Blog da Saúde

5 de setembro: Dia Nacional da conscientização e divulgação da Fibrose Cística

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postado em 5 de setembro de 2017

Doença causa alteração do crescimento e desenvolvimento da criança e adolescente

No dia 5 de setembro, data em que é celebrado o Dia Nacional da conscientização e divulgação da fibrose cística, o Dr. Diego Henrique Ramos, pneumologista do Hospital e Maternidade São Luiz unidade São Caetano, tira dúvidas sobre a doença, que é hereditária, afetando especialmente os pulmões e o pâncreas, levando a disfunção respiratória e à má nutrição.

Antigamente, crianças afetadas pela fibrose cística mal chegavam à idade de completar a escola primária. Entretanto, atualmente, o diagnóstico precoce e o tratamento correto aumentaram a expectativa e a qualidade de vida de crianças e adultos acometidos pela doença.

A fibrose cística apresenta uma série de sintomas, como falta de ar, tosse crônica e múltiplos episódios de sinusite ou pneumonia. Seu diagnóstico pode ser feito de duas maneiras e, se seguido do tratamento correto, o paciente pode ter qualidade de vida e bem-estar, mesmo convivendo com uma doença sem cura.

1 – Teste do Pezinho: Realizado em recém-nascidos, com o objetivo de detectar precocemente doenças infecciosas, metabólicas e genéticas, entre elas a fibrose cística.

2 – Teste do Suor: É indolor e mede a concentração de sal e cloro no suor do indivíduo. O teste pode ser realizado em recém-nascidos a partir de 48 horas de vida.

Portadores da doença devem seguir uma rotina regular de tratamento para permanecer saudável e manter uma boa função pulmonar.

O Dr. Diego explica que o tratamento é individualizado e leva em conta a idade e o grau de evolução da doença de cada paciente. “Nos pequenos, o foco é a manutenção da nutrição para ganho de peso e crescimento adequados, prevenção e tratamento de infecções nos sistemas respiratório e digestório e estimulação por meio de atividades físicas”, explica.

O tratamento atual é feito principalmente com antibióticos direcionados a doenças pulmonares e pancreáticas e a uma alimentação que corrija os problemas com nutrientes que possam vir a surgir.

Campeãs de queixas em prontos-socorros, dores nas costas e no pescoço podem ser evitadas com medidas simples

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postado em 30 de agosto de 2017

70% das pessoas do mundo terão essas dores ao menos uma vez na vida

A dor é uma sensação que faz parte do ser humano. Ela tem a função de proteger seu corpo contra um dano, seja ele produzido por uma agressão ou por mau uso do seu próprio corpo.

Segundo a literatura mundial, cerca de 70% das pessoas do mundo terão dor nas costas ou no pescoço uma vez na vida. “É a queixa mais comum dos prontos-socorros do mundo, tamanha é a incidência de dor das costas da população”, comenta o Dr. Marco Prist, neurocirurgião do Hospital e Maternidade São Luiz Itaim.

O Dr. Marco Prist explica que as cervicalgias e as lombalgias são doenças muito comuns nos dias de hoje por conta do sedentarismo e algumas posturas viciosas. “Se, por exemplo, você malhar de uma maneira intensa e eventualmente um exercício mal feito, suas costas poderão doer, como um alerta enviado pelo corpo, de que ele está sendo usado mais do que está acostumado”, orienta.

A lombalgia se manifesta como dor na região lombar, ou seja, na parte inferior da coluna, próximo à bacia. Já a cervicalgia se apresenta como uma alteração na mobilidade do pescoço e a dor durante a palpação da musculatura podendo também abranger a região do ombro. Em casos mais graves ou prolongados irradiando para todo o membro superior.

Outro motivo para o surgimento desses problemas são as posturas incorretas no ambiente de trabalho. ”Se você digita demais com a mão fora da posição habitual, senta torto ou mantém o pescoço em posição errada, provavelmente terá dores. Os movimentos repetitivos crônicos podem afetar sua região lombar ou cervical”, explica o especialista.

Um exemplo muito comum para os dias de hoje são os atletas de final de semana. No futebol, por exemplo, esporte que requer preparo físico e tem alta demanda cardíaca, é muito comum surgirem lesões nas regiões lombar e cervical. “Antigamente, os trabalhos eram mais manuais, que de certa forma davam mais preparo físico para o ser humano. Hoje, a nossa vida mais urbana e social nos torna mais sedentários”, explica.

Essas doenças podem levar a degenerações, como o aparecimento de hérnias de disco, escorregamentos vertebrais, bicos de papagaio, desgaste dos ligamentos e articulações.

Para evitar essas lesões, o Dr. Marco explica que as pessoas precisam reaprender a sentar, levantar e até mesmo andar da maneira correta, como se carrega um peso ou se empurra um objeto, por exemplo. “Um exemplo típico é quando se arruma a cama, as pessoas normalmente dobram a coluna, quando na verdade o joelho é a dobradiça do nosso corpo. As pessoas deveriam se atentar a coluna reta e dobrar apenas os joelhos”, orienta.

O ideal é que as pessoas mudem de tempo em tempo os aparelhos na mesa de trabalho e até mesmo os móveis, para que o nosso corpo faça movimentos diferentes do que já está acostumado.

Tratamento

Durante a primeira consulta, os especialistas precisam investigar o surgimento da doença. Seja um erro de postura durante o dia a dia ou até mesmo um forte impacto na região da coluna, por exemplo. Após isso, ele pode decidir tratar com medicamentos, atividades físicas programadas ou até fisioterapia ou RPG, e fazer uma investigação mais aprofundada a partir de exames de raio-x, tomografia computadorizada e ressonância magnética. Esse processo é chamado de medida clínica conservadora.

