Blog da Saúde

Oito perguntas que você deve saber sobre a Dengue

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postado em 24 de abril de 2015

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Embora o número de casos de dengue continue alto no país, a doença ainda confunde muitos brasileiros. Para esclarecer algumas dúvidas, as infectologistas do Hospital e Maternidade São Luiz, Régia Domous, da unidade Itaim, e Raquel Muarrek, da unidade Morumbi, respondem a oito perguntas sobre a Dengue.

1. Fui picado pelo mosquito da Dengue. Em quanto tempo sentirei os primeiros sintomas?

Os primeiros sintomas serão sentidos somente após o período de incubação do vírus da dengue no organismo: em média de 5 a 6 dias. Este período também pode variar de 3 a 15 dias.

2. Quais são os primeiros sintomas da Dengue?

Febre alta (39° a 40°) de início abrupto com duração de até 48h. A febre pode estar associada a dor de cabeça, dor muscular, dor na barriga, presença de manchas vermelhas no corpo, náusea, sinais de desmaio e dificuldade na ingestão de líquidos.

3. Por que a Dengue pode evoluir para um quadro hemorrágico?

A dengue é caracterizada como um quadro inflamatório em todos os vasos sanguíneos do corpo, deixando-os mais permeáveis para a saída de sangue. Este quadro pode evoluir para o choque hemorrágico (perda aguda de sangue).

4. Como é feito o diagnóstico?

A doença é confirmada quando o exame de sangue de sorologia para Dengue der positivo. O resultado será obtido apenas no 6º dia dos primeiros sintomas. “A sorologia para dengue demora seis dias para se positivar, por isso é preciso esperar para ter o diagnóstico preciso”, explicam as infectologistas. Nesse período são realizados exames complementares, como a prova do laço e hemograma, que auxiliam no diagnóstico clínico e avaliam o possível quadro de dengue.

5. Quando devo procurar atendimento médico?

Aos primeiros sintomas recomenda-se procurar atendimento médico. No pronto-socorro o paciente passará por um diagnóstico clínico e será submetido ao exame “Prova do Laço” – com um aparelho de pressão, o procedimento avalia a fragilidade do vaso sanguíneo e a tendência do paciente à hemorragia. O paciente também realizará um exame de sangue para a medição de plaquetas e hematócitos. Caso a contagem de hematócitos esteja acima do normal e as plaquetas abaixo de 150 mil, há indícios de Dengue. Dependendo do diagnóstico e da gravidade do caso, recomenda-se que o paciente faça o tratamento em casa ou que seja internado.

6. Posso continuar o tratamento em casa?
Não há necessidade de internação em casos considerados fora de risco, geralmente quando a contagem de plaquetas está boa e a prova do laço der negativa. Nesse caso, em casa, o paciente deve seguir as recomendações médicas para garantir que a recuperação seja rápida e efetiva.

Embora o paciente volte para casa, ele deverá retornar ao pronto-socorro em 24 horas ou 48 horas para monitorar a contagem de plaquetas e hematócitos e realização do exame de sorologia para dengue. Dependendo do caso, há necessidade de ir ao hospital até três vezes.

7. Quando a internação é necessária?
Há necessidade de internação quando o quadro é mais grave. Nesses casos, o paciente pode apresentar algum tipo de sangramento, não conseguir ingerir água e sua contagem de hematócitos e plaquetas não está normal. O paciente pode permanecer no hospital de dois a cinco dias.

8. Fui diagnosticado com dengue. Quais são os cuidados que preciso tomar?

Pessoas com dengue podem sofrer desidratação pela perda de líquidos por vômitos e diarreia, por isso a hidratação e boa alimentação são essenciais durante a recuperação, que demora em média uma a duas semanas a partir do primeiro dia de febre. Nesse período, é importante fazer repouso e seguir as recomendações médicas.

Hidratação: a ingestão oral diária de água deve seguir a conta de60 ml a 80 ml por quilo, ou seja, uma pessoa com 80 kg, por exemplo, deve ingerir cerca de 4 litros de água por dia. Além de água recomenda-se a ingestão de chás, água de coco, sucos ou soro caseiro. Não devem ser ingeridos refrigerantes, isotônicos e bebidas muito doces.

