Blog da Saúde

Desempenho sexual é o ponto chave para homens irem ao médico

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postado em 8 de novembro de 2016

Urologista do Hospital São Luiz explica que sintomas surgem após os 50 anos e são eles que estimulam os homens a procurar tratamento

Durante o mês de novembro é comum nos depararmos com monumentos, prédios e parques iluminados de azul, mês em que acontecem campanhas em prol da saúde masculina. O Novembro Azul, como ficou conhecido o período, é uma oportunidade para que os homens cuidem de si mesmos.

Dentre os temas discutidos no período está o câncer de próstata, o segundo que mais acomete os homens. Mas há outra doença que também atinge os homens neste período da vida, o Distúrbio Androgênico do Envelhecimento Masculino (Daem), popularmente chamado de andropausa, que tem sintomas semelhantes ao maior vilão da saúde masculina, o câncer.

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Com a chegada aos 50 anos, o homem tem uma diminuição progressiva na produção de testosterona, hormônio produzido pelos testículos. Uma queda gradual que pode chegar a 5%, e varia de acordo com biotipo, herança genética e modo de vida de cada um (alimentação, exercícios físicos e prevenção). Esse conjunto pode acarretar em diminuição da libido e disfunção erétil, depressão ou irritabilidade, diminuição do tecido muscular e diminuição de alguns aspectos da força muscular. Além disso, o conjunto de sintomas acima pode estar associado ao aumento da gordura abdominal, diminuição da densidade mineral óssea, do volume testicular e queda de pelos.

Para o Dr. Ricardo De La Roca, urologista do Hospital São Luiz Jabaquara, este conjunto de sintomas é uma das grandes causas que levam os homens a procurar ajuda nos consultórios médicos. “A disfunção erétil é a maior causa que estimula o homem a ir a uma consulta médica por si só, ou motivado pela companheira, uma vez que ela também sofre indiretamente com o quadro da queda da libido dele”, observa o médico.

É sabido que os tumores malignos de próstata são estimulados pela presença de testosterona. Para melhor entender a diferença entre Daem e o câncer de próstata, os médicos analisam todas as variáveis possíveis, como o metabolismo, o funcionamento do eixo produtor da testosterona, e as repercussões das eventuais alterações nos exames laboratoriais no organismo masculino, bem como em que situação a próstata se encontra, crescida ou não. Para o tratamento, caso haja câncer de próstata, não se pode indicar, por exemplo, a reposição hormonal com a testosterona.

Após a realização dos exames de diagnóstico e a constatação do Daem, o tratamento mais indicado é levar bem-estar e autoestima para sua vida, por meio da prática de exercícios diários, perda de peso aos que têm sobrepeso e estimulação dos testículos com medicações que elevam a produção de hormônios. É indicado, também, o controle de outros fatores de risco como hipertensão, diabetes, ácido úrico elevado, taxas altas de colesterol e triglicérides.

Dr. Ricardo explica ainda que nos dias de hoje seis em cada dez pacientes vão ao urologista para check-up de próstata, e em cerca de 70% destes podem ser apontados com algum grau de Daem. “O desempenho sexual pode ser o maior motivador para a procura médica e desta podemos em muitas vezes salvar a vida destes pacientes, curando-os não só do distúrbio, mas do câncer de próstata”.

Hospital São Luiz implementa plano médico inédito no GP Brasil de F1

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postado em 1 de novembro de 2016

Atendimento linear dará mais agilidade à equipe médica em pista, permitindo a retomada mais rápida da prova

Quando pensamos em um campeonato mundial de Fórmula 1, as primeiras imagens que vem à cabeça são os carros de corrida, os mecânicos e suas equipes. Porém, há uma questão muito importante e muitas vezes não associada: a segurança dos pilotos.

Com o passar dos anos, a segurança dos pilotos sempre compõe a agenda da FIA. Cuidados como capacetes mais seguros, maior entendimento das forças e movimentos envolvidos com o corpo do piloto em caso de acidentes, obtenção de dados através de acelerômetros no ouvido, câmaras de alta resolução com captação de inúmeras imagens em milissegundos conectadas com a telemetria dos carros, são exemplos.

