Blog da Saúde

Sopro no coração nem sempre é sinônimo de problema

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postado em 22 de março de 2017

Nem sempre o sopro no coração é considerado uma patologia e deve ser motivo de preocupação. Ele é um som que pode ser ouvido (ou auscultado, no termo técnico) durante o exame cardiológico de rotina e corresponde a um ruído prolongado, parecido ao soprar do vento, que se ouve entre os batimentos cardíacos devido à passagem do sangue pelas estruturas do coração.

“Pode aparecer em condições não patológicas, mais comumente em crianças. O sopro inocente, de caráter benigno, que desaparece com o tempo durante a infância, pode ser diagnosticado em ate 40% das crianças”, explica o Dr. André Feldman, cardiologista do Hospital e Maternidade São Luiz Anália Franco. Em outros casos, pode durar a vida inteira sem nunca causar mais problemas de saúde.

O sopro patológico, entretanto, já é menos frequente e tem incidência de 8 a 10/1000 pessoas. Na maioria dos casos, em adultos, pode significar um mau funcionamento de uma válvula ou defeito em outra estrutura cardíaca. “Em nosso país, a febre reumática é uma importante causa de lesão de válvula”, ressalta o especialista.

Em crianças, alterações congênitas na estrutura cardíaca são os principais responsáveis por sopros além dos chamados “inocentes”. Para tirar a dúvida, o médico é quem pode dizer se o sopro não necessita de tratamento ou se é um problema que precisa ser analisado.

Quando acontece de forma patológica, esta condição pode piorar o funcionamento do coração progressivamente. Em caso de lesão grave, que provoca deterioração progressiva da função cardíaca, a troca de válvula através de cirurgia cardíaca é o tratamento mais utilizado. Segundo o cardiologista, o principal e mais comum sintoma do sopro é o cansaço ou falta de ar aos esforços. Outros sinais associados podem ser palpitações e, em alguns casos, dor torácica, transpiração intensa, tontura e desmaio.

Mesmo após infarto, pacientes não mudam estilo de vida ruim

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postado em 15 de setembro de 2016

Médico do Hospital São Luiz destaca a importância de controlar os fatores de risco

Em 29 de setembro é comemorado o Dia Mundial do Coração, data que tem como objetivo chamar atenção aos cuidados do órgão considerado mais importante para a vida: o coração. Segundo dados do Ministério da Saúde, o infarto é a principal causa de morte no Brasil, correspondendo a 33% da totalidade.

Ele ocorre quando as artérias responsáveis por levar sangue, oxigênio e nutrientes ao coração ficam obstruídas. A partir do impedimento, inicia-se o processo de necrose do músculo do coração (miocárdio), o qual passa a não ter um funcionamento adequado, comprometendo o desempenho cardíaco, tornando maior o risco de morte, arritmias cardíacas e outras complicações.

women having a heart attack

Para evitar um novo infarto, as pessoas devem levar em consideração os chamados fatores de risco, que são classificados como modificáveis e não modificáveis, e podem elevar as chances de um novo acontecimento. Os modificáveis podem ser alterados com atividade física, mudanças de hábitos ou medicamentos, como a hipertensão, diabetes, obesidade, sedentarismo, tabagismo e colesterol elevado. Já os não modificáveis não podem sofrer interferência, como avanço da idade e fatores genéticos.

Quem já sofreu infarto costuma ficar assustado e com medo de acontecer novamente. Muitos ficam preocupados, pois acreditam que não poderão voltar às atividades normais, como praticar esportes ou ter vida sexual ativa. O ideal é que todos os pacientes que sofreram infarto voltem à vida normal, sempre com atenção as indicações médicas, mas não é o que acontece normalmente.

“Uma minoria de pacientes mudam o estilo de vida a ponto de diminuir o peso dos fatores modificáveis. Eles normalmente não tomam corretamente os remédios, não conseguem parar de fumar, não perdem peso ou não conseguem fazer atividades físicas”, explica o cardiologista Dr. André Feldman, da Cardio D’Or São Luiz Anália Franco.