Somente em último caso ou em quadros mais avançados os especialistas optam por procedimentos cirúrgicos, como as retiradas das hérnias ou correções por meio de cirurgia. “É importante ressaltar que para cada paciente há um tratamento diferente, seja na intensidade ou na forma de fazê-lo”, finaliza o especialista.

Trabalho psicoterapêutico durante a internação é essencial para a recuperação das crianças

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postado em 25 de agosto de 2017

No Hospital da Criança, psicólogos trabalham também com o apoio e orientação aos familiares

A internação é um momento difícil para os familiares, no caso das crianças, pela fragilidade e muitas vezes pela incompreensão de sua doença, é ainda mais delicada. É nesse momento que o trabalho do psicólogo pode ajudar. Esse profissional, cujo dia é comemorado no próximo dia 27, é essencial no atendimento e apoio aos pequenos pacientes e à família para enfrentar a situação da melhor maneira possível, principalmente na internação em uma UTI infantil.

No Hospital da Criança, da Rede D’Or São Luiz, a psicóloga Silvia Maria Gonçalves explica que o auxílio na internação de uma criança é essencial, pois é necessário proporcionar ao mesmo tempo um espaço de acolhimento dos pais e das crianças. “Essa situação deve ser tratada com carinho, cuidado e compreensão por parte de todos os profissionais envolvidos, pois estamos lidando com o emocional do pequeno internado e de seus pais, que estão extremamente apreensivos e tensos”, orienta.

Com relação ao paciente, o papel do psicoterapeuta é ajudar para que sua recuperação seja mais rápida, pois as questões psicológicas também são afetadas durante o tratamento. “Precisamos desenvolver estratégias de interpretação dos conflitos, medos e sentimentos que essas crianças estão sentindo, para entender de que forma podemos ajudá-las. É no momento de uma simples brincadeira lúdica, leitura de história e nos desenhos, que conseguimos ter insights e reflexões que auxiliarão na recuperação mais rápida desse pequeno. Nosso papel não é apenas distrai-los, mas tratá-los também”, explica Silvia Maria Gonçalves.

As crianças costumam ficar estressadas e irritadas por estar em um ambiente limitado de espaço, o que, muitas vezes, acaba atrapalhando o andamento do tratamento. Elas reagem com algumas defesas, como não tomar um remédio e tirar os acessos. Por esses motivos é muito importante que os psicólogos diminuam ou minimizem suas angústias e medos. “Quando conseguimos ajudar na mudança de comportamento, fazendo com que a criança entenda o momento que está vivendo, ela começa a colaborar na sua recuperação”, diz Silvia Maria Gonçalves.

Aproximação com os familiares

Em uma UTI infantil, promover a empatia entre a família, o hospital e principalmente os profissionais que estão cuidando do paciente é essencial para amenizar as tensões e controlar a insegurança dos pais. “Geralmente o ambiente de UTI tem uma conotação negativa, implica em estado grave para os leigos, por isso nosso trabalho é ajuda-los a sofrer menos, possibilitando que passem por esse momento de forma mais leve”, orienta a especialista.

Para construir essa parceria entre equipe e familiares, o Hospital da Criança faz um trabalho de aproximação: uma vez por semana o grupo multidisciplinar da UTI (médicos, enfermeiras responsáveis, nutricionistas e psicólogos) recebe entre 10 e 15 familiares para ouvi-los. Há dúvidas sobre a patologia, tratamento, mas o mais perceptível é que os pais usam esse espaço para trocar experiências, interagir com os profissionais e desabafar sobre seus medos e angústias.

Segundo Silvia Maria Gonçalves, os pais ficam desconfiados em um primeiro momento. Uma ação natural por conta da insegurança. Então é preciso minimizar os atritos internos, alterando suas percepções, e identificar possíveis casos que precisam de um acompanhamento psicoterapêutico mais aprofundado para auxiliá-los.

“Muitas mães e pais estão cansados e abalados psicologicamente, então tentamos recuperar pequenas experiências do dia a dia para que retomem sua identidade, aproveitando-as de maneira enriquecedora. Pequenas ações podem ser muito efetivas, como chamar o pai e a mãe pelo próprio nome e não ‘como pai e mãe do paciente’, recuperando sua identidade. Também tentamos afastar os fantasmas que percorrem a UTI, deixando os pais mais fortes e seguros, importante para a recuperação psicológica deles e, por consequência, dos pequenos”, completa.

Acretismo placentário: entenda uma das complicações que pode colocar em risco a vida da parturiente

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postado em 22 de agosto de 2017

O acretismo placentário é uma doença gestacional que pode levar a mulher a uma hemorragia severa durante e no pós-parto, com risco de perda do útero após o nascimento do bebê. Ouviu-se muito sobre o assunto quando em 2015, a socialite norte-americana Kim Kardashian revelou que sofria da patologia, porém dúvidas ainda assombram muitas famílias.

Por isso, para entender melhor essa questão, Ricardo Andrade Freire, ginecologista e obstetra do Hospital e Maternidade São Luiz, unidade Anália Franco, explica o que é esta condição, seus riscos e os cuidados que devem ser tomados.

1. O que é acretismo placentário?

O acretismo placentário é uma doença caracterizada pela invasão profunda da placenta na parede uterina.
Quando o embrião chega ao útero normalmente um complexo vascular começa a ser gerado para a formação da placenta. Em alguns casos, esse processo é tão eficiente que ultrapassa profundamente a parede uterina, podendo até comprometer órgãos próximos, por exemplo, a bexiga e o intestino. “Quanto maior for a invasão da placenta para os órgão adjacentes mais grave é a doença”, completa Dr. Ricardo.

