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7 coisas que você precisa saber sobre diabetes

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postado em 15 de fevereiro de 2017

O diabetes é caracterizado pela deficiência da produção ou da ação de insulina, um hormônio produzido pelo pâncreas. Quando isso acontece, é causado um aumento da glicose (açúcar) no sangue. Conversamos com a Dra. Ana Paula Cavalcante Normando, endocrinologista do Hospital e Maternidade São Luiz Anália Franco, para saber mais sobre essa doença:

1. As diferenças entre esses os tipos 1 e 2 de diabetes são várias, apesar deles terem quase as mesmas manifestações clínicas. O diabetes tipo 1 acomete mais crianças e adolescentes e ocorre quando as há destruição autoimune das células produtoras de insulina. O tratamento para esse tipo é feito somente com a insulina.

“O comprometimento genético também é mais evidente nesse tipo”, diz a especialista. Já o diabetes tipo 2 acomete mais pessoas adultas, além de estar mais relacionado com a obesidade, e pode ser tratado tanto com remédios orais e insulina.

2. Hábitos ruins de vida, principalmente alimentares e sedentarismo, contribuem para o surgimento do diabetes tipo 2. Já a prática de exercícios pode ajudar a controlar a glicemia, mas é importante ter orientação médica e de um profissional de educação física.

3. Segundo a médica, a hiperglicemia (excesso de glicemia) pode levar a alterações de quase todos os tecidos e órgãos, mas principalmente dos rins e da retina. A hipoglicemia, quando há baixo nível de açúcar no sangue, pode levar a um quadro grave, e às vezes irreversível, de confusão mental e até coma.

4. Se o diabetes não for tratado adequadamente, podem surgir complicações crônicas e agudas, como pé diabético, infarto do miocárdio e acidente vascular cerebral.

5. “Com uma dieta adequada no combate à obesidade e, principalmente, a prática de atividades físicas é possível evitar o diabetes tipo 2”, orienta a endocrinologista.

6. O diabetes também pode ser desencadeado por fatores genéticos associados a outras doenças, como a acromegalia, causada pela produção excessiva do hormônio do crescimento, e síndrome de Cushing, provocada pela alta concentração de hormônio cortisol no corpo. Outro fator é o uso crônico de medicações como corticoides.

7. Embora ainda não exista cura para nenhum dos dois tipos de diabetes, é possível que o paciente leve uma vida normal durante o tratamento, que controla a glicose presente no sangue para evitar picos ou quedas ao longo do dia.

Volta às aulas: saiba como montar uma lancheira saudável

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postado em 2 de fevereiro de 2017

Para ter uma alimentação equilibrada e de acordo com a pirâmide alimentar, é recomendado ingerir alimentos de todos os grupos alimentares: energéticos, reguladores e construtores. O mesmo princípio é válido na hora de montar a lancheira das crianças.

O primeiro grupo é rico em carboidratos e fornece energia para o corpo. Os alimentos reguladores auxiliam em várias funções do organismo e são compostos por hortaliças e frutas em geral. Já os construtores são ricos em proteínas, como carnes, ovos, leite e derivados.

“O grupo construtor pode ser representado pelo recheio do lanchinho, como um queijo. O dos reguladores por frutas e suco de frutas, enquanto nos energéticos estão o pãozinho ou o bolo de frutas, por exemplo.”, diz Adriana Piva, nutricionista do Hospital São Luiz Jabaquara.

Para conservar melhor a comida, o ideal é que a criança possua lancheira e garrafa térmicas, principalmente para armazenar os alimentos perecíveis. Caso contrário, eles devem ser evitados. Além disso, segundo a especialista, os pais devem sempre evitar os alimentos à base de açúcares e gorduras, como bolos industrializados e com recheio, frituras, processados, doces, chocolates e iogurtes.

