postado em 21 de março de 2012
Vários incômodos comuns na gravidez, como dor nas costas, tensão nos ombros e falta de fôlego podem ser minimizados ou até mesmo eliminados pela prática de exercícios, além de auxiliar na recuperação do pós-parto.
Claro nada fácil se preparar para a chegada do bebê e ainda arrumar tempo (e disposição) para se exercitar, mas as vantagens que a prática de atividades físicas fornece são muito animadoras. “Quem pratica exercícios também aguenta melhor as contrações, controla a respiração e faz mais força durante o trabalho de parto”, afirma Claudio Basbaum, ginecologista e obstetra do Hospital São Luiz (SP).
Prepare-se
Antes de começar qualquer atividade física, visite o seu obstetra e converse com ele para saber quais esportes você pode fazer. Caso deseje frequentar uma academia ou um personal trainer, veja se são gabaritados e têm experiência com grávidas.
Quem não praticada esporte algum antes da gravidez deve se exercitar por 15 minutos, em dias alternados e, depois de duas semanas, dobrar a quantidade de tempo e passar a fazer cinco dias por semana. Se você já praticava algum exercício, talvez tenha que passar por algumas adaptações, como reduzir a duração da atividade.
Mas não exagere: como a prática de exercícios aumenta o batimento cardíaco, que é naturalmente maior na gravidez, a temperatura do corpo e a pressão, uma série mais forte pode causar desconfortos, como tonturas.
Uma dica para saber se você não está pegando pesado é conseguir conversar normalmente durante a atividade. Vale lembrar que atividades com alta pressão sobre as articulações, que sobrecarregam a coluna e o abdômen da gestante, ou modalidades esportivas, que ofereçam quedas ou confrontos corporais, não são indicadas porque podem oferecer riscos.
Fonte: Revista Crescer
postado em 6 de março de 2012

Durante a gravidez o sistema de coagulação da mulher fica naturalmente mais ativo e, por conta disso, o risco de tromboembolismo aumenta, principalmente em uma gestação de risco.
A doença é responsável por cerca de 2,5%das causas de morte por complicações nda gravidez, de acordo com dados do Comitê de Mortalidade Materna, do Ministério da Saúde. Por esse motivo, é conveniente que a gestante seja acompanhada e orientada ainda no pré-natal.
“O acompanhamento médico durante a gestação é o melhor tratamento preventivo, para que o obstetra saiba dos riscos para à mãe e o bebê durante a cirurgia, tendo em vista a dificuldade do diagnóstico e a gravidade da ocorrência de tromboembolismo”, afirma nosso ginecologista e obstetra, Dr. Eduardo de Souza.
Como medida preventiva, é importante que a gestante faça fisioterapia, sendo orientada a realizar exercícios físicos que melhoram a circulação sanguínea, crucial para a prevenção de embolia pulmonar.
Mas se o problema é detectado, algumas medidas necessárias são aplicadas rapidamente, como o uso de medicamentos anticoagulantes, além da oxigenação do organismo com uso de aparelhos e do acompanhamento do quadro pela tomográfica do tórax, para ágil mapeamento do aparelho respiratório.
“As maternidades que possuem o hospital de suporte, como é o caso do São Luiz, dispõem de uma estrutura extra queque uma maternidade que trabalha por si só não pode oferecer à paciente ”, afirma o especialista, referindo-se ao fato de que, como o São Luiz é um hospital que abriga outras especialidades, está mais preparado para atender a qualquer complicação que ocorra durante o parto ou ao pré-natal.
E os cuidados com a gestante devem prolongar-se até o pós-parto, período em que é importante a realização de caminhadas e movimentos leves, que ativem a circulação.
postado em 5 de março de 2012
A chegada de um bebê é uma época delicada para os pais, ansiosos pelo acontecimento que mudará suas vidas para sempre, planejando cada passo dessa nova experiência.
Neste período fica difícil para as mães controlar sua alimentação corretamente. “Para quem está no peso certo, o recomendável é engordar de oito a doze quilos durante a gestação e quem está acima do peso, deve engordar de seis a sete quilos. Neste caso é necessário o acompanhamento de um nutricionista durante todo o período”, aconselha o Dr. Eduardo Souza, nosso ginecologista e obstetra.
O excesso de peso pode provocar doenças cardíacas e na coluna. Além disso, diabetes, pressão alta e dificuldades de respiração que podem provocar até mesmo o parto prematuro do bebê e maior índice de mortalidade dos recém-nascidos.
Para uma gravidez mais saudável e segura, Dr. Eduardo aconselha ainda a prática de exercícios físicos, caminhadas, hidroginástica e uma dieta que inclui verduras e leite desnatado, os principais itens de uma alimentação fracionada.
Fonte: Bonde
postado em 2 de dezembro de 2011
Será uma tendência? De acordo com pesquisa do IBGE, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, 30% dos partos realizados são em mulheres com mais de 30 anos.