Alimentação: a febre pode ocasionar modificações na flora intestinal. Por isso, opte por alimentos leves e de fácil digestão. Alimentos gordurosos devem ser evitados, pois podem aumentar a diarreia.

Coceira na pele: banhos com água fria, compressas geladas nas regiões afetadas, ou pomadas de pele são indicados, pois ajudam a aliviar a sensação incomoda provocada pela coceira.

Evite: medicamentos, como ácido acetilsalicílico e anti-inflamatórios. Esses remédios interferem no processo de coagulação do sangue e podem favorecer o aparecimento de manifestações hemorrágicas.

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Hospital São Luiz participa do maior evento de Cirurgia Endovascular da América Latina

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postado em 15 de abril de 2015

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Começa hoje o Congresso Internacional de Cirurgia Endovascular, no Centro de Convenções do Sheraton São Paulo WTC Hotel. O evento que receberá cerca de 2.500 médicos, entre brasileiros e estrangeiros, tem programação até sábado (18) que abordará o que há de mais moderno e inovador relacionado ao tratamento vascular.

Na ocasião, o diretor regional da Rede D’Or São Luiz, José Jair de Arruda Pinto, dá as boas-vindas aos congressistas e apresenta o São Luiz como referência no tratamento endovascular no mundo. Além disso, médicos das equipes de cirurgia vascular do São Luiz estão entre os médicos convidados a participar do Congresso.

No primeiro dia de evento serão transmitidas ao vivo duas cirurgias endovasculares realizadas na hemodinâmica do Hospital e Maternidade São Luiz, unidade Itaim. O primeiro procedimento será feito por um médico holandês em paciente, com aproximadamente 40 anos, com trombose venosa; e a segunda por um médico espanhol, em um idoso, com cerca de 80 anos, com aneurisma de aorta.

Ambas utilizarão técnica desenvolvida pelo Dr. Armando de Carvalho Lobato, um dos profissionais brasileiros mais renomados do país nessa área, chamada técnica sanduíche, que possibilita tratar doenças de alto risco vascular através de cirurgias minimamente invasivas e com risco mínimo de morte do paciente.

A realização desses procedimentos por médicos estrangeiros mostra a importância dessa nova técnica brasileira, para o tratamento de doenças vasculares no mundo.

Mais informações: www.cice.com.br

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Três passos para entender o diagnóstico e o tratamento da dengue

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postado em 15 de abril de 2015

Aedes aegypti - Instituto Oswaldo Cruz

Como a dengue é diagnosticada? Quando a internação é necessária? Se minha dengue não é grave, por que preciso retornar para ao pronto-socorro mais de uma vez?

Devido ao alto índice de casos de dengue, essas perguntas estão cada vez mais comuns entre os brasileiros. Segundo o Ministério da Saúde, o Brasil já tem 460 mil casos notificados, sendo 100,1 mil apenas no estado de São Paulo.

Para esclarecer as principais dúvidas, a infectologista do Hospital São Luiz, unidade Morumbi, Raquel Muarrek Garcia, explica passo a passo a doença, desde o surgimento dos primeiros sintomas, como é feito o diagnóstico e as formas de tratamento.

Passo a passo

Passo 1 – Primeiros sintomas

Diagnosticar a dengue com rapidez é um dos segredos para combater a doença com maior eficácia. Aos primeiros sintomas recomenda-se procurar atendimento médico. Segundo a infectologista, os principais sinais de alerta são: febre alta (com duração de até 48h), dor de cabeça, dor muscular, dor na barriga, presença de manchas vermelhas no corpo, náusea, sinais de desmaio e dificuldade na ingestão de líquidos.

Passo 2 – Diagnóstico médico

No pronto socorro o primeiro passo é o paciente responder a perguntas sobre os locais frequentados nos últimos 15 dias, que podem ajudar na avaliação, como por exemplo, se esteve em regiões com alto índice da doença. Em seguida, passará por um diagnóstico clínico e a realização do exame “prova do laço” – com um aparelho de pressão, o procedimento avalia a fragilidade do vaso sanguíneo e a tendência do paciente à hemorragia.

