Blog da Saúde

Incontinência urinária é duas vezes mais comum em mulheres

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postado em 16 de agosto de 2017

Um problema frequente e, muitas vezes, constrangedor é a incontinência urinária, caracterizada pela perda involuntária de urina. De acordo com a Sociedade Brasileira de Urologia, a incontinência atinge 10 milhões de brasileiros e é duas vezes mais comum no sexo feminino. É um problema que afeta todas as faixas etárias, mas, com o avançar da idade e consequente envelhecimento do sistema nervoso e muscular, há um aumento exponencial da incontinência urinária em homens e mulheres.

Segundo o Dr. Ricardo De La Roca, urologista do Hospital São Luiz Jabaquara, esta enfermidade pode ser a manifestação de outras condições anormais do trato urinário, por isso não existem cuidados ou recomendações para evitar o problema quando jovem. A presença de incontinência urinária desde a infância está relacionada com alguma malformação no organismo, como, por exemplo, no sistema urinário ou nervoso.

“Os primeiros indícios deste problema são a perda involuntária de pingos de urina ou pequenos jatos de urina quando há aumento da pressão abdominal e alteração da capacidade funcional da bexiga”, explica o especialista. Além disso, ele alerta que a má formação do sistema pode provocar a “bexiga neurogênica”, disfunção leva o indivíduo a não controlar sua urina adequadamente.

Nas mulheres, ter múltiplos partos ou partos onde há grande demora para o nascimento do bebê, com compressão sobre a bexiga, também pode favorecer quadros de incontinência urinária. Isso pode ocasionar perda de urina ao tossir, espirrar, dar risadas e ao levantar peso. “Neste caso as recomendações e orientação devem ser definidas pela paciente e obstetra”, destaca o Dr. Ricardo.

Já o surgimento de incontinência urinária em mulheres na faixa dos 40 anos pode ser explicado pelos fatores descritos anteriormente ou por uma instabilidade nas contrações da musculatura da bexiga. Os movimentos involuntários da bexiga podem causar a incontinência urinária de urgência, quando, sem aviso, o paciente não consegue segurar a micção nas mais diferentes situações.

Embora mais comum entre mulheres, este problema também pode se manifestar em homens com esta faixa etária e que apresentam algum grau de obstrução ao fluxo da urina, como crescimento da próstata. Nessas situações, o primeiro passo é consultar o urologista, que irá analisar a história clínica, realizar exames de imagem, de laboratório exames específicos.

O tratamento pode ser feito através de medicações e fisioterapia especialmente focada nesta área. Em alguns casos, são indicadas as cirurgias para correção do posicionamento da uretra, bexiga e conteúdo pélvico. Para a prevenção, a prática do pilates é recomendada para homens e mulheres, pois reforça a musculatura de todo o corpo, inclusive a da área pélvica.

Rede de apoio às mães é fundamental para o aleitamento materno

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postado em 1 de agosto de 2017

Enfermeira da Maternidade São Luiz explica como cada um pode fazer seu papel

A Semana Mundial do Aleitamento Materno (SMAM), que ocorre de 1 a 7 de agosto, completa o 25º aniversário este ano. O tema de 2017 é “Trabalhar juntos para o bem comum” e reforça a importância de todos entenderem, individual e coletivamente, a real importância do aleitamento, além de formar uma rede de apoio para as mães.

Segundo Patricia Scalon, consultora e enfermeira do Grupo de Apoio de Aleitamento Materno (GAAM) da Maternidade São Luiz Itaim, chamar atenção principalmente para a questão do apoio emocional é fundamental. “Nesse começo, a mulher ainda fica muito perdida em conciliar as novas funções de mãe com as tarefas do dia a dia. Às vezes, ela sente que não vai dar conta de tudo e que não vai conseguir amamentar”, diz a enfermeira.

“Frequentemente não existem locais apropriados para o aleitamento, como em restaurantes, por exemplo, deixando as mães desconfortáveis”. E embora haja muitas informações disponíveis sobre a amamentação, a especialista ressalta que ainda hoje existe preconceito e constrangimento quando o assunto é a amamentação em público. Por essas e outras razões, campanhas como a SMAM são necessárias.

Diante do tema escolhido para o ano, Patricia esclarece como cada um da rede de apoio pode fazer sua parte e ajudar a mãe neste período:

Pai

O apoio é principalmente emocional e de incentivo a não desistência, com sua presença e carinho durante a mamada. O pai também pode auxiliar no posicionamento do bebê para a pega correta, dando mais segurança e conforto à mãe, ser responsável por colocar o bebê para arrotar e cuidar da higiene. Pode, ainda, resolver situações que coloquem a mãe em momentos de estresse, prejudicando a produção do leite.

Avós e demais familiares

O mais indicado, de acordo com a enfermeira, é que a família ajude com as tarefas da casa e deixe mais tempo livre para a mãe passar junto ao bebê. Assim, ela terá mais tempo para se dedicar ao aleitamento e às descobertas da nova rotina.

Médicos e enfermeiros

“Muitas pessoas acham que é a coisa mais fácil do mundo colocar o bebê para mamar, mas a ajuda profissional é necessária para saber como se posicionar, se o bebê está mamando direito e para não lesionar o mamilo. As enfermeiras atendem a mulher logo após o nascimento do filho para dar as orientações necessárias”, conta Patricia.

Depois que a mãe sai do hospital, ela ainda precisa de um lugar onde ela possa buscar ajuda. Neste momento, uma das principais referências é o pediatra, que deve encorajar, acompanhar a questão da amamentação de perto e deixar um canal aberto para ela tirar dúvidas nas consultas.

Vale lembrar que, durante o pré-natal, muito de fala sobre parto e outras questões relacionadas, mas o aleitamento exige uma adaptação. Por esse motivo, é bom que o contato com este assunto aconteça mesmo antes do nascimento e este é um papel importante do obstetra.

