Blog da Saúde

Saiba quais são as lesões mais comuns que podem ser provocadas pela corrida

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postado em 26 de julho de 2016

Especialista do Hospital São Luiz explica medidas importantes para tomar antes de começar a praticar esse esporte

A aproximação das Olimpíadas pode acabar motivando muitas pessoas a começar ou retomar alguma prática esportiva. Uma das modalidades que desperta interesse é a corrida, que já é um esporte muito popular no Brasil. Mas, para começar a correr, engana-se quem pensa que é preciso apenas de um tênis e disposição.

O Dr. Sergio Mainine, ortopedista do Hospital e Maternidade São Luiz Itaim, recomenda dois cuidados principais antes de começar este esporte: fazer um exame médico geral e procurar a orientação de um educador físico. No check-up, a parte cardiológica deve ser avaliada e, se o médico achar necessário, ele também pode indicar um ortopedista para verificar o aparelho músculo-esquelético.

“Além da avaliação inicial, pelo menos a cada seis meses precisa fazer um acompanhamento geral”, afirma o especialista. Um médico do esporte poderá dizer se tudo está indo bem e se não há lesões sendo desenvolvidas. Até a alimentação deve ser repensada.

young woman runner running on city bridge road

De acordo com o Dr. Sergio, as lesões mais comuns causadas por este esportes são as distensões musculares. Este ano, o velocista jamaicano Usain Bolt, recordista mundial nos dos 100 e 200 metros rasos, teve um estiramento na coxa esquerda que o fez desistir de disputar a final dos 100m rasos da seletiva jamaicana para os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro.

As tendinites, inflamações nos tendões, também são relativamente comuns em corredores. A atividade, se praticada de forma muito intensa ou errada, pode ainda causar dores articulares e até artrose devido ao impacto. “Causas menos comuns são a fratura de estresse e traumas decorrentes de quedas. A pessoa que corre está sujeita a um acidente, mas meias e calçados adequados ajudam a prevenir”.

Já as fraturas de estresse acontecem principalmente nos membros inferiores, especialmente na tíbia e no fêmur, causadas por uma sobrecarga, um treinamento agressivo ou intensificado. Como não é uma fratura repentina, provoca dor progressiva.
Mas não são apenas os atletas que estão sujeitos a essas lesões. “Elas podem afetar os amadores até com mais frequência, porque muitos deles começam por conta própria ou com alguém que já corre há algum tempo e tenta acompanhar o ritmo”, diz o médico.

O preparo não adequado, sem acompanhamento profissional, com pisada errada e vícios de postura, pode provocar muito mais lesões do que um treinamento apropriado. Também é ideal, antes dos treinos, fazer um trabalho de base, de alongamento e fortalecimento muscular.

Cuidados ao malhar

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postado em 3 de abril de 2013

Peso de academia

Com a falta de tempo para realizar refeições saudáveis e exercícios ao ar livre, é cada vez maior o número de pessoas que optam pela academia como alternativa para movimentar o corpo e garantir tônus muscular. Mas todo esse esforço pode não valer a pena se as horas sacrificadas na academia vierem acompanhadas de prejuízos à saúde.

“Levantar carga extra e ter pressa para chegar ao objetivo são atitudes que podem causar lesões e levar a cirurgias”, explica o ortopedista Dr. Vinícius de Mathias.

As lesões podem ocorrer durante a prática de todos os tipos de exercícios. Durante uma atividade aeróbica, como caminhada ou aula de dança, são comuns lesões nas pernas e coxas, sendo os principais sintomas dores musculares e tendinite. É normal sentir áreas doloridas logo ao iniciar a prática de atividades físicas, mas se as dores forem constantes é necessário consultar um especialista.

Já os exercícios anaeróbicos, como a musculação, podem acarretar lesões agudas, como rupturas dos ligamentos, que muitas vezes levam à cirurgia. O rompimento do tendão, por exemplo, é muito comum.

Além dos exames cardiovasculares, é importante que seja feita uma avaliação ortopédica antes de ingressar na academia, pois alguns problemas de coluna e nos joelhos também podem piorar dependendo da atividade física. Só depois disso o aluno está liberado para conversar com o professor e montar um treino para chegar ao seu objetivo sem sobrecarregar o corpo.

“Hidratar-se, alongar e usar roupas e sapatos adequados são formas de evitar que qualquer tipo de problema aconteça durante uma atividade física”, aconselha o especialista.

Dor constante nos joelhos?

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postado em 14 de março de 2013

joelho

Frágeis por natureza, os joelhos costumam ser vítimas de uma série de problemas, entre eles a condromalácia patelar. A doença caracteriza-se pelo desgaste da cartilagem da patela, também conhecida como rótula, impossibilitando que a pessoa execute normalmente o ato de esticar a pena, dobrar o joelho ou descer escadas e rampas.

