Blog da Saúde

Hospital da Criança terá programação especial para os pequenos pacientes

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postado em 7 de outubro de 2016

Serão atividades como contação de histórias, cinepipoca e culinária especial para trazer alegria e descontração dentro do ambiente hospitalar

Quem já foi hospitalizado ao menos uma vez com certeza sabe que essa situação é sempre muito complicada. Agora, esse peso pode dobrar quando o paciente internado é uma criança. Ela entende o ambiente hospitalar como um novo local, onde sempre há um acontecimento diferente, podendo lhe causar certo desconforto e vontade de voltar às atividades do dia-a-dia o quanto antes.

Pensando nisso, o Hospital da Criança, da Rede D’Or São Luiz, se tornará um Circo; levanta sua lona e dá início às atividades em comemoração à Semana da Criança. Serão cinco dias de atividades como contação de histórias, cinepipoca, teatro de fantoches, show de mágicas, marionetes e culinária especial.

As atividades junto às crianças têm como objetivo trazer alegria e descontração para o ambiente hospitalar, principalmente no mês tão aguardado pelas crianças. Além disso, as interações visam proporcionar condições para que os pequenos mantenham contatos sociais, se desenvolvam e aprendam cada vez mais.

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Para a Dra. Christina Paola, diretora médica do Hospital da Criança, da Rede D’Or São Luiz, as atividades tem o intuito de aumentar o contato social e aprendizado, trazer bem-estar e humanização para a internação infantil. “Por meio de um ambiente lúdico e mágico, as crianças ficam mais próprias de seu universo, além de oferecer condições de um enfrentamento satisfatório da situação de internação e diminuição da ansiedade para alta”, explica.

O ato de brincar facilita a comunicação da criança com o mundo externo e quando o hospital propicia um local livre para as brincadeiras ocorrerem está agindo em prol da saúde e do bem-estar.

Portanto, as atividades de recreação feitas cotidianamente e, em especial, na semana das crianças, buscam trazer conforto e qualidade de vida para os pequenos, apresentando elementos que ajudem a criança a fantasiar, interagir, brincar e criar laços com a instituição e seus cuidadores.

Contação de história coletiva (Viva e Deixe viver)
Quando: Dia 10, segunda-feira, 10h30
Atividades: As crianças serão reunidas no espaço montado especialmente para elas e escutarão histórias contadas pelas voluntárias do projeto Viva e deixe viver. As contadoras também ajudarão na produção de dobraduras, além de presentea-los com livretos impressos com atividades sobre histórias infantis.

Cinepipoca especial
Quando: Dia 10, segunda-feira, 14h
Atividades: Sessão de cinema com pipoca. Terão seu ingresso para o filme e um balde de pipoca, que poderá ser levado para a casa.

Teatro de fantoche
Quando: dia 11, terça-feira, 10h
Atividades: Teatrinho de fantoches para as crianças com a temática do trânsito e cuidados.

Show de Mágica
Quando: Dia 12, quarta feira, 10h
Atividades: Mágico Miguel fará um show completo para alegrar o Dia das Crianças.

Narizes de plantão
Quando: Dia 12, quarta-feira, 14h
Atividades: Os voluntários farão uma roda com as crianças com música, piadas e muita diversão. Ao final, entregarão os brindes doados pelo hospital.

Show de mágica com palhaço
Quando: Dia 13, quinta-feira, 10h30
Atividades: O palhaço percorrerá os leitos da UTI e se junta às crianças internadas no espaço dedicado à semana especial, onde fará um show de mágica interativo com os presentes.

Culinária especial
Quando: Dia 13, quinta-feira, 14h30
Atividades: As crianças farão seu docinho de forma divertida e lúdica, serão várias guloseimas.

Show de marionetes (Julia Barnabé)
Quando: Dia 14, sexta-feira, 10h30
Atividades: A atriz fará uma performance com marionetes.

Unidade Jabaquara oferece Programa de Residência Médica em 3 especialidades

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postado em 22 de maio de 2015

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A Residência Médica é reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC) como o “padrão ouro” da especialização médica. Ela foi instituída pelo Decreto nº 80.281, de 5 de setembro de 1977, e é uma modalidade de ensino de pós-graduação destinada a médicos que, no momento de sua conclusão, adquirem o título de especialistas. O Programa de Residência Médica funciona em instituições de saúde, sob a orientação de profissionais médicos de elevada qualificação ética e profissional.

