Blog da Saúde

Lidando com a asma no inverno

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postado em 3 de maio de 2012

As frequentes mudanças climáticas atingem em cheio as pessoas que possuem algum problema respiratório, como a asma.

É nesse período do ano que o frio, somado ao ar seco e ao aumento da poluição, desencadeia as crises respiratórias. O resultado é um aumento de 30% a 40% nos atendimentos dos pronto-atendimentos dos hospitais e clínicas.

“A asma não é contagiosa e ainda não tem cura, mas há tratamentos de prevenção e controle das crises para quem sofre desse mal. Como é uma doença de característica genética com base alérgica e alguma tendência familiar, além dos fatores desencadeantes conhecidos como o frio e a poeira, há casos de propensão por conta de pelos de animas como o gato, fumaça de cigarro, cheiros fortes e objetos que acumulam pó, caso de cortinas e tapetes”, esclarece a Dra. Sandra Aparecida Ribeiro, pneumologista do Hospital São Luiz.

Segundo a especialista, as crises asmáticas surgem em três graus:

- Leve: quando são esporádicas e não apresentam sintomas constantes, ou seja, a pessoa não acorda com o característico chiado no peito ou não precisa recorrer ao serviço de emergência;

- Moderada: quando o asmático já desperta com o chiado e não consegue desenvolver atividades cotidianas como ir a à escola;

- Grave: em que o paciente sofre com limitações físicas por conta da falta de ar.

“O indivíduo com a patologia grave pode passar à situação moderada ou leve com o passar do tempo mediante uma medicação adequada”, informa.

Cuidados

Segundo dados do DATASUS 2011 – Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (SUS) -, a doença acomete de 10% a 25% da população brasileira, sendo responsável por 400 mil internações hospitalares no País, com 2.500 óbitos e um número incontável de atendimentos ambulatoriais, principalmente nas emergências. Já a Organização Mundial de Saúde (OMS) aponta que cerca de 100 a 150 milhões de pessoas sofrem de asma em todo o mundo e alguns procedimentos relativamente simples podem evitar ou controlar as crises.

“Tanto pode ser controlada que a asma pode sumir em determinado período da vida, como a adolescência, e retornar na velhice por conta da saúde mais frágil do corpo humano. Contudo, quando não tratada adequadamente, a patologia pode virar pneumonia. O importante é fazer o tratamento de manutenção para controlar a doença e tentar evitá-la, tomando a vacina que evita a gripe, por exemplo”, alerta a Dra. Sandra.

Agasalhar-se bem, evitar aglomerações e tudo que desencadeia a crise, como poeiras e cheiros fortes, são alguns conselhos da pneumologista para conter a patologia. A Associação Brasileira dos Asmáticos (ABRA) aponta outras dicas importantes:

Tratar da asma não é somente fazer inalações e tomar remédios como os broncodilatadores, mas também mudar o estilo de vida para ganhar mais qualidade. Praticar exercícios físicos, como a natação, é um excelente aliado, e também é importante cuidar da alimentação evitando ingerir produtos que possam desencadear uma crise.

 Fonte:

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Exercícios físicos para respirar fundo

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postado em 11 de janeiro de 2012

Que os exercícios físicos fazem bem para para a saúde todo mundo sabe. Mas as atividades ganham destaque também por melhorar a qualidade de vida dos asmáticos. Os exercícios, aliados ao tratamento de controle da alergia, que é uma inflamação dos brônquios, ajudam a diminuir possíveis crises.

De acordo com nossa pediatra e pneumologista, Dra. Eliane Alfani, a partir dos cinco anos os exercícios físicos já são importantes para ajudar a fortalecer a musculatura respiratória. Natação e atividades com bola estão entre eles. “Com o tempo, é possível, inclusive, que a dosagem da medicação seja reduzida por conta da atividade”, diz.

A prática tem efeito acumulativo, ou seja, mesmo que seu filho faça esporte durante o ano todo e pare um pouco nas férias, não há problema, porque a musculatura já está desenvolvida. Só é preciso retomar logo mais para que ela não regrida.