Para este ano, a equipe médica da Rede D’Or São Luiz, conhecida pela sua qualidade e eficiência, traz para o GP Brasil de F1 2016 um novo plano de atendimento médico aos pilotos, que há alguns anos tem sido idealizado pela equipe brasileira, e foi aprovado por unanimidade pela Federação Internacional de Automobilismo (FIA).

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O atendimento médico será linear e integrado, preconizando uma maior organização, segurança do piloto e da equipe médica, além da agilidade em pista. Sua principal mudança é a diminuição de quatro para três etapas, com a integração das equipes de intervenção rápida e extração (esta responsável pela imobilização da coluna quando o piloto não tem condições de sair do carro sozinho).

Até 2015, de acordo com o Protocolo da FIA, após a liberação do Medical Car, entrava em pista o carro de intervenção rápida, responsável em prestar o primeiro atendimento médico; somente após a liberação deste, o carro de extração entrava em pista para imobilizar e retirar o piloto do cockpit e, em seguida, era acionada a ambulância, para transporte do acidentado ao centro médico.

“A equipe será menor comparada aos anos anteriores, mas certamente muito mais eficiente e integrada. Um grupo mais conciso facilita o treinamento, trazendo mais agilidade e qualidade ao procedimento. Além disso, um ponto muito importante, é que com menos pessoas no local do acidente, ganhamos em segurança da equipe e dos demais competidores” explica Dr. Dino Altmann, diretor médico do GP Brasil de F1.

Para Dino Altmann, o GP Brasil será palco de um grande passo a caminho de mais inovação no campo da medicina esportiva. “Nosso plano de atendimento é bastante arrojado, apresenta pioneirismo e poderá servir como modelo para outras equipes médicas envolvidas no campeonato da F1 e outras categorias do automobilismo mundial”, destaca.
É importante ressaltar que a novidade está alinhada com o protocolo de atendimento médico definido pela FIA, que é adotado em todo o mundo.

Alguns pontos do protocolo permanecem inalterados, como a frota, que fica de prontidão durante a corrida. Em caso de acidente, o acesso da equipe médica ao local é liberado apenas com a autorização da torre de comando, coordenada pelo Dr. Dino Altmann, que toma as decisões em conjunto com o dr. Jean-Charles Piette, Delegado Médico da FIA e Charlie Waiting, Diretor de Prova.

Novembro Azul: Câncer de próstata pode ser silencioso e assintomático

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postado em 1 de novembro de 2016

Especialistas do Hospital São Luiz explicam a importância do diagnóstico precoce

A Campanha Novembro Azul é voltada à saúde dos homens e foi criada com objetivo de mostrar a importância de fazer exames para o diagnóstico precoce do câncer de próstata. Esta glândula do aparelho reprodutor masculino pesa cerca de 20 gramas e possui forma e tamanho semelhantes a uma castanha. Ela está localizada abaixo da bexiga e sua principal função, juntamente com as vesículas seminais, é produzir o esperma.

Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), no Brasil, este tumor é o segundo mais frequente na população masculina, atrás apenas do câncer de pele não-melanoma. Normalmente, a próstata começa a aumentar de tamanho a partir dos 40 anos de idade. “O câncer de próstata acontece quando as células deste órgão começam a se multiplicar de forma desordenada, isto é, uma mutação de células”, explica o Dr. Camillo Loprete, urologista do Hospital e Maternidade São Luiz Anália Franco.

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A detecção precoce da doença, de acordo com o especialista, eleva as chances de cura para 90% dos casos. Os dois principais exames para diagnosticar o problema são o PSA (colhido no sangue) e o toque retal. A Sociedade Brasileira de Urologia recomenda que homens a partir de 50 anos procurem o urologista para iniciar a prevenção. Indivíduos com maior risco da doença (histórico familiar, raça negra, fumantes e obesos) devem procurar o urologista a partir dos 45 anos.