Também pode ser submetido a um exame de sangue para verificar a contagem de hematócitos e plaquetas. Caso a contagem de hematócitos esteja acima do normal e as plaquetas abaixo de 50 mil mm³ de sangue, há indícios de dengue.

Passo 3 – Tratamento

Dependendo do diagnóstico e da gravidade do caso recomenda-se que o paciente faça o tratamento em casa ou que seja internado.

Há necessidade de internação quando o caso é sensível e mais grave. Geralmente quando o paciente apresenta sangramento, não consegue ingerir água e/ou a contagem de hematócitos e plaquetas não está normal. Podendo permanecer no hospital de dois a cinco dias.

Para pacientes que não estão dentro dos critérios considerados graves, recomenda-se voltar para casa, repousar e beber muita água. “A dengue é uma doença que faz a pessoa perder muito líquido, por isso a hidratação é essencial”, explica a infectologista. Embora o paciente volte para casa após passar no pela primeira vez no pronto-socorro, ele deverá retornar ao hospital em 24 horas ou 48 horas para realizar um novo hemograma para acompanhar a contagem de plaquetas e hematócitos.

Este monitoramento deve ser constantes, principalmente nas primeiras 72 horas após o período de febre, consideradas as mais críticas da doença. O paciente deve fazer pelo menos três exames de sangue: o primeiro no início da dengue, o segundo após o período de febre e o terceiro para ver se as plaquetas já voltaram ao normal.

Segundo Raquel Muarrek Garcia, os principais sintomas da fase febril são: febre geralmente alta (39° a 40°) com início abrupto associada à dor de cabeça, prostração, dores musculares nas juntas e atrás dos olhos, sinais de vermelhidão no corpo e dificuldade para tomar água. Entre o terceiro e sexto dia, o paciente não tem mais febre. Nesta fase, os principais sintomas são dor na barriga, vômito e hipotensão.

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Ambiente de trabalho e situações traumáticas são as principais causas das novas psicopatologias

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postado em 7 de abril de 2015

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Falta de ar, taquicardia e aperto no peito nem sempre são sinais de problemas cardiovasculares ou mal estar inesperado. Se associados a sensações de angústia, ansiedade e tristeza, sem um motivo aparente, esses sintomas podem caracterizar quadros de depressão, ansiedade, síndrome do pânico e outras doenças mentais e comportamentais que merecem atenção de quem as sentem. Atualmente, são consideradas como a quarta maior causa de afastamento do trabalho, segundo dados do Ministério da Previdência Social.

“As doenças psíquicas sempre existiram. Mas à medida que as relações interpessoais e a própria estrutura da sociedade e do ambiente de trabalho se transformaram, essas patologias também passaram por mudanças. Hoje, os transtornos mentais e comportamentais mais comuns estão associados a quadros psicossomáticos, ou seja, quando há manifestação física sem uma causa médica reconhecida. Nesses casos, além do diagnóstico psicológico, o paciente pode desenvolver uma alergia desconhecida, ter falta de ar, dor de cabeça, entre outros sintomas”, explica Patrícia Bader, psicóloga do Hospital e Maternidade São Luiz, unidade Itaim.

Entre os transtornos psíquicos mais comuns nos dias de hoje estão a depressão, ansiedade, estresse pós-traumático, síndrome do pânico e síndrome de Burnout. “Embora sejam doenças diferentes, grande parte de seus sintomas são parecidos ou até mesmo iguais. Em alguns casos, é possível ter mais de um transtorno ao mesmo tempo”, diz a psicóloga.

Identificar os sintomas e procurar ajuda é o primeiro passo do tratamento. “Se os sintomas forem recorrentes e afetarem o bem-estar e andamento da rotina, o que geralmente acontece, é recomendável procurar ajuda o quanto antes”, alerta Patrícia.

Saiba mais sobre as novas psicopatologias

1. Síndrome do Pânico

É um tipo de transtorno de ansiedade caracterizado por crises inesperadas de desespero e medo intenso de que algo ruim aconteça sem um motivo aparente.

Sintomas: durante as crises, com duração de até 30 minutos, é comum sentir falta de ar, taquicardia, angústia, aperto no peito, sudorese, tontura, dor de cabeça e mal estar generalizado (similar à labirintite).

Mais comum: em mulheres.