Para que os exercícios físicos sejam benéficos, a criança não pode estar em crise, uma vez que o quadro de asma pode se agravar ainda mais com o esforço. “Se a criança não estiver muito bem naquele momento, ela não vai conseguir fazer o exercício, porque está com a capacidade pulmonar reduzida, e os sintomas podem piorar”, afirma Alfani.

Nem mesmo aquelas crianças que têm a asma desencadeada pelo esforço físico devem abandonar a atividade. “Esse tipo de alergia pode ser inibida com os medicamentos, para que a criança não precise parar com os exercícios, o que só melhora sua qualidade de vida”, finaliza Dra. Eliane.

Mais dica:

Além da atividade física, manter a higiene da casa, deixando-a livre de pó e ácaros, proporcionar uma dieta equilibrada para a criança, substituindo alimentos industrializados — em especial aqueles que têm corantes que podem acarretar em crises de alergia – por frutas, verduras, legumes, carnes magras e cereais e evitar o contato da criança com a fumaça de cigarro são fundamentais para garantir sucesso no tratamento.

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Natação para o bem dos pulmões das crianças

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postado em 5 de dezembro de 2011

Estudo realizado pela Universidade Médica de Taipei, em Taiwan, comprovou que a natação atua no aumento do volume dos pulmões e, consequentemente, no desenvolvimento de uma respiração mais profunda e proveitosa para o organismo, evitando crises nos pequenos.

Além disso, já é sabido que nadar contribui para o desenvolvimento físico, psicológico e social da criança.

De acordo com nossa pneumologista, Dra. Eliane Alfani, crianças que fazem natação sofrem menos quando têm crises de asma. “A natação ativa a circulação, aumenta a estrutura muscular e facilita o trabalho mecânico do pulmão, ou seja, a criança passa a respirar menos pela boca e mais tranquilamente, reduzindo os chiados”, explica.

Mas fique atendo! Não é porque a natação faz bem à saúde dos pulmões de seu filho que ele precisa praticá-la. O melhor esporte para a criança é aquele de que ela mais gosta e que se sente melhor quando pratica.

 

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Saiba como diminuir a sensação de ressecamento causada pela baixa umidade

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postado em 22 de agosto de 2011

Quem nunca sofreu com gripes e alergias no inverno que atire a primeira pedra e conte seus segredos. A estação tem mesmo clima propício para essas doenças. Porém, em 2011, outro fator vem roubando a cena e preocupando as entidades de saúde: a falta de umidade no ar.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), um nível considerado aceitável de umidade no ar deve estar acima dos 30%, mas na maioria das regiões do país os níveis têm ficado bem abaixo do adequado, causando desconforto na população.

Para suportar a baixa umidade enquanto a chuva não vem, algumas dicas podem ajudar.

Veja as sugestões da pneumologista Valéria Martins do Hospital São Luiz de São Paulo:

Dra. Valéria explica que com a queda da umidade e toda poluição, fica mais difícil para a via respiratória se defender do ar com a qualidade ruim. Além disso, os cílios das narinas, que são responsáveis por filtrar o ar, passam a ter mais dificuldade para trabalhar.

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Os exames preventivos e as principais patologias que atingem o sexo masculino

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postado em 11 de agosto de 2011

Todo mundo sabe e não há quem duvide, os exames preventivos são grandes aliados da saúde de qualquer pessoa. Também não é novidade para ninguém que as mulheres são muito mais disciplinadas quando o assunto é prevenção de doenças.

Eles detestam passar por exames, mas o que a grande maioria não sabe é que esse hábito garante o diagnóstico precoce de doenças evitando complicações futuras.

