Blog da Saúde

Intolerância à lactose X Alergia à proteína do leite de vaca: entenda as diferenças

» -------------------------------------------------------------------------------------------------------------

postado em 31 de maio de 2017

Na infância, assim como em outras etapas da vida, a o leite pode causar problemas ao organismo. Porém, a Alergia à Proteína do Leite de Vaca (APLV) é bem diferente da intolerância à lactose, assim como suas causas, tratamentos e sintomas.
A primeira é uma reação do sistema de defesa do organismo às proteínas do leite. A segunda, no entanto, acontece devido à dificuldade do organismo em digerir lactose, um açúcar do leite, pela ausência ou deficiência da enzima lactase no organismo. O termo “alergia à lactose” é incorreto.

Até um ano de idade, a alergia é muito mais prevalente. Adultos, por exemplo, raramente sofrem com este problema. A intolerância, por sua vez, embora possa acontecer com bebês, é mais comum em crianças maiores e adolescentes. Além disso, ela pode ocorrer e se manifestar em diferentes graus.

De acordo com o Dr. Thiago Gara, gastropediatra do Hospital e Maternidade São Luiz Anália Franco, esses dois problemas podem ser facilmente confundidos pela população. Por isso é importante consultar o especialista para um diagnóstico correto antes de tomar qualquer atitude em relação à dieta. “A grande maioria das alergias é transitória”, explica.

No caso da intolerância, os sintomas são apenas intestinais, como diarreia, cólicas, gases e distensão abdominal, que podem ocorrer em minutos ou horas após a ingestão do leite de vaca.

Na APLV, os sinais podem ser digestivos (vômitos, cólicas, diarreia, prisão de ventre, dor abdominal e refluxo), cutâneos e até respiratórios (dificuldade de respirar), além da anafilaxia, uma reação alérgica grave, que pode comprometer todo o organismo. Eles podem ocorrer em minutos, horas ou dias após a ingestão de leite de vaca ou derivados. “Mais ou menos 40% dos casos de refluxos criança estão relacionados à alergia”, complementa o médico.

É comum surgirem muitas dúvidas em relação à amamentação das crianças que sofrem com algum destes problemas. Como geralmente a intolerância se manifesta acima de um ano de idade, não costuma prejudicar a amamentação. E, apesar do leite materno ser rico em lactose, possui agentes facilitadores que auxiliam a digestão.

Quando a criança tem a APVL, é comum que a mãe faça uma dieta restritiva cortando o item da alimentação. Em alguns casos, o gastropediatra pode recomentar a ingestão de fórmulas especiais. Vale lembrar que leite materno deve ser sempre o principal alimento oferecido ao bebê até os seis meses.

O diagnóstico da intolerância pode ser feito de forma clínica ou com um teste de alta dose de lactose. Assim, o médico pode conferir se há absorção do nutriente e presença da enzima lactase. A alergia é confirmada pela associação do histórico clínico com os sintomas da ingestão do alimento, além de alguns testes que podem auxiliar.

BabyWeb do Hospital e Maternidade São Luiz Itaim permite interação entre familiares

» -------------------------------------------------------------------------------------------------------------

postado em 25 de maio de 2017

Serviço de transmissão de imagens do nascimento agora possui chat em tempo real via web

O BabyWeb, serviço disponível na Maternidade Itaim do Hospital São Luiz de transmissão de imagens do nascimento em tempo real pela internet, em parceria com a PubliVídeo, traz mais uma novidade, um chat que entra em funcionamento no momento do parto.

“O nascimento de um bebê é um momento de extrema alegria e merece ser compartilhado com todos os familiares e amigos. O BabyWeb permite isso, em tempo real, de uma forma segura, com a possibilidade de trocar mensagens e dividir emoções entre todas as pessoas que estão simultaneamente participando da transmissão”, diz Dra. Márcia Maria da Costa, diretora da maternidade São Luiz, unidade Itaim.

No momento da internação, os pais que aderirem ao BabyWeb recebem um login e senha de acesso que poderão ser repassados para quantos familiares e amigos desejarem, para que estes acessem e assistam as emoções do nascimento pelos seus computadores, smartphones e tablets, em qualquer lugar do mundo. Além da transmissão em tempo real, o vídeo fica disponível na plataforma por sete dias, com total segurança e privacidade.