2. Existe alguma pré-disposição à doença?

Sim, a pré-existência de cicatrizes no útero ocasionadas por cesáreas, curetagens, remoção de miomas e a ocorrência da placenta prévia podem predispor a grávida ao acretismo. Por isso é importante o acompanhamento médico, pois durante o pré-natal o especialista identificará a profundeza de penetração da placenta para tentar evitar complicações, que são inerentes apenas ao momento do parto. “Infelizmente não há como impedir que o acretismo ocorra ou progrida. Inclusive, fora esses casos, geralmente não é possível prever a doença antes do nascimento do bebê”, explica.

3. Quais são os sintomas?

Segundo Dr. Ricardo Freire a maioria dos casos não apresenta sintomas específicos e quando surge algum, é sinal de que a placenta já invadiu alguns órgãos adjacentes ao útero. Por exemplo, se invadiu o intestino, a grávida pode ter sangue nas fezes; já a bexiga, os sintomas são cólica, muita dor abdominal e vontade demasiada de urinar.

4. Por que esta condição é tão perigosa?

O perigo é somente no momento do parto e no pós-parto imediato, ou seja, a doença não causa problemas durante a gravidez, o que não exime a necessidade da parturiente de alguns cuidados como boa alimentação e repouso absoluto.
“O que acontece é que durante o parto a placenta não sai por completo, comprometendo a contração uterina. Além disso, pode provocar uma hemorragia séria, podendo até ser necessário remover o útero”, explica Ricardo.

5. Mulheres que tiveram acretismo placentário na primeira gestação podem engravidar novamente?

A segunda gestação é possível se o acretismo da primeira gestação não foi grave, o endométrio estiver refeito e o útero não apresentar grandes cicatrizes em sua extensão. Mas, todos os cuidados devem ser tomados já no pré-natal e a mãe deve seguir com rigor as recomendações médicas, pois a recorrência da doença é possível.

6. Existe tratamento?

Sim, o importante é que a doença seja previamente diagnosticada. Em alguns casos, os cuidados médicos começam ainda durante a gravidez. Para Dr. Ricardo Freire, ginecologista e obstetra do Hospital e Maternidade São Luiz, unidade Anália Franco, o mais importante são as medidas preventivas que devem ser tomadas para o parto. “É muito importante que as parturientes com esse problema estejam em um ambiente hospitalar de qualidade, com uma equipe especializada preparada para caso ocorra alguma intercorrência. A medicina intervencionista, por exemplo, é essencial nos casos que já se sabe o grau do acretismo, pois preparam a paciente para o parto, colocando cateteres que bloqueiam as artérias que irrigam a área comprometida coibindo assim o sangramento excessivo. Esse procedimento é necessário ser feito antes mesmo da retirada do bebê”, completa.

Falta de diagnóstico aumenta mortalidade por infarto em mulheres

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postado em 17 de agosto de 2017

Incidência de infarto é duas vezes maior no homem até 54 anos; números se igualam após os 55 anos

Também chamado de ataque cardíaco, o infarto é a falta de sangue oxigenado na área do coração, que acontece devido à obstrução de uma artéria coronária. A falta de sangue na região faz com que o músculo entre em processo de necrose, podendo levar o paciente à morte.

O Dr. André Feldman, cardiologista da Cardio D’Or, serviço do Hospital e Maternidade São Luiz Anália Franco especializado em saúde do coração, alerta que a sobrevivência do paciente pode estar na rapidez do atendimento médico, por isso a importância da atenção aos sintomas, que podem variar entre homens e mulheres.

Para melhor entender, podemos separar os sintomas entre clássicos e atípicos, onde o primeiro aparece nos homens e o segundo normalmente é apenas apresentado pelas mulheres:

Sintomas clássicos: dor no peito em aperto, que pode irradiar para o braço esquerdo, pescoço, mandíbula, estômago e até as costas, além de náusea, vômito, suor frio e desmaio.

Sintomas atípicos: falta de ar, enjoo, cansaço inexplicável, desconforto no peito, arritmia e agonia.

Dados da literatura mostram que a incidência de infarto é 2.2 vezes maior no homem até 54 anos. Após essa idade, os números se igualam.

Para o Dr. André a incidência de infarto em pessoas do sexo feminino tem crescido nas últimas décadas devido ao aumento da proporção de mulheres inseridas no mercado de trabalho. “A dupla jornada vivida pelas mulheres pode estar relacionada ao crescimento dos níveis de estresse, má alimentação, falta de atividade física, entre outros fatores de risco para infarto, fazendo com que a incidência acompanhasse essa adesão ao mercado de trabalho”, observa.

As mulheres devem se preocupar, ainda, com a menopausa, que é o período em que a mulher perde a proteção vascular proporcionada pelos hormônios da idade fértil, que ajudam na proteção da formação de placas de gordura nas artérias coronárias.

O especialista explica que a prevenção ao infarto é igual para ambos. “Para não fazerem parte de nenhum grupo de risco é necessário controlarmos os indicadores do nosso corpo, como colesterol, diabetes e hipertensão”, observa.
Para conseguir manter os índices do corpo estáveis é preciso praticar atividade física regularmente, não fumar e ter uma alimentação saudável. Além disso, os especialistas recomendam um check-up anual que contemple exames do coração, como teste ergométrico, ultrassonografia do coração e eletrocardiograma de repouso.