Saiba mais sobre o Grupo de Apoio ao aleitamento materno (GAAM)

Como devo amamentar? A pega está correta? Meu leite é suficiente? Essas são perguntas comuns entre as mulheres no início do aleitamento materno. Pensando nisso, a Maternidade São Luiz criou o GAAM (Grupo de Apoio ao Aleitamento Materno) que visa incentivar a amamentação ainda no período de internação da mãe e do bebê, quando profissionais do GAAM tiram dúvidas e dão dicas sobre como amamentar corretamente.

O suporte do GAAM continua depois da alta da maternidade pelo Disque Bebê – canal telefônico exclusivo para as mães de bebês que nasceram na Maternidade São Luiz -, através do qual as mães podem tirar dúvidas sobre cuidados com seu filho ou agendar uma consulta sobre aleitamento materno.

A Maternidade São Luiz também apoia o aleitamento materno na primeira hora de vida do recém-nascido. A amamentação logo após o nascimento é benéfica para mãe e bebê e não há contraindicação se os dois estão estáveis.

Disque Bebê

Unidade Itaim: (11) 3040-1649
Unidade Anália Franco: (11) 3386-1330

No site do Hospital São Luiz:
http://www.saoluiz.com.br/maternidade/mamaes_e_papais/grupo_apoio_aleitamento_materno.aspx

Conheça as etapas do desenvolvimento do bebê dentro da barriga da mãe

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postado em 20 de julho de 2017

Você sabe como o bebê evolui semana a semana durante a gestação? A Dra. Renata Lopes Ribeiro, especialista em Medicina Fetal do Hospital e Maternidade São Luiz Itaim, dá detalhes sobre o desenvolvimento do bebê:

Semana 6

A evolução do bebê
Que boa notícia! Um bebê que começa a se formar logo estará aí. É o começo de uma nova vida, em pleno desenvolvimento. Até a 10ª semana de gestação, ele vai ser chamado de embrião, fase que marca as primeiras modificações do óvulo fecundado. É quando seus órgãos vitais começam a se desenvolver, como o tubo neural, que em breve se transformará no cérebro e na medula. Aproveite cada momento desta evolução até o parto.
Em média, seu bebê mede 4 mm

Semana 7

A evolução do bebê
Os olhos são a primeira característica facial em desenvolvimento no seu bebê. Também outras pequenas estruturas que irão se transformar nos membros já começam a se formar.
Em média, seu bebê mede 8mm

Semana 8

A evolução do bebê
Primeiro os olhinhos. Agora é a cabecinha que cresce rapidamente, enquanto os membros passam a se alongar. É uma evolução rápida. O bebê dobrou de tamanho se comparado com a última semana.
Em média, seu bebê mede 1,6 cm

Semana 9

A evolução do bebê
Mamãe, tudo evolui muito rápido. Acredite, seu bebê já começa a se movimentar. Com a formação dos membros, as mãozinhas e os dedinhos estão em processo de formação. Assim como as orelhas. E mais: começou o desenvolvimento do sistema digestivo.
Em média, seu bebê mede 2,3cm

Semana 10

A evolução do bebê
Já é possível notar o semblante de seu bebê, pois a cabeça começa a se afastar do peito e dá para perceber o desenvolvimento dos lábios, da boca, do nariz e das orelhinhas. Os olhos projetam-se para frente da cabeça. Os dedinhos das mãos e dos pés já estão separados e há o desenvolvimento das articulações dos membros.
Em média, seu bebê mede 3 cm

Semana 11

A evolução do bebê
Começam a surgir os primeiros chutes, ainda não perceptíveis pelas mães. Pode ser que um futuro jogador de futebol ou uma futura bailarina estejam em ação. Nesta etapa, começam a se desenvolver os ovários ou os testículos. Seu bebê já está com aparência humana (o pescoço se alonga e as orelhas se movimentam para a posição final). O diafragma está completo, o que lhe permite fazer movimentos respiratórios.
Em média, seu bebê está com 4 cm

Semana 12

A evolução do bebê
O coração de seu bebê bate por volta de 160 por minuto, duas vezes mais rápido do que o de um adulto. Tanto esforço dá até uma preguiça gostosa, pois ele já pode bocejar – nesta fase da gestação, sua boca abre e fecha. O cordão umbilical já se formou completamente, assim como os membros.
Em média, seu bebê mede 5,4cm.

Semana 13

A evolução do bebê
Com o rápido alongamento dos bracinhos e das perninhas, o bebê está livre para se movimentar e vai se mexer bastante, pois já são distintas as articulações de joelhos e pés. Agora, os ossos da costela começam a se tornar visíveis e nesse período ocorre a formação da glândula tireoide.
Em média, seu bebê mede 7,4cm

Semana 14

A evolução do bebê
É nesta fase que começam a crescer os primeiros fios de cabelo e sobrancelha do bebê, que cada vez mais tem seus traços faciais definidos, pois os olhos e orelhas estão quase na posição final. E o cérebro do futuro gênio da família se desenvolve rapidamente.
Em média, seu bebê mede cerca de 8,7cm e pesa em torno de 55g

Semana 15

A evolução do bebê
Mamãe, você já pode dizer “te amo”, para seu bebê, pois nesta semana os ossos do ouvido se desenvolvem a ponto dele captar sons, inclusive vozes. Também a medula espinhal está completamente formada e os nervos saem entre cada vértebra.
Em média, seu bebê mede cerca de 10,1cm e pesa em torno de 70g

Semana 16

A evolução do bebê
Seu bebê cresce muito rápido. Mesmo sem ter o controle motor, ele já pode franzir a sobrancelha, à medida que se desenvolvem seus músculos faciais. E sempre há uma novidade por todo o corpo. O intestino, por exemplo, apesar de ainda imaturo, passa a receber pequenas quantidades de líquido amniótico. No cérebro, os neurônios estão em desenvolvimento.
Em média, seu bebê mede cerca de 11,6cm e pesa em torno de 100g