“Desvios anatômicos, fatores biológicos como o desgaste da cartilagem ou ainda sequelas de traumas estão entre as possíveis causas da doença”, explica o ortopedista Lucas Leite.

No caso do desgaste da cartilagem, a condromalácia afeta principalmente as mulheres, muitas vezes por conta da anatomia dos joelhos. Quando estes são voltados para dentro, ocorre o deslocamento da patela, que entra em contato com a lateral externa do fêmur e acaba sofrendo amolecimento ou rachadura da cartilagem em seu interior. Os sintomas são dor, rangidos ou estalos na região anterior o joelho, na hora de realizar agachamentos ou no caso de qualquer situação que envolva a flexão das pernas.

Deve-se buscar um especialista para realizar o exame clínico, por meio de radiografia e ressonância magnética. “É importante não ignorar os sintomas e procurar um médico para investigá-los, já que o grau de desgaste da cartilagem pode evoluir, piorando o quadro de dor e até mesmo levando o paciente ao tratamento cirúrgico”, explica.

O ortopedista esclarece que a cirurgia pode consistir em realinhamento patelar, artoscopia (procedimento minimamente invasivo para tratamento dos danos do interior de uma articulação), artroplastia (colocação de uma prótese que substitui a articulação), entre outras possibilidades.

Em casos menos graves, o tratamento indicado é baseado em fisioterapia, anti-inflamatórios e por vezes viscosuplementação (injeção de substâncias no joelho para melhorar a nutrição da cartilagem). Evitar o uso de sapatos de salto alto e atividades físicas em locais íngremes são atitudes que também ajudam.

“As pessoas que buscam ajuda precocemente podem se curar, mas as que iniciam o tratamento tardiamente precisam segui-lo por toda a vida”, alerta. Para evitar a convivência com uma limitação no joelho no longo prazo, a recomendação do especialista é realizar constantemente atividades físicas de baixo impacto e não se esquecer de alongar as cadeias musculares.

O que são tênis minimalistas?

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postado em 6 de março de 2013

Tênis minimalistaEm matéria à página de saúde do site Abril, o ortopedista Rogério Teixeira (CRM:73163) falou sobre os tênis minimalistas, que dão aos usuários a sensação de andar descalços, aumentando o controle dos passos e proporcionando uma experiência diferente ao caminhar.

Mas é preciso ter cuidado, caso você deseje adotar esse calçado em tempo integral. Segundo o Teixeira, o calcanhar tem uma camada de gordura muito mais generosa que o peito do pé, protegendo esse membro. Quilos extras também são um problema.

“Se você está bem treinado e sem excesso de peso, o minimalista não causará danos. A questão é que muita gente começa a correr justamente para emagrecer”, constata Teixeixa. “Quem está acima do peso e não usa amortecimento vai ter uma lesão mais cedo ou mais tarde”, ele alerta.

Conheça os efeitos de cada calçado no corpo:

Alinhamento do tronco: Com o minimalista, a coluna fica reta, enquanto o tênis tradicional inclina o corpo para a frente. Para correr, é importante fortalecer a musculatura das costas seja qual for o tipo de calçado, porque encrencas nessa região costumam causar lesões no corpo todo.

Joelhos: Na aterrissagem com o calcanhar, a perna fica mais esticada. Com o antepé, o joelho fica levemente flexionado, evitando panes. O ideal é trabalhar bem o quadríceps femural, músculo que fica atrás da coxa e sustenta o joelho no giro do passo.

Panturrilha: Apesar de estressar a musculatura por sobrecarregá-la na pisada natural, o minimalista melhora a propriocepção – uma espécie de sistema de sensores neuromotores que reconhecem as mudanças de movimento e se adaptam a elas.

“Quanto mais simples for o tênis, maior será o estímulo desse mecanismo”, explica Rogério Teixeira. A altura dos amortecedores do calçado tradicional aumenta o risco de torção em pisos irregulares.

 Gasto calórico: O tipo de sapato influencia pouco na queima de calorias: isso depende mais do treino e da periodicidade da corrida. Para quem está acima do peso, o tênis com amortecedor é mais indicado para evitar sobrecarga nas articulações.

 Pés: São os mais castigados pelos minimalistas, que costumam causar fraturas nos metatarsos, ossos que antecedem os dedos, e no calcâneo, o osso do calcanhar. São comuns ainda casos de fascite plantar, inflamação do tendão que passa pela planta do pé.

A fase de transição, em que a pessoa está “reaprendendo” a correr, é a mais arriscada. Mas vale lembrar que mesmo tênis tradicionais, quando não adequados ao seu tipo de pé, podem provocar danos.