Veja algumas sugestões da nutricionista para o dia a dia:

– 01 banana prata + 200 ml de suco de maracujá + 02 pãezinhos com queijo;

– 150 g de cereal sem açúcar + 200 ml de suco de manga + 01 pera;

– 01 mexerica + 01 bebida láctea + 01 fatia de bolo simples de maçã;

– 01 barra de fruta de morango + 200 ml de suco de abacaxi + 03 pães de queijo pequenos;

– 01 maçã + 01 bebida láctea + 01 goiabinha

Tire suas dúvidas sobre alimentos que possuem a “gordura boa”

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postado em 31 de janeiro de 2017

A gordura costuma ser o grande vilão de qualquer pessoa que pense em alimentação saudável, e muitos fazem de tudo para retirar ela de sua dieta. Porém, existe um tipo de gordura que não só faz bem, mas é recomendada para consumo pela maioria dos médicos: a gordura insaturada, presente em alimentos como o abacate, ovo e azeite de oliva. Conversamos com o Dr. Andrea Bottoni, Coordenador da Equipe de Nutrologia do Hospital e Maternidade São Luiz Anália Franco e do Hospital Villa-Lobos, para saber mais sobre esse tipo de gordura.

1. A gordura insaturada só traz benefícios à saúde ou ela pode fazer mal também, se consumida em excesso, por exemplo?
As gorduras insaturadas são consideradas boas, pois auxiliam na prevenção de doenças cardiovasculares, uma vez que possuem a aptidão de reduzir os níveis de triglicerídeos e o colesterol sanguíneo, elevando o HDL (conhecido como colesterol bom) e diminuindo o nível do LDL (conhecido como colesterol ruim). Como consequência, há a redução da formação e/ou manutenção de placas de gordura no interior dos vasos sanguíneos, que podem levar à hipertensão arterial, infarto e derrame cerebral. O consumo demasiado, porém, aumenta significativamente a quantidade de calorias, sendo prejudicial a saúde.

2. Quais as melhores fontes de gordura insaturada para crianças?
Abacate, ovos e azeite de oliva.

3. É verdade que o cérebro, a retina e o sistema imunológico são beneficiados pelo consumo balanceado de gorduras insaturadas? Por quê?
Sim, é verdade. Essas estruturas possuem a gordura como seu principal componente estrutural.

4. Que tipo de gordura é responsável por dissolver as vitaminas A, D, K e E no organismo?
Gorduras insaturadas presentes em alimentos de origem vegetal.

5. Leite materno é rico em gorduras de que tipo? Insaturadas?
O leite humano é rico em ácidos graxos instaurados e essenciais, envolvidos com a síntese de tecidos e substancias.

Varizes: genética e falta de exercícios físicos são as causas mais frequentes do problema

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postado em 24 de janeiro de 2017

Inchaço, formigamento, dor, queimação e sensação de cansaço nas pernas são alguns dos sintomas mais comuns da presença de varizes. Para explicar o que elas são exatamente, é preciso levar em consideração como funciona o sistema circulatório. Depois de percorrer todo o corpo, é necessário que o sangue retorne ao coração. A grande dificuldade, quando estamos em pé ou sentados, é o sangue subir dos pés ao coração, contra a ação da gravidade.

“Para conseguir essa proeza, nosso organismo criou alguns artifícios muito criativos. As veias possuem, a cada pequena distância, válvulas em seu interior. Elas funcionam como comportas de uma eclusa, permitindo que o sangue flua somente sempre no sentido do coração”, comenta o Dr. Paulo Guimarães, cirurgião vascular do Hospital São Luiz Morumbi.

Além disso, as principais veias das pernas estão posicionadas dentro das panturrilhas, mas em alguns casos as válvulas não conseguem realizar seu trabalho com eficácia, permitindo a volta do sangue em direção aos pés e fazendo com que as veias fiquem dilatas e tortuosas. É assim que se formam as varizes.

“As varizes podem aparecer por uma predisposição prévia do paciente, devido a uma fraqueza das válvulas, ou por conta da falta de movimentação da musculatura da panturrilha, que não conseguirá espremer as veias para que o sangue suba”, explica o especialista.