Segundo o cardiologista, 95% dos infartos estão ligados a algum dos fatores de risco e quanto mais condições associadas maiores são as chances de um novo infarto. “Todos os riscos devem ser controlados. Contudo, o que acontece normalmente é que os pacientes tem dificuldades em manter os indicadores ou não consegue fazer isso a longo prazo e acabam limitando os cuidados apenas aos próximos seis meses a um ano após o ocorrido”, observa.

Os cuidados pós envolvem atividade física, que ajuda no controle de peso, colesterol e até no aspecto psicológico. Em alguns casos, é recomendado ingestão de alimentos saudáveis, que evitam o surgimento das placas de gordura responsáveis pelo infarto.

Hábitos ruins elevam chances de infartos em jovens

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postado em 9 de setembro de 2016

Velocidade do primeiro atendimento é determinante para conter avanço da doença

Atualmente, exceder a carga horária de trabalho, dormir pouco e se alimentar incorretamente são atitudes muito comuns na vida das pessoas, principalmente dos jovens. A busca pela independência familiar e financeira tem levado essa faixa etária a deixar de lado questões muito importantes relacionadas à saúde.

Ter atenção à saúde também enquanto jovem pode ser fundamental para evitar algumas doenças que o senso comum só diz surgir em pessoas com mais idade. Entretanto, a incidência de infarto entre jovens já é uma realidade que acende um sinal de alerta na população.

O infarto ocorre quando as artérias responsáveis por levar sangue, oxigênio e nutrientes ao coração ficam obstruídas. A partir do impedimento, inicia-se o processo de necrose do músculo do coração (miocárdio), o qual passa a não ter um funcionamento adequado, comprometendo o desempenho cardíaco, tornando maior o risco de morte, arritmias cardíacas e outras complicações.

Man having heart-attack / chest pain in isolated background

Para o Dr. Guilherme D`Andrea Saba Arruda, cardiologista do Hospital e Maternidade São Luiz Anália Franco, é de suma importância que os jovens se atentem aos fatores de risco, como a pressão arterial, colesterol elevado, tabagismo, glicemia, obesidade e, em alguns casos, uso de drogas ilícitas, como a cocaína, por exemplo. “A partir do conhecimento desses fatores de risco, é fundamental que se controle todos esses indicadores”, explica. A prática de atividade física deve ser regular, com, pelo menos, uma caminhada de 30 minutos diariamente, desde que haja uma avaliação médica prévia.

Outro ponto de destaque é a necessidade do controle do peso, pois a obesidade é muito danosa para a saúde, o que pode contribuir para o descontrole dos níveis de pressão. “Dessa forma, a prevenção é o principal ponto para atuação junto à população, orientando sobre os fatores de risco e expondo maneiras de combatê-los”, comenta.

É importante salientar que nesses pacientes mais jovens, na faixa de 30 anos de idade, o músculo do coração tem menos proteção das artérias coronárias, que levam esse sangue para o miocárdio e caso haja uma obstrução em alguma delas o dano pode ser muito grande. Mas com o passar dos anos, o próprio organismo cria um mecanismo de defesa contra estes problemas. “Embora não seja a principal faixa etária de risco, os pacientes mais jovens precisam ter atenção total, pois em caso de infarto o risco de morte é iminente”, alerta.

Os sintomas do infarto podem surgir como uma dor no centro do peito, de forte intensidade e irradiação para membros superiores, região mandibular e dorsal. Além disso, pode estar acompanhado também por náuseas, vômitos e suor frio. Alguns pacientes podem ter um incomodo na região superior do abdômen, popularmente conhecida como “boca do estômago”. “É importante ressaltar que algumas pessoas podem ter sintomas mais leves, ou ainda, inespecíficos como um mal-estar e dores de baixa intensidade”, ressalta. Fatos esses que podem ocorrer em mulheres, idosos e pacientes com história de diabetes, o que muitas vezes pode dificultar o diagnóstico ou até mesmo passar despercebido.

