Blog da Saúde

Ciúme entre irmãos

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postado em 20 de junho de 2012

Esse sentimento, tão presente nas relações fraternas, pode começar a surgir a partir do momento em que o mais velho recebe a notícia de que, logo, logo a família irá aumentar. “A criança não se sente mais o centro das atenções. Antes, tudo era voltado para ela, mas com a chegada de um irmão ela perde essa exclusividade”, explica Marcelo Reibscheid, pediatra e neonatologista do Hospital e Maternidade São Luiz.

Segundo Reibscheid, nesse momento, os pais precisam dar todo o suporte necessário para a criança: “Os pais devem ser claros com o filho e explicar o que está acontecendo e o que irá acontecer, sem esconder nada”. O ideal é fazer com que ele faça parte dessa fase e participe de todos os momentos importantes: procure levá-lo para ver o ultrassom, comprar coisas para o quarto, montar o enxoval, etc.

 Após o parto

Quando o novo irmãozinho chega em casa, é normal que o mais velho se sinta um pouco abandonado ou deixado de lado. Para evitar que isso aconteça, o pediatra salienta a importância do pai nessa fase: “É preciso também se dedicar ao filho mais velho, seja jogando bola ou brincando de boneca, o objetivo deve ser tirar um pouco da atenção do recém-nascido”, explica.

Nesse momento é ideal mostrar ao filho mais velho que ele é um parceiro dos pais e que também possui responsabilidades com o novo irmão.

 Igualdade

É importante que os pais entendam que cada filho possui a sua particularidade e respeite as características de cada um. E isso vale para diversas fases da vida, como por exemplo:

Aniversários: alguns pais presenteiam um filho no aniversário do outro, para que a outra criança não se sinta enciumada. Mas esse gesto não é recomendado. É importante que cada um tenha seu momento e que isso fique claro para ambos.

Escola

Se um irmão vai bem e o outro precisa de ajuda, os pais precisam estimular o que não está indo bem, procurando alternativas que o ajudem a melhorar nos estudos. Nunca se deve dar bronca na frente do outro ou falar que ele é mais inteligente.

Música na infância

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postado em 23 de maio de 2012

A música proporciona benefícios para a criança desde o período de gestação: se o bebê entra em contato com as ondas sonoras logo nos primeiros meses, elas ajudam a estimular e desenvolver áreas do cérebro mesmo durante a gravidez.

“A música consegue acalmar não só os bebês, mas as crianças maiores também”, afirma Marcelo Reibscheid, pediatra e neonatologista do Hospital e Maternidade São Luiz.

Segundo ele, qualquer ritmo contribui para desenvolver a parte neurológica dos pequenos. Mas se o seu objetivo é acalmar a criança para, por exemplo, colocá-lo na cama, é indicado escutar ritmos mais tranquilos.

Benefícios

De acordo com Reibscheid, a música tem importância em todas as fases da infância e adolescência. “Existem pesquisas que provam que 90% das crianças que são estimuladas com música possuem maior vocabulário, aumento de Q.I. e facilidade de aprendizado”, afirma.

O ideal é que as crianças comecem a aprender um instrumento musical por volta de 4 a 6 anos, quando suas funções motoras e neurológicas estão em formação e elas podem aproveitar todos os benefícios dessa prática.

O médico ressalta a importância de deixar a criança escolher o instrumento que ela deseja aprender. “Muitos pais fazer com que os filhos aprendam os instrumentos que eles gostariam de ter aprendido, mas isso não adianta. Impor esse tipo de coisa à criança fará com que as aulas de música não tenham o efeito que teriam caso ela estudasse aquilo que gosta”, explica.

Festas de Carnaval para as crianças contribuem com o desenvolvimento da criatividade e da socialização

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postado em 14 de fevereiro de 2012

O Carnaval é uma das festas mais celebradas no Brasil, até mesmo para as crianças, que aproveitam a data para brincar, dançar e se divertir.

“É uma época propícia para os pequenos imaginarem um mundo de fantasias e isso é bastante positivo, pois pode contribuir para torná-las adolescentes e adultos criativos e com raciocínio mais rápido”, afirma nosso pediatra, Dr. Marcelo Reibscheid.

Não há restrições para começar a aproveitar a folia, contudo, o especialista aconselha os pais a levarem os filhos a bailes e eventos carnavalescos quando já estiverem andando, por volta dos 10 meses a um ano e meio.

Nesta idade, já é possível interagir e participar das brincadeiras, promovendo a socialização entre os colegas.