O que ocorre, com frequência, é uma combinação desses dois fatores. O exercício físico, principalmente na região das pernas, é o método mais eficaz de prevenção das varizes, pois a musculatura mais ativa é eficaz para bombear o sangue mais facilmente para o coração.

Já os vasinhos podem ou não estar associados às varizes. Eles existem sob toda a nossa pele e, segundo o médico, aparecem por motivos desconhecidos. Porém, os vasinhos sempre possuem um diâmetro bem pequeno (menor que 1 milímetro), enquanto as varizes tem mais de 2 milímetros.

Os tratamentos podem variar desde uso de meias elásticas e repouso com as pernas elevadas até a cirurgia com retirada das varizes, quando as veias já estão muito comprometidas. Outras opções que podem ser recomendadas pelo cirurgião vascular são laser, termoabalação, método que queima as veias a 90ºC, e radiofrequência.

Especialista do Hospital São Luiz dá dicas para evitar a candidíase

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postado em 20 de janeiro de 2017

Mais comum no verão, a candidíase é uma infecção causada por fungos, sendo o mais frequente deles a Candida albicans. Apesar de poder acontecer durante o ano todo, nesta estação o calor constante poder resultar no abafamento da região genital. Além disso, a maior frequência em praias e piscinas intensifica o risco, devido à permanência com roupas de banho úmidas.

Segundo a Dra. Naira Scartezzini Senna, ginecologista e obstetra do Hospital e Maternidade São Luiz Anália Franco, a candidíase pode acometer homens e mulheres, atacando principalmente as regiões genital, inguinal ou perianal. Porém, ela não é considerada uma doença sexualmente transmissível.

“Nossa flora genital natural é composta por fungos e bactérias que vivem em equilíbrio, nos protegendo de infecções. Porém, situações como calor excessivo, umidade e abafamento podem promover um desequilíbrio desta flora e criar oportunidades para o aumento da população de fungos”, esclarece a especialista.

Os sintomas mais clássicos são coceira na região genital e saída de secreção branca e espessa pela vagina. Também pode surgir ardência ao urinar e dores na relação sexual. “O diagnóstico é clínico e pode ser feito em um simples exame ginecológico, onde o médico verificará a presença de vermelhidão nos genitais e acúmulo de secreção característica da infecção por fungos”, diz a médica.

Cuidados de higiene íntima são essenciais para diminuir o desequilíbrio da flora genital e reduzindo as chances de multiplicação dos fungos na região. A Dra. Naira dá algumas dicas:

– Absorventes diários são vilões no combate aos fungos, pois aumentam a temperatura da região íntima e promovem abafamento com aumento da umidade. Protetores diários devem ser usados apenas durante a menstruação ou em situações específicas.

– Sabonetes líquidos íntimos poder ser usados, por serem cosméticos formulados especificamente para a região genital, com pH muito próximo ao natural e sem perfumes ou corantes agressivos à vulva.

– A roupa de banho deve ser trocada com regularidade. Não permaneça com biquínis ou maiôs úmidos por muitas horas.

– A roupa íntima deve ser bem lavada e seca. Evite pendurar e secar calcinhas no banheiro. Por ser um ambiente pouco arejado, a roupa pode ficar úmida e se tornar um ambiente propício ao fungo.

Cólicas podem ser confundidas com gases nos bebês

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postado em 18 de janeiro de 2017

Especialista do Hospital e Maternidade São Luiz Itaim explica a diferença

É muito comum que os pais dos recém-nascidos confundam cólicas com excesso de gases. Isso acontece porque, durante a fase do aleitamento materno, as cólicas intestinais são muito comuns, principalmente dos 15 dias até os três meses de idade, e costumam ser acompanhadas da presença de gases.

No entanto, as cólicas não são ocasionadas por gases. Elas ocorrem, sobretudo, pela imaturidade do sistema digestivo. “Durante os primeiros meses de vida, a movimentação das paredes do intestino está ainda um pouco descoordenada. Somado a isso, o intestino, quando recebe alimento, precisa acelerar a velocidade destes movimentos, aumentando tanto a contração do intestino quanto a dor das cólicas”, explica a Dra. Milena Catani, pediatra e neonatologista do Hospital e Maternidade São Luiz Itaim.