Semana 17

A evolução do bebê
Nesta fase, seu bebê começa a chupar o dedo, a boca abre e fecha com regularidade e é possível que ele soluce. Ele também consegue curvar-se e estiar-se, mudando constantemente de posição.
Em média, seu bebê mede cerca de 13cm e pesa em torno de 140g

Semana 18

A evolução do bebê
Pela primeira vez o feto está maior que a placenta. Ou seja, este é um momento especial, pois a mamãe pode começar a sentir alguns movimentos, principalmente se for a segunda ou terceira gestação. Os órgãos sexuais externos e internos estão em pleno desenvolvimento.
Em média, seu bebê mede 14,2cm e pesa em torno de 190g

Semana 19

A evolução do bebê
A identidade de seu bebê é cada vez maior. Nesta fase, as impressões digitais estão mais aparentes. Os olhos movimentam-se aleatoriamente, apesar das pálpebras ainda estarem fechadas. Olhos e orelhas alcançam a posição final na cabeça. E já há acúmulo de um pouco de gordura por todo o seu corpo.
Em média, seu bebê mede 15,3cm e pesa em torno de 240g

Semana 20

A evolução do bebê
Pelos fininhos, uma lanugem, se espalha pelo corpo do bebê e suas sobrancelhas estão cada vez mais visíveis. Também começa a formação dos brotos dentários, que mais tarde vão dar lugar aos dentes. A coluna do bebê está formada e órgãos como estômago, intestino e fígado já se ajustam e se posicionam na cavidade abdominal.
Em média, seu bebê mede cerca de 16,4cm e pesa em torno de 300g

Semana 21

A evolução do bebê
Esta é uma semana em que seu bebê cresce bastante, atingindo quase 10 centímetros a mais que na anterior. E a interação entre vocês dois é cada vez maior. O cérebro do feto está recebendo sinais elétricos de alterações de pressão e temperatura da mamãe, por exemplo. E como as unhas começam a crescer, a pele do bebê passa a ser coberta por uma camada de gordura que vai protegê-lo contra os próprios arranhões. No caso das meninas, outra evolução importante: os ovários desceram do abdômen para a pelve.
Em média, seu bebê mede cerca de 25cm e pesa em torno de 360g

Semana 22

A evolução do bebê
Mamãe, você sente a evolução de seu bebê. Mas ficaria ainda mais orgulhosa se conseguisse ver como ele se desenvolve todos os dias. Agora, todos os ossos de seu corpo contêm medula, capaz de produzir células sanguíneas. E ele engole cada vez mais líquido amniótico. Sob sua pele também passa a se formar outra camada de gordura, importante para o desenvolvimento do sistema nervoso.
Em média, seu bebê tem 27,8cm e pesa em torno de 430 g

Semana 23

A evolução do bebê
Você percebeu que os chutes de seu bebê estão cada vez mais fortes e frequentes, não é mamãe? E tem mais, ele já consegue segurar o cordão umbilical com as duas mãos. Como as estruturas do ouvido amadurecem, também passa a receber sinais nervosos no cérebro, ou seja, o bebezinho ouve e começa a reagir a sons com movimentos.
Em média, seu bebê tem 28,9cm e pesa em torno de 500g

Semana 24

A evolução do bebê
Nesta fase, a tendência é que os batimentos cardíacos do bebê desacelerem um pouco, à medida que seu corpo ganha maturidade. A sua pele passa a desenvolver uma camada protetora externa de células queratinizadas, que fortalecerá sua pele, reduzirá a quantidade de água que o bebê perde no líquido amniótico e irá prepará-lo, aos poucos, para o nascimento.
Em média, seu bebê tem 30cm e pesa em torno de 600g

Semana 25

A evolução do bebê
Lembra que há poucas semanas seu bebê começou a desenvolver a audição? Pois agora ele percebe sons agudos e pode, inclusive, se assustar com eles. Ele também já boceja com freqüência e esta é uma forma de regular a quantidade de líquido e de sangue em seus pulmões. Como depósitos de gordura tornam seus membros mais arredondados, ele está cada vez mais fofinho!
Em média, seu bebê tem 34,6cm e pesa em torno de 660g

Semana 26

A evolução do bebê
Seu bebê evolui rápido demais. A progressão dos pulmões é impressionante, apesar de ainda não estarem prontos para o mundo. Também impressiona a coordenação motora do feto, pois ele já consegue segurar com as mãos os dedos dos pés. Nessa semana, as células nervosas aos poucos se ramificam para formar ligações após o nascimento.
Em média, seu bebê tem 35,6cm e pesa em torno de 760g

Semana 27

A evolução do bebê
A partir desta semana, seu bebê já abre e fecha os olhinhos – eles piscam. Mas ainda não consegue focar uma imagem, o que só vai acontecer algumas semanas após o nascimento. E, na maioria dos meninos, é nesta fase que os testículos descem para o saco escrotal. Mas é normal se isso ocorrer somente após o nascimento.
Em média, seu bebê tem 36,6cm e pesa em torno de 875g

Semana 28

A evolução do bebê
Seu bebê, que em média alcança um quilo de peso, já é cabeludo, sabia? Nesta fase, todos os seus pelos ficam mais longos e grossos, desde cabelos a cílios e sobrancelhas. Os pulmões estabelecem um padrão rítmico para apressar o amadurecimento do tecido pulmonar e expelir, aos poucos, o líquido amniótico e o sangue. Esse padrão respiratório começa a refletir em ciclos regulares de sono e de vigília do bebê.
Em média, seu bebê tem 37,6cm e pesa em torno de 1kg