De 2000 para 2010, este número subiu de 23,3% para 28,2%. Por outro lado, no mesmo período, o número de mães com idade inferior a 25 anos caiu de 52,5% para 45,9%.
O IBGE explica que a queda das taxas de fecundidade em todos os segmentos etários e o adiamento da maternidade, em especial no caso de mulheres com maior escolaridade, são elementos que explicam as reduções dos nascimentos, principalmente entre a população feminina de 15 a 24 anos de idade.
A faixa etária de mulheres entre 20 e 24 anos ainda é a que concentra o maior percentual de nascimentos. A participação desse grupo, no entanto, caiu de 30,8%, em 2000, para 27,5%, em 2010.
No mesmo período, também foi verificada uma redução na proporção de nascimentos entre a população feminina menor de 20 anos, de 21,7% para 18,4%.
Confira os gráficos:
Fonte: g1.com.br
postado em 26 de outubro de 2011
A pressão arterial elevada é um infeliz fator que afeta algumas mulheres durante a gravidez. Perigosa, a hipertensão gestacional é a primeira causa de mortalidade materna no mundo, de acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS).
É comum que a doença desapareça após o parto, entretanto, é essencial contar com acompanhamento criterioso no pré-natal, durante e depois do nascimento, para garantir bem-estar tanto à mãe quanto à criança.
“A hipertensão gestacional reflete uma má adaptação do organismo à gravidez, podendo sumir no pós-parto. Portanto, é importante que a mulher passe por uma boa avaliação obstétrica e anestésica”, afirma o Dr. Fernando Bardy Bellicieri, coordenador científico da Anestesiologia do Hospital e Maternidade São Luiz.
Além de fazer um bom acompanhamento médico, é preciso ter muito critério ao escolher o hospital onde dar à luz. Lembre-se de checar se o hospital dispõe de infraestrutura para atendimentos de alta complexidade, como uma UTI bem equipada, serviço de hemodinâmica e equipe familiarizada com casos de hipertensão gestacional.
De acordo com Dr. Fernando, a gestante com pré-eclâmpsia, mesmo em algumas formas graves, pode sim realizar parto normal. Porém, isso só será possível caso esteja assegurado o bem estar materno-fetal. O doutor alerta ainda que a via de parto, normal ou cesárea, deve ser definida pelo Obstetra, que avaliará caso a caso.
Antes de realizar o procedimento anestésico, também é preciso atenção redobrada da equipe médica: “O médico deve controlar a pressão arterial, a coagulação materna e ainda checar se existe um comprometimento do sistema renal, hematológico e neurológico da mãe”, alerta Bellicieri.
Dr. Fernando explica ainda que a técnica anestésica de eleição para as gestantes, tanto no parto normal quanto para a cesárea, é a anestesia regional (raquianestesia e anestesia peridural). “Tais técnicas permitem que a mãe participe ativamente deste momento tão especial, bem como garantem maior segurança às gestantes, quando comparadas à anestesia geral. Durante a gestação ocorrem mudanças no organismo materno, que podem trazer riscos adicionais à anestesia geral, como maior dificuldade de entubação e retardo do esvaziamento gástrico, predispondo à regurgitação e aspiração pulmonar, quadro extremamente grave. Desta forma, a anestesia geral só deverá ser empregada na impossibilidade da realização da anestesia regional (recusa da paciente, alterações da coagulação, infecção de pele no local da punção)”, conclui.
postado em 28 de setembro de 2011
Há quem diga que é impossível, mas acontece! Algumas mulheres só descobrem a própria gravidez ao entrar em trabalho de parto.
O ginecologista e obstetra Eduardo de Souza, do Hospital e Maternidade São Luiz, conta que este tipo de acontecimento é muito raro. Para o médico, mulheres passando por variações muito grandes de peso, por exemplo, podem mesmo não perceber a gravidez. Como nem todo mundo sente os sintomas clássicos da gestação, como as náuseas, fica mais difícil se dar conta.
Mas e a menstruação atrasada? Segundo Dr. Eduardo, não é incomum passar por pequenos sangramentos durante a gestação e creditá-los ao ciclo menstrual normal. “Mas é raro isso confundir a tal ponto de não perceber a gestação”, diz.
Outros motivos também podem confundir a mulher. Se ela for muito distraída, cheia de compromissos e pouco ligada ao próprio corpo, também corre riscos de não descobrir a gravidez em curso. “A mulher pode se atrapalhar com o ciclo menstrual, por exemplo, e não dar atenção a isso”, diz o médico Eduardo Souza. “Às vezes ela está com menstruação irregular e acha que é por causa da menopausa, e não irá mais engravidar”, explica.
Para Eduardo Souza, além dos aspectos físicos, há um componente psicológico. Quando a mulher descobre a gravidez em cima da hora, pode estar com dificuldades em aceitá-la.