O Hospital São Luiz Jabaquara possui três programas de Residência Médica reconhecidos pelo MEC. Juntos, eles capacitam 14 residentes nas seguintes especialidades:

Cirurgia Geral

Duração: 2 anos
Quantidade de vagas: 4 vagas para o primeiro ano, 4 vagas para o segundo ano
Há ainda uma vaga para Residência de Cirurgia Avançada que este ano não foi ocupada.

Anestesiologia

Duração: 3 anos
Quantidade de vagas: 1 vaga por ano
Atualmente, há 3 médicos em especialização.

Urologia

Duração: 3 anos
Quantidade de vagas: 1 vaga por ano
Atualmente, há 3 médicos em especialização.

Dr. Mario Gimenez, Diretor da unidade Jabaquara, explica que ao fazer Residência no hospital, o médico tem acesso à tecnologia de ponta em imagem e demais áreas afins. Ele ainda dispõe de acesso e consulta à literatura digital, além de contar com uma excelente qualidade de ensino.

A unidade, por sua vez, também é beneficiada ao receber residentes, esclarece Dr. Mario. “Há uma possibilidade constante de reciclagem na informação médica e uma busca de conhecimento que é compartilhada entre todos, sempre com ênfase na segurança do paciente.”

#HospitalSaoLuiz #SaoLuizJabaquara #residencia

A importância da higiene correta das mãos

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postado em 5 de maio de 2015

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Na semana do Dia Mundial de Higienização das Mãos, as áreas do Serviço de Controle de Infecção Hospitalar (SCIH) do Hospital São Luiz estão em intensa campanha com funcionários e pacientes para mostrar a importância de higienizar corretamente as mãos e os cinco momentos em que ela deve ser feita.

Dra. Célia Beltrão, infectologista do Hospital São Luiz Jabaquara, explica que o Dia Mundial de Higienização das Mãos foi instituída com o objetivo de melhorar a higienização das mãos e reduzir as infecções relacionadas à assistência à saúde, promovendo a segurança de pacientes, profissionais e demais usuários nos serviços de saúde. De acordo com a Organização Mundial de Saúde, as mãos são as principais vias de transmissão de germes e microrganismos e lavá-las corretamente pode reduzir em até 40% o risco de infecções e de doenças como gripe e diarreia.

Os cinco momentos em que a higienização das mãos deve ser realizada são:

. Antes do contato com o paciente
. Antes de procedimentos assépticos
. Após riscos de exposição a fluidos corporais
. Após o contato com o paciente
. Após o contato com as áreas próximas ao paciente

Confira algumas ações que aconteceram em nossas unidades Anália Franco e Jabaquara:

Jabaquara

Desde o dia 24 de março, a equipe do SCIH, em parceria com as unidades de internação e UTIs, iniciaram o “flash Mob da higiene das mãos”. Diariamente, um profissional da equipe de enfermagem de cada setor é escalado para ser o multiplicador da higiene das mãos em seu posto de trabalho. Este profissional utiliza um crachá com o slogan “20 segundos…Tudo pode mudar. Higienize as Mãos e Previna Infecção”, e pelo menos uma vez em seu plantão este profissional aborda a equipe multidisciplinar e todos realizam a higiene das mãos com álcool gel. A proposta é dar enfase a cultura da higiene das mãos em todos os momentos, principalmente através do uso deste produto. No mês de maio, a unidade ainda prepara uma blitz da higiene das mãos.

Anália Franco

Nos dias 04 e 05 de maio, a unidade as seguintes atividades dentro da Campanha de Higienização das Mãos Institucional:
1. Orientação da Técnica de Higiene Básica das Mãos;
2. Reforço quanto aos 05 Momentos para Higienização das Mãos recomendados pela OMS;
3. Teatro Itinerante: abordando de forma lúdica a importância do procedimento de Higienização das Mãos e 5 Oportunidades propostas pela OMS.

#HospitalSaoLuiz #SaoLuizAnaliaFranco #SaoLuizJabaquara

Radioterapia é o tratamento mais comum para combater cânceres de mama, próstata, pulmão e colo de útero

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postado em 2 de março de 2015

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A quimioterapia e a radioterapia são os tratamentos usados para combater o câncer – doença que deve registrar 518 mil novos casos no Brasil este ano, segundo o INCA (Instituto Nacional do Câncer). Enquanto a quimioterapia é feita por medicação oral ou venosa, a radioterapia usa a radiação, emitida por uma máquina, para matar as células cancerígenas.