Semana 29

A evolução do bebê
É nesta semana que muitos bebês assumem a posição de cabeça para baixo, embora ainda possam se movimentar algumas vezes. O amadurecimento pulmonar tem início. O cérebro está cada vez maior e sua superfície passa a ganhar dobras. A fina lanugem, os pelos que cobrem todo o corpo, também já começa a desaparecer gradativamente.
Em média, seu bebê tem 38,6cm e pesa em torno de 1,2kg

Semana 30

A evolução do bebê
À medida que a gravidez vai chegando ao fim, os movimentos do bebê diminuem. Mas mesmo assim, seus chutes continuam fortes. Nesta fase as células nervosas do cérebro se desenvolvem em áreas distintas e controlam algumas funções, como memória e movimentos coordenados. A ponta do nariz do bebê se torna evidente.
Em média, seu bebê tem 39,9cm e pesa em torno de 1,3kg

Semana 31

A evolução do bebê
Seu bebê está dormindo a maior parte do tempo e, acredite, já pode sonhar, o padrão do sono inclui fases de movimento rápido dos olhos (REM), característica dos sonhos. É comum nessa fase o bebê passar a maior parte do tempo de perninhas cruzadas, em posição fetal, encolhida e cerca de 25% dos fetos ainda não viraram de cabeça para baixo.
Em média, seu bebê tem 41,1cm e pesa em torno de 1,5kg

Semana 32

A evolução do bebê
Está chegando a hora. Seu bebê deglute o líquido amniótico. Esta é sua preparação para mamar ao nascer. Ele também já está perto de sua altura máxima – os ossos praticamente alcançam seu crescimento pré-natal. A pele começa a ficar mais rósea, é possível notar as dobrinhas das mãos, pulsos e também está mais gordinho pelo aumento da camada de gordura.
Em média, seu bebê tem 42,4cm e pesa em torno de 1,7kg

Semana 33

A evolução do bebê
Dá vontade de pegar em suas mãozinhas, cada vez mais perfeitas. As unhas do bebê estão chegando às pontas dos dedos. Nesta semana, quase todos os fetos já estão em posição para o parto. E o líquido amniótico engolido pelo bebê passa pelo seu estômago e intestino e os resíduos ficam no cólon para serem descartados pós-nascimento.
Em média, seu bebê tem 43,7cm e pesa em torno de 1,9kg

Semana 34

A evolução do bebê
Numa prova de que é constante a interação entre vocês, o cálcio consumido pela mamãe, passado para o bebê pelo cordão umbilical, endurece os ossos. Seu intestino está se preparando para processar alimentos e a quantidade de líquido amniótico atinge seu nível máximo.
Em média, seu bebê tem 45cm e pesa em torno de 2,1kg

Semana 35

A evolução do bebê
Seu bebê continua com movimentos de sucção. É a preparação para a amamentação, já que o parto está logo aí. Os pulmões, amadurecendo, estão cheios de líquido, que vão dar lugar ao ar quando o bebê respirar pela primeira vez.
Em média, seu bebê tem 46,2cm e pesa em torno de 2,4kg

Semana 36

A evolução do bebê
A hora do nascimento está cada vez mais próxima. Nesta semana, a cabeça de seu bebê pode começar a se encaixar em direção ao colo do útero, na preparação para o trabalho de parto. Os pulmões também estão estruturalmente completos e os alvéolos produzem surfactante, o lubrificante que vai ajudar a mantê-los abertos quando o bebê respirar ar pela primeira vez.
Em média, seu bebê tem 47,4cm e pesa em torno de 2,6kg

Semana 37

A evolução do bebê
Seu bebê já tem a forma semelhante a que terá ao nascer. E ele continua ganhando peso com o acúmulo de gordura nos membros e no abdômen. No lugar da lanugem, nascem pelos curtos e bem finos. Neste estágio final, os sons penetram pelo útero e ele é capaz de distinguir uma série deles.
Em média, seu bebê tem 48,6cm e pesa em torno de 2,9kg

Semana 38

A evolução do bebê
Mamãe, diga coisas boas para seu bebê, pois ele segue os sons externos com a cabeça, principalmente a sua voz. E já está quase tudo pronto para o parto. A placenta alcança seu tamanho máximo. Os braços de seu bebê ficam cruzados sobre o tórax. As mãos podem estar fechadas ou segurando o cordão umbilical. Parte de seu esqueleto adensou-se no processo de ossificação.
Em média, seu bebê tem 49,8cm e pesa em torno de 3,1kg

Semana 39

A evolução do bebê
Seus olhos estão bem formados e grandes, mas continuarão a se desenvolver nas primeiras semanas de vida do bebê até que ele passe a enxergar direito.
Em média, seu bebê tem 50,7cm e pesa em torno de 3,3kg

Semana 40

A evolução do bebê
O bebê está com as bochechas gordinhas e arredondadas e o cordão umbilical tem quase o mesmo comprimento dele. Os ossos do corpo estão todos solidificados e os do crânio, ligados por membranas que permitem movimento entre eles, o que facilitará a passagem da cabeça no momento do parto.
Em média, seu bebê tem 51,2cm e pesa em torno de 3,5kg

Unidades do Hospital São Luiz disponibilizam novo tratamento para arritmias cardíacas

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postado em 4 de julho de 2017

Crioablação está disponível nas unidades Morumbi e Jabaquara; novo procedimento oferece a correção do ritmo cardíaco evitando a formação de coágulos

Sem nenhum motivo aparente, o coração começa a bater mais rápido. E então começam as palpitações, falta de ar, cansaço e desmaios repentinos. Esses são alguns dos sintomas da arritmia, que é uma alteração no ritmo normal do coração que produz frequências cardíacas velozes, lentas e/ou irregulares. Nos batimentos acelerados (mais de 100 por minuto), o problema é chamado de taquicardia. Já nos lentos (menos de 60), de bradicardia.