2. Síndrome de Burnout

É uma variação do transtorno de ansiedade e do pânico, porém está diretamente associada a situações de estresse nas relações trabalho.

Sintomas: são iguais aos da Síndrome do Pânico (falta de ar, taquicardia, angústia, aperto no peito, sudorese, tontura, dor de cabeça e mal estar generalizado), a diferença está no motivo que a desencadeia, no caso da Síndrome de Burnout é o trabalho.

Mais comum: trata-se de uma doença comum em carreiras onde há contato direto com pessoas (professores e profissionais da saúde) e que proporcionem situações de risco e grande pressão ao colaborador (profissionais de bancos e atendentes de telemarketing).

3. Estresse pós-traumático

Doença desencadeada por situações traumáticas como um assalto, situações de violência em geral, tragédias naturais (enchentes e desgraças coletivas), acidentes aéreos e entre outros.

Sintomas: os sintomas do estresse pós-traumático são similares aos da síndrome do pânico, porém as crises estão associadas à situação traumática vivida pelo paciente ou familiar, seja por lembrar-se do ocorrido ou contato com situações similares. “Este transtorno também pode afetar a qualidade do sono. É comum ter sonhos recorrentes com a situação traumática ou passar a noite em vigília”, explica Patrícia.

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Exercícios físicos podem ser iniciados na terceira idade

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postado em 6 de abril de 2015

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Ser idoso e sedentário não é desculpa para iniciar a prática de exercícios físicos. Dr. Maurício Serpa, Médico Coordenador Hospitalista e Chefe de Equipe de Clínica Médica do Hospital e Maternidade São Luiz Anália Franco, explica que a prática da atividade física pode ser iniciada na terceira idade, desde que haja um acompanhamento adequado.

“É necessária uma fase de adaptação, além da realização de uma avaliação médica prévia. Normalmente, para indivíduos muito sedentários, nossa recomendação é começar com pequenas caminhadas ou pedalar sem nenhuma carga. Estas atividades devem ser realizadas entre 20 a 30 minutos por dia, três vezes por semana, durante quatro semanas. Para iniciantes, também costumamos recomendar a hidroginástica, pois há poucos riscos de lesões e é uma atividade em que a frequência cardíaca permanece mais baixa.”

A partir desta primeira etapa e de acordo com o desempenho do idoso, atividades moderadas já são permitidas. Quanto mais dedicado o indivíduo estiver aos exercícios, maiores os benefícios alcançados. Confira alguns deles, listados pelo Dr. Mauricio Serpa:

– Melhora do equilíbrio e sustentação do tronco;
– Melhora da velocidade de caminhada;
– Aumento da densidade óssea e prevenção da osteoporose (principalmente entre as mulheres, que são acometidas pela doença após a menopausa);
– Ativação do sistema cardiovascular;
– Auxílio no controle glicêmico para os diabéticos e prevenção para quem não tem a doença;
– Melhora do sistema digestivo. Além de oxigenar melhor os tecidos, os exercícios físicos aumentam o peristaltismo (movimentos involuntários realizados pelos órgãos do tubo digestivo para auxiliar a passagem do bolo alimentar);
– Prevenção da depressão, uma vez que a prática de atividades físicas libera endorfina e melhora a disposição e a autoestima.

O médico ressalta, porém, que as atividades devem ser acompanhadas por um fisioterapeuta ou um professor de educação física. Caso contrário, o idoso pode sofrer lesões ligamentares (nos ligamentos), articulares e musculares. A sobrecarga também pode gerar desgastes ósseos que levam a processos de artrose.

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Conheça os benefícios de cada tipo de chocolate

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postado em 30 de março de 2015

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Toda Páscoa desperta os mesmos sentimentos na maioria das pessoas: uma vontade quase incontrolável de comer (muito) chocolate combinada a um medo de engordar a cada mordida.

Mas por que este alimento é tão consumido? Camila Giacomini, nutricionista do Hospital São Luiz Morumbi, explica que além de ter um sabor agradável, o chocolate estimula a produção da serotonina, neurotransmissor que melhora o humor e traz a sensação de bem-estar e prazer.