No início, a doença costuma ser assintomática. Por isso, a partir da idade recomendada, os homens devem procurar o médico para fazer os exames anualmente. “O câncer de próstata normalmente só causa sintomas quando já está avançado, por isso é importante procurar o urologista mesmo sem sintomas”, diz o Dr. Fernando Tardelli, urologista do Hospital e Maternidade São Luiz Anália Franco. Alguns dos sintomas para um câncer de próstata avançado podem ser: sangramento de urina, dificuldade para urinar, insuficiência renal e dilatação renal.

Embora ainda exista preconceito com o toque retal, ele é indispensável. “Não há um exame que o substitua, pois nele o urologista avalia a presença ou não de nódulos na próstata, além de outras alterações da glândula”, destaca o Dr. Tardelli. O teste é rápido, simples, praticamente indolor.

Os tratamentos variam de acordo com a fase do tumor e as características do paciente. Nos estágios iniciais (tumores localizados e localmente avançados), cirurgia, radioterapia ou até observação monitorada podem ser realizadas. A cirurgia pode ser feita de três formas: aberta, via laparoscópica ou por robótica. As duas últimas com incisões menores na pele. Se a recomendação for a operação, o urologista decidirá junto ao paciente qual é a melhor para o caso. Já para os tumores avançados, há o tratamento hormonal, no qual através de medicamentos o urologista e o oncologista tenta bloquear a progressão da doença.

Suor excessivo pode ser problema de saúde e afetar bem-estar físico e emocional

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postado em 25 de outubro de 2016

Dermatologista do Hospital São Luiz explica principais causas e tratamentos

O suor é um importante mecanismo de manutenção da temperatura corporal. A produção de suor é regulada pelo sistema nervoso e feita pelas glândulas sudoríparas, que estão distribuídas por toda a extensão da pele e ficam em sua camada mais profunda, a derme. Existem dois tipos de glândulas sudoríparas: as écrinas e as apócrinas.

Segundo a Dra. Samar Mohamad El Harati, dermatologista do Hospital e Maternidade São Luiz Anália Franco, enquanto o primeiro tipo é caracterizado pelo suor nas mãos e nos pés, por exemplo, o segundo existe principalmente nas axilas, virilhas e regiões com mais pelos, produzem o suor com odor característico. O mau cheiro das axilas é chamado de bromidrose e acontece devido à quantidade de suor, que pode ser meio de cultura para bactérias que causam o cheiro forte.

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Quando há transpiração extrema, denominada hiperidrose, o suor pode ser sinal de problemas. “Dependendo da quantidade, pode causar desconforto ao paciente, além de ser embaraçoso, por isso pode causar ansiedade a até perturbar todos os aspectos da vida de uma pessoa, desde a escolha da carreira e atividades recreativas até relacionamentos, bem-estar emocional e autoimagem”, afirma a médica.

Entre as causas da hiperidrose estão os estímulos emocionais (hiperidrose emocional) ou maior sensibilidade dos centros reguladores de temperatura, pois a sudorese está diretamente ligada ao controle da temperatura corporal. Além disso, algumas doenças metabólicas ou lesões neurológicas também podem dar origem ao quadro.

De acordo com a especialista, há dois tipos de hiperidrose: primária focal e secundária generalizada. A hiperidrose focal aparece na infância ou adolescência, geralmente, nas mãos, pés, axilas, cabeça, ou rosto. As pessoas não suam quando dormem, ou em repouso e normalmente há mais pessoas na mesma família com o problema.

O outro tipo é causado por uma condição médica ou efeito colateral de uma medicação. Ao contrário da hiperidrose focal primária, as pessoas com hiperidrose secundária suam em todas as áreas do corpo ou em áreas incomuns. “Outra diferença fundamental é que pessoas com hiperidrose generalizada podem transpirar excessivamente durante o sono”, explica a dermatologista. O tratamento deste tipo de sudorese envolve primeiro determinar a causa da condição, seja outra doença ou uma medicação.

Os tratamentos mais eficazes para controlar este problema devem ser avaliados pelo especialista e vão desde antitranspirantes mais fortes até medicamentos, procedimentos médicos (como a aplicação da toxina botulínica tipo A, que bloqueia temporariamente os nervos que estimulam a sudorese) e cirúrgicos, em casos mais graves.