A gravidez pode estimular alguns mecanismos naturais de defesa do ego. Em alguns casos há também a negação do próprio corpo. É o caso da mulher que, ao começar a sofrer os sintomas da menopausa, não aceita a chegada da fase e prefere acreditar estar grávida. Mesmo sem ter tido relacionamento sexual recente, na cabeça dela a gravidez está acontecendo. O oposto também é verdadeiro, sempre há gestações que, no fundo, a mulher não queria.
postado em 13 de setembro de 2011
O parto normal reduz os ricos de infecções, problemas no pós-parto,
cicatrizes e longos dias de internação. Porém, nem sempre é possível induzi-lo.
A Dra, Luciana Taliberti, ginecologista e obstetra do Hospital São Luiz, explica: “O bebê pode sentar, ser grande demais ou ainda a mãe não ter dilatação suficiente”.
Não dá para garantir um parto normal, mas algumas medidas saudáveis podem facilitar que ele aconteça. Uma das dicas da Dra. Luciana é cuidar bem da alimentação, evitando excesso de carboidratos e sal. É importante também ter uma dieta balanceada com frutas e verduras, comendo de três e três horas.
A partir do terceiro mês, a futura mamãe deve começar a se exercitar. Exercícios na água, como natação e hidroginástica, são ideais. Do quinto mês em diante, a mulher pode começar a trabalhar a região perineal. “Um exercício simples é segurar e soltar a urina. Essa contratura ajuda a trabalhar a musculatura perineal”, explica a ginecologista. Outras opções são agachamentos, musculação com no máximo dois quilos e séries de abertura e fechamento de pernas.
Na hora que as dores do parto começarem, não se deitar também pode ajudar. “Em vez de deitar, fique de cócoras e faça força para ajudar o bebê a descer”, diz Dra. Luciana.
Você pode e deve seguir todas essas dicas, mas a mais importante delas é ficar em paz. “Se der para ser normal, ótimo, se não, tudo bem. Se a mulher quiser muito fugir da cesárea e não conseguir, terá um problema para a vida toda por conta da alta carga emocional. Ela precisa pensar que o parto ideal é aquele que for melhor para ela e para o bebê. O importante é que a criança nasça saudável e feliz”, finaliza Dra. Luciana.
postado em 1 de setembro de 2011
O nascimento de uma criança é um dos momentos mais felizes da vida dos pais e o medo de não saber o que fazer com o recém-nascido não pode atrapalhar toda essa alegria. Pensando nisso, a Maternidade do Hospital São Luiz criou o DVD “Maternidade Ativa”, que será entregue para todas as mães na alta hospitalar. A ideia é orientar os pais sobre os cuidados com bebê e acabar com a insegurança.
Assista ao vídeo abaixo e saiba mais sobre mais esse projeto inovador do São Luiz
postado em 24 de agosto de 2011
Nesta quarta-feira, Neymar Júnior, jogador do Santos Futebol Clube, postou em seu site oficial nota sobre o nascimento de seu filho no Hospital e Maternidade São Luiz, unidade Itaim. Confira abaixo:
“É com muita felicidade que venho anunciar o nascimento do meu filho, Davi Lucca , na manhã desta Quarta-Feira, 24 de Agosto, na Maternidade do Hospital São Luiz, em São Paulo. São 2,810 kg de pura “ousadia e alegria” !
Agradecemos muito a Deus por esta benção que é o Davi Lucca na nossa vida.
#FelicidadeExalando
Neymar Jr.”
O São Luiz parabeniza o jogador e deseja muita saúde e alegria para Davi Lucca e toda a família!
postado em 24 de agosto de 2011
É rápido, barato e pode salvar a vida dos bebês com problemas cardíacos congênitos. O teste de oximetria, que usa uma espécie de pulseira para medir a concentração de oxigênio no sangue, é uma forma de diagnosticar o problema antes da manifestação dos sintomas.
Geralmente os problemas são detectados por ultrassonografia durante a gravidez ou após o nascimento, ao ouvir o coração do bebê. No entanto, a taxa de sucesso é baixa. O novo teste leva menos de cinco minutos e encontrou 75% das anomalias mais graves.
No Hospital São Luiz, o teste de oximetria de pulso foi adotado em 2006, “Todos os recém-nascidos com 12 horas fazem oximetria de pulso. Se o valor da saturação do oxigênio for menor do que 95% repetimos o teste após 24 horas e, se necessário, pedimos um ecocardiograma.”, explica a neonatologista Graziela del Bem.
Graziela conta que o Hospital encontra de dez a 12 casos de cardiopatias a cada mil bebês nascidos vivos. “O teste logo após o nascimento evita que o bebê com problema tenha uma deterioração em casa.”, destaca.
Fique atento ao que é melhor para você. Fique atento ao Hospital São Luiz.