“Algumas arritmias ainda não tem seu surgimento esclarecido, outras são congênitas, quando a pessoa já nasce com a anormalidade. Há, também, as causadas por outras enfermidades, como pressão alta, diabetes e doença de Chagas”, explica a Dra. Olga Ferreira de Souza, arritmologista e coordenadora do Serviço de Arritmologia dos Hospitais São Luiz Morumbi e Jabaquara.

O tratamento das arritmias evita a formação de coágulos, que podem subir ao cérebro e até levar o paciente à morte.
Agora, nos hospitais São Luiz Morumbi e Jabaquara já é possível realizar o procedimento por meio de crioablação. Procedimento também realizado via cateterismo que oferece a correção do ritmo cardíaco cauterizando as veias à temperatura de -50 C°. O novo tratamento é mais simples e rápido, além de ter uma menor taxa de complicações.

Para os pacientes com Síndrome de Wolff-Parkinson-White, que é uma arritmia bastante comum, em que os pacientes nascem com uma via acessória a mais no coração, a crioablação já é o procedimento mais indicado pelos especialistas. O procedimento pode ser feito em crianças ou adultos.

Além desse tratamento mais inovador, há casos em que o cuidado mais indicado são medicações anticoagulantes, que impedem a formação de coágulos, ou até mesmo medicamentos que evitam novos surtos e sintomas. Hoje, a ablação por radiofrequência realizada por cateterismo é pouco usada, principalmente, por sua longa duração (cerca de cinco a seis horas), mas é importante destacar que escolha do tratamento é sempre feita pelos médicos arritmologista e cardiologista. Outra opção de tratamento para todas as arritmias é a colocação de um marca-passo.

Já é sabido que cerca de 30% de todas as arritmias podem ser assintomáticas e às vezes o diagnóstico só é feito quando acontece um AVC ou quando o paciente vai fazer um check-up ou exame de rotina. Por isso a importância de se fazer um acompanhamento preventivo após os 35 anos. O paciente que tem histórico familiar ou alguns dos fatores de risco como infarto, hipertensão arterial, obesidade, cardiopatia, apneia do sono e diabetes, deve passar por consulta a cada seis meses ou um ano. Para aqueles que já chegaram aos 60 anos, os especialistas recomendam um acompanhamento ainda mais de perto, pois os riscos aumentam com o avanço da idade.

Estatísticas apontam para uma epidemia de fibrilação atrial, mais conhecida como arritmia, nos próximos dez anos, afetando cerca de 20% da população mundial, por isso a importância de se descobrir e tratar a arritmia precocemente.

Para o correto diagnóstico, os especialistas pedem que os pacientes realizem diversos exames que só podem ser realizados em hospitais que possuem ambulatórios específicos para a doença. Entre eles há dois que são específicos para detecção da arritmia são eles: monitor de eventos, que é um aparelho parecido com um celular que pode ficar de 15 a 30 dias conectado ao paciente por dois eletrodos, monitorando cada batimento do coração. Ele envia as informações para a central de informações do ambulatório; e o teste de inclinação (tilt test), em que o paciente fica inicialmente deitado em uma maca, mudando de postura a tempos pré-estabelecidos pelos especialistas, sempre ligado aos aparelhos de eletro e monitorização de pressão arterial a cada contração do coração. O objetivo é que a mudança postural aponte a síncope sentida pelo paciente.

Hospital e Maternidade São Luiz Itaim possui selo da Joint Commission International (JCI)

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postado em 3 de julho de 2017

Entenda a importância de a Unidade ser acreditada por esse órgão internacional

A unidade Itaim do Hospital e Maternidade São Luiz é acreditada pela Joint Commission International (JCI) desde 2014, uma das certificações mais importantes do mundo. O criterioso selo atesta a excelência da unidade em qualidade do atendimento hospitalar e segurança do paciente.

A certificação é baseada em rígidos critérios de qualidade em saúde e se tornou referência no mundo todo. O modelo é construído sobre a filosofia de melhoria contínua da qualidade no atendimento, transferência de conhecimento e desenvolvimento de competências dentro de uma equipe de trabalho multidisciplinar.

Para a acreditação, o Hospital e Maternidade São Luiz, unidade Itaim, passa por um processo contínuo de preparação/educação. No decorrer do processo são fortalecidas a cultura de qualidade e segurança do paciente. A meta é a assistência focada no paciente, no tempo adequado, eficiente, equânime, efetivo e seguro e as metas internacionais de segurança são consideradas um alicerce na manutenção deste cuidado.

A unidade estabelece Indicadores de Qualidade e Gerenciamento de Risco para monitorar a efetividade da implantação dessas metas internacionais de segurança do paciente, grupo que identifica pontos a serem trabalhados e que estabelece planos de ação junto com os gestores. “Apresentamos os resultados aos colaboradores que participam diariamente do cuidado e há atuação constante da Educação Continuada em campanhas envolvendo toda a instituição”, explica José Jair Arruda Pinto, diretor regional de São Paulo da Rede D’Or São Luiz. “O maior beneficiado é o paciente, que tem a garantia de ser atendido em uma unidade que desenvolve e monitora constantemente seus processos internos. Com a acreditação, o paciente atendido se sente seguro e bem assistido no ambiente hospitalar, desde a sua chegada à unidade até a sua alta”, completa o diretor.

AVC: cada minuto conta

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postado em 28 de junho de 2017

O derrame cerebral, ou AVC, apresenta sinais marcantes logo de início; Não hesite em procurar um pronto atendimento o mais rápido possível

O AVC (acidente vascular cerebral) é um mal que aparece de forma súbita, sem sinais prévios e que pode trazer sequelas severas e até levar o paciente a óbito. Por isso, logo nos primeiros sinais é importante procurar um hospital que tenha os recursos adequados para o tratamento.