Hospital São Luiz está preparado para mais um GP Brasil de Fórmula 1

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postado em 24 de outubro de 2016

Garantindo ainda mais rapidez e eficiência atendimento linear é a grande novidade deste ano

Pelo 16º ano consecutivo, a Rede D’Or São Luiz leva para Interlagos sua expertise e especialistas capacitados e treinados em modelo de atendimento médico nos padrões da Federação Internacional de Automobilismo (FIA). A edição deste ano do Grande Prêmio do Brasil de Fórmula 1 acontece nos dias 11, 12 e 13 de novembro.

A grande novidade deste ano fica por conta do novo modelo de atendimento médico aos pilotos, denominado linear, projeto idealizado pela equipe médica brasileira, que estreia no GP Brasil após aprovação da FIA. Sua principal mudança é a diminuição das etapas de atendimento em pista, passando de quatro para três, em que após a entrada do Medical Car, a equipe com a intervenção rápida e a de extração trabalharão juntas e integradas, proporcionando mais segurança em pista e mais agilidade no atendimento.

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“A experiência em atendimento de pista nos permitiu observar que um novo modelo poderia ser mais eficiente do que é hoje. Por isso, temos sugerido uma alteração no modelo há alguns anos. A decisão da FIA em institui-lo agora comprova a confiança que depositam em nossa equipe e será um ensaio para possível unificação do modelo de atendimento mundial dos GPs”, explica Dino Altmann, diretor médico do GP Brasil de F1. “Uma equipe mais concisa, como será a desse ano, ajuda na organização, eficiência e agilidade do atendimento médico”, completa.

Para liderar a equipe da Rede D´Or São Luiz no Grande Prêmio, Dino Altmann trabalha lado a lado dos médicos Pedro Rozolen, diretor médico adjunto, e Dorival de Carlucci Jr, médico supervisor de pista e diretor do Centro Médico. O trio participa de encontros internacionais promovidos pela FIA para estimular a troca de informações e reciclagem sobre as condições mundiais de segurança no automobilismo desportivo. Todo este trabalho reflete diretamente na qualidade do socorro médico em pista, reconhecido anualmente como um dos melhores no circuito mundial.

Durante o evento, a equipe da Rede D´Or São Luiz é formada por 150 profissionais desde médicos de diferentes especialidades, enfermeiros, técnicos de enfermagem, farmacêutico e até uma equipe de laboratório para realização de exames. Entre as especialidades médicas presentes destacam-se cirurgião do trauma, neurocirurgião, anestesista, ortopedista, entre outros.

Um Hospital dentro do Autódromo de Interlagos

Todo ano, a Rede D´Or São Luiz monta um centro médico dentro do Autódromo de Interlagos. A unidade possui leitos de pronto-atendimento, emergência e UTI, sala de raio-x e ultrassom, farmácia e consultório oftalmológico.
“A Rede D’Or São Luiz ser pela 16ª vez consecutiva responsável pelo atendimento médico no GP do Brasil de F1, seguindo padrões da Federação Internacional de Automobilismo, consolida a representatividade da Rede dentro e fora dos hospitais. Para nós, o evento é uma via de mão dupla, em que contribuímos e aprendemos muito”, diz José Jair James de Arruda Pinto, diretor executivo da regional São Paulo da Rede D’Or São Luiz.

Além da infraestrutura instalada em Interlagos, o São Luiz coloca outras três unidades para atendimentos de retaguarda: Morumbi, Itaim e Anália Franco, onde, 23 médicos de diferentes especialidades permanecem de prontidão, sem que prejudique o atendimento ao paciente que procurar por essas unidades. Caso haja necessidade de transportar uma eventual vítima para umas dessas unidades, um helicóptero fica a posto em Interlagos.