“As atividades coletivas fazem com que as crianças sejam mais sociáveis e ainda tenham a oportunidade de adquirir experiências e visões de vida diferentes”, diz o médico. “Eles aprendem também a compartilhar com outras pessoas, porque geralmente dividem serpentinas e confetes, por exemplo.”

Para aproveitar as festividades com segurança e bem-estar, vale atentar-se para alguns pontos:

Hidratação: Em virtude do calor e, conseqüente, sudorese, é imprescindível beber líquidos no decorrer da festa, como água, leite ou suco.

Alimentação: O ideal é ingerir alimentos leves e práticos, como frutas ou mesmo sucos. Mas, como o momento é de descontração, são permitidas guloseimas, como doces e pipocas, desde que sem exagero.

Vestuário: Roupas confortáveis dão liberdade de movimento e, por isso, são recomendadas. As fantasias, porém, são as mais reivindicadas pelas crianças, mas é preciso ter atenção se o elástico aperta ou o tecido irrita a pele, podendo gerar alergia; neste caso, basta retirar a peça e aguardar, pois o desconforto passará em curto prazo.

Segurança: Sprays de espuma fazem a alegria da garotada, no entanto, é fundamental conferir a composição química dos produtos para verificar se não são tóxicos e não contêm álcool, a fim de evitar alergias e ardência na pele e olhos. Respeitar a faixa etária do evento é importante para que os menores não acabem sendo machucados por empurrões ou quedas.

 

 

Qual o modelo e o peso ideal para a mochila do seu filho?

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postado em 23 de janeiro de 2012

Semana que vem a maioria das crianças voltam à rotina escolar. E uma das grandes preocupações dos pais é o peso e a forma correta de os filhos carregarem a mochila.

O Instituto Nacional de Tráumato-Ortopedia (Into), órgão ligado ao Ministério da Saúde, alerta: crianças que carregam mochilas muito pesadas correm o risco de sentir dores nas costas, desenvolver postura incorreta e apresentar desvios na coluna vertebral.

O ideal é que as crianças levem mochilas com rodinhas para a escola, assim elas evitam problemas de coluna. Mas as crianças maiores estão muito mais preocupadas com a aparência imediata do que com os problemas futuros na coluna.

Nestes casos, o peso das mochilas não deve ultrapassar o limite de 10% do peso da criança, ou seja, uma pessoa que pese 30kg não pode carregar uma mochila com mais de 3kg de material escolar.

Outra recomendação é que as mochilas sejam carregadas com as alças nos dois ombros, nunca só em um deles, para que a carga fique distribuída na região central mediana do corpo. Os estudantes que optam pelas bolsas do tipo “carteiro” são aconselhados a alternar os lados em que conduzem o material.

Os pais devem estar atentos quando seus filhos se queixarem de dor. A partir do momento em que as crianças reclamam de dores musculares constantes, que as impedem de brincar e se divertir, é dado um sinal de alerta para a existência de problemas de coluna.

É preciso tentar convencer os filhos a usar a mochila com rodinhas. É importante também que os alunos levem para as aulas somente o material necessário que utilizarão em determinado dia da semana. Os livros maiores podem ser deixados nos armários na escola. Caso seja inevitável levar muito material para o colégio, os filhos precisarão da ajuda dos pais para carregar os materiais.

A prática de atividades físicas também é recomendável às crianças em idade escolar. Os exercícios, especialmente esportes aquáticos, aumentam a resistência muscular das crianças. A natação se destaca, pois trabalha toda a musculatura do corpo, é bem vinda a todas as articulações e ajuda a prevenir as dores.

Outra dica é levar as crianças pelo menos uma vez por ano ao pediatra. Somente o médico pode ajudar a detectar doenças comuns na fase de crescimento, como a escoliose, um desvio na coluna que apresenta poucos sinais durante o aparecimento.

Fonte: www.pediatriaemfoco.com.br

Verão tranquilo para crianças e pais

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postado em 27 de dezembro de 2011

A praia é o destino mais escolhido pelas famílias nessa época do ano. Durante as férias escolares, as crianças estão com mais energia e com mais tempo livre. Por isso, alguns cuidados básicos ajudam os pais a aproveitar a praia tranquilamente sabendo que os filhos estão protegidos. Dr. Marcelo Reibscheid, pediatra do São Luiz, dá algumas dicas para você aproveitar poupar seu filho de possíveis problemas:

  • Protetor solar:

O protetor solar é a primeira e mais importante dica com relação à exposição ao sol. Antes de viajar, converse com o pediatra do seu filho e peça a ele que indique a proteção mais adequada à sua pele. Lembrando sempre de evitar exposição ao sol entre 11h e 17h, levando em consideração o horário de verão.