“Outro diferencial da plataforma é sua sincronia com as redes sociais, pois o vídeo pode ser compartilhado no Facebook, Instagram e WhatsApp. Caso os pais queiram, há também a possibilidade de gravar o parto em mídia física”, explica Paulo Gomes, proprietário da PubliVídeo e idealizador do BabyWeb.

O serviço pode ser contratado pelo telefone (11) 3040-1489. Para mais informações e detalhes: http://www.publivideo.com.br/ ou http://www.saoluiz.com.br/babyweb.aspx

Maio Roxo ressalta a importância da conscientização sobre as Doenças Inflamatórias Intestinais

» -------------------------------------------------------------------------------------------------------------

postado em 19 de maio de 2017

Especialista do Hospital São Luiz explica que enfermidades podem ser incapacitantes

19 de março é a data dedicada mundialmente à conscientização sobre as Doenças Inflamatórias Intestinais, mas a campanha mundial Maio Roxo lembra esta causa durante todo o mês. Dentre as enfermidades que fazem parte deste grupo, as principais são a Doença de Crohn e a Retocolite Ulcerativa.

As duas têm muitas semelhanças, mas a principal diferença entre elas é que a Doença de Crohn afeta o intestino como um todo e pode se manifestar em todos os segmentos do sistema digestivo, da boca até o ânus, além de causar lesões mais graves e até deformidades intestinais. Já a Retocolite Ulcerativa atinge a mucosa intestinal, no intestino grosso no reto.

“São doenças que ainda hoje têm a causa um pouco controversa. O mais aceito é que sejam autoimunes, uma tendência familiar ou da própria pessoa para que o organismo comece a atacar o intestino”, explica o Dr. Ricardo Minas, médico clínico e cirurgião do aparelho digestivo do Hospital e Maternidade São Luiz Anália Franco.

A importância do Maio Roxo se dá principalmente por dois motivos: a incidência das doenças aumentou nos últimos anos e pelas complicações serem muito graves. “Há 10 ou 20 anos eram patologias mais raras e a população pouco sabia que existiam”, esclarece. Além disso, são muito impactantes na vida dos pacientes e, às vezes, até incapacitantes na vida pessoal e profissional.

Em especial na Doença de Crohn, as cirurgias não são curativas e servem para tratar as lesões. A longo prazo, podem ser agressivas, pois os pacientes que precisam operar muitas vezes podem ter complicações como diarreia crônica e problema na absorção de nutrientes. O especialista alerta que quanto mais cedo o diagnóstico, mais eficaz será o tratamento, com sequelas menores.

Ainda difíceis de serem diagnosticadas, porque os sinais iniciais podem ser inespecíficos, as doenças inflamatórias intestinais apresentam sintomas como dor abdominal prolongada por mais de um mês, diarreia, sangramento ou catarro pelas fezes e emagrecimento. Nas crianças, o problema é tão grave que prejudicam o ganho de peso e estatura.

Não existe uma forma específica de prevenção e, por isso, é importante ficar atento ao que está acontecendo em seu organismo. O especialista também ressalta que os portadores dessas doenças são mais propensos a ter câncer de intestino do que a população em geral. Não se sabe a causa do aumento da incidência, mas, segundo o médico, a teoria mais aceita é a falta de contato com antígenos e substâncias que podem levar nosso organismo a combatê-las.

“A evolução da doença é diferente de pessoa para pessoa. Pode ser que o paciente tenha só uma crise ou pode ser de repetição. Por se tratar de uma doença crônica e de evolução incerta, é difícil falar em cura. O objetivo do tratamento, tanto clínico quanto cirúrgico, é manter a enfermidade em remissão, como se estivesse adormecida”, afirma o Dr. Ricardo.

5 dúvidas e curiosidades sobre a gestação de gêmeos

» -------------------------------------------------------------------------------------------------------------

postado em 17 de maio de 2017

Toda gestação é única, mas descobrir uma gravidez de gêmeos pode ser uma grande surpresa para os pais. Além disso, esse tipo de gestação também requer atenção e acompanhamento especial, pois tem características particulares. Por isso, são necessárias consultas mais frequentes, acompanhamento multiprofissional e uma boa maternidade.