A doença se manifesta quando ocorre um entupimento ou rompimento dos vasos cerebrais, o que ocasiona paralisia da área cerebral que ficou sem circulação sanguínea. A Dra. Maramelia de Miranda Alves, neurologista do Hospital São Luiz Morumbi, explica que, diferente de outros males, o AVC vem de uma hora para outra e pode começar de várias formas, como uma forte dor de cabeça ou paralisação de uma das partes do corpo. “O paciente pode ter uma diminuição súbita da força da face, braços ou pernas de algum lado do corpo, sensação de formigamento que acomete os mesmos membros citados anteriormente, alteração na fala e perda total da visão ou apenas de um dos olhos”, explica a neurologista.

A especialista destaca que as sequelas podem aparecer mesmo fazendo o tratamento correto, mas a rapidez no estágio inicial da doença ajuda a diminuir esses riscos. “Dependendo do local que aconteceu o problema, as sequelas são inevitáveis, mas quando o tratamento demora a acontecer podem ser ainda piores já que o cérebro está sofrendo por mais tempo”. Por isso, a médica ressalta a importância de procurar um hospital que tenha suporte adequado para o tratamento do AVC nos primeiros sinais da doença. “O paciente nunca deve ficar em casa esperando que os sintomas passem sozinhos ou com automedicação. Isso fará diferença na recuperação dessa pessoa”.

Mesmo sendo uma doença súbita, existem alguns fatores de riscos que aumentam as chances desse mal como tabagismo, obesidade, pressão alta, portadores de doenças cardíacas como arritmia e a idade elevada. Já hábitos saudáveis, como a prática regular de exercícios físicos e alimentação balanceada ajudam a diminuir, as chances de AVC. Em caso de emergência, procure um pronto socorro mais perto.

Conheça a síndrome rara que afeta até 15% das gestações de gêmeos que dividem a mesma placenta

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postado em 22 de junho de 2017

Sucesso do procedimento intrauterino chega a 80% dos casos

A gravidez é sempre um momento de alegria, principalmente quando ela chega em dobro. E para que não traga maiores preocupações e sustos nos meses que se sucederão, é extremamente importante que a gestação seja acompanhada de perto pelo obstetra e que os exames sejam feitos na frequência correta.

A gestação gemelar tem peculiaridades ainda maiores, o que requer atenção redobrada. É o caso, por exemplo, da sequência poliúria-oliguria dos gêmeos (nomenclatura utilizada atualmente) ou, como é mais conhecida, síndrome de transfusão feto-fetal, que atinge de 10 a 15% dos casos das gestações gemelares que dividem a mesma placenta.

Existem dois tipos de gestação gemelar: a monocoriônica(20%), quando há apenas uma placenta e um saco gestacional; e a dicoriônica, a mais comum(80%), em que os bebês estão totalmente separados, cada um com sua placenta e em um saco gestacional.

A síndrome da transfusão feto-fetal acontece apenas nas gestações monocoriônicas e é causada pela conexão vascular entre os bebês, por meio de veias ou artérias do cordão umbilical interligadas, fazendo com que o sangue seja distribuído de maneira desequilibrada. “Diferente do que alguns dizem, esse desequilíbrio não está relacionado com a absorção maior ou menor de nutrientes, ou seja, um bebê não “rouba” os nutrientes do outro. O que ocorre na realidade, é que o volume de sangue fica desigual entre os bebês. Um feto torna-se receptor e o outro doador”, explica dr. Javier Miguelez, ginecologista especialista em medicina fetal do Hospital e Maternidade São Luiz Itaim.

As consequências são diferentes para cada gêmeo, dr. Javier destaca:

• Gêmeo Receptor: “Por receber um volume excessivo de sangue, o coração precisa trabalhar mais, causando uma hipertrofia do seu músculo. Além disso, por conta dessa absorção, a eliminação de liquido é maior e a bexiga se dilata. E por isso o saco gestacional deste fica com uma quantidade maior de líquido amniótico (em sua maior parte constituída por urina fetal)”;

• Gêmeo doador: “Como está doando o sangue que deveria ser consumido por ele, desenvolve-se menos e a bexiga fica menor, já que o sangue não é filtrado e com isso, o volume de líquido amniótico é baixo”.

Explicada todas essas questões, o ponto de destaque, antes do tratamento, se for necessário, é a importância do diagnóstico no momento certo.

Segundo Dr. Javier Miguelez, o primeiro passo do acompanhamento é identificar qual é o tipo da gestação gemelar, pois é a partir dessa informação que o médico vai determinar a periodicidade de monitoramento da gestante. “O momento ideal para identifica-la é entre 8 e 10 semanas. O diagnóstico também pode ser feito com segurança durante a ultrassonografia morfológica de primeiro trimestre, com 12 semanas. Se for dicoriônica, o especialista acompanhará a parturiente de 4 em 4 semanas, com adaptações se for o caso. Mas no caso de gêmeos monocoriônicos, o sinal de alerta é maior e o acompanhamento será de 2 em 2 semanas”, completa.

A síndrome manifesta-se entre a 16ª e 24ª semana, sendo muito raro aparecer antes ou depois. Esse período é de extrema importância nas gestações monocoriônicas. “É a avaliação cuidadosa que permitirá a identificação do problema. A avaliação da membrana amniótica é o principal critério para fazer o diagnóstico, pois o bebê doador geralmente fica comprimido e a membrana fica grudada, o embala, por conta da menor quantidade de líquido amniótico”, explica Dr. Javier. É de extrema importância que os exames sejam feitos por um médico especialista em medicina fetal, pois as características podem confundir quem não tem experiência no assunto, podendo acarretar o atraso do diagnóstico e mesmo impossibilitando o tratamento. “Embora seja mais comum o receptor ser maior que o doador, a diferença de tamanho entre os bebês não é um critério do diagnóstico e não tem importância para o prognóstico”, completa o especialista. O importante é distribuição do líquido amniótico.

