância

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postado em 3 de julho de 2015

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Gripe, resfriado, otite e dor de garganta. Essas são apenas algumas das patologias comuns nesta época do ano, principalmente entre as crianças – mais vulneráveis às chamadas doenças de inverno.

“As mudanças bruscas de temperatura somadas à baixa umidade e ao acúmulo de poluição favorecem a proliferação de vírus e bactérias responsáveis pelas doenças respiratórias. Por isso o número de casos de gripe, sinusite e bronquite é maior nesta estação”, diz Cid Pinheiro, pediatra do Hospital São Luiz Morumbi.

Segundo o especialista, as patologias de inverno que mais acometem as crianças são de origem viral e duram em média de três a cinco dias. “Importante lembrar que os quadros respiratórios são comuns na infância, mas quanto mais nova a criança, maiores devem ser os cuidados”, ressalta.

Outro fator que determina a incidência dessas doenças na infância é a faixa-etária. Quadros de faringite e laringite são mais comuns até os três anos enquanto os resfriados aparecem com mais frequência a partir dos dois anos.
Os sintomas variam de acordo com a doença e o tratamento costuma ser sintomático, como, por exemplo, o uso de medicamentos para resfriados e febres, aplicação de descongestionante nasal para limpar o nariz e inalação em caso de tosse seca e chiado no peito.

Alguns sinais exigem atenção especial. “Respiração rápida e ofegante e presença de movimentos rápidos (sobe e desce) na região abdominal e nas narinas podem ser sintomas de falta de ar. Em situações como essa é recomendável ir ao pronto-socorro”, explica o pediatra.

Veja quais são as doenças de inverno mais comuns na infância de acordo com a faixa-etária e seus principais sintomas:

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Dicas de prevenção: hidratação, lavar as mãos com frequência, evitar mudanças bruscas de temperatura e realizar as vacinas corretamente são algumas das formas para prevenir as crianças das doenças respiratórias.

Conheça os efeitos colaterais mais comuns das vacinas para os bebês

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postado em 9 de junho de 2015

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A imunização é a forma mais eficaz de prevenir doenças causadas por bactérias e vírus. Desde muito pequenas, as crianças devem ser vacinadas contra uma série de enfermidades.

Dra. Maria Inês Pinto Nantes, coordenadora do Pronto Socorro Infantil do Hospital da Criança, explica que para recém-nascidos, ou seja, menores de 30 dias, a vacina indicada é Hepatite B, que não tem efeitos colaterais.

Já no segundo mês, as vacinas preconizadas são: Difteria, Tétano, Coqueluche, Haemophilus, Poliomielite, Rotavírus e Pneumocócica. Diferentemente da Hepatite B, elas podem ter efeitos colaterais como febre, irritabilidade e dor. A médica esclarece que a vacina contra o rotavírus também pode apresentar vômitos e diarreias, além dos efeitos colaterais citados anteriormente.

“Em caso de diarreia, deve-se manter hidratação com oferta líquida abundante. Caso a criança tenha dor, costuma-se administrar Paracetamol ou Dipirona. Porém, não devemos medicar preventivamente. Os pais também não devem administrar nenhum medicamento sem orientação médica”, esclarece. A pediatra também ressalta que um médico também deve ser procurado se a criança apresentar vômitos que não cedam ou a presença de sangue nas fezes.

Para saber quais vacinas a criança deve tomar a partir do terceiro mês, acesse nosso site: http://scup.it/8xuf

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Crianças com sobrepeso possivelmente serão obesas no futuro

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postado em 3 de junho de 2015

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Hoje é o Dia da Conscientização Contra a Obesidade Mórbida Infantil – um dos grandes problemas de saúde pública no mundo. Projeções da Organização Mundial da Saúde (OMS) apontam que até 2025 o número de crianças com sobrepeso e obesidade pode chegar a 75 milhões caso nada seja feito.

“Crianças entre quatro e cinco anos com sobrepeso possivelmente caminharão para um quadro de obesidade. Por isso, toda atenção é de extrema importância”, diz Cid Pinheiro, pediatra do Hospital São Luiz Morumbi.

O excesso de peso adquirido na infância também pode evoluir para outros problemas de saúde na juventude e vida adulta. “As comorbidades associadas à obesidade (diabetes, pressão alta, infarto etc) aparecem mais tarde devido ao grande acúmulo de gordura e açúcares no organismo iniciado na infância”, explica o pediatra.

Adquirir hábitos saudáveis, incluindo uma alimentação balanceada e prática de atividade física, são os cuidados necessários para evitar a obesidade. O pediatra é um grande aliado dos pais e familiares, pois é ele que irá avaliar se a criança está ou não acima do peso e quais medidas deverão ser tomadas.

Dr. Cid recomenda evitar o consumo exagerado de carboidratos e açúcares, presentes também em sucos industrializados, bolachas, salgadinhos e doces. “É importante ler o rótulo dos alimentos para entender sua composição e priorizar o que deve ou não ser consumido”, diz.

