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Volta às aulas: saiba como montar uma lancheira saudável

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postado em 2 de fevereiro de 2017

Para ter uma alimentação equilibrada e de acordo com a pirâmide alimentar, é recomendado ingerir alimentos de todos os grupos alimentares: energéticos, reguladores e construtores. O mesmo princípio é válido na hora de montar a lancheira das crianças.

O primeiro grupo é rico em carboidratos e fornece energia para o corpo. Os alimentos reguladores auxiliam em várias funções do organismo e são compostos por hortaliças e frutas em geral. Já os construtores são ricos em proteínas, como carnes, ovos, leite e derivados.

“O grupo construtor pode ser representado pelo recheio do lanchinho, como um queijo. O dos reguladores por frutas e suco de frutas, enquanto nos energéticos estão o pãozinho ou o bolo de frutas, por exemplo.”, diz Adriana Piva, nutricionista do Hospital São Luiz Jabaquara.

Para conservar melhor a comida, o ideal é que a criança possua lancheira e garrafa térmicas, principalmente para armazenar os alimentos perecíveis. Caso contrário, eles devem ser evitados. Além disso, segundo a especialista, os pais devem sempre evitar os alimentos à base de açúcares e gorduras, como bolos industrializados e com recheio, frituras, processados, doces, chocolates e iogurtes.

Veja algumas sugestões da nutricionista para o dia a dia:

– 01 banana prata + 200 ml de suco de maracujá + 02 pãezinhos com queijo;

– 150 g de cereal sem açúcar + 200 ml de suco de manga + 01 pera;

– 01 mexerica + 01 bebida láctea + 01 fatia de bolo simples de maçã;

– 01 barra de fruta de morango + 200 ml de suco de abacaxi + 03 pães de queijo pequenos;

– 01 maçã + 01 bebida láctea + 01 goiabinha

Voltando à normalidade

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postado em 30 de janeiro de 2013

volta às aulas

 Muitas escolas definiram o dia após a quarta-feira de cinzas como volta às aulas, o que traz novamente a rotina de horários para dormir, comer acordar etc., fazendo com que pais e filhos acabem sofrendo um certo desgaste nos primeiros dias. Em entrevista ao jornal O Vale, o pediatra Marcelo Reibscheid deu algumas dicas sobre como planejar à volta aos estudos:

Sono: Segundo o pediatra, o ideal é iniciar o processo de readaptação uma semana antes, colocando-os para dormir e fazendo-os acordar no mesmo horário que você os chamará durante reinício das aulas. “Essa prática ajuda na adaptação e evita birras e  manhas quando as aulas começarem”.

Exercícios: a maioria das crianças nem olha seus cadernos de atividades durante as férias e acabam perdendo o ritmo de estudos. Para trazê-los de volta à realidade, aposte em brincadeiras mais pedagógicas. “Colorir ou fazer desenhos são boas atividades para crianças alfabetizadas. Com as maiores, sugira escrever uma história: comece o parágrafo e peça a ela para usar a imaginação para concluir o texto”.

Rotina: também é válido planejar a rotina escolar antes de seu início, principalmente os pais, que precisam ajustar seus horários. “Decidir quem vai levar e buscar, quem ajuda com os deveres em cada dia e até mesmo definir o cardápio da semana ajuda a família a recuperar o ritmo com a nova rotina das crianças”.

Saiba como contornar a resistência da criança no primeiro dia de aula

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postado em 27 de janeiro de 2012

Desde os primeiros dias de vida, a criança desenvolve uma aceitação à rotina que lhe é imposta. Na maioria das vezes, as ações da criança durante o dia são interligadas às da mãe, que impõe horários e regras que contribuem para seu desenvolvimento.

A necessidade de inserir a criança na escola é um processo que muda totalmente a rotina com a qual está acostumada. Ter horários diferentes, ver outras pessoas e conviver em um ambiente novo é muito importante, mas a iniciação da criança em uma escola pode se tornar um problema de adaptação não só para ela como também para os pais.

Segundo nossa pediatra, Dra. Alessandra Cavalcante, o processo de adaptação é difícil, principalmente devido às mudanças de rotina. A criança passa a ter novas regras e horários diferentes, que devem ser respeitados pelos pais para que esse momento seja visto com naturalidade.

“Nas primeiras semanas é normal que a criança chore, até conhecer bem o ambiente. Muitas vezes o choro não vem no primeiro dia, onde tudo é novidade, e aparece quando a criança percebe que aquela será sua rotina e que novas regras serão estabelecidas”, comenta.

No caso dos bebês, que costumam ingressar a partir dos quatro meses na escola, a dificuldade de adaptação é tomada pela mãe. Mas, se for possível, é indicado que a criança entre na escola com dois ou três anos, pois pode compreender melhor os motivos da mudança.

“No primeiro dia, a presença dos pais é muito importante para mostrar que aquele ambiente é seguro e confiável. Os pais devem ser firmes e tentar não desistir de deixar a criança na escola, no momento do choro. O ideal é esperar que ela se acalme e não entregá-la a força às professoras e funcionários. Vale lembrar que a escola é um lugar legal e que a aceitação tem que partir primeiramente dos pais”, explica a Dra. Alessandra.