A partir do início dos sintomas é fundamental chegar o mais rápido possível ao atendimento de urgência para uma avaliação médica com exames que ajudarão no diagnóstico. “Podemos dizer que tempo é músculo, ou seja, quanto mais rápido o atendimento, mais estará se preservando o músculo do coração e evitando danos em longo prazo”, finaliza.

Saiba mais sobre o Cateterismo Cardíaco

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postado em 23 de julho de 2015

Surgeon Inserting Tube Into Patient During Surgery

O Cateterismo Cardíaco é um exame realizado para detectar obstruções dos vasos sanguíneos do coração. Conversamos com o Dr. João Vicente da Silveira, cardiologista do Hospital e Maternidade São Luiz Anália Franco, para entender um pouco mais sobre esse procedimento:

Como funciona o cateterismo cardíaco?
Cateterismo é um exame que se faz para se detectar a localização e a gravidade das obstruções das vasos sanguíneos do coração, e pode ser realizado tanto de forma eletiva (agendada) como emergencial. Ele é indicado para pessoas que tiveram um infarto ou estão com suspeita de entupimento dos vasos sanguíneos do coração (artérias e veias).

Como esse exame é realizado?
O Cateterismo Cardíaco é feito numa sala específica chamada Hemodinâmica. Lá, o paciente entra numa mesa que possui um projetor de raio-X. Depois são realizados anestesia e pequeno corte no local onde será inserido o cateter que será empurrado até chegar ao coração. Já no local adequado, uma substância será injetada pelo próprio cateter para que seja realizado um contraste na imagem projetada pelo raio-X, permitindo assim uma melhor visualização dessa área e que se visualize os bloqueios dessa região.

Existe risco?
O risco de complicação é baixo, entre 2 a 3%.

E qual é o próximo passo para o paciente após esse exame?
O exame vai ver o local, a quantidade e a gravidade do problema. Dependendo de diversos fatores, uma angioplastia pode ser realizada durante o próprio cateterismo, inserindo stent para dilatar a artéria ou veia e aumentar o fluxo sanguíneo. Se o caso for muito grave, então o paciente poderá até mesmo sofrer interversão cirúrgica. Porém esses procedimentos são feitos para casos nos quais a obstrução esteja acima de 70%. Se o entupimento for menor que isso, o mais indicado é um tratamento clínico e de mudança de estilo de vida como alimentação saudável, exercícios físicos, parar de beber e fumar e controle maior da diabetes.

Homens entre 30 e 40 anos são mais propensos a ter insuficiência cardíaca

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postado em 23 de junho de 2015

Doctor holding heart

Quem sofre de doenças cardíacas deve seguir à risca as recomendações médicas para não desenvolver outros problemas no coração, como a insuficiência cardíaca – doença que mata 50 mil pessoas por ano no país, segundo estudo da Sociedade Brasileira de Cardiologia.

A insuficiência cardíaca é caracterizada pela incapacidade do coração de bombear sangue rico em oxigênio em quantidade suficiente para o organismo. “Um coração saudável bombeia em média 3,5 litros de sangue por minuto, enquanto no órgão doente os níveis do fluxo sanguíneo variam de 2 litros a 2,5 litros por minuto”, diz Paulo Chaccur, cardiologista do Hospital São Luiz Morumbi.

Cansaço progressivo, falta de ar, dificuldade para subir escadas e praticar atividades físicas, inchaço nos pés, abdômen e tornozelo, palpitações no coração e arritmias são os sinais mais comuns da doença. “Os sintomas da insuficiência cardíaca são praticamente os mesmos de outras doenças cardíacas. Por isso é muito importante realizar uma avaliação médica periódica, especialmente homens entre 30 e 40 anos de idade, considerados os mais propensos a desenvolver a doença”, explica o cardiologista.