Incontinência urinária é duas vezes mais comum em mulheres

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postado em 16 de agosto de 2017

Um problema frequente e, muitas vezes, constrangedor é a incontinência urinária, caracterizada pela perda involuntária de urina. De acordo com a Sociedade Brasileira de Urologia, a incontinência atinge 10 milhões de brasileiros e é duas vezes mais comum no sexo feminino. É um problema que afeta todas as faixas etárias, mas, com o avançar da idade e consequente envelhecimento do sistema nervoso e muscular, há um aumento exponencial da incontinência urinária em homens e mulheres.

Segundo o Dr. Ricardo De La Roca, urologista do Hospital São Luiz Jabaquara, esta enfermidade pode ser a manifestação de outras condições anormais do trato urinário, por isso não existem cuidados ou recomendações para evitar o problema quando jovem. A presença de incontinência urinária desde a infância está relacionada com alguma malformação no organismo, como, por exemplo, no sistema urinário ou nervoso.

“Os primeiros indícios deste problema são a perda involuntária de pingos de urina ou pequenos jatos de urina quando há aumento da pressão abdominal e alteração da capacidade funcional da bexiga”, explica o especialista. Além disso, ele alerta que a má formação do sistema pode provocar a “bexiga neurogênica”, disfunção leva o indivíduo a não controlar sua urina adequadamente.

Nas mulheres, ter múltiplos partos ou partos onde há grande demora para o nascimento do bebê, com compressão sobre a bexiga, também pode favorecer quadros de incontinência urinária. Isso pode ocasionar perda de urina ao tossir, espirrar, dar risadas e ao levantar peso. “Neste caso as recomendações e orientação devem ser definidas pela paciente e obstetra”, destaca o Dr. Ricardo.

Já o surgimento de incontinência urinária em mulheres na faixa dos 40 anos pode ser explicado pelos fatores descritos anteriormente ou por uma instabilidade nas contrações da musculatura da bexiga. Os movimentos involuntários da bexiga podem causar a incontinência urinária de urgência, quando, sem aviso, o paciente não consegue segurar a micção nas mais diferentes situações.

Embora mais comum entre mulheres, este problema também pode se manifestar em homens com esta faixa etária e que apresentam algum grau de obstrução ao fluxo da urina, como crescimento da próstata. Nessas situações, o primeiro passo é consultar o urologista, que irá analisar a história clínica, realizar exames de imagem, de laboratório exames específicos.

O tratamento pode ser feito através de medicações e fisioterapia especialmente focada nesta área. Em alguns casos, são indicadas as cirurgias para correção do posicionamento da uretra, bexiga e conteúdo pélvico. Para a prevenção, a prática do pilates é recomendada para homens e mulheres, pois reforça a musculatura de todo o corpo, inclusive a da área pélvica.

Pouca atenção aos níveis de colesterol pode causar doenças cardiovasculares

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postado em 8 de agosto de 2017

Colesterol não está ligado à obesidade; taxas altas podem evoluir para obstrução dos vasos

No Dia Nacional de Combate ao Colesterol, celebrado em 8 de agosto, especialistas do Hospital e Maternidade São Luiz unidades Itaim e Anália Franco reforçam a importância da atenção e cuidados com a saúde.

O colesterol é uma gordura considerada essencial para o bom funcionamento do organismo. Existem dois tipos dessa gordura: o bom, chamado de HDL; e o colesterol ruim, denominado LDL. Entenda a diferença entre eles:

HDL – Colesterol bom – tem a função de encaminhar o colesterol ruim ao fígado, para que ele seja metabolizado e eliminado do organismo.

LDL – Colesterol ruim – famoso por levar o acúmulo de placas de gordura nas paredes internas das artérias, reduzindo a passagem do sangue para os órgãos, o que leva ao surgimento de doenças cardiovasculares como infarto e derrame, por exemplo.

“Basicamente, é uma medida onde os médicos vão descobrir a quantidade de gordura que o paciente tem dentro da artéria e, a partir disso, indicar o melhor tratamento”, explica o Dr. Luiz Vicente Berti, cirurgião do Centro de Excelência em Cirurgia Bariátrica do Hospital São Luiz Itaim.

Ao contrário do que muitas pessoas pensam o colesterol alto não está ligado à obesidade, mas à má alimentação e à falta de atividade física. “Nem todos os obesos têm colesterol elevado, mas aqueles que têm se encaixam em quadros de saúde mais instáveis, pois normalmente possuem outras doenças crônicas associadas. Para estes, a forma mais recomendada é a cirurgia”, ressalta Berti.

O Dr. André Feldman, cardiologista da Cadio D’Or, serviço do Hospital e Maternidade São Luiz Anália Franco especializado em saúde do coração, explica que também há pacientes com predisposição genética a taxas elevadas de colesterol. “Neste caso, o acontecimento desta doença só é apontado quando as modificações no estilo de vida solicitadas pelos médicos – como uma dieta pobre em alimentos gordurosos e atividade física – não conseguem controlar os níveis de colesterol”, explica.

O que acontece é que quando o colesterol está em níveis elevados, ele se deposita nas paredes internas das artérias, evoluindo para obstrução parcial ou total dos vasos, fator este predisponente para um AVC.

Os sintomas podem aparecer de acordo com o tamanho da obstrução ou por surgimento de dores após a exposição a esforços, como quando se pratica atividade física, por exemplo.

Feldman explica que uma das formas de prevenir a formação das placas de gordura ou de aumentar os níveis de colesterol bom é com a realização de atividade física, que deve ser precedida de uma avaliação médica. “A ocorrência de um infarto prévio e outras doenças não contraindica uma atividade física”, sugere.

A recomendação é para que esse paciente controle alguns itens da alimentação, principalmente gorduras, como frituras, carnes vermelhas, doces em geral, preferir alimentos integrais, verduras, legumes e carnes brancas. Berti sugere que devemos pensar no nosso cuidado como um triângulo, em que na base estão a alimentação e a atividade física. “A parte de cima seria composta pelos medicamentos, acionados somente em casos onde não há atividade na base”, explica.

