postado em 28 de março de 2012
A época dos ovos de chocolate vai chegando e quem possui diabetes, doença celíaca (intolerância à glúten) ou intolerância à lactose precisa se esforçar para não cair em tentação, caso deseje ficar longe de um centro médico.
Uma saída para esse grupo são os produtos criados especificamente para quem possui algum tipo de restrição alimentar. Porém é necessário estar atento às informações que aparecem no rótulo desses itens, pois, dependendo do seu caso, o consumo pode não ser o mais indicado.
Segundo o endocrinologista Alex Leite, do Hospital e Maternidade São Luiz, os diabéticos podem recorrer às opções diet, mas sempre sem descuidar da quantidade. “É normal ingerirmos mais chocolate nessa época, mas os diabéticos devem evitar. O ideal é quanto menos, melhor. O chocolate diet não tem açúcar, mas tem gordura saturada que também é ruim para os diabéticos”, observa.
Caso você caia em tentação e acaba experimentando um chocolate “normal”, fique atento aos efeitos colaterais. “O chocolate com açúcar faz compensar a glicemia do paciente. Muitas vezes esse açúcar pode não subir no exato momento, porque a gordura do chocolate acaba atrapalhando a rapidez com que será absorvido. Dependendo do caso, o diabético pode necessitar internação para maiores cuidados”, explica Alex.
A lista de produtos proibidos para consumo é maior para os celíacos: além do chocolate, é preciso evitar qualquer coisa que possua glúten, como farinha de trigo, aveia, centeio e a tradicional colomba pascal, feita especialmente para essa fase do ano. Como opção, pode-se consumir a alfarroba, uma vagem que, triturada substitui o cacau, além de ser livre de lactose e tem baixo teor de gordura.
Para quem possui intolerância à lactose, uma alternativa são os chocolates que não possuem leite em sua composição. “Uma boa opção é o chocolate a base de leite de soja. Os chocolates amargos, que costumam conter 70% de cacau, também são uma boa saída”, pontua Alex.
Atenção: tantos os celíacos como os intolerantes que caírem em tentação podem passar o feriado com dores abdominais, diarreia e vômito.
E fica a dica: o segredo é a moderação . “Se a pessoa gosta muito de chocolate o melhor é que procure os que são adaptados, sem glúten ou sem lactose. É a prova de que não é porque a pessoa tem uma restrição que ela não pode ter hábitos comuns como, por exemplo, consumir chocolate na Páscoa. Ela pode sim, só deve procurar o que é indicado à sua restrição”, explica o endocrinologista.
Fonte: Portal Terra
postado em 27 de março de 2012
Você pode estar atrasado, mas a lancheira das crianças deve ser prioridade. A falta de tempo não deve impactar na qualidade da alimentação de seu filho. Veja algumas dicas da nutricionista Adriana Mesquita, do Hospital São Luiz, para preparar a rotina alimentar da criança:
- Escolha a lancheira correta. Procure um material resistente e lavável. A higienização deve ser feita com álcool assim que chegar da escola. Lave com água e sabão uma vez por semana.
- Oriente seu filho a evitar o contato da lancheira com o chão e a lavar as mãos antes do consumo dos alimentos.
- Na dificuldade da compra de lancheiras térmicas, utilize recipientes térmicos internos.
- Os lanches devem ser embalados em papel-filme e depois colocados em potes de plástico. Aos que necessitam de refrigeração, como sucos ou leite, são imprescindíveis os recipientes térmicos.
- Converse com os filhos sobre suas preferências. Isso economiza tempo e dinheiro. Reservem um momento para montar um cardápio quinzenal juntos. Assim você se programa e ainda pode negociar alguns itens para estimular o apetite.
- Evite os excessos de alimentos industrializados, doces e refrigerantes.
- Combine com a criança como farão parte do cardápio. Doces e frituras não são proibidos desde que consumidos com equilíbrio, orienta Adriana.
- Não se esqueça de dosar as quantidades. O lanche deve conter cerca de 300 calorias para as crianças com peso adequado. Procure colocar uma fonte de carboidratos (pães, biscoitos, barrinhas de cereais), uma de proteína (leite e derivados, frios) e outra de vitaminas e minerais (frutas e suco de frutas).
- O último e importante passo é verificar a quantidade consumida e a preferência deles ao chegar da escola, fazendo dessa tarefa uma atividade prazerosa e saudável.
Fonte: Diário Catarinense
postado em 13 de julho de 2011
A estação mais fria do ano faz com que as pessoas passem mais tempo em lugares fechados, aumentando a incidência de doenças contraídas pelo ar, principalmente no caso das crianças. “É a época que chamamos de período sazonal de favorecimento para infecções do sistema respiratório”, alerta a pediatra Eliane Enriques Alfani, do Hospital São Luiz, em uma matéria publicada no blog Toda Moderna.
A especialista alerta para as situações em que os pequenos estão mais expostos ao contágio e dá dicas que ajudam a diminuir a chance delas ficarem de cama:
Atenção com a escola: a maioria dos casos de gripe acontece na escola, lugar onde os pequenos passam a maior parte do dia. “O contato com apenas um indivíduo adoentado é a principal causa do contágio de gripes”, diz a pediatra.
Mofo: é no inverno que fazemos uma revolução no nosso guarda-roupa e “desencavamos” casacos e mantas que não eram usados há um bom tempo e que na maioria das vezes acumulam poeira e ácaro. A dica é que, ao menor sinal de tempo frio, separar todas as peças que serão usadas nessa estação e lavá-las, removendo toda a sujeira acumulada.
Alimentação: refeições ricas e balanceadas, que contenham proteínas, carnes, ovos, queijos, legumes e verduras devem ser presença obrigatória nessa época do ano, pois ajudam a fortalecer o sistema imunológico das crianças. “É importante buscar os nutrientes em alimentos naturais e variados para não ficar só nas guloseimas industrializadas que, além de pouco nutritivas, também são calóricas”, acrescenta a médica.
Vacinação: a partir dos seis anos, as crianças já podem receber a vacina contra o vírus influenza, o maior causador da gripe, o que é bastante recomendado pelos médicos: segundo estudos realizados pela Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), os casos de complicações respiratórias, como pneumonia, aumentaram entre crianças de seis meses a 5 anos de idade.
Para ler a matéria completa, clique aqui
postado em 8 de abril de 2011
O programa Bem Estar, da Rede Globo, consultou o endocrinologista do Hospital São Luiz Dr. Alfredo Halpern sobre alguns hábitos alimentares que podem ser prejudiciais. Um dos exemplos é a ingestão em excesso de líquidos durante a refeição.
A edição, veiculada no dia 6 de abril, também mostrou o caso do advogado Alexandre Berthe, que ingeria dois litros de refrigerante por dia e precisou fazer uma cirurgia de redução de estômago.
Para assistir, clique na imagem abaixo:
postado em 1 de março de 2011
Pular carnaval requer não apenas muita disposição e alegria, como também muita energia. Para isso, o Yahoo! consultou o nutrólogo Celso Cukier, do Hospital São Luiz, que deu algumas sugestões de alimentação:
1) Não sair de casa em jejum. De preferência, comer alimentos leves.
2) Ingerir muita proteína, preferindo carnes magras;
3) Evitar frituras e gorduras uma semana antes do Carnaval ajuda a aumentar a disposição.
4) Se preocupar em se hidratar, tomando muita água.