Smart Track: um pronto-socorro de Fórmula 1

Quando o assunto é pronto-socorro, a Rede D’Or São Luiz apresenta seu carro chefe em velocidade de atendimento: o Smart Track. O projeto foi inspirado no modelo de atendimento da Fórmula 1, pensado para o atendimento ágil, monitorado e cronometrado dos pacientes, em que cada fase é comunicada à equipe encarregada do passo seguinte, como acontece no autódromo.
Com objetivo e obter rapidez e eficiência nos prontos-socorros principalmente para pacientes não graves, que representam cerca de 80% dos casos, a Rede D’Or São Luiz instaurou em suas unidades esse modelo, que possibilitou um menor tempo de espera em cada fase do atendimento, mantendo a segurança e a objetividade primordial para um acolhimento de alto padrão de qualidade.

Os esforços começam na recepção da unidade, passa por todas as áreas, que desde o primeiro atendimento é feito por um médico, passando pelo diagnóstico até o desfecho pela internação ou alta do paciente.
Durante todo este período, o paciente é monitorado pelo profissional de saúde responsável e pelo sistema de rastreamento informatizado, feito em tempo real pela equipe de saúde que confere a agilidade necessária nos tempos de realização de exames sem comprometer a qualidade assistencial necessária para o caso.

Entenda a importância da cirurgia de reconstrução após a retirada das mamas

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postado em 20 de outubro de 2016

As mamas podem ser reconstruídas em conjunto com a cirurgia de mastectomia ou após o termino do tratamento

Além da radioterapia e da quimioterapia, no tratamento do câncer de mama, pode ser necessário fazer a cirurgia de retirada parcial ou total das mamas (mastectomia). O momento de fazer este procedimento deve ser avaliado pelo médico, que leva em conta fatores como a dimensão do tumor a ser removido, o tamanho das mamas, se há apenas um tumor ou mais focos da doença e as condições clínicas da paciente.

“É considerada uma cirurgia de médio porte e as complicações geralmente não são graves”, esclarece a Dra. Lucia Martins, mastologista do Hospital e Maternidade São Luiz Itaim. Segundo a especialista, todas as mulheres que foram submetidas à mastectomia têm a possibilidade de teram suas mamas reconstruidas, mas a decisão de realizar a operação depende de diversos fatores, como o estado de saúde da paciente naquele momento e o desejo dela.

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As mamas podem ser reconstruídas em conjunto com a cirurgia de mastectomia (reconstrução imediata) ou após o termino do tratamento com a quimioterapia e a radioterapia (reconstrução tardia). Essa decisão depende do estágio em que se encontra a doença. Portanto, não há um período de tempo determinado que seja necessário aguardar, pois isso deve ser avaliado caso a caso.

Existem algumas formas distintas para a realização da cirurgia reparadora. Nas pacientes que são submetidas à cirurgia conservadora (cirurgias de retirada parcial da mama), é realizada com retalhos locais – próprio tecido mamário com a finalidade de melhorarar o resultado estético da mama.

Já nas que são submetidas à mastectomia, a cirurgia pode ser realizada com o auxílio de proteses e expansores ou de tecido da própria paciente, retirados de áreas doadoras, mais comumente do abdome e das costas. A decisão pelo tipo de reconstrução também depende de uma série de fatores, como as condições clínicas da paciente, seu biotipo e tratamentos aos quais ela foi ou será submetida.

“A cirurgia de reconstrução é importante principalmente para diminuir o trauma psicológico e as consequências psicossociais relativas à cirurgia da mastectomia”, explica a mastologista. O principal impacto é na autoestima da mulher, pois há melhora da imagem corporal. A Dra. Lucia também afirma que quando é realizada a cirurgia reparadora, alguns estudos demonstram menores taxas de depressão e retorno à vida sexual mais rapidamente.

Conheça sete dúvidas que as mulheres têm sobre mamografia

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postado em 11 de outubro de 2016

Médica do Hospital e Maternidade São Luiz Itaim responde às questões mais comuns que surgem nas consultas

O câncer de mama tem até 95% de chances de cura se for detectado precocemente. A melhor forma de se obter o diagnóstico é por meio da mamografia, um exame de imagem que ajuda a detectar alterações nas mamas. Porém, seja por falta de informações claras ou por medo de sentir dor durante o procedimento ou receio do diagnóstico, muitas mulheres ainda deixam de realizar o teste.