“A radioterapia, em algum momento do tratamento, é realizada em cerca de 60% dos casos de câncer, principalmente no combate aos cânceres de mama, próstata, colo de útero e pulmão”, diz Lívia Fagundes, oncologista do Hospital São Luiz Jabaquara, um dos centros médicos de São Paulo que oferece o tratamento.

Existem duas formas de realizar a radioterapia. A mais utilizada é a teleterapia ou radioterapia com feixe externo, onde um aparelho emite feixes de radiação ao local que será tratado para erradicar as células tumorais. Neste procedimento são utilizadas máscaras termoplásticas, que são moldadas à área do corpo que receberá o tratamento, como na cabeça ou pescoço. “A máscara termoplástica é feita sob medida para cada paciente. Isso garante que o usuário permaneça imóvel durante a radioterapia”, diz Lívia.

Outra modalidade do tratamento radioterápico é a braquiterapia ou radioterapia interna. O procedimento consiste na utilização de implante radioativo, solução líquida, que pode ser digerida ou injetável.

Efeitos colaterais

Segundo a oncologista, os efeitos colaterais são inerentes à área irradiada ou aos órgãos próximos do local. “Quando se irradia grande parte do intestino delgado, por exemplo, pode ocorrer diarreia. Mas é importante lembrar que o procedimento não faz cair o cabelo, como ocorre na quimioterapia. Isso acontece apenas quando se irradia a cabeça”, explica.

Recomendações

Os cuidados durante o tratamento dependem da região do corpo que será tratada. Recomenda-se não expor a área irradiada ao sol, pois a pele fica mais sensível e pode ocasionar manchas.

#HospitalSaoLuiz #SaoLuizJabaquara #radioterapia

Incontinência urinária pode atingir homens e mulheres de todas as faixas etárias

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postado em 26 de janeiro de 2015

A incontinência urinária é a perda involuntária de urina e não é considerada uma doença, pois geralmente é decorrente de diferentes causas. A gravidade varia: em alguns casos, a pessoa não consegue segurar a urina ao fazer esforços como tossir ou espirrar, em outros casos, a vontade de urinar é tão súbita e forte que não dá tempo de chegar a um banheiro.

Segundo o urologista do hospital São Luiz Jabaquara, Ricardo De La Roca, pode haver um aumento rápido da incontinência urinária em homens e mulheres com o avançar da idade. “O problema pode se agravar por consequência do envelhecimento de sistemas como o nervoso e o muscular, além da ocorrência de derrames cerebrais, diabetes, Alzheimer e demência senil,” esclarece.

Em cada faixa etária pode haver problemas distintos que levam a perda de urina involuntariamente. Porém a presença de incontinência urinária desde a infância está relacionada com alguma má formação no organismo, como, por exemplo, no sistema urinário ou nervoso.

Um fator que pode causar incontinência urinária nas mulheres é a multiparidade (múltiplos partos) ou partos em que há grande demora para o nascimento do bebê, com compressão sobre o abdômen, incluindo a bexiga. “A perda involuntária da urina passa acontecer, pois a mulher depois do parto pode apresentar alterações do angulo de sustentação da uretra ou uma queda na posição da bexiga”, afirma o urologista.

Nos homens o problema é mais comum na faixa dos 50 anos, por isso é recomendável realizar o controle do crescimento da próstata e a avaliação das repercussões deste crescimento sobre a musculatura vesical.
Vale ressaltar que só um médico pode avaliar o problema e indicar o tratamento que deve ser seguido.

#HospitalSaoLuiz #SaoLuizJabaquara #incontinencia

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Como aliviar sua rotina em 2015

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postado em 8 de janeiro de 2015

UOL

O UOL publicou reportagem com dez pequenas mudanças que podem aliviar sua rotina em 2015. Sílvia Maria Gonçalves, psicóloga do Hospital São Luiz Jabaquara, foi ouvida pelo portal e deu algumas recomendações. Confira quais são elas. Para ler as outras dicas, acesse a matéria: http://scup.it/7jxf

Arrume tempo para fazer… nada

E, na opinião de Sílvia Maria Gonçalves, psicanalista e psicóloga do Hospital São Luiz Jabaquara, na capital paulista, isso não significa ficar zapeando diante da TV ou fuçando a internet. “É se desligar o máximo que puder do trabalho ou das obrigações, dar uma pausa, limitar os estímulos”, comenta a especialista. Alguns exemplos: meditar, rezar, tirar uma soneca, dar um tempo de uns dez minutos para tomar um cafezinho durante o expediente, contemplar uma obra de arte ou uma paisagem, fazer um exercício de respiração… “Tudo isso é revigorante e ajuda a atenuar um cotidiano sobrecarregado”, fala Sílvia Maria.

