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Hoje é o Dia Mundial de Luta contra as Hepatites Virais

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postado em 28 de julho de 2014

Hoje é o Dia Mundial de Luta contra as Hepatites Virais. A hepatite consiste em uma inflamação no fígado e pode ser causada por vírus, medicamentos, uso de bebidas alcoólicas, doenças de depósito (de gordura no órgão, por exemplo), entre outras causas.

Existem diversos tipos de hepatite, porém as formas mais comuns são as contagiosas, transmitidas por vírus, também chamadas de hepatites virais. Entre os tipos de vírus, estão: A, B, C.

A hepatite A é transmitida por água contaminada. Os sintomas mais comuns são cansaço, febre, perda de apetite, náuseas, cefaleia, etc.

Qualquer indivíduo que tenha contato direto com fluidos contaminados (sangue, sêmen, secreção vaginal) está predisposto a contrair a hepatite B. Também podem adquirir a doença recém-nascidos de mães infectadas, pessoas que fazem sexo não seguro, que têm múltiplos parceiros sexuais, usuários de drogas ilícitas injetáveis, pacientes em unidades de hemodiálises e viajantes para países onde o VHB é comum.

O vírus da Hepatite C só é reconhecidamente transmitido pelo sangue ou seus derivados. Por este motivo, a partilha de material perfuro-cortante (agulhas, seringas, lâminas de barbear, alicates, entre outros) pode transmitir a doença.

Além da história clínica e do exame médico, as hepatites A, B e C são diagnosticadas por testes sanguíneos para verificar a presença de anticorpos, que são proteínas criadas pelo sistema imune em resposta à virose.

Segundo o hepatologista do Hospital São Luiz Morumbi, Dr. Fernando Pandullo, além da vacina, outras maneiras de prevenir a doença são: ingerir somente água tratada e alimentos higienizados, evitar o consumo excessivo de bebidas alcoólicas, praticar sexo somente com proteção e não ingerir medicamentos sem orientação médica.

#HospitalSaoLuiz #hepatite #figado

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Dúvidas sobre bebidas alcoólicas

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postado em 22 de Fevereiro de 2013

BebidasBeber faz parte do convívio social dos brasileiros, mas é preciso ter cuidado para não exagerar na dose.

A hepatologista Débora Dourado recomenda moderação, para que o organismo não sofra consequências graves durante o passar dos anos. A especialista ajuda a esclarecer algumas das principais dúvidas relacionadas à ingestão de álcool:

1.Qual é a quantidade máxima de álcool que se pode ingerir diariamente? Isso varia da mulher para o homem?

Para a mulher, a quantidade limite estimada é de 40 gr de álcool por dia. Já para o homem, esse número sobe para 80. Uma lata de cerveja tem cerca de 4% de teor alcoólico, enquanto um uísque tem de 40 a 50%. 100 ml de uísque equivalem a 40 gr de álcool. Sendo assim, a mulher e o homem podem, respectivamente, tomar 5 e 8 doses de uísque por semana sem que isso interfira significantemente na sua saúde.

Lembrando que não beber durante a semana não dá o direito de consumir a unidade diária de uma vez só. Isso ocorre por conta das diferenças entre distribuição de gordura, massa corporal, quantidade de líquido no organismo de cada um etc. O organismo da mulher é mais fraco em relação à bebida, se tornando mais suscetível a doenças se o consumo for exagerado.

2.Os fermentados são menos agressivos que os destilados? A mistura entre eles deixa a pessoa bêbada mais rápido?

Sim, os fermentados são menos agressivos do que os destilados, pois têm uma concentração menor de álcool. Porém, não são as misturas que deixam a pessoa bêbada, mas sim a quantidade de álcool ingerida.

Quem toma duas cervejas e depois consome uma dose de uísque ficará bêbado mais rápido do que quem só bebe cerveja, devido à unidade consumida.  

3. O único órgão afetado pela bebida é o fígado?

Não. Muito antes de atingir o fígado, o álcool age no sistema nervoso central e no cérebro, provocando alteração na consciência, euforia inicial e depressão. No longo prazo, afeta também os nervos periféricos, causando neuropatias.

4. É melhor beber de estômago cheio?

A absorção do álcool quando o estômago está vazio é muito mais rápida, sendo aconselhável que a pessoa se alimente bem antes de ingerir bebida alcoólica.