Os gases, na verdade, podem contribuir para uma piora das dores, porque contribuem para uma maior distensão das paredes do intestino, que ficam cheias de ar. Antes do início da introdução complementar de alimentos, a presença dos gases pode ser causada pela ingestão de ar ou pela fermentação do leite no intestino.

“Por vezes, também, o bebê pode não conseguir coordenar a respiração com a capacidade de engolir, em geral no início da mamada, e repete os movimentos de sugar muitas vezes, motivo também porque muitos bebês engasgam”, acrescenta a especialista. A dificuldade de respirar e engolir pode acontecer, ainda, se o bebê estiver com o nariz obstruído, pois não conseguirá respirar corretamente e irá precisar abrir a boca.

Para lidar com o problema das cólicas, massagens, como a shantala, costumam ajudar. Elas contribuem para relaxar os músculos dos bebês, diminuindo também o desconforto dos gases e ajudando a acalmar a criança. Outra orientação é colocar um pano aquecido ou uma bolsa de sementes aquecida na barriga do bebê, sempre tomando cuidado com a temperatura, para não queimar a pele sensível.

“Geralmente, oriento a fazer massagens antes de começar a mamada, no sentido horário, em movimento circular, ou mexer as pernas próximas à barriga, como se o bebê estivesse pedalando. Não recomendo as massagens imediatamente após a mamada, porque o bebê pode acabar regurgitando, colocando para fora o leite que não teve tempo de digerir”, diz a médica.

Na maioria dos bebês entre 15 dias e três meses de idade, as cólicas fazem parte do desenvolvimento normal e não é necessário dar remédios. “Em alguns poucos casos, se estiverem acompanhadas de outros sintomas como vômitos, diarreia, alterações no aspecto da pele, coceira e principalmente dificuldade no ganho de peso, podemos ter um diagnóstico de alergia alimentar. Neste caso é fundamental passar pela avaliação do pediatra”.

Apendicite: sintomas e o que fazer

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postado em 13 de janeiro de 2017

O apêndice é um prolongamento do ceco, região que delimita o final do intestino delgado e o início do cólon, parte do intestino grosso. Ele é como um canal que termina em um fundo cego, parecido com um tubo sem saída ou o dedo de uma luva, e possui entre 10 e 12 centímetros de comprimento.

Segundo o Dr. Gustavo Patury Accioly, cirurgião geral do Hospital e Maternidade São Luiz Itaim, antigamente acreditava-se que este órgão não tinha qualquer função no corpo, mas alguns estudos descobriram que ele é colonizado com bactérias que ajudam a nos proteger de algumas doenças.

Quando o apêndice inflama, em geral devido à obstrução pela retenção de material com restos fecais, acontece a apendicite. Normalmente, o primeiro sintoma é uma dor intensa que começa próxima ao umbigo ou perto do estômago. Depois, a dor vai para a parte inferior direita do abdômen. Pode ser que o paciente também tenha febre e perda de apetite como sintomas mais tardios.
Os sinais da apendicite podem ser confundidos com outras doenças, como pedra nos rins, e outras enfermidades, principalmente nas mulheres, como cisto no ovário e infecção urinária. “Às vezes a dor inicia perto do estômago e a pessoa pode achar que está com algum problema gástrico”, explica o médico.

O exame para diagnosticar, na maioria das vezes, é clínico. Um dos sintomas mais evidentes é que, quando o médico aperta a barriga, o paciente sente dor. Porém, quando ele solta, em vez de melhorar, a dor piora. Também podem ser necessários exames de sangue, para identificar se há inflamação, ultrassom total do abdômen e tomografia.

