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O sono e a saúde

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postado em 29 de março de 2012

Diversas pesquisas comprovam que o excesso ou a falta de sono traz diversos prejuízos ao corpo humano. O estudo realizado mais recentemente, divulgado pelo presidente de cardiologia da Chicago Medical School, descobriu que os adultos que dormem menos de seis horas têm um risco duas vezes maior de sofrer um derrame ou ter um infarto e 1.6 maior de ter insuficiência cardíaca congestiva.

Já para quem exagera na quantidade de tempo passada debaixo dos lençóis, as chances de doença arterial coronariana são maiores, além de uma probabilidade duas vezes maior de ter dores no peito

Mas o equilíbrio entre as horas de sono proporciona diversos benefícios para a saúde:

Previne a obesidade

Durante o sono, nosso organismo produz a leptina, um hormônio capaz de controlar a sensação de saciedade – portanto, pessoas que tem dificuldades para dormir produzem menores quantidades desta substância.

Combate a hipertensão

A neurologista Rosa Hasan, do Hospital e Maternidade São Luiz, explica que a dificuldade em descansar durante a noite é equivalente a um estado de estresse, aumentando a atividade da adrenalina no corpo.

“Uma noite mal dormida deixa o organismo em estado de alerta, aumentando a pressão sanguínea durante a noite”, explica a especialista. Ela afirma que com o tempo essa alteração na pressão sanguínea se torna permanente, gerando a hipertensão.

Favorece o desempenho físico

 Quando dormimos profundamente e sem interrupções, nosso corpo começa a produzir o hormônio GH, responsável pelo nosso crescimento. Essa substância só começa a ser produzida aproximadamente meia hora após uma pessoa dormir – por conta disso, pessoas que tem o sono fragmentado sofrem dificuldades de sintetizar esse hormônio.

Previne depressão

As chances de a depressão comprometer a qualidade de vida de uma pessoa pode ser menor se ela dormir entre seis e nove horas por dia. Estudos mostraram que pessoas com o sono considerado “normal” – de seis a oito horas por noite – tiveram índices mais altos de qualidade de vida e níveis mais baixos de depressão quando comparados aos que dormiam pouco ou muito.

Também foi observado aqueles que dormem menos que seis e mais de nove horas por dia sofrem uma piora na qualidade de vida e índices de depressão mais altos.

Fonte: Portal Minha Vida

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