Livre-se da obrigação de se informar

Seriados, filmes, músicas, exposições, restaurantes, passeios, campanhas, modismos, desfiles, protestos… O mundo nunca foi tão vibrante e sedutor como na era da internet e das redes sociais. O acesso à informação não deve se transformar na obrigação da informação, segundo Sílvia Maria Gonçalves, psicanalista e psicóloga do Hospital São Luiz Jabaquara, de São Paulo (SP). “Há muita oferta e as pessoas estão extremamente ansiosas, reféns da sensação de que o tempo todo estão perdendo algo. E estão, mesmo, e precisam fazer escolhas. O único modo de driblar essa ansiedade é aprender a escolher, priorizar e se entregar à opção”, explica.

#HospitalSaoLuiz #SaoLuizJabaquara #ficaadica

Saiba como prevenir a perda auditiva

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postado em 8 de janeiro de 2015

A perda auditiva nem sempre está associada à idade avançada. Crianças, jovens e adultos também podem ter sua audição prejudicada se não tomarem alguns cuidados.

“A perda auditiva pode ser prevenida com simples hábitos, como evitar locais com barulho excessivo, não ouvir música em alto volume e usar protetores auriculares em locais com ruído alto. Também não é recomendado usar hastes flexíveis (cotonete) para a limpeza do ouvido. O objeto pode lesar a membrana timpânica ao retirar proteção promovida pela cera”, explica Dr. Ulisses José Ribeiro, otorrinolaringologista do Hospital São Luiz Jabaquara.

Manter a carteira de vacinação em dia é outra medida preventiva que merece atenção. Mulheres entre 15 e 35 anos, por exemplo, devem tomar vacina contra a rubéola. Em caso de gravidez, a vacina previne uma possível surdez do bebê.

Crianças e idosos demandam uma cautela maior. Em relação à perda auditiva infantil, os pais ou responsáveis devem ficar atentos a infecções de orelha que podem resultar em quadros futuros de perda de audição aguda ou crônica. “Se há suspeita de infecção, recomendamos procurar um otorrinolaringológico imediatamente. Quanto antes for iniciado o tratamento, melhor será o aproveitamento da criança na aquisição da linguagem”, diz Dr. Ulisses.

Já no caso dos idosos, a perda auditiva é comum devido à chamada presbiacusia (surdez adquirida pela idade). A partir dos 60 anos é recomendável acompanhamento médico anual. Em caso de perda de audição é recomendável o uso de aparelho auditivo para diminuir a velocidade e postergar a surdez.

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Hospital da Criança recebe visita de cães terapeutas

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postado em 2 de dezembro de 2014

O Hospital da Criança recebeu hoje a visita dos cachorrinhos do Instituto Cão Terapeuta. A atividade foi realizada em uma das salas de recreação do hospital e durou em torno de 45 minutos. Cerca de dez crianças se divertiram com os animais.

“Eu fiz carinho, eu fiz cócegas na barriga dele, dei água e comida pra ele e levei pra passear”, conta Gabriel Felipe Bruno, paciente da unidade. “Ela é muito fofa, muito bonita, eu queria ter uma igualzinha”, diz Isadora Pereira Barros, também internada no Hospital da Criança.

A terapia assistida com animais em hospitais oferece diferentes estímulos ao pequeno paciente, auxiliando em sua recuperação. O contato com os cachorrinhos aumenta a autoestima e confiança da criança e diminui sintomas de ansiedade e depressão.

A atividade é destinada a todos os pacientes do hospital, exceto aqueles que apresentam alguma restrição médica ou que estão em isolamento.

A parceria entre o Hospital da Criança e o Instituto Cão Terapeuta faz parte das ações e atividades lúdicas realizadas na unidade para auxiliar a recuperação das crianças. A visita dos cachorrinhos acontece uma vez por mês.

#HospitalSaoLuiz #HospitaldaCrianca #caesterapeutas

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Quimioterapia oral é alternativa no auxílio ao combate ao câncer

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postado em 26 de novembro de 2014

Nos últimos cinco anos, pesquisas e avanços tecnológicos na medicina vêm determinando mudanças positivas nos tratamentos e consequentemente na qualidade de vida dos pacientes com câncer. Entre as alternativas convencionais está a quimioterapia via oral, na forma de comprimidos ou cápsulas, para combater alguns tipos de câncer específicos como o de mama, cólon, melanoma, renal e de pulmão.