A medicina fetal é muito importante, pois seu principal objetivo é diagnosticar a normalidade ou a anormalidade do período gestacional e trabalhar na prevenção de doenças da gestação, tanto do feto como na gestante. É importante destacar que o Hospital e Maternidade São Luiz é referência em medicina fetal e no tratamento das gestações de risco, além de que nos centros de diagnósticos, todos os exames durante a gravidez são feitos por especialistas da medicina fetal, com aparelhos de ponta.

Tratamento

Nem todo caso de síndrome da transfusão feto-fetal requer tratamento, há casos em que a distribuição do sangue retoma o equilíbrio, por isso há uma classificação do estágio que a doença está. Com algumas exceções é a partir do segundo estágio que a intervenção deve ser realizada. “Nesses casos, a mortalidade dos fetos é de mais de 90%, caso o diagnostico não tenha sido feito no momento certo e o tratamento correto realizado”. Além disso, nesses casos o nascimento ocorre quase sempre muito prematuro, ou ainda, os bebê podem apresentar lesões e sequelas sérias no cérebro.

Antigamente o tratamento que se realizava era a amiodrenagem, que consistia em retirar o excesso de liquido dos sacos gestacionais. Porém era uma intervenção temporária e pouco efetiva, pois não tratava a raiz do problema. Após a punção do líquido, em pouco tempo ele acumula-se novamente, além de ter que “furar” a barriga da mãe diversas vezes durante a gestação. O especialista explica que esse procedimento é ultrapassado, pois além de ser muito incômodo para a mãe, não alivia a sobrecarga do coração de um dos bebês e a falta de líquido amniótico do outro.

O tratamento mais moderno é a intervenção intrauterina chamada “coagulação a laser por fetoscopia”, que além da retirada do excesso de líquido amniótico, coagula os vasos sanguíneos e dicorioniza a placenta, ou seja, transforma-a funcionalmente em duas. “A coagulação visa impedir o maior desequilíbrio da circulação sanguínea dos fetos. Os casos de sucesso chegam a 80% das intervenções realizadas”, explica.

Atendimento pediátrico no Hospital São Luiz Morumbi

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postado em 20 de junho de 2017

O Hospital São Luiz Morumbi tem uma estrutura completa para o atendimento pediátrico. A unidade conta com Pronto Socorro Infantil, Brinquedoteca para as crianças internadas e UTI Pediátrica que possui 10 leitos individuais com banheiro privativo e decorados com temas infantis, onde um acompanhante pode ficar em tempo integral com seu filho.

Pronto-Socorro Infantil

O Pronto-Socorro do Hospital São Luiz Morumbi é capacitado para atendimentos de alta complexidade, com equipamentos de última geração e equipes formadas por especialistas multidisciplinares. A unidade Morumbi possui pronto atendimento especializado em pediatria, e o paciente poderá contar com toda a estrutura do hospital como 12 consultórios, sala de triagem, três salas de emergência, 16 salas de repouso e observação, duas salas de sutura e para pequenas cirurgias, duas salas de gesso, duas salas de curativo, sala de medicação, sala de inalação, farmácia e posto administrativo.

Brinquedoteca

A brinquedoteca serve para que as crianças internadas possam jogar, fazer pinturas, desenhar em lousa e ainda participar de atividades lúdicas com psicólogos, em horários específicos. A brinquedoteca fica localizada próxima à ala de pediatria, no quarto andar, e as crianças precisam apenas estar acompanhadas de um responsável para usar o espaço.

UTI Pediátrica

Para proporcionar mais conforto e qualidade no atendimento, a UTI foi desenhada para aproximar a equipe multidisciplinar dos pacientes. Por isso, a cada dois quartos há um balcão e um terminal para utilização dos médicos e enfermeiros, o que possibilita registros e anotações momentâneos e aumenta o vínculo entre profissional e familiar.
A UTI tem postos de enfermagem com visão privilegiada de todos os pacientes, televisão nos corredores com vista externa, portas de acesso eletrônicas de segurança e uma sala especial com vestiário, guarda-volumes e ambiente para a realização das refeições para os acompanhantes.
“A UTI pediátrica é moderna, possuindo ambiente acolhedor e atendimento humanizado aliado ao que há de mais tecnológico na área”, destaca dr. Mauro Borghi, diretor do Hospital São Luiz Morumbi.

Hospital e Maternidade São Luiz oferece neste mês duas palestras à comunidade

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postado em 12 de junho de 2017

Os eventos são gratuitos e acontecem nos dias 19 e 21 de junho, às 19h, no auditório do hospital

O Ciclo de Palestras à Comunidade do Hospital e Maternidade São Luiz Anália Franco terá duas palestras neste mês de junho: “Câncer no intestino: Prevenção e Diagnóstico Precoce”, ministrada pelo cirurgião geral Dr. João Paulo Esposito e “O conflito entre o limite da tensão e a entrega do orgasmo”, ministrada pelo ginecologista e obstetra Dr. Alberto D’Aurea e a psicóloga Sueli Lelis. Os eventos acontecerão às 19h na segunda-feira (19/06) e quarta-feira (21/06), respectivamente.
Elas são gratuitas e ocorrem no auditório do hospital, destinadas para a comunidade, moradores da região e profissionais das áreas. Para participar é necessário se inscrever por email.

Saiba mais sobre os temas que serão discutidos

PALESTRA: “Câncer no intestino: Prevenção e Diagnóstico Precoce”

Acontece no dia 19 de junho e o tema é um sinal de alerta sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce para um tratamento mais eficaz.