Segundo o Dr. Wagner Hernandez, ginecologista e obstetra do Hospital e Maternidade São Luiz Itaim, toda gestação de gêmeos deve ser considerada uma gravidez de risco, devido ao potencial elevado de complicações que elas apresentam.

“Cerca de oito em cada 10 gestações gemelares apresentarão algum grau de complicação até o parto. Isso decorre pelo corpo da mulher idealmente ter capacidade para o desenvolvimento de um bebê e na presença de dois ou mais, essa sobrecarga poderá gerar dificuldades”, explica o especialista.

A seguir, o médico responde cinco dúvidas frequentes sobre este assunto:

1. É comum os gêmeos nascerem antes de 40 semanas de gravidez?

Metade dos gêmeos nasce antes de 37 semanas. A idade gestacional média de nascimento deles é de 36 semanas e, quanto mais cedo eles vem ao mundo, maior é a chance de precisarem de uma UTI neonatal. No entanto, isso não é uma regra. Com um bom acompanhamento e cuidados adequados, sempre tentamos levar estas gestações o mais próximo possível de 40 semanas, minimizando os riscos e aumentando as chances desses bebês ficarem no quarto com as mães e de ir para casa de alta com elas.

2. Quais são os problemas mais comuns na gestação de gêmeos?

A principal complicação nas gestações gemelares é o parto prematuro, muito a frente de todas as outras. Além dela, podemos observar bebês com crescimento abaixo da média e alterações morfológicas, por exemplo. Temos ainda complicações fetais específicas e mais raras de acordo com o número de placentas e de bolsas, como a síndrome transfusor feto fetal, na qual existe o fluxo preferencial de sangue de um dos bebês para o outro.

Além das possíveis complicações para os bebês, ainda temos os riscos maternos. Dentre as principais, observamos uma incidência maior de anemia, hipertensão, diabetes gestacional, depressão e problemas decorrentes do parto.

3. É possível ter parto normal?

Sim, é muito possível. Para isto acontecer, depende basicamente de três fatores: a vontade do casal, encontrar um obstetra que tenha experiência nesse tipo de parto e que o primeiro bebê no dia do parto esteja virado para baixo.

4. Sintomas da gestação, como mal-estar e enjoo, são mais acentuados?

Pode ser que sim. Devido especialmente aos níveis hormonais mais elevados, as grávidas de gêmeos podem apresentar mais sintomas iniciais, especialmente os enjoos e vômitos.

5. O número de exames durante a gestação também é maior? Por quê?

Sim. Em relação aos exames laboratoriais, pouca coisa a mais deve ser feita. Geralmente, um hemograma por trimestre para avaliar uma possível anemia, que é mais frequente nas gestações gemelares, e um exame de urina trimestral em busca de infecção urinária costumam ser suficientes.

A maior diferença ocorre quanto à frequência das ultrassonografias. Fazemos ultrassons quinzenais, nos casos em que os bebês compartilham a placenta, para diagnosticar precocemente o fluxo preferencial de sangue para um dos bebês. Naquelas que tem uma placenta para cada bebê, a frequência costuma ser mensal, com o objetivo identificar problemas no crescimento dos bebês, avaliar o colo do útero no intuito de identificar mulheres com maior risco de parto prematuro e manter o controle de vitalidade dos bebês.

Gravidez não é empecilho para a carreira

» -------------------------------------------------------------------------------------------------------------

postado em 11 de maio de 2017

Para a maioria das gestantes, o trabalho não é um problema, apesar de algumas limitações temporárias que podem surgir principalmente no final da gravidez, devido ao ganho de peso e ao tamanho da barriga. Algumas profissões que levam risco para a gestação necessitam de afastamento temporário, como é o caso do trabalho com produtos químicos e de atletas de alto rendimento, por exemplo.

Segundo a Dra. Denise Theodosio, ginecologista e obstetra do Hospital e Maternidade São Luiz Itaim, no caso de ambientes de risco, o médico do trabalho e o obstetra avaliam a necessidade de trocar de função e local. Aeromoças são afastadas dos voos desde o inicio da gestação e contato com produtos químicos tóxicos também exigem troca de função.