  • Água, muita água!

A perda de líquido é o maior vilão das férias e do calor. “A sede é o principal sintoma de desidratação na criança. Para garantir, ofereça sempre líquidos antes que ela peça”, alerta Reibscheid.

  • Alimentação na praia

A oferta de produtos gordurosos e mal refrigerados na areia é grande. No entanto, esses alimentos podem levar a uma intoxicação alimentar e estragar a festa. Opte por fazer uma refeição leve antes do passeio e elevar frutas e água para a diversão.

  • Afogamento

Crianças devem sempre estar acompanhadas de um adulto para banho de mar e de preferência equipadas com bóias que garantem a tranquilidade da brincadeira.

  • Águas vivas

O contato com as águas vivas e os ricos das queimaduras assustam crianças e pais. Caso aconteça, lavar o local com água fria e corrente e procurar assistência médica para avaliar a gravidade da queimadura

Pediatria e HIV

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postado em 1 de dezembro de 2011

O “Canal do Médico” de hoje marca o Dia Mundial de Combate à Aids com muita informação para você!

Dr. Marcelo Reibscheid fala sobre o temao, os cuidados que precisam ser tomados e como se manifestar para a sociedade!

Como falar sobre separação com os filhos?

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postado em 22 de novembro de 2011

O número de casais separados cresce a cada dia em todo o mundo. Mesmo se tornando um fato comum na sociedade, o momento ainda é complicado e causa sofrimento não só para o casal, mas também para os filhos.

Surge ai a dúvida: como tratar o assunto com as crianças?

Para orientar os pais, o “Canal do Médico” de hoje fala do tema com muita clareza em entrevista com Dr. Marcelo Reibscheid e se dispõe a ajudar você a passar por esse momento da melhor maneira possível.

 

Hospital e Maternidade São Luiz: Qual o momento certo para falar com os filhos sobre a separação?

Dr. Marcelo: O momento mais adequado para conversar com o filho seria um pouco antes do casal se separa fisicamente, ou seja, morar em locais separados. Não é correto fazer a separação dos corpos e somente então informar a criança. É importante dar um tempo para que ela entenda a idéia e, depois disto, fazer a “separação dos corpos”.
HMSL: Como falar com os filhos sobre separação?

Dr. Marcelo: Deve ser uma conversa franca e sem mentiras. Obviamente, para cada idade será usada um tipo de linguagem, mas nunca com mentiras ou falando mal de um ou outro do casal.

 

HMSL: Pai e mãe devem estar presentes na conversa?

Dr. Marcelo: Com certeza. É importante estarem juntos nesta conversa até mesmo como forma de demonstrar para a criança que eles não são “inimigos”, somente não se amam mais para ficarem juntos. Pode-se falar em separado depois, mas a notícia inicial deverá ser dada pelo “casal”.

 

HMSL: O que fazer se a criança apresentar mudanças de comportamento após a separação?

Dr. Marcelo: É muito importante que a criança se sinta amparada e querida pelos dois lados. Se os pais perceberem que estão perdidos no processo, a ajuda de um psicólogo é providencial. Quando a criança começa a ter mudanças importantes de comportamento também pode ser importante a ajuda de um psicólogo. Os pais devem ficar muito atentos aos quadros depressivos infantis, que são muito comuns nesse momento.
HMSL: Os pais devem se sentir culpados pelo possível sofrimento dos filhos?

Dr. Marcelo: Não, pois se ficassem juntos provavelmente estes filhos sofreriam mais ainda. Para a criança em formação, é de extrema importância crescer em um ambiente saudável e sem brigas. Filho não segura casamento!

Dr. Marcelo também explicou o que passa na cabeça das crianças quando ficam sabendo que os pais estão se separando.

Divórcio com filhos entre um e três anos

Na época da separação, é provável que a criança torne-se muito tímida, comporte-se como uma criança menor que sua idade afetiva, requeira muito mais atenção e tenha pesadelos noturnos.

Divórcio com filhos entre 2 e 6 anos

A criança não entende ainda o que é uma separação, mas ao notar que um dos membros do casal não dorme em casa, é provável que pense que é por sua culpa, e reaja de formas opostas: ou fique muito obediente (pensando que se for bom, o papai voltará), ou também muito mais agressivo ou rebelde, como era de se esperar quanto ao seu caráter.