4 dúvidas sobre a alimentação da mãe durante a amamentação

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postado em 3 de agosto de 2017

As unidades Itaim, Anália Franco e São Caetano do Hospital e Maternidade São Luiz contam com o Grupo de Apoio ao Aleitamento Materno (GAAM), que oferece apoio às mamães por meio de acompanhamento das mamadas, orientando-as em relação à pega, dificuldades e posições do bebê durante a amamentação. O grupo também atende as mães que já saíram de alta.

A supervisora de enfermagem da Maternidade São Luiz São Caetano, Leah Bitelli, explica que o aleitamento materno é fundamental, pois traz proteção para a mãe e para o bebê. “Além de todos os benefícios para o bebê, amamentar favorece, também, a prevenção do câncer de mama, fortalece o desenvolvimento cerebral do bebê, promove todo o aporte nutricional referente a anticorpos, vitaminas, glicose, gordura e minerais”, comenta.

Porém, quando o assunto é amamentação, outras dúvidas também podem surgir, como a questão da alimentação da mãe durante este período e se ela afeta a criança. Por isso, Leah Bitelli respondeu quatro perguntas sobre este tema:

O que a mãe come durante a amamentação influencia na qualidade do leite ou na saúde do bebê?

Sim. Nós sempre orientamos uma dieta mais leve, sem condimentos fortes e sem alimentos que vão produzir flatulência, por exemplo, feijão e repolho. Além disso, é importante reduzir também o consumo de café e evitar refrigerantes.

Qual a dieta recomendada durante a amamentação?

É recomendada a ingestão de grande quantidade de líquidos. É importante manter os hábitos saudáveis de alimentação adquiridos durante a gravidez, sempre com uma dieta rica em grãos e cereais integrais, frutas, verduras e alimentos que sejam boas fontes de proteínas, cálcio e ferro. Além disso, sempre evitar as gorduras saturadas (frituras, manteiga ou gordura vegetal).

Existem alimentos proibidos nesta fase?

A proibição está ligada principalmente aos alimentos que podem causar um desconforto intestinal no bebê. Dentre os itens proibidos, estão as bebidas alcoólicas, alimentos gordurosos e muito açucarados. Cebola, alho, brócolis e nabo, por exemplo, não são indicados, pois podem causar desconforto no bebê. Derivados do leite também podem causar esse mesmo desconforto, como queijos em geral.

Qual a importância de ter uma alimentação balanceada durante a amamentação?

A dieta correta vai prevenir os desconfortos no bebê, além de nutrir corretamente a mãe, que precisa de muito mais energia durante este período para conseguir amamentar com tranquilidade.

Rede de apoio às mães é fundamental para o aleitamento materno

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postado em 1 de agosto de 2017

Enfermeira da Maternidade São Luiz explica como cada um pode fazer seu papel

A Semana Mundial do Aleitamento Materno (SMAM), que ocorre de 1 a 7 de agosto, completa o 25º aniversário este ano. O tema de 2017 é “Trabalhar juntos para o bem comum” e reforça a importância de todos entenderem, individual e coletivamente, a real importância do aleitamento, além de formar uma rede de apoio para as mães.

Segundo Patricia Scalon, consultora e enfermeira do Grupo de Apoio de Aleitamento Materno (GAAM) da Maternidade São Luiz Itaim, chamar atenção principalmente para a questão do apoio emocional é fundamental. “Nesse começo, a mulher ainda fica muito perdida em conciliar as novas funções de mãe com as tarefas do dia a dia. Às vezes, ela sente que não vai dar conta de tudo e que não vai conseguir amamentar”, diz a enfermeira.

“Frequentemente não existem locais apropriados para o aleitamento, como em restaurantes, por exemplo, deixando as mães desconfortáveis”. E embora haja muitas informações disponíveis sobre a amamentação, a especialista ressalta que ainda hoje existe preconceito e constrangimento quando o assunto é a amamentação em público. Por essas e outras razões, campanhas como a SMAM são necessárias.

Diante do tema escolhido para o ano, Patricia esclarece como cada um da rede de apoio pode fazer sua parte e ajudar a mãe neste período:

Pai

O apoio é principalmente emocional e de incentivo a não desistência, com sua presença e carinho durante a mamada. O pai também pode auxiliar no posicionamento do bebê para a pega correta, dando mais segurança e conforto à mãe, ser responsável por colocar o bebê para arrotar e cuidar da higiene. Pode, ainda, resolver situações que coloquem a mãe em momentos de estresse, prejudicando a produção do leite.

Avós e demais familiares

O mais indicado, de acordo com a enfermeira, é que a família ajude com as tarefas da casa e deixe mais tempo livre para a mãe passar junto ao bebê. Assim, ela terá mais tempo para se dedicar ao aleitamento e às descobertas da nova rotina.

Médicos e enfermeiros

“Muitas pessoas acham que é a coisa mais fácil do mundo colocar o bebê para mamar, mas a ajuda profissional é necessária para saber como se posicionar, se o bebê está mamando direito e para não lesionar o mamilo. As enfermeiras atendem a mulher logo após o nascimento do filho para dar as orientações necessárias”, conta Patricia.

Depois que a mãe sai do hospital, ela ainda precisa de um lugar onde ela possa buscar ajuda. Neste momento, uma das principais referências é o pediatra, que deve encorajar, acompanhar a questão da amamentação de perto e deixar um canal aberto para ela tirar dúvidas nas consultas.