Em grande parte dos casos, no entanto, os testes laboratoriais podem estar normais. “Por isso, é importante ser avaliado por um cirurgião”, diz o Dr. Gustavo. O tratamento é sempre cirúrgico. Atualmente, a cirurgia por videolaparoscopia é o procedimento mais utilizado. Nele, são feitos de três a quatro cortes bem pequenos para que o cirurgião retire o órgão e faça a limpeza de toda a cavidade abdominal. Em seguida, é recomendado que o paciente tome antibiótico de sete a dez dias.

Se a pessoa com apendicite não for tratada rapidamente, o quadro pode evoluir para complicações graves, como infecção abdominal, depois infecção generalizada (sepse) e até o óbito. Por isso, sempre que houver dor abdominal, é importante consultar um médico assim que possível.

Viagens durante a gravidez requerem cuidados especiais

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postado em 10 de janeiro de 2017

Planejar férias ou viajar a trabalho durante a gravidez é possível, desde que alguns cuidados sejam tomados para garantir a saúde da mãe e do bebê. A grávida deve sempre conversar com seu médico sobre as viagens durante a gestação. Para percursos de automóvel, não existe restrição, mas é essencial fazer paradas para caminhar um pouco e se alimentar bem. Em geral, os médicos recomendam que as gravidas parem de viajar por volta da 36ª semana.

Para viagens de avião, o cenário é diferente. A Iata (Associação Internacional de Transporte Aéreo) recomenda às companhias que solicitem uma autorização médica para as gestantes que viajam a partir da 36ª semana (ou 32ª, no caso de gestações múltiplas). A exigência pode variar de acordo com cada companhia aérea. Portanto, a grávida deve verificar com a empresa quais são os procedimentos necessários.

Outro ponto a se considerar é que viajar pode fazer com que a grávida fique muito tempo na mesma posição, o que dificulta o retorno venoso e causa inchaço maior do que o normal. Segundo o Dr. Gustavo Kesselring, ginecologista e obstetra do Hospital e Maternidade São Luiz Itaim, para evitar, o ideal é usar uma meia de média compressão durante o voo, caminhar e fazer exercícios com as pernas enquanto estiver sentada.

É recomendado, ainda, o uso de um soro nasal durante o voo, já que o ar dos aviões é muito seco. O ginecologista afirma que, como há muitas impurezas, isso aumenta o risco de adquirir uma infecção viral, por exemplo.

A vacinação também é um item importante. Quando decidir o destino de sua viagem, informe-se sobre a necessidade de vacinação o quanto antes. Os trajes e a alimentação também devem seguir alguns cuidados especiais. As roupas precisam ser leves e confortáveis.

No dia anterior e durante o voo, evite alimentos que produzam gases, além de chá, café e bebidas com cola, que são diuréticas e aumentam a vontade de urinar. “As grávidas podem ficar desidratadas com facilidade, por isso devem tomar um litro de água a cada seis horas de viagem”, diz o especialista.

Labirintite: o que fazer quando a crise aparecer?

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postado em 6 de janeiro de 2017

Quando um paciente sente tontura, enjoo ou perda de equilíbrio pode pensar que está sofrendo de labirintite. Porém, esse termo deve ser reservado apenas para as afecções que acometem ou inflamam o labirinto, órgão situado na orelha interna, formado por delicadas estruturas de osso, membranas, líquidos e nervos.

Se o labirinto e suas estruturas responsáveis pela audição (cóclea) e pelo equilíbrio (vestíbulo) são afetados, é possível surgir um quadro de tontura, caracterizado por uma ilusão de movimento, que pode ter diversos tipos de sensação, como flutuação, movimento irreal, desequilíbrio e vertigem rotatória, associados ou não a vômito e náuseas.

Segundo o Dr. Fernando Pochini Sobrinho, otorrinolaringologista do Hospital São Luiz Morumbi, problemas de várias origens podem desencadear a labirintite, como doenças neurológicas no cérebro e no cerebelo, problemas na musculatura dos olhos e na retina, sistema digestivo com absorção rápida de substâncias que possam interferir no labirinto ou cérebro, doenças dos nervos automáticos ou autonômicos que mantêm a pressão arterial quando temos mudança de posição no espaço, e obstruções à passagem de ar pela via aérea durante o sono profundo.