Hábitos de vida não saudáveis (tabagismo, consumo excessivo de bebidas alcoólicas e sedentarismo), diabetes, hipertensão e colesterol alto podem desencadear ou contribuir para um quadro de insuficiência cardíaca. “Outro fator de risco que merece atenção são as cardiopatias. Pacientes que já apresentam doenças cardíacas, como obstrução nas artérias coronárias e arritmia, tem mais chance de ter a doença”, diz Paulo Chaccur.

O tratamento é determinado de acordo com o quadro e histórico de saúde de cada paciente, mas geralmente é realizado via medicamento. Mudança de hábitos também fazem parte desse processo e são essenciais para que a doença não evolua.
O cardiologista do Hospital São Luiz Morumbi, Paulo Chaccur, dá algumas dicas para quem apresenta quadro de insuficiência cardíaca:

– Reduza o consumo de sal;
– A ingestão de líquido não deve ser superior a 800 mililitros por dia. O líquido absorvido pelo organismo passa diretamente para a circulação, aumentando, consequentemente, a sobrecarga do coração. O médico alerta que a recomendação é apenas para cardiopatas com insuficiência cardíaca e reforça, ainda, a importância do acompanhamento médico.
– Caminhe em locais planos por 30 minutos de três a quatro vezes por semana. Praticar este tipo de exercício melhora da circulação sanguínea, permitindo que o coração bombeie o sangue com mais facilidade.

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Você sabe o que é e para que serve a hemodinâmica?

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postado em 27 de abril de 2015

hemodinamicaINTERNAm

As unidades do Hospital São Luiz dispõem de serviço de Hemodinâmica, tratamento que consiste no restabelecimento da circulação e é essencial em casos de infarto agudo do miocárdio, por exemplo. O serviço conta com equipe médica de excelência composta por cardiologistas, neurologistas, angiologistas e enfermeiros experientes e qualificados, além de possuir equipamentos modernos que operam com baixas doses de radiação.

Dr. Luiz Mattos, cardiologista responsável pelo Centro de Diagnóstico e Intervenção Cardiovascular da unidade Morumbi, explica que no Brasil as taxas de mortalidade após a ocorrência de um infarto do miocárdio, por exemplo, giram em torno de 20%, sendo reduzidas para menos de 10% em casos em que o paciente é submetido à reperfusão coronária precoce. Isto explica por que quanto mais rápido o atendimento e o diagnóstico dessas enfermidades, menor o risco de morte.

A atuação da hemodinâmica e angiografia cardiovascular pode ser dividida em dois grandes grupos de procedimentos: diagnósticos e terapêuticos. No primeiro, é feito o reconhecimento do estado cardiovascular do paciente, principalmente da permeabilidade das artérias coronárias, suscetível à ocorrência de angina do peito e infarto do miocárdio, da função do músculo cardíaco, responsável pela manutenção da vida saudável, e das válvulas cardíacas, que separam as quatro cavidades principais do coração. No segundo, é realizado o tratamento das doenças cardíacas por meio de cateteres, balões e stents metálicos.

No Hospital São Luiz Morumbi, o Centro de Diagnóstico e Intervenção Cardiovascular foi desenvolvido para proporcionar mais conforto a pacientes e acompanhantes, com áreas de procedimentos e de repouso próximas e isoladas do hospital.

O agendamento de procedimentos deve ser feito pela Central de Reservas, no telefone (11) 3040-1200. O Centro de Diagnóstico e Intervenção Cardiovascular funciona em período integral.

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Por que é necessário fazer um exame médico antes da prática regular de exercícios físicos?

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postado em 19 de março de 2015

corrida

É fundamental realizar uma consulta médica antes de praticar exercícios físicos regulares. De acordo com o Dr. Wilson Mathias Junior, cardiologista do Hospital e Maternidade São Luiz Itaim, esta avaliação é importante tanto antes quanto após os 40 anos.

Indivíduos com menos de 40 anos devem passar por uma consulta e realizar exames para identificar possíveis cardiopatias genéticas ou orovalvares (nas valvas cardíacas), que podem resultar em morte súbita.