No mês da campanha Outubro Rosa, é importante esclarecer questões que ainda afastam as mulheres do exame. Por isso, a Dra. Daniela Setti, ginecologista e mastologista do Hospital e Maternidade São Luiz Itaim, responde algumas dúvidas sobre o assunto:

1. Sou muito jovem para fazer o exame? Qual é a idade mínima?

A mamografia é um exame de diagnóstico por imagem, que tem como finalidade estudar o tecido mamário. Esse tipo de exame pode detectar nódulos mesmo que ainda não sejam palpáveis. “O rastreamento consiste em realizar mamografia anual em mulheres com 40 anos ou mais”, explica. Para mulheres com histórico familiar, a mamografia deve ser feita anualmente a partir dos 35 anos de idade.

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2. Ninguém da minha família teve câncer de mama. Devo me preocupar mesmo assim?

Segundo a especialista, a maioria das mulheres que tem câncer de mama não tem histórico familiar da doença. Portanto, mesmo assim o rastreamento mamográfico deve ser feito de qualquer maneira.

3. A radiação da mamografia é arriscada?

A mamografia utiliza raios-X para formar a imagem da mama. O risco associado à exposição à radiação é mínimo, principalmente quando comparado com o benefício.

4. A mamografia dói?

A mamografia é um exame muito rápido. Pode provocar dor em algumas mulheres, dependendo da sensibilidade individual, mas é tolerável. O desconforto provocado pelo exame é breve. De acordo com Daniela, algumas dicas podem ajudar:

• Agende seus exames quando suas mamas estiverem menos sensíveis, ou seja, após o período menstrual.
• Tome um analgésico antes do exame para aliviar a dor.

5. Não tenho nódulos na mama. Mesmo assim tenho de fazer mamografia?

Com o exame é possível detectar nódulos bem pequenos, que não são palpáveis. Os tumores em estágio inicial, com diagnóstico precoce, têm chance de até 95% de cura. Daí a importância da realização do exame.

6. Tenho seios muito densos. O autoexame é suficiente para mim?

O autoexame deve ser realizado mensalmente, logo após o período menstrual, mas não é suficiente. Caso a mulher note qualquer alteração nas mamas, deverá procurar o médico imediatamente. “As mulheres que não menstruam devem eleger um dia no mês para fazer o autoexame”, ressalta a médica.

7. Faço autoexame todos os meses, então não preciso fazer mamografia?

Sim, precisa fazer mamografia a partir de 40 anos. Se sua mamografia não está clara em função das mamas densas, poderá ser feito um segundo exame de imagem, por exemplo, ultrassom ou ressonância magnética.

Hospital da Criança terá programação especial para os pequenos pacientes

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postado em 7 de outubro de 2016

Serão atividades como contação de histórias, cinepipoca e culinária especial para trazer alegria e descontração dentro do ambiente hospitalar

Quem já foi hospitalizado ao menos uma vez com certeza sabe que essa situação é sempre muito complicada. Agora, esse peso pode dobrar quando o paciente internado é uma criança. Ela entende o ambiente hospitalar como um novo local, onde sempre há um acontecimento diferente, podendo lhe causar certo desconforto e vontade de voltar às atividades do dia-a-dia o quanto antes.

Pensando nisso, o Hospital da Criança, da Rede D’Or São Luiz, se tornará um Circo; levanta sua lona e dá início às atividades em comemoração à Semana da Criança. Serão cinco dias de atividades como contação de histórias, cinepipoca, teatro de fantoches, show de mágicas, marionetes e culinária especial.

As atividades junto às crianças têm como objetivo trazer alegria e descontração para o ambiente hospitalar, principalmente no mês tão aguardado pelas crianças. Além disso, as interações visam proporcionar condições para que os pequenos mantenham contatos sociais, se desenvolvam e aprendam cada vez mais.

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Para a Dra. Christina Paola, diretora médica do Hospital da Criança, da Rede D’Or São Luiz, as atividades tem o intuito de aumentar o contato social e aprendizado, trazer bem-estar e humanização para a internação infantil. “Por meio de um ambiente lúdico e mágico, as crianças ficam mais próprias de seu universo, além de oferecer condições de um enfrentamento satisfatório da situação de internação e diminuição da ansiedade para alta”, explica.