Injeções de PRP: uma das grandes aliadas dos atletas na recuperação de lesões

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postado em 4 de fevereiro de 2013

Corrida

Você sabia que as plaquetas, criadas no organismo para evitar a perda de sangue, podem ser usadas em processos de regeneração de tecidos musculares e ósseos?

Esse procedimento, descoberto recentemente, é feito através de injeções de PRP.

Segundo o ortopedista Dr. Vinícius de Mathias, atualmente é comum o uso de injeções de PRP (plasma rico em plaquetas) em lesões musculares.

“O procedimento consiste em filtrar o sangue, separando o plasma dos glóbulos vermelhos e brancos, e em seguida injetar a substância no local lesionado para acelerar o processo de regeneração”, explica. Os atletas são os que mais aderem, por conta da rápida recuperação.

Dr. Vinícius ressalta ainda que os riscos envolvidos são muitos baixos, uma vez que o plasma é retirado do sangue do próprio paciente.  Sendo assim, são raras infecções ou reações alérgicas.

Após o procedimento, a recomendação é que o paciente fique de repouso por aproximadamente 15 dias – dependendo do tipo de lesão – para que o líquido injetado se concentre apenas no local desejado, evitando que este se espalhe para outras regiões.

Vai à praia? Então porque não praticar esportes?

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postado em 20 de dezembro de 2012

Esportes na areiaEm época de férias, muitas pessoas aproveitam para curtir a praia e tomar sol. É comum, como forma de atividade em grupo, que as pessoas pratiquem futevôlei, frescobol ou futebol.

Segundo o Dr. Lucas Leite, ortopedista do Hospital e Maternidade São Luiz, “fazer caminhadas e praticar esportes na areia são atividades saudáveis e agradáveis, que ajudam a aliviar desde dores causadas por lesões à tensão do dia-a-dia”.

No verão, geralmente, as pessoas se exercitem mais para manter a boa forma. Além de aliviar o estresse, ir à praia para praticar atividades físicas faz bem à saúde, pois a areia muda a forma como você pisa, diminuindo os impactos que seu corpo sofre quando pratica esportes no campo ou na quadra.

“Quando nos exercitamos no chão, o movimento é mais contínuo e regular, já a irregularidade da areia força seu corpo a exercitar um número maior de músculos na hora de fazer uma caminhada ou jogar futevôlei, por exemplo”, afirma o ortopedista.

Atividades praticadas por quem não tem costume de se exercitar precisam ser feitas com moderação para que não haja lesões, uma vez que a areia exige um pouco mais de condicionamento físico.

Vale lembrar que é preciso fazer alongamentos, se expor ao sol até às 10h e após as 16h, utilizar filtro solar sempre e se hidratar, para que não haja problemas.

“É recomendado que, após ingestão de álcool, a atenção seja redobrada, pois com o comprometimento da coordenação motora a pessoa fica mais propícia a acidentes como torção ou quedas”, ressalta o especialista.

Tendinite e exercícios

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postado em 15 de novembro de 2012

Com a chegada do verão, é comum as pessoas se dedicarem à malhação para conseguir o corpo perfeito em um curto prazo. Porém, segundo o Dr. Vinícius de Mathias, ortopedista do Hospital e Maternidade São Luiz, “com a pressa para conquistar os resultados desejados, muitas vezes são extrapolados os limites físicos, acarretando em lesões musculares”.

 Quando há sobrecarga causada pelo exagero nos exercícios, o corpo envia sinais como dor e inchaço no local afetado. Se esses sintomas forem acompanhados de dor aguda e vermelhidão, é preciso procurar um médico e diminuir a carga, pois os excessos podem levar à tendinite crônica (degeneração do tendão), correndo o risco de causar ruptura dos tendões.

 “O problema não é o tempo dedicado à atividade, mas sim o esforço empregado. Exercícios que duram apenas 30 minutos podem ser mais prejudiciais do que os que duram duas horas”, lembra.

De acordo com o especialista, roupas apropriadas, alimentação correta e hidratação durante os exercícios são cuidados imprescindíveis, ajudando a evitar desmaios e perda de consciência, consequências possíveis quando o corpo não está devidamente preparado para as atividades.

“Antes de ingressar na academia, a avaliação médica é essencial. Deve ser feita uma avaliação detalhada para estabelecer um treinamento adequado e que respeite o ritmo de cada corpo de acordo com o objetivo estipulado, aumentando o esforço gradativamente, sem que haja lesões”, acrescenta o especialista.

Cuide do seu joelho!

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postado em 28 de setembro de 2012

Você sabia que a falta de exercícios também pode causar dores nos músculos? Ficar muito tempo com os joelhos parados e dobrados pode causar inflamações e com maior tendência a romper os ligamentos dos joelhos.

“O sedentarismo aumenta a pressão na articulação e isso acaba inflamando o local que recebe boa parte do peso do corpo”, explica Rogério Teixeira, ortopedista do Hospital São Luiz.