De acordo com a médica, algumas complicações na gestação que necessitam de repouso são sangramentos vaginais por descolamento de placenta, ameaça de abortamento, pressão alta na gestação, (pré-eclâmpsia grave), trabalho de parto prematuro e rompimento precoce da bolsa. “Felizmente são situações pouco frequentes e são avaliadas pelo médico obstetra que acompanha a gestante”, esclarece.

Porém, ficar muito tempo sentada ou em pé durante o expediente pode levar a maior inchaço e dor nas pernas e costas. Por isso, a especialista aconselha que a mulher tenha períodos de pausa pelo menos a cada duas horas para dar uma caminhada e se alongar.

Em condições saudáveis e profissões que não oferecem risco, em geral, é possível trabalhar até o final da gestação. Por lei, a gestante tem direito de iniciar a licença maternidade a partir de 36 semanas de gestação (oito meses) ou a partir da data do parto.

Para quem vai ao trabalho de transporte coletivo, a principal preocupação deve ser com acidentes. Gestantes fazem parte do grupo de pessoas que têm assentos reservados garantidos por lei. “É importante que a gestante exija seu direito e viaje sentada para maior segurança. Também é importante o respeito e solidariedade dos outros passageiros”, afirma a Dra. Denise.

Durante a gravidez, também pode acontecer de a mulher ficar mais dispersa ou esquecida. Uma boa dica para que isso não aconteça no trabalho é sempre fazer anotações e lembretes. Além disso, vale até colocar alarmes no celular para se lembrar das tarefas mais importantes.

Conheça os benefícios da cirurgia bariátrica que vão além da perda de peso

» -------------------------------------------------------------------------------------------------------------

postado em 9 de maio de 2017

Diabetes, pressão arterial, colesterol e dores nas articulações podem ter melhora significativa após a cirurgia

Recentemente um estudo publicado pela revista científica Lancet mostrou que 30 milhões de pessoas estão obesas. A projeção é que, em 2025, cerca de 2,3 bilhões de adultos estejam com sobrepeso; e mais de 700 milhões, obesos. Os números colocam o Brasil entre os países com um alto índice de mais pessoas acima do peso, estima-se que 50% da população esteja obesa. Diante deste cenário, muitos pacientes encontram na cirurgia bariátrica uma opção para o emagrecimento e para melhoria de doenças que são potencializadas com a obesidade.

Mesmo sabendo que o método é seguro e com ótimos resultados, alguns pacientes ainda têm medo de recuperar o peso perdido. Pois a maioria passou por tratamentos anteriores à cirurgia, alguns bem sucedidos, outros nem tanto, mas todos com a frustração de não conseguir manter os resultados a médio e longo prazo.

Engana-se quem acha que após a cirurgia isso nunca mais poderá ocorrer, pois a obesidade é uma doença crônica, ou seja, que não tem cura, e por isso precisa ser controlada. Por outro lado, é importante destacar que o maior ganho desses pacientes é a melhoria considerável da saúde, pois conquistam altos índices na redução da diabetes, conseguem controlar a pressão arterial e colesterol, e as chances de doenças vasculares, como varizes e má circulação, que diminuem consideravelmente. Doenças essas, que geralmente estão relacionadas ao aumento de peso.

Além disso, cabe destacar também, que os especialistas consideram uma cirurgia de sucesso quando o paciente atinge 20% de perda de peso em seis meses. “É importante também levarmos em consideração o que o paciente nos diz, como a sua satisfação, a melhora das doenças associadas e uma eventual perda de peso antes da realização da cirurgia”, explica Dr. Luiz Vicente Berti, cirurgião bariátrico do Centro de Excelência em Cirurgia Bariátrica do Hospital e Maternidade São Luiz Itaim.

Mas, o que fazer então para não ter a chamada recidiva e voltar ao peso anterior? O especialista explica que a recuperação de peso é normal e aceitável quando os números ficam em torno de 10 a 15% do perdido no pós-operatório, pois o organismo do ser humano tende a ficar mais lento com o passar dos anos. Alguns fatores negativos são apontados como determinantes para o ganho de peso após a cirurgia, como dieta de baixa qualidade e sedentarismo.