Vale lembrar que, durante o pré-natal, muito de fala sobre parto e outras questões relacionadas, mas o aleitamento exige uma adaptação. Por esse motivo, é bom que o contato com este assunto aconteça mesmo antes do nascimento e este é um papel importante do obstetra.

Saiba mais sobre o Grupo de Apoio ao aleitamento materno (GAAM)

Como devo amamentar? A pega está correta? Meu leite é suficiente? Essas são perguntas comuns entre as mulheres no início do aleitamento materno. Pensando nisso, a Maternidade São Luiz criou o GAAM (Grupo de Apoio ao Aleitamento Materno) que visa incentivar a amamentação ainda no período de internação da mãe e do bebê, quando profissionais do GAAM tiram dúvidas e dão dicas sobre como amamentar corretamente.

O suporte do GAAM continua depois da alta da maternidade pelo Disque Bebê – canal telefônico exclusivo para as mães de bebês que nasceram na Maternidade São Luiz -, através do qual as mães podem tirar dúvidas sobre cuidados com seu filho ou agendar uma consulta sobre aleitamento materno.

A Maternidade São Luiz também apoia o aleitamento materno na primeira hora de vida do recém-nascido. A amamentação logo após o nascimento é benéfica para mãe e bebê e não há contraindicação se os dois estão estáveis.

Disque Bebê

Unidade Itaim: (11) 3040-1649
Unidade Anália Franco: (11) 3386-1330

No site do Hospital São Luiz:
http://www.saoluiz.com.br/maternidade/mamaes_e_papais/grupo_apoio_aleitamento_materno.aspx

Conheça as etapas do desenvolvimento do bebê dentro da barriga da mãe

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postado em 20 de julho de 2017

Você sabe como o bebê evolui semana a semana durante a gestação? A Dra. Renata Lopes Ribeiro, especialista em Medicina Fetal do Hospital e Maternidade São Luiz Itaim, dá detalhes sobre o desenvolvimento do bebê:

Semana 6

A evolução do bebê
Que boa notícia! Um bebê que começa a se formar logo estará aí. É o começo de uma nova vida, em pleno desenvolvimento. Até a 10ª semana de gestação, ele vai ser chamado de embrião, fase que marca as primeiras modificações do óvulo fecundado. É quando seus órgãos vitais começam a se desenvolver, como o tubo neural, que em breve se transformará no cérebro e na medula. Aproveite cada momento desta evolução até o parto.
Em média, seu bebê mede 4 mm

Semana 7

A evolução do bebê
Os olhos são a primeira característica facial em desenvolvimento no seu bebê. Também outras pequenas estruturas que irão se transformar nos membros já começam a se formar.
Em média, seu bebê mede 8mm

Semana 8

A evolução do bebê
Primeiro os olhinhos. Agora é a cabecinha que cresce rapidamente, enquanto os membros passam a se alongar. É uma evolução rápida. O bebê dobrou de tamanho se comparado com a última semana.
Em média, seu bebê mede 1,6 cm

Semana 9

A evolução do bebê
Mamãe, tudo evolui muito rápido. Acredite, seu bebê já começa a se movimentar. Com a formação dos membros, as mãozinhas e os dedinhos estão em processo de formação. Assim como as orelhas. E mais: começou o desenvolvimento do sistema digestivo.
Em média, seu bebê mede 2,3cm

Semana 10

A evolução do bebê
Já é possível notar o semblante de seu bebê, pois a cabeça começa a se afastar do peito e dá para perceber o desenvolvimento dos lábios, da boca, do nariz e das orelhinhas. Os olhos projetam-se para frente da cabeça. Os dedinhos das mãos e dos pés já estão separados e há o desenvolvimento das articulações dos membros.
Em média, seu bebê mede 3 cm

Semana 11

A evolução do bebê
Começam a surgir os primeiros chutes, ainda não perceptíveis pelas mães. Pode ser que um futuro jogador de futebol ou uma futura bailarina estejam em ação. Nesta etapa, começam a se desenvolver os ovários ou os testículos. Seu bebê já está com aparência humana (o pescoço se alonga e as orelhas se movimentam para a posição final). O diafragma está completo, o que lhe permite fazer movimentos respiratórios.
Em média, seu bebê está com 4 cm

Semana 12

A evolução do bebê
O coração de seu bebê bate por volta de 160 por minuto, duas vezes mais rápido do que o de um adulto. Tanto esforço dá até uma preguiça gostosa, pois ele já pode bocejar – nesta fase da gestação, sua boca abre e fecha. O cordão umbilical já se formou completamente, assim como os membros.
Em média, seu bebê mede 5,4cm.

Semana 13

A evolução do bebê
Com o rápido alongamento dos bracinhos e das perninhas, o bebê está livre para se movimentar e vai se mexer bastante, pois já são distintas as articulações de joelhos e pés. Agora, os ossos da costela começam a se tornar visíveis e nesse período ocorre a formação da glândula tireoide.
Em média, seu bebê mede 7,4cm

Semana 14

A evolução do bebê
É nesta fase que começam a crescer os primeiros fios de cabelo e sobrancelha do bebê, que cada vez mais tem seus traços faciais definidos, pois os olhos e orelhas estão quase na posição final. E o cérebro do futuro gênio da família se desenvolve rapidamente.
Em média, seu bebê mede cerca de 8,7cm e pesa em torno de 55g

Semana 15

A evolução do bebê
Mamãe, você já pode dizer “te amo”, para seu bebê, pois nesta semana os ossos do ouvido se desenvolvem a ponto dele captar sons, inclusive vozes. Também a medula espinhal está completamente formada e os nervos saem entre cada vértebra.
Em média, seu bebê mede cerca de 10,1cm e pesa em torno de 70g