Nesta idade, alguns dos pequenos negam a separação tanto a si mesmos quanto aos demais. Mentem aos parentes e amigos dizendo que seus pais ainda dormem juntos à noite, e continuam brincando de bonecas durante meses, simulando sua própria família e fazendo que seus pais durmam um ao lado do outro.

Divórcio com filhos até os 6 anos

As crianças sofrem um grande temor de serem abandonadas, junto com uma profunda sensação de perda e de tristeza. Podem sofrer transtornos do sono, de alimentação, e adotar condutas regressivas.

Divórcio com filhos entre 6 e 9 anos

Aparecem sentimentos de rejeição, fantasias de reconciliação e os problemas de atitude. É possível que as crianças experimentem raiva, tristeza e nostalgia pelo pai que se foi. Nos casos em que os cônjuges tenham tido conflitos graves, alguns filhos podem viver uma luta entre seus afetos pelos pais e pela mãe. Outras vezes, se descuidam no aspecto material, obrigando-os a prepararem a comida, a vigiar os irmãos menores e que assumam responsabilidades muito pesadas para sua idade.

Divórcio com filhos entre 9 e 12 anos

Os filhos podem manifestar sentimentos de vergonha pelo comportamento dos seus pais, e cólera ou raiva pelo que tomou a decisão de se separar. Além disso, aparecem as tentativas de reconciliar aos seus pais, o descontrole dos hábitos adquiridos e problemas somáticos (dores de cabeça, estômago, etc.).

Divórcio com filhos adolescentes

Dos 13 aos 18 anos, a separação dos pais causará problemas éticos, e provocará, portanto, fortes conflitos entre a necessidade de amar ao pai e a mãe e a desaprovação de sua conduta. Geralmente as reações mais comuns nesta etapa são:

• Amadurecimento acelerado, ou seja, o adolescente adota o pai progenitor ausente, aceitando suas responsabilidades.

• Por outro lado, poderá adotar uma conduta antisocial: não acata nem aceita normas, desobediência, condutas de roubo, consumo de álcool, drogas, etc.

 

 

 

Obesidade Infantil: saiba como tratar

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postado em 8 de novembro de 2011

A obesidade infantil pode ser um problema muito maior do que pais imaginam. Para os pediatras, a criança a cima do peso representa um adulto a cima do peso, com problemas de hipertensão, diabetes, colesterol e cardíacos.

Por isso, é muito importante que os pais fiquem de olho no desenvolvimento de seus filhos. Dr. Marcelo Reibscheid, pediatra do Hospital e Maternidade São Luiz, alerta que os primeiros sinais da obesidade geralmente são observados pelo pediatra. “Como as crianças devem visitar periodicamente o seu médico, é ele quem vai notar a velocidade de ganho de peso da criança. Isso significa que ela está ganhando mais peso do que crescendo”, explica o especialista.

Os pais também podem notar o inicio de um quadro de obesidade quando a criança começa a se sentir cansada muito rapidamente. “Quando com o mínimo esforço físico a criança já começa a apresentar respiração ofegante e sinais de cansaço, pode ser um sinal de sobrepeso. Observe se, em um parque, por exemplo, todas as crianças estão correndo e seu filho está sentadinho”, diz Dr. Marcelo.

Caso a obesidade seja constatada, os pais devem conversar com seus filhos, explicando os malefícios que o problema causa. “É importante que a criança saiba que sendo gordinho ele será o último a ser escolhido para o futebol e que a saúde dele pode ser prejudicada”, explica o pediatra. Mas cuidado para não ser maçante com o assunto. “Falar muito sobre o tema pode gerar um quadro de anorexia”, diz.

O problema de sobrepeso na infância pode ter influencia genética ou ser desencadeado por problemas psicológicos, como ansiedade e depressão, mas Dr. Marcelo explica que na grande maioria das vezes, a obesidade é desencadeada pelos exageros dos pais. “Para agradar aos filhos, alguns pais dão doces e fast food para as crianças. No caso de pais separados, isso é ainda mais grave, já que tanto o pai quanto a mãe usam esse recurso, desbalanceado a alimentação do filho”, alerta.

Para tratar a obesidade, é importante que os pais reeduquem a alimentação da criança. “Prato bom é prato colorido, com carboidrato, verdura, legumes e proteína. Não tem problema que a criança coma pouco, desde que coma de tudo”, explica Dr. Marcelo.