Após esta idade, o objetivo da avaliação é evitar o infarto ou morte súbita após a prática de exercícios.

Dr. Wilson Mathias Junior ressalta que o fato de ser cardiopata não necessariamente impede o indivíduo de praticar exercícios físicos. Neste caso, o acompanhamento médico é essencial para estimar o nível máximo de esforço permitido, que é obtido no teste cardiopulmonar. “Em alguns casos, o paciente pode praticar exercícios não competitivos, desde que o nível de esforço seja dosado.”

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Velocidade do atendimento após o infarto diminui danos ao coração

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postado em 16 de março de 2015

Medicine, Hand drawing

Você sabia que um rápido atendimento após o infarto diminui os danos causados ao coração? Segundo Dr. Luiz Alberto Mattos, cardiologista do Hospital São Luiz Morumbi, se a vítima for socorrida em até três horas contadas a partir do início dos sintomas, boa parte da musculatura afetada pode ser recuperada. Agora, se o atendimento demorar mais de seis horas, as células prejudicadas já não poderão se regenerar.

“O infarto é a interrupção do fluxo sanguíneo para o músculo do coração devido ao bloqueio ou entupimento de uma veia ou artéria. Essa obstrução pode resultar em sequelas que podem ser revertidas ou não, dependendo da velocidade do atendimento. Por isso, é muito importante que o paciente seja levado o mais rápido possível ao hospital”, explica o cardiologista.

A vítima começa a contar o tempo de socorro a partir dos primeiros sintomas. Dor forte no peito forte, crescente e sem alívio é um dos sinais mais comuns de infarto. “Essa dor ocorre principalmente no lado esquerdo, mas pode se espalhar pelo peito, costas e pescoço. Medidas simples como uso de analgésicos, ingestão de líquidos ou mudar de posição não minimizam a sensação”, diz Luiz Alberto. A dor do infarto também pode simular a sensação de dispepsia, a famosa indigestão, seja pelo consumo exagerado de comida ou azia. Além disso, se a dor for intensa pode ocasionar náuseas, vômito, suor frio, sensação de letargia profunda e crescente e até a perda de força.

O cardiologista ressalta que esses sintomas podem ser identificados por leigos. “O quadro clínico do infarto é caracterizado por sintomas intensos, que extrapolam as dores cotidianas ou corriqueiras que podemos sentir no peito, nas costas e no corpo em geral. Ao identificar esses sinais o paciente deve ser levado o mais rápido possível ao hospital, onde ele será diagnosticado e receberá o tratamento de desobstrução coronária”. Na dúvida, Luiz também recomenda procurar imediatamente o pronto socorro.

Em casos de infartos prévios, os riscos e danos ao coração são maiores. “Os prejuízos são maiores pelo simples fato de que o coração já sofreu algum dano anterior”, explica o cardiologista. Quanto maior o número de infartos, maior será a perda do músculo e as consequências, como falência muscular, manifestada por insuficiência cardíaca, arritmias crônicas até a ocorrência de morte súbita.

Corrida contra o relógio

Veja o que acontece com o coração infartado quando a vítima é atendida em até 3h, 6h, 12h e 24h a partir dos primeiros sintomas.

Até três horas: quanto mais rápido for o atendimento médico, menor será a quantidade de músculo cardíaco atingido e maiores as chances de recuperação.

Até seis horas: as primeiras seis horas (contadas a partir dos primeiros sintomas) são críticas. Além da oclusão da artéria, o paciente pode sofrer arritmias, às vezes fatais, e distúrbios elétricos na estimulação cardíaca.

Até 12 horas: quanto maior o retardo do atendimento médico, maior a perda muscular devido à oclusão arterial coronária em andamento. Caso o paciente seja atendido após 12 horas dos primeiros sintomas, evidencia-se uma perda significativa da musculatura do coração.

Acima de 12 horas e até as primeiras 24 horas: ocorrerá a necrose, perda definitiva da contração muscular na artéria afetada.