O ato de brincar facilita a comunicação da criança com o mundo externo e quando o hospital propicia um local livre para as brincadeiras ocorrerem está agindo em prol da saúde e do bem-estar.

Portanto, as atividades de recreação feitas cotidianamente e, em especial, na semana das crianças, buscam trazer conforto e qualidade de vida para os pequenos, apresentando elementos que ajudem a criança a fantasiar, interagir, brincar e criar laços com a instituição e seus cuidadores.

Contação de história coletiva (Viva e Deixe viver)
Quando: Dia 10, segunda-feira, 10h30
Atividades: As crianças serão reunidas no espaço montado especialmente para elas e escutarão histórias contadas pelas voluntárias do projeto Viva e deixe viver. As contadoras também ajudarão na produção de dobraduras, além de presentea-los com livretos impressos com atividades sobre histórias infantis.

Cinepipoca especial
Quando: Dia 10, segunda-feira, 14h
Atividades: Sessão de cinema com pipoca. Terão seu ingresso para o filme e um balde de pipoca, que poderá ser levado para a casa.

Teatro de fantoche
Quando: dia 11, terça-feira, 10h
Atividades: Teatrinho de fantoches para as crianças com a temática do trânsito e cuidados.

Show de Mágica
Quando: Dia 12, quarta feira, 10h
Atividades: Mágico Miguel fará um show completo para alegrar o Dia das Crianças.

Narizes de plantão
Quando: Dia 12, quarta-feira, 14h
Atividades: Os voluntários farão uma roda com as crianças com música, piadas e muita diversão. Ao final, entregarão os brindes doados pelo hospital.

Show de mágica com palhaço
Quando: Dia 13, quinta-feira, 10h30
Atividades: O palhaço percorrerá os leitos da UTI e se junta às crianças internadas no espaço dedicado à semana especial, onde fará um show de mágica interativo com os presentes.

Culinária especial
Quando: Dia 13, quinta-feira, 14h30
Atividades: As crianças farão seu docinho de forma divertida e lúdica, serão várias guloseimas.

Show de marionetes (Julia Barnabé)
Quando: Dia 14, sexta-feira, 10h30
Atividades: A atriz fará uma performance com marionetes.

Outubro Rosa: sete mitos e verdades sobre o câncer de mama

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postado em 4 de outubro de 2016

Este é o mês de conscientização sobre o câncer de mama. A campanha “Outubro Rosa” foi criada estimular a participação da população no controle da doença e contribuir para a redução da mortalidade. Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), são esperados 57.960 novos casos em 2016 e é o tipo de câncer mais comum entre as mulheres no mundo.

É essencial realizar o exame de mamografia anualmente para detectar possíveis tumores precocemente. Porém, muitas dúvidas ainda surgem em relação ao câncer de mama. O Dr. Edison Pedrinha de Almeida, ginecologista e obstetra do Hospital e Maternidade São Luiz Itaim, esclarece sete mitos e verdades sobre o assunto.

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1. O uso frequente do sutiã aumenta o risco de câncer de mama?

Mito. Não há qualquer evidência científica de que o uso de sutiã ou top possa elevar o risco de câncer de mama.

2. Mulheres com seios grandes têm maior tendência a ter a doença?

Mito. “Não há estudos que confirmem isso até o presente momento. Mamas volumosas podem dificultar o exame clínico e exames de imagem, porém não há evidências do aumento do risco de doença maligna das mamas”, afirma o especialista.

3. Próteses de silicone dificultam o diagnóstico da doença?

Mito. Como a prótese fica atrás do tecido mamário, ou ainda atrás do músculo peitoral maior, não atrapalha o autoexame. “Quanto aos exames de imagem, existem técnicas adicionais que permitem uma investigação tão sensível quanto em mulheres não portadoras de próteses”, explica.

4. A obesidade é um fator de risco para o câncer de mama?

Verdade. De acordo com o médico, isso acontece principalmente devido a síntese de estrógenos pelas células de gordura.