Para sobremesa: frutas! As besteiras podem ser liberadas nos finais de semana, mas sem exageros. “É ideal que a criança tenha um acompanhamento médico e que os pais obedeçam ao pediatra. Seguir a ordem da alimentação passada pelo especialista é o primeiro passo para que a criança obesa chegue ao peso ideal”, sugere Dr. Marcelo.

O pediatra também sugere o uso do lúdico como instrumento para combater a obesidade. “Os pais podem dizer: ‘Olha, a Branca de Neve não come chocolate’, por exemplo”.

Além dos pais, todo mundo que está ao redor da criança precisa ter consciência da importância da alimentação balanceada para ela. “Avós, babás, ajudantes, tios e professores. Não adianta os pais tomarem conta da alimentação da criança se quando ela sai de perto deles o cenário é outro”, alerta Dr. Marcelo.

Como aproveitar bem o tempo com os filhos

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postado em 25 de outubro de 2011

De um modo geral, os pais têm passado menos tempo com seus filhos. Este cenário faz com que eles acreditem que por isso serão pais ausentes e distantes de suas crianças. De acordo com Dr. Marcelo Reibscheid, pediatra do Hospital e Maternidade São Luiz, isso não é verdade!

“Para sermos presentes, o importante é a qualidade do tempo que dispomos aos nossos filhos. Uma brincadeira de esconde-esconde por 15 minutos, uma leitura de história na hora de dormir ou um desenho feito a quatro mãos é muito mais eficiente e satisfatório para a criança do que passar o dia inteiro apenas trabalhando ao seu lado”, explica.

Se você chega tarde do trabalho, uma história na hora de dormir pode ser uma boa solução para aproximar você e seu filho. Acordar 15 minutos mais cedo no dia seguinte só para brincar um pouquinho também é uma boa opção. São pequenas coisas que enchem as crianças de alegria e que fazem com que elas se lembrem de nós o dia todo.

 

Canal do Médico

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postado em 18 de outubro de 2011

O Hospital e Maternidade São Luiz busca ser conhecido não apenas pelos serviços que presta em benefício da saúde, mas também pela qualidade dos profissionais que frequentam o hospital. Por mês, são mais de 4 mil colaboradores e 7 mil médicos que circulam nas unidades Itaim, Morumbi e Anália Franco para cuidar de você e de seu bem-estar.

Para aproximar ainda mais o corpo médico do hospital de você, o Blog da Saúde inaugura a editoria “Canal do médico”. Nesta seção, você terá dicas de especialistas de diversas áreas. O pediatra convidado pelo Hospital e Maternidade São Luiz é o dr. Marcelo Reibscheid, que periodicamente trará dicas de saúde infantil. Assista ao vídeo.

O tema da primeira conversa é cólica infantil. Confira abaixo as dicas de Marcelo.

Blog da Saúde: É comum o bebê sofrer com cólicas? Quais podem ser as causas da cólica infantil?

Dr. Marcelo Reibscheid: É perfeitamente normal que bebês até os três meses sintam cólicas. O que acontece é que ao nascer o intestino da criança passa por um processo de maturidade. Cerca de 80% dos bebês sentem esse processo, os outros 20% não sofrem muitas vezes por pura sorte. É claro que a alimentação da mãe interfere muito na saúde do filho, mas as cólicas são super comuns.

BS: Como saber que a criança está com cólica? Como os pais devem proceder?

MR: A criança normalmente chora esticando e dobrando a perna, além disso, a barriga fica dura e avermelhada. Os pais devem manter a calma e não usar medicamentos caseiros. Uma massagem e uma bolsa de água quente podem ajudar muito. O importante é ter em mente que não há motivo para preocupação. A cólica é um estado transitório. Se após três meses o bebê continuar chorando é aconselhável levá-lo ao médico para entender se existe algo a mais que uma simples cólica.

BS: Existe um horário que a criança fica mais propensa a sentir cólicas?

MR: No final do dia, o nível de cortisol decai. O mal-estar acontece normalmente neste horário e é normal que o bebê fique mais queixoso.

Para ler mais sobre o assunto, acesse o site do Dr. Marcelo Reibscheid.

Você tem alguma dúvida sobre a saúde e o crescimento do seu filho? Qual tema você gostaria que o Dr. Marcelo abordasse no blog? Envie suas sugestões por aqui ou pelo Facebook e Twitter do São Luiz.

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