Ainda, segundo o médico, as dores nos joelhos costumam aparecer entre 20 e 50 anos; “É a idade em que se pratica mais exercícios de maneira incorreta. O sobrepeso e obesidade também influenciam nas contusões”, ressalta.

Tratamento

Machucou o joelho? A primeira providência a ser tomada durante as primeiras 48 horas é colocar compressas frias no local machucado e, caso necessário, realizar exames de ressonância magnética.

Se for apenas uma torção, trata-se com medicamentos, gelo e fisioterapia. “Mas lesões completas de ligamento e ruptura de menisco podem precisar de cirurgia”, alerta Rogério.

Confira algumas dicas publicadas pelo Jornal Agora SP que vão te ajudar na prevenção e tratamento de doenças no joelho:

 

Fonte: Agora SP

Lesões causadas pelo futebol

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postado em 21 de setembro de 2012

O futebol do fim de semana pode gerar lesões que exijam tirar o time de campo nas atividades mais corriqueiras do dia a dia. O tempo no departamento médico varia conforme o tipo e a gravidade da contusão, que muitas vezes é acidental, pelo constante contato físico entre jogadores.

Segundo o ortopedista Rogério Teixeira, do Hospital e Maternidade São Luiz, a cada seis segundos, o jogador faz um movimento brusco, que pode gerar lesões. As contusões provocadas pela prática desse esporte podem acontecer como consequência de mudanças rápidas de direção, saltos, excesso de treinamento ou até mesmo por conta de condições inadequadas do campo.

A seguir, Teixeira detalha as principais lesões que afetam os jogadores — profissionais ou não:

Tíbia — a fratura nesse osso é uma das mais frequentes no futebol. Antigamente, quando o uso de caneleira não era obrigatório, as contusões eram ainda mais comuns. Em casos de fratura da tíbia, outros ossos mais finos também podem ser afetados, pois nem todos estão protegidos.

Púbis — o local onde o músculo da coxa se encontra com o púbis também é um dos mais sobrecarregados no futebol. Os movimentos repetitivos nessa região provocam inflamação no tendão que une o músculo e o osso. Ocorre um tipo de tendinite, o tendão não se rompe, mas acontece a conhecida “puxada na virilha”.

Joelho — os movimentos de rotação são os principais culpados pelas lesões no joelho, que costumam ser o rompimento (total ou parcial) do ligamento cruzado anterior, do ligamento colateral-tibial ou do menisco. Esses ligamentos funcionam como elásticos que esticam com a rotação da perna. Quando sobrecarregados, eles se rompem e então é preciso reconstruí-los por meio de tratamento cirúrgico usando outros tendões, como o de trás da coxa.

Tornozelo — além de sofrer com a rápida movimentação do futebol, os tornozelos estão mais vulneráveis a batidas e aos impactos causados pelos buracos do campo. As lesões mais comuns são torções nos ligamentos que conectam os pés aos ossos da perna.

Fratura por estresse — decorrente de movimentos repetitivos, esse tipo de fratura, apesar de gerar muita dor, não é detectado em exame de raio-X. Os ossos que mais sofrem por estresse são os dos pés, por serem finos e estarem sempre em movimento no futebol.

Modere o tempo que você passa jogando games interativos

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postado em 11 de setembro de 2012

Com o desenvolvimento da tecnologia interativa, grande parte dos jogos exige que a pessoa realize movimentos ativos de braços e pernas que consomem calorias e requerem participação de, no mínimo, 80% do corpo.

De acordo com o ortopedista Rogério Teixeira, do Hospital e Maternidade São Luiz, é natural que o corpo apresente dores após a realização de movimentos repetitivos, principalmente quando o jogador não está acostumado com a atividade.

A coluna é uma das prejudicadas por conta da movimentação dos ombros, mas os braços e os punhos são as partes do corpo mais utilizadas e, portanto, onde a dor costuma ser mais comum. “Nesses locais, as lesões também tendem a ser mais graves, pois podem se desenvolver para uma tendinite, por exemplo. Alongamentos podem até amenizar, mas não resolvem o problema. O ideal é evitar a sobrecarga”, explica o ortopedista.

Muitas vezes a pessoa passa dos limites porque não sente o cansaço, já que durante a prática são liberadas substâncias como a endorfina, que inibem as dores. Para que isso não aconteça, vale lembrar que o tempo ideal em frente ao videogame é de duas horas para adultos e de apenas uma hora para crianças, com pausas para ingerir líquidos e descansar os músculos.

Excessos à parte, o videogame pode trazer outros benefícios além da diversão. Durante um jogo que proporciona atividade física, chega-se a perder de 200 a 300 calorias a cada duas horas. “Hoje os games são indicados como atividade física e há, inclusive, diversos jogos voltados para isso”.

 Fonte

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