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Hospital e Maternidade São Luiz Anália Franco promove palestra gratuita sobre infarto no miocárdio

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postado em 13 de novembro de 2014

O Hospital e Maternidade São Luiz Anália Franco promoverá na próxima terça-feira, 18, uma palestra gratuita sobre a campanha Coração Alerta, que visa conscientizar a população sobre os sinais e riscos do infarto do miocárdio, doença que mata cerca de 80 mil pessoas por ano segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) e a Sociedade Brasileira de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista (SBHCI) – entidades idealizadoras da campanha.

A palestra começa às 19h30 e será ministrada por dois cardiologistas do Hospital e Maternidade São Luiz Anália Franco: Dr. Marcelo Cantarelli e Dr. Miguel Moretti. No evento, os participantes conhecerão melhor a campanha Coração Alerta e aprenderão um pouco mais sobre o que é o infarto do miocárdio, seus primeiros sinais e como identificá-los, além dos riscos à saúde e formas de prevenção e tratamento. “Conscientizar a população sobre o infarto e seus primeiros sinais é um dos passos para reduzir o índice mortalidade e possíveis complicações. Quando o infarto é diagnosticado em menos de duas horas a chance de óbito é inferior a 4%”, explica Dr. Marcelo Cantarelli.

A palestra é destinada para a comunidade, moradores da região e profissionais. Para participar é necessário se inscrever por telefone ou pelo site do hospital.

Serviço

Local: auditório do Centro de Estudos do Hospital e Maternidade São Luiz Anália Franco
Data: 18 de novembro, terça-feira
Horário: 19h30
Endereço: Rua Francisco Marengo, 1312, Tatuapé
Inscrição: (11) 3386-1584 ou no site:
http://www.saoluiz.com.br/sobre_o_sao_luiz/palestras.aspx
Gratuito

Coracao

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O que é a arritmia cardíaca e como preveni-la

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postado em 12 de novembro de 2014

A arritmia cardíaca é a alteração no ritmo das batidas do coração. Quando o órgão bate mais rápido – mais de 100 batimentos por minuto (bpm), o evento é chamado de taquicardia. Quando bate mais lento – menos de 60 bpm, é denominado bradicardia.

O coordenador da Cardiologia Intervencionista do Hospital e Maternidade São Luiz Anália Franco, Marcelo Cantarelli, explica que normalmente a doença se origina por problemas no sistema elétrico do coração. Quando as células do músculo cardíaco começam a gerar batimentos fora do sistema elétrico, surgem as arritmias. Elas podem se formar dentro dos ventrículos – parte inferior do coração -, como nos átrios – parte superior do órgão.

Além dos distúrbios elétricos, outras causas das arritmias são medicamentos que aumentam a excitabilidade das células do coração, a ansiedade, o estresse, o tabagismo e as bebidas alcoólicas. As doenças cardiovasculares, por serem muito frequentes, também são causas de arritmias. No Brasil, outro fator a ser considerado é a Doença de Chagas.

Dr. Marcelo esclarece que algumas arritmias são extremamente benignas. Outras, porém, podem levar à morte súbita, que é a morte inesperada em que a pessoa tem uma parada cardiorrespiratória e não consegue chegar ao hospital a tempo de ser atendida. O infarto agudo do miocárdio – mais comum a partir dos 50 anos – corresponde a 70% dos casos de morte súbita.

Outro tipo de arritmia é a fibrilação atrial, mais frequente entre os idosos. Ela consiste no batimento rápido e irregular dos átrios e não causa morte súbita, mas pode levar ao derrame cerebral (AVC) que, em dois terços dos casos, é incapacitante. Estima-se que cerca de 10% das pessoas acima de 75 anos possuem esta doença.

Para prevenir as arritmias, Dr. Marcelo recomenda que o paciente se consulte regularmente com um clínico geral ou cardiologista. Este profissional avaliará se o indivíduo possui algum fator de risco. A alimentação adequada e a prática de exercícios físicos também são essenciais na prevenção de arritmias.

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