Semana 16

A evolução do bebê
Seu bebê cresce muito rápido. Mesmo sem ter o controle motor, ele já pode franzir a sobrancelha, à medida que se desenvolvem seus músculos faciais. E sempre há uma novidade por todo o corpo. O intestino, por exemplo, apesar de ainda imaturo, passa a receber pequenas quantidades de líquido amniótico. No cérebro, os neurônios estão em desenvolvimento.
Em média, seu bebê mede cerca de 11,6cm e pesa em torno de 100g

Semana 17

A evolução do bebê
Nesta fase, seu bebê começa a chupar o dedo, a boca abre e fecha com regularidade e é possível que ele soluce. Ele também consegue curvar-se e estiar-se, mudando constantemente de posição.
Em média, seu bebê mede cerca de 13cm e pesa em torno de 140g

Semana 18

A evolução do bebê
Pela primeira vez o feto está maior que a placenta. Ou seja, este é um momento especial, pois a mamãe pode começar a sentir alguns movimentos, principalmente se for a segunda ou terceira gestação. Os órgãos sexuais externos e internos estão em pleno desenvolvimento.
Em média, seu bebê mede 14,2cm e pesa em torno de 190g

Semana 19

A evolução do bebê
A identidade de seu bebê é cada vez maior. Nesta fase, as impressões digitais estão mais aparentes. Os olhos movimentam-se aleatoriamente, apesar das pálpebras ainda estarem fechadas. Olhos e orelhas alcançam a posição final na cabeça. E já há acúmulo de um pouco de gordura por todo o seu corpo.
Em média, seu bebê mede 15,3cm e pesa em torno de 240g

Semana 20

A evolução do bebê
Pelos fininhos, uma lanugem, se espalha pelo corpo do bebê e suas sobrancelhas estão cada vez mais visíveis. Também começa a formação dos brotos dentários, que mais tarde vão dar lugar aos dentes. A coluna do bebê está formada e órgãos como estômago, intestino e fígado já se ajustam e se posicionam na cavidade abdominal.
Em média, seu bebê mede cerca de 16,4cm e pesa em torno de 300g

Semana 21

A evolução do bebê
Esta é uma semana em que seu bebê cresce bastante, atingindo quase 10 centímetros a mais que na anterior. E a interação entre vocês dois é cada vez maior. O cérebro do feto está recebendo sinais elétricos de alterações de pressão e temperatura da mamãe, por exemplo. E como as unhas começam a crescer, a pele do bebê passa a ser coberta por uma camada de gordura que vai protegê-lo contra os próprios arranhões. No caso das meninas, outra evolução importante: os ovários desceram do abdômen para a pelve.
Em média, seu bebê mede cerca de 25cm e pesa em torno de 360g

Semana 22

A evolução do bebê
Mamãe, você sente a evolução de seu bebê. Mas ficaria ainda mais orgulhosa se conseguisse ver como ele se desenvolve todos os dias. Agora, todos os ossos de seu corpo contêm medula, capaz de produzir células sanguíneas. E ele engole cada vez mais líquido amniótico. Sob sua pele também passa a se formar outra camada de gordura, importante para o desenvolvimento do sistema nervoso.
Em média, seu bebê tem 27,8cm e pesa em torno de 430 g

Semana 23

A evolução do bebê
Você percebeu que os chutes de seu bebê estão cada vez mais fortes e frequentes, não é mamãe? E tem mais, ele já consegue segurar o cordão umbilical com as duas mãos. Como as estruturas do ouvido amadurecem, também passa a receber sinais nervosos no cérebro, ou seja, o bebezinho ouve e começa a reagir a sons com movimentos.
Em média, seu bebê tem 28,9cm e pesa em torno de 500g

Semana 24

A evolução do bebê
Nesta fase, a tendência é que os batimentos cardíacos do bebê desacelerem um pouco, à medida que seu corpo ganha maturidade. A sua pele passa a desenvolver uma camada protetora externa de células queratinizadas, que fortalecerá sua pele, reduzirá a quantidade de água que o bebê perde no líquido amniótico e irá prepará-lo, aos poucos, para o nascimento.
Em média, seu bebê tem 30cm e pesa em torno de 600g

Semana 25

A evolução do bebê
Lembra que há poucas semanas seu bebê começou a desenvolver a audição? Pois agora ele percebe sons agudos e pode, inclusive, se assustar com eles. Ele também já boceja com freqüência e esta é uma forma de regular a quantidade de líquido e de sangue em seus pulmões. Como depósitos de gordura tornam seus membros mais arredondados, ele está cada vez mais fofinho!
Em média, seu bebê tem 34,6cm e pesa em torno de 660g

Semana 26

A evolução do bebê
Seu bebê evolui rápido demais. A progressão dos pulmões é impressionante, apesar de ainda não estarem prontos para o mundo. Também impressiona a coordenação motora do feto, pois ele já consegue segurar com as mãos os dedos dos pés. Nessa semana, as células nervosas aos poucos se ramificam para formar ligações após o nascimento.
Em média, seu bebê tem 35,6cm e pesa em torno de 760g

Semana 27

A evolução do bebê
A partir desta semana, seu bebê já abre e fecha os olhinhos – eles piscam. Mas ainda não consegue focar uma imagem, o que só vai acontecer algumas semanas após o nascimento. E, na maioria dos meninos, é nesta fase que os testículos descem para o saco escrotal. Mas é normal se isso ocorrer somente após o nascimento.
Em média, seu bebê tem 36,6cm e pesa em torno de 875g