Existem alguns fatores que podem facilitar a adaptação da criança a esse novo ambiente, como conhecer a escola junto aos pais. É uma boa oportunidade para explicar o que vai acontecer, que irão aprender coisas novas, fazer novas amizades e que sempre vão retornar para casa, pois esse processo não deve ser associado à um abandono.

Ainda de acordo com a Dra. Alessandra, muitas escolas fazem adaptação no período de férias, onde a criança conhece a escola como um espaço de lazer, sem agregar atividades pedagógicas obrigatórias. É importante também, que os pais estejam de olho no comportamento dos filhos durante as primeiras semanas de aula.

“Algumas crianças sofrem mais com o ambiente escolar e não se adaptam facilmente, tornando-se mais agressivas ou acuadas. Neste caso um acompanhamento psicológico passa a ser interessante. É comum, também, que as crianças mostrem casos de febres, resfriados e até mesmo diarrérias, por conta do contato com outras crianças.

Em geral, nós mães sabemos que, mesmo com o coração apertado, essa é só uma fase e que o ambiente escolar proporciona independência e contribui muito para o desenvolvimento dos pequenos”, finaliza a pediatra Alessandra Cavalcante.

 

Hora do recreio: lanche saudável e gostoso!

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postado em 3 de fevereiro de 2011

Para algumas mães, o ano começa, de fato, agora com a volta às aulas. Os preparativos para o ano letivo e a tarefa de dar conta de tudo fazem parte da vida das mulheres que trabalham e ainda tem a responsabilidade com a casa e os filhos.

 

A alimentação dos pequenos é sempre uma prioridade. Entre materiais escolares e outras pendências, a preparação da lancheira não precisa ser improvisada por conta da falta de tempo e ideias. Para ajudar as mamães, conversamos com a nutricionista do Hospital São Luiz, Mirian Nogueira Martins, sobre algumas dicas que permitem se programar e não se perder na educação alimentar da criança.

 

O primeiro passo é escolher a lancheira correta. O material deve ser resistente e lavável, e a higienização deve ser feita com álcool assim que chegar da escola, não dispensando a lavagem com água e sabão, no mínimo, uma vez por semana. “Importante orientar as crianças para evitar o contato da lancheira direto com o chão e higienizar as mãos antes do consumo dos alimentos”, lembra a nutricionista.

 

Com relação ao armazenamento dos alimentos, na dificuldade da compra de lancheiras térmicas, utilize recipientes térmicos internos. Os lanches, por exemplo, devem ser embrulhados em papel-filme e depois colocados em potes de plástico. Aos que necessitam de refrigeração, como sucos ou leite, são imprescindíveis os recipientes térmicos.

 

Conversar com os filhos sobre suas preferências pode ajudar muito, até mesmo na economia de tempo e dinheiro. Reservem um momento para montar um cardápio quinzenal juntos. Assim você se programa e ainda pode negociar alguns itens para estimular o apetite, cuidado que também evita pecar nos excessos de alimentos industrializados, doces e refrigerantes. “Combine com a criança como farão parte do cardápio. Doces e frituras não são proibidos desde que consumidos com equilíbrio”, orienta Mirian.

 

Não se esqueça de dosar as quantidades. O lanche deve conter cerca de 300 calorias para as crianças com peso adequado. Procure colocar uma fonte de carboidratos (pães, biscoitos, barrinhas de cereais), uma de proteína (leite e derivados, frios) e outra de vitaminas e minerais (frutas e suco de frutas).

 

“O último e importante passo é verificar a quantidade consumida e a preferência deles ao chegar da escola, fazendo dessa tarefa uma atividade prazerosa e saudável”, conta a especialista.

 

Algumas dúvidas comuns como a bebida ideal, que tipo de fruta escolher e quais os recheios ideais para os lanches foram esclarecidas pela nutricionista no quadro abaixo. Vale imprimir uma cópia e pendurar na geladeira para consulta. Que tal?

 

Para montar um cardápio

Bebidas: Os sucos podem ser naturais, desde que colocados em garrafas térmicas, ou de caixinha, do tipo néctar. Achocolatados prontos e água de coco são ótimas variações.

Frutas: Boas opções são aquelas que podem ser cortadas em pedaços e não escurecem como mamão e melancia. Uma salada de frutas bem colorida também pode estimular a criança. Lembre-se de enviar um talher.

Pães: Alternar o tipo de pão pode evitar que seu filho enjoe dos lanches preparados e corra para a cantina da escola. Ofereça pão de forma comum ou integral, pão sírio, bisnaga, pão de leite, torradas e bolos simples, feitos em casa.

Recheio: Margarina, requeijão, queijos branco ou mussarela, geleia, peito de peru e presunto magro. Não se esqueça que frios são muito perecíveis, compre pequenas quantidades e verifique as datas de validade após abertos.

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