5. O câncer de mama é uma doença hereditária?

Parcialmente verdade. Nem todas as portadoras têm histórico familiar, mas as que possuem antecedentes na família têm o risco aumentado.

6. Se a mulher não encontrou nódulos no autoexame não é necessário realizar a mamografia?

Mito. Mesmo com autoexame, a mamografia deve ser feita anualmente a partir dos 40 anos. “Mulheres com histórico familiar de câncer de mama devem iniciar o rastreamento anual com 35 anos”, aconselha o ginecologista.

7. O câncer de mama é curável?

Verdade. Porém, depende de diversos fatores, principalmente da detecção precoce da doença através dos exames de rotina. Quanto mais tardio o diagnóstico, maiores as chances de complicações e metástases.

Serviço especial agiliza atendimento a pacientes com suspeita de infarto

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postado em 29 de setembro de 2016

Hospital São Luiz Morumbi implanta melhoria que altera protocolo de atendimento no pronto-socorro

É sabido que o rápido atendimento ao paciente com sinais de infarto é determinante para diminuir os riscos de danos ao coração e, consequentemente, salvar vidas. O tempo entre a chegada de um paciente com dor torácica ao serviço de emergência de um hospital, a triagem e o diagnóstico de infarto deve ser de menos de 90 minutos, segundo a literatura médica internacional.

No Hospital São Luiz Morumbi, os pacientes contam com mais uma opção em seu totem de retirada de senha para atendimento no pronto-socorro: o botão de dor no peito. Ao aperta-lo, o paciente está sinalizando que está com dor torácica e por isso, recebe uma senha diferenciada e seu atendimento é priorizado. O primeiro atendimento é realizado por uma enfermeira que avalia as características da dor e o encaminha para a realização de um eletrocardiograma, com resultado avaliado pelo médico cardiologista. Após isso, caso não seja detectado nenhum problema no coração o paciente volta ao atendimento normal ou, então, se houver alterações, segue para os cuidados emergenciais de um paciente que está sofrendo um infarto.

Doctor hand listening to heart beat in heart shape with stethoscope

O Dr. André Luis Negrão Albanez, diretor médico do Hospital São Luiz Morumbi, explica que essas mudanças foram fundamentais para a redução de cerca de 60% no tempo de atendimento final. “Percebe-se que os pacientes que receberam diagnóstico de infarto, na sua grande maioria, tiveram tempo negativo de atendimento, o que quer dizer que eles foram atendidos até antes da abertura de ficha se completar”, explica.

O infarto, que pode anteceder a parada cardíaca, ocorre quando as artérias responsáveis por levar sangue, oxigênio e nutrientes ao coração ficam obstruídas. A partir do impedimento, inicia-se o processo de necrose do músculo do coração (miocárdio), o qual passa a não ter um funcionamento adequado, comprometendo o desempenho cardíaco, tornando maior o risco de morte, arritmias cardíacas e outras complicações.

As pessoas que sofrem um infarto do miocárdio enfrentam um risco muito mais elevado da ocorrência de parada cardíaca nas primeiras 24 horas, sendo muito maior o risco nas primeiras seis horas. Os dois nem sempre são eventos subsequentes, mas podem ocorrer simultaneamente, o que é mais frequente, ou após a internação hospitalar, que é mais incomum.

O Dr. Luiz Alberto Mattos, cardiologista do Hospital São Luiz Morumbi, explica que o músculo cardíaco, quando privado da circulação abundante de sangue, suporta no máximo seis horas esta situação. Após isso, ele começa a se degenerar com morte celular e suas consequências adversas. “Somente o restabelecimento do fluxo sanguíneo normal nas artérias coronárias neste curto intervalo de tempo reduz ou elimina as sequelas, por isso a necessidade e importância de entender os sintomas e do atendimento de urgência”, explica.

Os sintomas do infarto podem surgir de diferentes formas, são eles: dor no centro do peito, de forte intensidade e irradiação para membros superiores e na mandíbula; náuseas, vômitos e suor frio; incomodo na região superior do abdômen, popularmente conhecida como “boca do estômago”; sintomas mais leves, ou ainda, inespecíficos como um mal-estar e dores de menor intensidade.

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