O cardiologista do Hospital São Luiz, Dr. João Vicente da Silveira, alerta: “Os homens vivem sete anos menos que as mulheres, em média”. Dados da Organização Mundial de Saúde comprovam que de cada cinco mortes que ocorrem na faixa etária dos 20 aos 30 anos, quatro são do sexo masculino. “Esse índice poderia ser reduzido se algumas doenças fossem diagnosticadas precocemente. O ideal é fazer exames cardíacos a partir dos 20 anos”, adverte o médico.

Ideal também seria que os garotos fossem ao urologista antes de iniciar sua vida sexual. Para os maiores de 45, principalmente os de vida sedentária, tabagistas, etilistas, diabéticos, hipertensos ou com histórico familiar de doenças urológicas, devem anualmente fazer uma consulta de rotina, mesmo sem sintoma algum percebido. Depois dos 45 também é hora do exame de toque renal. Não se intimide pelas provocações e piadas. O exame é importantíssimo e não dói nada.

“Muitas vezes um simples sinal ou um dado de exame indica algo relevante ou alguma patologia que deve ser melhor investigada”, explica o urologista do Hospital São Luiz, Dr. Gustavo Alarcon.

As doenças mais encontradas no sexo masculino são as doenças Sexualmente transmissíveis, doenças benignas da próstata, cálculos renais e disfunções sexuais. Complicações de rim e da bexiga, além de tumores testiculares com incidência nos adultos jovens e de meia idade, também estão entre as mais comuns.

A prevenção é sempre o melhor remédio. Exames de imagens, físicos e laboratoriais, além de uma boa história clinica, são suficientes para uma investigação adequada e, se preciso, facilitam uma proposta de tratamento efetivo e eficaz.

Ao contrário dos cuidados, não existe um exame para cada fase da vida especificamente, porém é indispensável orientar os jovens em relação ao sexo seguro, evitando uma gravidez indesejada de sua parceira e as DST’s.

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Dia mundial sem tabaco

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postado em 30 de maio de 2011

Seja por curiosidade, vontade de integrar grupos sociais ou ansiedade, não se sabe ao certo o motivo que leva as pessoas a fumar. Mas já é possível entender porque elas devem largar o cigarro. Segundo dados da OMS (Organização Mundial da Saúde), 4,9 milhões de pessoas morrem anualmente no mundo por conta desse vilão, além de ser responsável por 30% a 40% das mortes por câncer.

 

A pneumologista do Hospital São Luiz, Dra. Iara Nely Fiks, comenta sobre a influência do cigarro na saúde. “Todas as doenças que uma pessoa comum tem o fumante possui chances dobradas de contrair”, afirma.

 

Segundo a especialista, apenas um cigarro é capaz de reunir aproximadamente 4,7 mil substâncias tóxicas diferentes, muitas delas cancerígenas. Para se ter uma idéia da influência agressiva do cigarro na saúde, semanas após o indivíduo ter parado de fumar já é possível perceber alterações imunológicas e até mesmo estéticas, como pele, cabelo e hálito.

 

Embora os problemas cardiovasculares sejam a maior causa de mortes no mundo, o tabagismo está diretamente atrelado às suas complicações. O cigarro é tão impactante nesses casos que após um ano sem o vício, o fumante diminui em até 200% as chances de sofrer infarto do miocárdio.

 

 

Dicas para parar de fumar

 

Amanhã, 31/05, é o Dia mundial sem tabaco. Por causa desta data, falamos com Iara sobre como é possível parar de fumar.

 

De acordo com a médica, o primeiro passo para conseguir parar de fumar é compreender os danos que o hábito acarreta e ter vontade de exterminar o vício. Em seguida, é preciso procurar um especialista capacitado para auxiliar o fumante, pois este é um processo que pode demandar tempo e muita paciência.

 

Outras dicas para parar de fumar:

  • Pense nos motivos que o levam a fumar;
  • Marque uma data com antecedência para deixar de fumar e conte aos seus familiares e amigos mais próximos;
  • Evite locais fechados em que possa encontrar pessoas fumando;
  • Tente evitar situações de estresse;
  • Lembre-se dos benefícios que parar de fumar irá lhe proporcionar.
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