Entre os benefícios do produto, o mais estudado é o efeito protetor de doenças cardiovasculares devido à presença de flavonoides no cacau. Eles melhoram o fluxo sanguíneo, ajudam na prevenção de coágulos, auxiliam no combate aos radicais livres, o que retarda o envelhecimento precoce. A nutricionista relata ainda que há estudos ainda envolvendo melhora da sensibilidade à insulina e controle da pressão arterial.

Porém, as vantagens não são as mesmas para todas as variedades de chocolate. Confira:

Chocolate branco – não possui cacau, apresenta um teor maior de açúcar e gorduras, logo perde os benefícios presentes no cacau;

Chocolate ao leite – possui cacau na composição, mas em menor quantidade em comparação ao amargo;

Chocolate amargo – é o mais recomendado, uma vez que possui menos gorduras e açúcares, além de ser uma rica fonte de flavonoides;

Chocolate sem lactose – tem apenas indicação para pacientes com intolerância à lactose, sem nenhum outro benefício associado;

Chocolate diet – não possui açúcar, indicado para pacientes diabéticos. “No entanto deve-se tomar cuidado, pois para melhorar a palatabilidade algumas marcas adicionam uma quantidade maior de gorduras, o que restringe também seu consumo”, conclui Camila.

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Exercícios no pós-parto aliviam dores e dão mais conforto para as mães

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postado em 25 de março de 2015

Juliana Bambicini, fisioterapeuta do Hospital e Maternidade São Luiz Anália Franco, foi entrevistada pelo portal iG e indicou ‪‎exercícios‬ que ‪‎mulheres‬ no ‪‎pós‬-parto podem fazer para aliviar dores comuns deste período. Exercícios leves, não para perder peso, mas para ajudá-la nesta nova fase, são muito bem vindos e recomendados. Mas não se esqueça de consultar seu médico antes de iniciar as atividades.

ig saoluiz

Para ler a reportagem completa, acesse: http://scup.it/8a4w

#‎HospitalSaoLuiz‬ ‪#‎SaoLuizAnaliaFranco‬ #pos-parto

Por que é necessário fazer um exame médico antes da prática regular de exercícios físicos?

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postado em 19 de março de 2015

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É fundamental realizar uma consulta médica antes de praticar exercícios físicos regulares. De acordo com o Dr. Wilson Mathias Junior, cardiologista do Hospital e Maternidade São Luiz Itaim, esta avaliação é importante tanto antes quanto após os 40 anos.

Indivíduos com menos de 40 anos devem passar por uma consulta e realizar exames para identificar possíveis cardiopatias genéticas ou orovalvares (nas valvas cardíacas), que podem resultar em morte súbita.

Após esta idade, o objetivo da avaliação é evitar o infarto ou morte súbita após a prática de exercícios.

Dr. Wilson Mathias Junior ressalta que o fato de ser cardiopata não necessariamente impede o indivíduo de praticar exercícios físicos. Neste caso, o acompanhamento médico é essencial para estimar o nível máximo de esforço permitido, que é obtido no teste cardiopulmonar. “Em alguns casos, o paciente pode praticar exercícios não competitivos, desde que o nível de esforço seja dosado.”

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Velocidade do atendimento após o infarto diminui danos ao coração

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postado em 16 de março de 2015

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Você sabia que um rápido atendimento após o infarto diminui os danos causados ao coração? Segundo Dr. Luiz Alberto Mattos, cardiologista do Hospital São Luiz Morumbi, se a vítima for socorrida em até três horas contadas a partir do início dos sintomas, boa parte da musculatura afetada pode ser recuperada. Agora, se o atendimento demorar mais de seis horas, as células prejudicadas já não poderão se regenerar.

“O infarto é a interrupção do fluxo sanguíneo para o músculo do coração devido ao bloqueio ou entupimento de uma veia ou artéria. Essa obstrução pode resultar em sequelas que podem ser revertidas ou não, dependendo da velocidade do atendimento. Por isso, é muito importante que o paciente seja levado o mais rápido possível ao hospital”, explica o cardiologista.