Por isso, o acompanhamento médico e multidisciplinar após a cirurgia é fundamental. O Centro de Excelência em Cirurgia Bariátrica do Hospital e Maternidade São Luiz Itaim trata do paciente não apenas no pré, como no pós-operatório. “Quando o paciente visita com frequência à equipe que o operou, ele mantém os indicadores das doenças associadas sob controle e também realiza exames que indicam se há alguma falta de vitamina, por exemplo”, finaliza o especialista.

Existe posição correta para amamentar? Especialista do Hospital São Luiz comenta o assunto

» -------------------------------------------------------------------------------------------------------------

postado em 2 de maio de 2017

Nos primeiros dias de vida do bebê, a insegurança e o medo são alguns dos fatores que podem atrapalhar a questão da pega correta e do posicionamento para a amamentação. Por isso, é muito importante manter a calma e iniciar as mamadas com tranquilidade, pois passar por esta adaptação faz parte do processo de aprendizagem do aleitamento materno.

É comum ouvir conselhos de amigos e familiares neste momento, mas é possível que nem todas as experiências compartilhadas façam sentido para você. Para solucionar dúvidas sobre o assunto, a enfermeira Monica Pontin, supervisora do Grupo de Apoio ao Aleitamento Materno (GAAM) do Hospital e Maternidade São Luiz Anália Franco, responde quatro perguntas:

1. Qual a melhor posição para amamentar o bebê?

Na verdade, não existe posição ideal, a mãe e bebê irão definir qual a melhor naquele momento. Geralmente logo após o parto, a posição mais indicada (e comumente orientada pela equipe de enfermagem ainda no hospital) é a posição tradicional. Nela, o bebê é colocado em uma das mamas, sua cabeça apoiada na região da dobra do braço e a mão, do mesmo lado onde a cabeça está apoiada, apoia o bumbum. Um travesseiro ajuda o braço a ficar apoiado, devido ao peso do bebê.

Outra opção comum é a posição invertida: o bebê é posicionado em uma das mamas, seus pés colocados abaixo da região axilar e a mão da mãe, do mesmo lado da mama, apoia a cabeça de modo que fique voltado para a mama a ser oferecida. Nesta posição é recomendado o uso de almofada para amamentação ou travesseiro para aliviar o peso do bebê.

Com o decorrer dos dias, a habilidade vai melhorando e chega a hora de testar outra posição bastante recomendada para bebês que dormem muito durante as mamadas: a posição de cavalinho. Nesta, a mãe deve ser confortavelmente sentada, posicionando o bumbum da criança sobre uma das pernas. Assim, deverá abrir levemente as perninhas do bebê e, com a mão do mesmo lado da mama, apoiará sua cabeça.

2. Existe alguma diferença para bebês prematuros?

O prematuro tem maior facilidade em adormecer durante as mamadas. Nesses casos, as posições mais recomendadas são a do cavalinho ou a invertida. Vale ressaltar que geralmente a mamãe do bebê prematuro se sente mais insegura na hora de posicionar, provavelmente por medo. Nestes casos, é recomendado o uso de travesseiro ou almofada de amamentação.

3. Como perceber que a posição não está adequada para a mãe ou bebê?

Para a mamãe é um pouco mais difícil de reconhecer, pois há maior facilidade de adaptação. Um indicador é o surgimento de fissuras ou escoriações nos mamilos após as mamadas. Já o bebê geralmente demostra através do choro ou inquietação quando é posicionado. O ideal é mudar antes mesmo que ele se irrite e desista de mamar. Outro fator que também pode presumir uma pega incorreta é a emissão de “sons” durante a sucção. Em qualquer situação, o importante é corrigir, ter paciência e começar de novo.

4. Qual a melhor posição para os bebês que tem dificuldade na pegada?

Os bebês com dificuldade de pega devem obrigatoriamente passar pelas três posições citadas anteriormente, para definir qual a melhor posição para ele. Para a criança, a experiência de ver a mãe em outro ângulo enquanto mama também é muito importante para o fortalecimento do vínculo.