“Estima-se que a tontura possa levar cerca 10% de pacientes ao clínico geral e cerca de 20% ao otorrinolaringologista ou neurologistas. Estudos mostram que as tonturas estão entre os sintomas mais frequentes em todo o mundo e são de origem labiríntica em 85% dos casos”, afirma o especialista.

Uma das dúvidas mais frequentes é o que fazer quando a crise aparece. De acordo com o otorrinolaringologista, a crise pode nem sempre estar associada a um quadro labiríntico, mais frequentemente vir após hipertensão ou hipotensão arterial, distúrbios metabólicos da glicemia, tumores, neuropatias, cardiopatias e outros. Portanto, em uma crise intensa, o mais prudente é procurar o auxilio de médico especializado (otorrinolaringologista e neurologista) ou um pronto-socorro (clínico geral ou pediatra).

Para evitar o problema, os melhores métodos são: se alimentar de maneira adequada para prevenir o desenvolvimento de placas ou obstrução nas artérias e descontrole dos níveis pressóricos ou glicêmicos, realizar atividades físicas com regularidade, evitando sedentarismo, e dormir adequadamente, corrigindo problemas de sono e de oxigenação.

Entenda como viver com a hipertensão

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postado em 4 de janeiro de 2017

As doenças cardiovasculares são as principais causas de morte no Brasil e no mundo. Nesse contexto, a hipertensão arterial, conhecida popularmente como pressão alta, é responsável por cerca de 300 mil óbitos ao ano no Brasil. Um estudo recente feito pela Representação da Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) mostrou que essa doença atinge cerca de 30% da população adulta brasileira, sendo que na terceira idade chega a 50%.

O Dr. Guilherme D’Andréa Saba Arruda, cardiologista da Cardio D’Or do Hospital São Luiz Anália Franco, explica que o principal desafio da doença é que ela pode estar presente, ao longo de vários anos, sem apresentar quaisquer sintomas. “Por ser uma doença silenciosa, é ainda mais necessário que as pessoas fiquem atentas às medidas prevenção e diagnóstico precoce através de avaliações médicas rotineiras”.

Por isso, a avaliação com o cardiologista e seu acompanhamento regular são fundamentais, já que estudos mostram que apenas 20% dos pacientes hipertensos controlam corretamente a doença, e 40% abandonam o tratamento. “É possível viver bem com a hipertensão. Para tanto, torna-se primordial o acompanhamento frequente e próximo ao cardiologista, permitindo os ajustes que são necessários nas diversas medicações que são utilizadas”. Porém, o médico explica que que apenas o uso das medicações não é suficiente para o tratamento.

Mudança de estilo de vida

A mensagem fundamental para hipertensão é o destaque para a prevenção, controlando ou eliminando os fatores de riscos conhecidos, diminuindo as chances do seu aparecimento e permitindo controlar a doença.

Por isso, uma vida saudável é importante tanto para prevenir a hipertensão, quanto para controlar a doença. “A mudança do estilo de vida, com atividade física regular, perda de peso, mudança dos hábitos alimentares e interromper o tabagismo, é um ponto chave para se combater a hipertensão”, explica o Dr. Arruda. “Essas últimas medidas se tornam a base do tratamento, sem as quais o controle ótimo da pressão arterial dificilmente será atingido”.

Sobre a Cardio D’Or da unidade Anália Franco

A unidade Anália Franco inaugurou recentemente a Cardio D’Or, um serviço completo de cardiologia preventiva e no tratamento de patologias do coração. Inclui serviço de check-up com espaço exclusivo para realização de bateria completa de exames laboratoriais, de imagem e de esforço. Além disso, pronto-socorro preparado para emergências, com atendimento especializado em dor torácica e hospital geral para procedimentos cirúrgicos, com todo o apoio de centro cirúrgico e Unidades de Terapia Intensiva modernos e altamente equipados.

Saiba mais: http://www.saoluiz.com.br/unidades/analia/sobre_a_unidade/estrutura/cardiodor.aspx

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