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Medo da dengue leva escolas de SP a incluir repelente no material escolar

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postado em 9 de Março de 2015

O jornal Folha de S. Paulo trouxe reportagem sobre escolas que têm adotado o uso de repelente como material escolar em decorrência do aumento dos casos de dengue no estado. Dr. Thiago Gara, pediatra do Hospital e Maternidade São Luiz Anália Franco, foi entrevistado e falou sobre as variedades de repelentes utilizados contra o mosquito da dengue e quais sintomas os pais devem observar nas crianças:

Para ler a matéria completa, acesse: http://scup.it/8433

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Descubra alimentos que você não deveria dar ao seu filho

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postado em 23 de Fevereiro de 2015

Você sabia que alguns alimentos presentes na sua cozinha podem ser prejudiciais às crianças? Dr. Thiago Gara, gastropediatra do Hospital e Maternidade São Luiz Anália Franco, explica quais são eles e por que não devem ser consumidos, na reportagem abaixo, publicada pelo portal Bolsa de Mulher.

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Para ler a reportagem completa, acesse: http://scup.it/7z73

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Gastrite e esofagite estão cada vez mais comuns na infância e pré-adolescência

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postado em 19 de Fevereiro de 2015

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Estranho pensar em crianças com gastrite ou esofagite – doenças geralmente associadas à vida adulta devido à correria e estresse do dia a dia. No entanto, segundo Thiago Gara, gastropediatra do Hospital e Maternidade São Luiz Anália Franco, essas patologias estão cada vez mais comuns na infância (em crianças a partir dos cinco anos) e na pré-adolescência devido à má alimentação, estresse e ansiedade.

“Hoje as crianças e adolescentes possuem uma rotina cheia, com aulas de línguas, música, dança, natação etc. Esse excesso de atividades pode gerar ansiedade e estresse e, consequentemente, provocar uma gastrite ou esofagite”, explica Thiago Gara. Contaminação por bactérias, uso indevido de medicamentos e consumo excessivo de comidas condimentadas são outros fatores que podem desencadear as doenças caracterizadas por inflamações no estômago e esôfago.

Como nem sempre as crianças são capazes de explicar o que sentem, os pais ou responsáveis devem ficar a atentos quando ouvirem queixas de dores abdominais, principalmente no período da manhã, perda de apetite e queimação. Caso as queixas sejam frequentes é recomendável procurar ajuda médica. O tratamento costuma ser a base de medicamentos.
“Além de tratar os sintomas, é importante identificar o que provocou a doença. Isso ajudará a evitar que novos casos de gastrite e esofagite ocorram”, explica o especialista.

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Período escolar aumenta a incidência de diarreia viral em crianças

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postado em 10 de Fevereiro de 2015

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Para algumas crianças à volta as aulas é sinal de atenção quando se pensa em saúde e bem-estar. O convívio constante de muitas crianças no mesmo local aumenta a incidência de viroses, como por exemplo, a diarreia viral – doença gastrointestinal que mais acomete crianças em idade escolar, seguida de alergia alimentar.

“Crianças com baixa imunidade, com o hábito de levar objetos sujos à boca também apresentam mais propensão a essas doenças”, diz Thiago Gara, gastropediatra do Hospital e Maternidade São Luiz Anália Franco.

Febre, vômito, diarreia e sinais de desânimo são os principais sintomas das diarreias virais. Em caso de febres persistentes e diarreias intensas a atenção dos pais deve ser dobrada para evitar uma desidratação séria e outras comorbidades associadas. O tratamento é simples: hidratação, alimentação leve e uso de medicamentos sintomáticos, como analgésicos com recomendação do pediatra.

As alergias alimentares que mais acometem as crianças são decorrentes do consumo de peixes e frutos do mar, soja, amendoim e derivados. Crianças com até um ano de idade também podem ser alérgicas a proteína do leite de vaca. De acordo com Thiago Gara, diarreia, dor abdominal e sangue nas fezes são os principais sintomas das alergias alimentares. “O aleitamento materno exclusivo até, pelo menos, os seis meses de vida do bebê, os protegem ainda mais das doenças gastrointestinais”, explica o especialista.

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Musculação na infância pode comprometer o crescimento

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postado em 3 de Fevereiro de 2015

Fotos de uma garota de nove anos fazendo musculação despertaram a atenção do público em uma rede social. Em reportagem da Veja sobre o assunto, Dr. Marcelo Reibscheid, pediatra do Hospital e Maternidade São Luiz Itaim, afirma que esta prática pode comprometer o crescimento da criança.

Para ler a reportagem, acesse: http://scup.it/7sgw

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Hospital da Criança promove atividade musical com os pacientes

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postado em 18 de dezembro de 2014

O Hospital da Criança realiza, semanalmente, uma programação para distrair os pequenos e auxiliar em sua recuperação.

Uma das ações é relacionada à música. Os voluntários, juntamente com as crianças, formam uma banda cujos instrumentos são criados a partir de material reciclável.

As atividades são destinadas a todos os pacientes do hospital, exceto aqueles que apresentam alguma restrição médica ou que estão em isolamento.

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