Rede D’Or São Luiz adota Parque Alfredo Volpi

» -------------------------------------------------------------------------------------------------------------

postado em 27 de abril de 2017

Parceria firmada nesta sexta-feira prevê gestão da área por um ano

A Rede D’Or São Luiz, maior operadora independente de hospitais do Brasil, assinou convênio com a Prefeitura de São Paulo nesta tarde para adoção do Parque Alfredo Volpi. A rede possui 33 hospitais próprios, sendo 14 em todo o Estado de São Paulo e seis destes na capital paulista. A parceria prevê que a Rede D’Or São Luiz seja responsável durante um ano pelo manejo da fauna e flora, manutenção e a segurança do parque, que fica próximo à unidade Morumbi do Hospital São Luiz.

A escolha da adoção do parque tem o objetivo de incentivar a população a praticar atividades físicas como forma de promoção à saúde, prevenção de doenças e promover a melhoria da qualidade de vida, tanto dos moradores da região, quanto de seus colaboradores.

“Acreditamos que é responsabilidade de todos construir uma cidade melhor. Entendemos que também é nosso papel, como cidadãos, colaborar com a conservação dos espaços públicos e incentivar a população a praticar atividades físicas como forma de promoção à saúde, prevenção de doenças e melhoria da qualidade de vida”, diz dr. José Jair de Arruda Pinto, diretor executivo da regional São Paulo da Rede D’Or São Luiz. “Estamos animados com essa parceria em prol da sociedade e certamente todos verão melhorias significativas”, completa.

O Parque conta com atividades de Educação Ambiental, que inclui a coleta e seleção lixo, coleta de sementes para beneficiamento e posterior plantio e programa permanente de trilhas monitoradas. Recebe crianças de escolas da região e um público diversificado que explora os espaços contemplativos proporcionados pelas trilhas, participa de atividades físicas e de lazer e desfruta das demais áreas: de piquenique, três lagos, parque infantil e equipamentos de ginástica. O setor ainda dispõe de área de preservação e reposição florestal e oferece estacionamento aos frequentadores.

Influenza e Bronquiolite: infectologista do Hospital São Luiz esclarece todas as dúvidas

» -------------------------------------------------------------------------------------------------------------

postado em 25 de abril de 2017

Veja como funciona a prevenção, quem pode ser vacinado e quais os sintomas das doenças

Os termômetros mostram a chegada das temperaturas baixas, fazendo com que comecem a surgir as doenças de inverno. As respiratórias são as mais comuns nesta época do ano, com destaque para a bronquiolite, que acomete crianças de até dois anos, e a gripe, mais comum em toda a população. O Dr. Daniel Wagner, infectologista do Hospital São Luiz Jabaquara e do Hospital da Criança, ambos da Rede D’Or São Luiz, esclarece dúvidas sobre as doenças; como funciona a prevenção; quem pode ser vacinado; e quais os principais sintomas.

A bronquiolite, que afeta os pequenos, é caracterizada por uma obstrução inflamatória dos bronquíolos (pequenas vias aéreas). Geralmente é causada por uma infecção viral e afeta apenas crianças de até dois anos de idade. Assim como a bronquite, que é uma inflamação em outra área do pulmão, contudo, ambas são uma doença sazonal, ocorrendo principalmente nos meses de outono e inverno.

Já na população geral, é muito comum pessoas contraírem influenza. Mais conhecida como gripe, ela é uma infecção do sistema respiratório cuja principal complicação são as pneumonias, responsáveis por um grande número de internações hospitalares no país. A transmissão ocorre principalmente por meio do contato com partículas eliminadas por pessoas infectadas ou por mãos e objetos contaminados por secreções. Esta transmissão é muito elevada em ambiente domiciliar, creches, escolas e locais fechados.

A transmissão da bronquiolite acontece pelo VSR (Vírus Sincicial Respiratório), cujos sintomas se assemelham aos de uma gripe: coriza, espirros e congestão nasal. O especialista recomenda atenção dos pais nos bebês que, além dos sinais da gripe, apresentam chiado no peito e falta de ar. “Esse é o momento em que é necessário ir imediatamente para o pronto-socorro”, recomenda.