Segundo o Dr. João Paulo Esposito, cirurgião geral, o câncer colorretal é o terceiro tipo mais comum em homens e o segundo em mulheres em todo o mundo e costuma ter uma maior incidência na população mais velha, porém atualmente, os especialistas tem observado uma mudança do perfil do paciente, com o aumento de casos em jovens.

“Por ser um câncer muito frequente, porém pouco conhecido pelas pessoas, é muito importante levar esse tema para a comunidade, já que a procura por um especialista para fazer um controle ainda é pequena, diminuindo as chances de um diagnóstico precoce, que faz toda a diferença no tipo de tratamento que será feito”, explica.

A hereditariedade ainda é uma questão que exige atenção, mas os que não têm predisposição devem ficar atentos também. O especialista destaca que o mais importante é a detecção precoce da doença, pois se o paciente apresentar algum indício, como pólipo (verruga) na região colorretal, o cuidado é simples, através de uma colonoscopia. O que evita que no futuro esse pólipo vire um tumor e o tratamento seja mais invasivo e doloroso.

“A partir do surgimento dos pólipos o tempo de desenvolvimento do câncer é de aproximadamente 5 anos. Nosso objetivo é que com esse alerta as pessoas fiquem mais atentas a doença. Podemos evitar o surgimento de um câncer em estágio avançado”, completa.
Serviço

Local: Auditório do Hospital e Maternidade São Luiz Anália Franco
Quando: 19 de junho, segunda-feira
Horário: às 19h
Endereço: Rua Francisco Marengo, 1.312, Anália Franco
Inscrições gratuitas pelo e-mail: priscila.corda@saoluiz.com.br
Vagas Limitadas

PALESTRA: “O conflito entre o limite da tensão e a entrega do orgasmo”

Acontece no dia 21de junho e abordará a influência da tensão do homem moderno na relação sexual.

Para o dr. Alberto é muito importante falar com a comunidade sobre como a pressão do dia a dia e a modernidade tem influenciado negativamente nos relacionamentos dos casais e, consequentemente no prazer.

“Entendo que esse assunto precisa ser abordado quando vejo que muitas pacientes têm reclamado sobre falta de prazer e interesse em seu parceiro, além do alto índice de disfunção erétil dos homens não relacionada a um problema de saúde. Percebendo então, que a questão não é física, mas psicológica. São as famosas doenças psicossomáticas, que influenciam no comportamento das pessoas e em suas relações”, explica.

O especialista destaca que as tensões do Homem moderno, o exagero do uso da tecnologia e o estresse diário, tem deixado as pessoas desanimados e angustiadas, influenciando diretamente no orgasmo e seu prazer. Por isso, a palestra será realizada junto com a psicóloga Sueli Lelis.

O objetivo dos especialistas é realizar um momento de reflexão para alertar a população sobre essas questões, os sintomas e como melhorar esse desiquilíbrio.

Serviço
Local: Auditório do Hospital e Maternidade São Luiz Anália Franco
Quando: 21 de junho, quarta-feira
Horário: às 19h
Endereço: Rua Francisco Marengo, 1.312, Anália Franco
Inscrições gratuitas pelo e-mail: priscila.corda@saoluiz.com.br
Vagas Limitadas

Cirurgias ginecológicas com uso de robô têm maior eficácia

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postado em 8 de junho de 2017

Recurso é eficiente em procedimentos complexos, diminuindo as chances de retorno das doenças; Hospital São Luiz já realizou mais de 300 procedimentos

As cirurgias realizadas por meio de robôs vêm tomando espaço no campo das terapias e dos tratamentos ofertados pelos médicos, principalmente em procedimentos de maior complexidade, como as cirurgias de cânceres ginecológicos, endometrioses severas e histerectomias.

Os especialistas têm recomendado esse tipo de cirurgia por ser muito superior em vários aspectos, quando comparada à cirurgia aberta (laparotomia) e intervenções minimamente invasivas (laparoscopias), ambas bastante comuns nos dias de hoje.

O grande destaque para o robô está no momento da cirurgia em que os tecidos benignos e malignos são separados. Chamada pelos especialistas de dissecção, o robô atua com maior precisão, diminuindo os cortes de centímetros para milímetros, preservando os tecidos saudáveis, diminuindo o sangramento e acelerando a recuperação.

Além disso, com a maior precisão da visão tridimensional, o equipamento proporciona uma melhor separação e remoção do tecido doente, uma vez que eles precisam ser separados dos saudáveis antes de serem removidos.

Nas cirurgias convencionais, a mão do especialista pode ter maiores movimentos imprecisos do que com o uso do robô, que reduz qualquer desvio ou tremor involuntário. O que torna o robô ainda mais importante na separação de estruturas nobres, como artérias, veias e nervos, que requerem movimentos mais precisos.

A visão tridimensional que o robô permite ao especialista melhor visualizar e entender as diferenças dos tecidos, o que reflete diretamente em movimentos e no tempo pra fazer o mesmo ato, que acaba sendo menor.

Em casos de mulheres que têm mioma, por exemplo, a cirurgia robótica também é mais indicada pelos especialistas, principalmente se ela deseja ter filhos, pois o robô consegue preservar melhor as regiões cirúrgicas.

Após realizar mais de 300 procedimentos somente pelo Hospital e Maternidade São Luiz Itaim, Dr. Paulo Ayrosa, ginecologista, explica que este conceito é ainda mais verdadeiro quando o assunto são doenças malignas, como câncer de útero ou de endométrio, pois essas cirurgias são mais detalhadas e minuciosas, uma vez que envolvem o tratamento não só da doença, mas dos órgãos mais próximos ao útero. “O robô aumenta a precisão e nos ajuda a separar melhor e com mais precisão os tecidos saudáveis dos já acometidos pela doença”, explica o especialista.

O especialista ressalta ainda que todas as cirurgias podem ser feitas por robô, bastando apenas o paciente estar apto a realizar uma cirurgia convencional ou por via laparoscópica.

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