A vítima começa a contar o tempo de socorro a partir dos primeiros sintomas. Dor forte no peito forte, crescente e sem alívio é um dos sinais mais comuns de infarto. “Essa dor ocorre principalmente no lado esquerdo, mas pode se espalhar pelo peito, costas e pescoço. Medidas simples como uso de analgésicos, ingestão de líquidos ou mudar de posição não minimizam a sensação”, diz Luiz Alberto. A dor do infarto também pode simular a sensação de dispepsia, a famosa indigestão, seja pelo consumo exagerado de comida ou azia. Além disso, se a dor for intensa pode ocasionar náuseas, vômito, suor frio, sensação de letargia profunda e crescente e até a perda de força.

O cardiologista ressalta que esses sintomas podem ser identificados por leigos. “O quadro clínico do infarto é caracterizado por sintomas intensos, que extrapolam as dores cotidianas ou corriqueiras que podemos sentir no peito, nas costas e no corpo em geral. Ao identificar esses sinais o paciente deve ser levado o mais rápido possível ao hospital, onde ele será diagnosticado e receberá o tratamento de desobstrução coronária”. Na dúvida, Luiz também recomenda procurar imediatamente o pronto socorro.

Em casos de infartos prévios, os riscos e danos ao coração são maiores. “Os prejuízos são maiores pelo simples fato de que o coração já sofreu algum dano anterior”, explica o cardiologista. Quanto maior o número de infartos, maior será a perda do músculo e as consequências, como falência muscular, manifestada por insuficiência cardíaca, arritmias crônicas até a ocorrência de morte súbita.

Corrida contra o relógio

Veja o que acontece com o coração infartado quando a vítima é atendida em até 3h, 6h, 12h e 24h a partir dos primeiros sintomas.

Até três horas: quanto mais rápido for o atendimento médico, menor será a quantidade de músculo cardíaco atingido e maiores as chances de recuperação.

Até seis horas: as primeiras seis horas (contadas a partir dos primeiros sintomas) são críticas. Além da oclusão da artéria, o paciente pode sofrer arritmias, às vezes fatais, e distúrbios elétricos na estimulação cardíaca.

Até 12 horas: quanto maior o retardo do atendimento médico, maior a perda muscular devido à oclusão arterial coronária em andamento. Caso o paciente seja atendido após 12 horas dos primeiros sintomas, evidencia-se uma perda significativa da musculatura do coração.

Acima de 12 horas e até as primeiras 24 horas: ocorrerá a necrose, perda definitiva da contração muscular na artéria afetada.

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Alzheimer é tema de filme “Para Sempre Alice”, que estreia hoje nos cinemas

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postado em 12 de março de 2015

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Estreia hoje no Brasil o filme “Para Sempre Alice”, que conta a história de uma mulher diagnosticada com Alzheimer precocemente, aos 50 anos. A personagem é interpretada pela atriz Julianne Moore, que ganhou o Oscar 2015 de melhor atriz pela sua interpretação.

“O Alzheimer é uma síndrome demencial neurodegenerativa em que a principal característica é o comprometimento progressivo da memória”, explica Dr. Álvaro Pentagna, neurologista do Hospital e Maternidade São Luiz Itaim.

A doença costuma atingir pessoas a partir de 60 a 65 anos. Além da idade avançada, elementos relacionados ao estilo de vida são considerados fatores de risco para síndromes demenciais: obesidade, diabetes, hipertensão, sedentarismo e tabagismo. A depressão é considerada um diagnóstico diferencial muito importante para o Alzheimer. Estudos também revelam que a manutenção das atividades intelectuais e sociais, assim como o nível de escolaridade, reduzem os riscos de ter a doença.

Dr. Álvaro Pentagna afirma que o processo de “esquecimento” começa com a memória recente e, com o avanço da enfermidade, atinge a antiga. Geralmente, a pessoa começa a ter pequenas falhas em ações cotidianas: se esquece de desligar o gás, deixa a torneira aberta, falta em compromissos. Porém, o indivíduo não tem a percepção de que estes lapsos estão ocorrendo. Por este motivo, é importante que as pessoas ao seu redor notem esta alteração de comportamento e marquem uma consulta com um neurologista o mais breve possível.

“Atualmente, há pesquisas para que o diagnóstico seja também laboratorial, com o exame de líquor ou de imagem. Mas ele ainda é clínico, baseado nas consultas, que normalmente são demoradas. Um diagnóstico diferencial é essencial para uma terapêutica adequada”, conclui.

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