Segundo Caetano Cardeal, oncologista do Hospital São Luiz Jabaquara, a opção pela quimioterapia oral depende do tipo de câncer, do grau de disseminação, do estado geral do paciente e dos tratamentos feitos anteriormente. “O médico fornecerá as recomendações e opções que ajudarão o paciente a decidir sobre o tratamento mais adequado para o seu caso, pois como em toda quimioterapia existem efeitos colaterais, já que cada organismo responde de forma diferente aos tratamentos, o tipo e a gravidade dessas reações”, diz o especialista.

Atualmente, a quimioterapia via oral é o tipo de tratamento menos invasivo para o paciente. Evita dificuldades como o desgaste do deslocamento até o hospital, além da redução de alguns efeitos colaterais. “É sempre importante destacar que pacientes são diferentes entre si, porém existem benefícios que podem ser estendidos para a maioria. A recomendação é que mantenham uma rotina de vida normal, de viagens a prática de exercícios físicos leves, ambos sempre com avaliação e orientação médica”, diz Caetano Cardeal.

De acordo com dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA) para o ano de 2014 e 2015, o Brasil terá aproximadamente 576 mil novos casos. A doença pode ser diagnosticada em qualquer faixa etária: na infância os mais comuns são a leucemia e o linfoma; na adolescência os tumores ósseos; na fase adulta o câncer de testículos e de colo do útero; após os 50 anos, de próstata e de mama e nos idosos, a leucemia e o linfoma, como nas crianças.

Além da prevenção, os cuidados com a saúde são fundamentais para todas as idades. Manter hábitos e alimentação saudáveis também reduzem os riscos de ter a doença.

#HospitalSaoLuiz #SaoLuizJabaquara #cancer

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Tenha cuidado ao comprar o presente do Dia das Crianças

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postado em 8 de outubro de 2014

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Ao comprar o presente para o Dia das Crianças, os pais devem ficar atentos. Os brinquedos, mimos mais desejados pelos pequenos, estão em 4º lugar na lista do Inmetro de produtos causadores de acidentes de consumo em 2014, atrás apenas de eletrodomésticos, utensílios domésticos e embalagens.

É preciso verificar se a mercadoria é segura. No Brasil, todos os brinquedos comercializados devem ser certificados, sejam nacionais ou importados. Para obterem o selo do Inmetro, eles passam por testes de impacto – que verificam o surgimento de partes pequenas ou cortantes em caso de queda -, de mordida – que avalia se ele pode gerar partes pequenas, pontiagudas ou perigosas quando arrancadas com a boca, químico – que analisa a presença de substâncias nocivas à saúde -, entre outros.

Outra informação a ser observada na embalagem é a recomendação de idade. Em alguns casos, os pais ou familiares acreditam que a criança é muito desenvolvida e optam por comprar presentes que não são adequados a sua idade. Dr. Rodrigo Felgueira, pediatra do Hospital São Luiz Jabaquara, explica que “a idade não tem nada a ver com a maturidade cerebral, mas com a segurança/risco que o brinquedo pode trazer”.

Ao manipular brinquedos “inadequados” a sua faixa etária, a criança pode ter uma série de problemas, como contaminação de mucosa (ocular ou de boca), além de intoxicação, no caso de massinhas de modelar. Em casos extremos, pode haver obstrução intestinal, uma vez que estes produtos não são digeríveis.

Outra complicação – de aspiração de um corpo estranho – é ainda mais comum e normalmente ocorre em crianças com idade pré-escolar, entre 2 a 5 anos. “O principal caso é a broncoaspiração, quando a criança coloca um objeto bem pequeno (do brinquedo) no nariz e ele se acumula numa região do pulmão, onde pode ficar por semanas ou meses. Às vezes, ela nem engasga. O objeto passa pela laringe, vai para o pulmão e lá permanece”, explica.

A criança então começa a apresentar pneumonia e bronquite de repetição, pois as bactérias se aglomeram em volta do objeto. O diagnóstico é clínico e costuma ser bem difícil. “Porém, após diagnosticado, o tratamento é simples e consiste na realização da broncoscopia, que retira o corpo estranho.”

Para evitar ocorrências como estas, Dr. Rodrigo Felgueira também orienta a separar os brinquedos dos mais velhos. As crianças são muito rápidas e podem se machucar ainda que haja a supervisão de um adulto na brincadeira.

#HospitalSaoLuiz #SaoLuizJabaquara #diadascriancas

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