A prevenção da gripe é feita por meio da vacina, que pode ser tomada por crianças a partir dos seis meses de idade. O medicamento é feito por partículas virais, ou seja, com vírus inativado. Por isso, pode ser administrada, também, em pessoas com defesas imunológicas baixas (transplantados, portadores do HIV e pacientes com câncer).

Contudo, ela não pode ser tomada por quem que já teve reação alérgica grave em doses anteriores, bem como a qualquer componente da vacina como o ovo de galinha e seus derivados. A gripe, que normalmente é uma doença benigna, chamada pelos especialistas de síndrome gripal, com sintomas como febre alta, dor de cabeça, dores musculares, tosse, dor de garganta e cansaço, pode evoluir para uma forma grave com pneumonia com necessidade de internação hospitalar. Sem um cuidado especial, o paciente pode falecer.

No caso da bronquiolite, não há uma vacina específica para a doença, mas é recomendado pelos especialistas que os pais evitem levar seus filhos para locais com grande acúmulo de pessoas e contato com outras pessoas doentes, principalmente em ambientes fechados. É importante também lavar sempre as mãos, dos pais e dos pequenos e manter a carteira de vacinação em dia para que não haja infecção por outros vírus que possam complicar o quadro atual.

Síndrome de West: conheça este problema que pode causar atraso no desenvolvimento do bebê

» -------------------------------------------------------------------------------------------------------------

postado em 20 de abril de 2017

Especialista recomenda que pais gravem vídeo e levem à consulta, a fim de evitar que o diagnóstico seja confundido com questões comuns

Desde o nascimento, e muito antes de aprender a falar, o ser humano já é capaz de se expressar e de interagir com os demais, sejam adultos ou outros bebês, por meio de olhares, gestos, posturas, vocalizações e outros recursos próprios da idade. O importante é se atentar a essas reações emitidas, pois elas podem ser sinais escondidos de problemas dos pequenos.

A síndrome de West é composta pela conjunção de três fatores, que são as crises do tipo espasmos infantis; atraso no desenvolvimento neuropsicomotor; e um eletroencefalograma com padrão muito desorganizado (hipsarritmia).

A doença é descrita como um tipo raro de epilepsia, que provoca atraso no desenvolvimento da criança. De um modo geral, se manifesta antes do primeiro ano de vida por meio de pequenas convulsões que podem ser de flexão ou de extensão. O diagnóstico pode ser demorado, pois os espasmos em flexão ou extensão podem passar desapercebidos e ter intensidade variada de acordo com cada criança.

No inicio, podem ser tão leves que não são notados ou confundidos com cólicas, tremores ou refluxo gastresofágicos, bem como com outros acontecimentos muito prevalentes nos bebês. São como se, de repente, a criança apresentasse sustos sucessivos.

Dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) indicam que a prevalência é de cerca de um em cada quatro mil ou seis mil nascimentos. Segundo a estatística, os meninos são mais afetados que as meninas, com a proporção de dois para cada bebê do sexo feminino. Geralmente se inicia nos primeiros meses de vida e desaparece após o segundo ano, com pico maior de ocorrência entre o terceiro e nono mês de vida.

O Dr. Paulo Breinis, neuropediatra do Hospital da Criança, no Jabaquara, e do Hospital e Maternidade São Luiz Anália Franco, ambos da Rede D’Or São Luiz, explica que um dos grandes macetes é pedir às mães para filmarem o evento e levarem o vídeo para a consulta no próprio celular. “Ao ver o vídeo, o especialista consegue identificar de forma precisa o problema, não confundindo com um acontecimento banal, e sim caracterizando como uma síndrome epilética”.

Quando o diagnóstico é demorado, o paciente vai perdendo as aquisições antes conquistadas, pois a síndrome de West provoca deterioração psicomotora. Sendo assim, quanto mais rápida a descoberta, maior a chance de um tratamento eficaz, pois fará com que o paciente se livre das crises convulsivas, retornando ao seu estado normal, se desenvolvendo no ritmo habitual.

O tratamento é feito por meio de medicamentos prescritos pelo neurologista, além de reabilitação multidisciplinar – que é composta por fisioterapia, terapia ocupacional e fonoaudiologia.

Página 4 de 107« Primeira...23456...102030...Última »
Produzido por Connexion Net

(c) 2010 - Blog da Saúde - Todos os direitos reservados