Semana 28

A evolução do bebê
Seu bebê, que em média alcança um quilo de peso, já é cabeludo, sabia? Nesta fase, todos os seus pelos ficam mais longos e grossos, desde cabelos a cílios e sobrancelhas. Os pulmões estabelecem um padrão rítmico para apressar o amadurecimento do tecido pulmonar e expelir, aos poucos, o líquido amniótico e o sangue. Esse padrão respiratório começa a refletir em ciclos regulares de sono e de vigília do bebê.
Em média, seu bebê tem 37,6cm e pesa em torno de 1kg

Semana 29

A evolução do bebê
É nesta semana que muitos bebês assumem a posição de cabeça para baixo, embora ainda possam se movimentar algumas vezes. O amadurecimento pulmonar tem início. O cérebro está cada vez maior e sua superfície passa a ganhar dobras. A fina lanugem, os pelos que cobrem todo o corpo, também já começa a desaparecer gradativamente.
Em média, seu bebê tem 38,6cm e pesa em torno de 1,2kg

Semana 30

A evolução do bebê
À medida que a gravidez vai chegando ao fim, os movimentos do bebê diminuem. Mas mesmo assim, seus chutes continuam fortes. Nesta fase as células nervosas do cérebro se desenvolvem em áreas distintas e controlam algumas funções, como memória e movimentos coordenados. A ponta do nariz do bebê se torna evidente.
Em média, seu bebê tem 39,9cm e pesa em torno de 1,3kg

Semana 31

A evolução do bebê
Seu bebê está dormindo a maior parte do tempo e, acredite, já pode sonhar, o padrão do sono inclui fases de movimento rápido dos olhos (REM), característica dos sonhos. É comum nessa fase o bebê passar a maior parte do tempo de perninhas cruzadas, em posição fetal, encolhida e cerca de 25% dos fetos ainda não viraram de cabeça para baixo.
Em média, seu bebê tem 41,1cm e pesa em torno de 1,5kg

Semana 32

A evolução do bebê
Está chegando a hora. Seu bebê deglute o líquido amniótico. Esta é sua preparação para mamar ao nascer. Ele também já está perto de sua altura máxima – os ossos praticamente alcançam seu crescimento pré-natal. A pele começa a ficar mais rósea, é possível notar as dobrinhas das mãos, pulsos e também está mais gordinho pelo aumento da camada de gordura.
Em média, seu bebê tem 42,4cm e pesa em torno de 1,7kg

Semana 33

A evolução do bebê
Dá vontade de pegar em suas mãozinhas, cada vez mais perfeitas. As unhas do bebê estão chegando às pontas dos dedos. Nesta semana, quase todos os fetos já estão em posição para o parto. E o líquido amniótico engolido pelo bebê passa pelo seu estômago e intestino e os resíduos ficam no cólon para serem descartados pós-nascimento.
Em média, seu bebê tem 43,7cm e pesa em torno de 1,9kg

Semana 34

A evolução do bebê
Numa prova de que é constante a interação entre vocês, o cálcio consumido pela mamãe, passado para o bebê pelo cordão umbilical, endurece os ossos. Seu intestino está se preparando para processar alimentos e a quantidade de líquido amniótico atinge seu nível máximo.
Em média, seu bebê tem 45cm e pesa em torno de 2,1kg

Semana 35

A evolução do bebê
Seu bebê continua com movimentos de sucção. É a preparação para a amamentação, já que o parto está logo aí. Os pulmões, amadurecendo, estão cheios de líquido, que vão dar lugar ao ar quando o bebê respirar pela primeira vez.
Em média, seu bebê tem 46,2cm e pesa em torno de 2,4kg

Semana 36

A evolução do bebê
A hora do nascimento está cada vez mais próxima. Nesta semana, a cabeça de seu bebê pode começar a se encaixar em direção ao colo do útero, na preparação para o trabalho de parto. Os pulmões também estão estruturalmente completos e os alvéolos produzem surfactante, o lubrificante que vai ajudar a mantê-los abertos quando o bebê respirar ar pela primeira vez.
Em média, seu bebê tem 47,4cm e pesa em torno de 2,6kg

Semana 37

A evolução do bebê
Seu bebê já tem a forma semelhante a que terá ao nascer. E ele continua ganhando peso com o acúmulo de gordura nos membros e no abdômen. No lugar da lanugem, nascem pelos curtos e bem finos. Neste estágio final, os sons penetram pelo útero e ele é capaz de distinguir uma série deles.
Em média, seu bebê tem 48,6cm e pesa em torno de 2,9kg

Semana 38

A evolução do bebê
Mamãe, diga coisas boas para seu bebê, pois ele segue os sons externos com a cabeça, principalmente a sua voz. E já está quase tudo pronto para o parto. A placenta alcança seu tamanho máximo. Os braços de seu bebê ficam cruzados sobre o tórax. As mãos podem estar fechadas ou segurando o cordão umbilical. Parte de seu esqueleto adensou-se no processo de ossificação.
Em média, seu bebê tem 49,8cm e pesa em torno de 3,1kg

Semana 39

A evolução do bebê
Seus olhos estão bem formados e grandes, mas continuarão a se desenvolver nas primeiras semanas de vida do bebê até que ele passe a enxergar direito.
Em média, seu bebê tem 50,7cm e pesa em torno de 3,3kg

Semana 40

A evolução do bebê
O bebê está com as bochechas gordinhas e arredondadas e o cordão umbilical tem quase o mesmo comprimento dele. Os ossos do corpo estão todos solidificados e os do crânio, ligados por membranas que permitem movimento entre eles, o que facilitará a passagem da cabeça no momento do parto.
Em média, seu bebê tem 51,2cm e pesa em torno de 3,5kg

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