5. Por que algumas pessoas têm amnésia alcoólica?

Porque o organismo de alguns indivíduos é mais suscetível aos efeitos das substâncias tóxicas do álcool no cérebro. Todos os efeitos causados pelo álcool variam de pessoa para pessoa. Uns ficam mais extrovertidos, outros ficam mais agressivos, outros choram.

6. Café ajuda na cura da ressaca?

A cafeína pode ajudar em alguns casos, considerando que a substância é usada para tratamentos de enxaqueca. Porém, o mais aconselhável é se hidratar, tomando bastante água.

Sobre a Hepatite C

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postado em 14 de setembro de 2012

Entre todas as hepatites, a do tipo C ainda é a principal doença que leva ao transplante de fígado. Por isso, é também uma das mais preocupantes. De acordo com dados da OMS, 170 milhões de pessoas estão infectadas pelo vírus da hepatite C no mundo e entre 3 e 4 milhões morrem por ano vítima de complicações da doença.

Apesar da seriedade do quadro, 68% da população nunca fez um exame de sangue que pudesse diagnosticar a hepatite C. O dado é de um estudo atualizado encomendado pela Sociedade Brasileira de Hepatologia e realizado pelo Instituto Datafolha. A pesquisa revelou também que a maioria da população desconhece o que é a doença.

“Quinhentas mil pessoas estão hoje sob vigilância ou em tratamento médico, e 2 milhões desconhecem que têm a doença. Se deixarmos ela evoluir naturalmente, vamos ter, em 2020 ou 2025, uma epidemia de casos de cirrose e carcinoma”, alerta Henrique Sérgio de Moraes Coelho, presidente da Sociedade Brasileira de Hepatologia (SBH).

“A hepatite C é uma doença potencialmente grave e hoje é mais grave do que a aids”, opina o médico.

O diagnóstico da doença é feito por meio de exame de sangue, para identificar um aumento significativo das enzimas do fígado devido à destruição do tecido hepático, explica a hepatologista do Hospital e Maternidade São Luiz, Débora Dourado.

O diagnóstico também pode ser obtido a partir da sorologia, que verifica o tipo de hepatite, e da biópsia do fígado, indicada para pacientes que sofrem de hepatite há mais de seis meses. Os principais sintomas são pele amarelada (icterícia), febre, enjoos, urina escura e fezes claras.

Tratamento

No último ano, a aprovação e comercialização de dois novos medicamentos trouxe fôlego ao tratamento. Os inibidores de protease – conhecidos como boceprevir e telaprevir – inauguraram uma nova era na luta contra a doença. Na última quarta-feira (25), o Ministério da Saúde anunciou a inclusão dessas duas novas terapias no hall de medicamentos fornecidos pelo Sistema Único de Saúde.

O vírus da hepatite C ataca o fígado e mais de 50% dos infectados evoluirão para a forma crônica da doença. Destes, 25% terão cirrose hepática e/ou câncer de fígado. A doença também é responsável por 50% das indicações de transplantes de fígado.

Fonte

Sintomas e tratamento da hepatite

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postado em 30 de julho de 2012

O Dia Mundial de Luta Contra as Hepatites Virais, que foi comemorado neste sábado, alerta a população para a doença – caracterizada por uma inflamação no fígado -, que a cada ano infecta mais de dois bilhões de pessoas e mata cerca de um milhão, segundo dados da OMS (Organização Mundial de Saúde).

Levantamento realizado pelo Hospital de Transplantes de São Paulo mostra que, apenas no Estado, 60% dos pacientes com problemas no fígado atendidos são portadores de hepatite, que é a a maior responsável pela cirrose hepática.

O diagnóstico da doença é feito por meio de exame de sangue, para identificar um aumento significativo das enzimas do fígado devido à destruição do tecido hepático segundo a hepatologista do Hospital e Maternidade São Luiz, Débora Dourado.

A especialista explica que o diagnóstico também pode ser obtido a partir da sorologia, que verifica o tipo de hepatite, e da biopsia do fígado, indicada para pacientes que sofrem de hepatite há mais de seis meses. Os principais sintomas são pele amarelada (icterícia), febre, enjoos, urina escura e fezes claras.

Conheça os tipos da doença

Hepatite A – Pode ser transmitida pela ingestão de água ou alimentos contaminados. Uma vez que não existe uma medicação específica para esse tipo de hepatite, a definição do tratamento varia conforme os sintomas, como febre e enjoos, com curta duração. Há chances de cura em 99% dos casos.

Hepatite B – É transmitida por meio de contato sexual, transfusão de sangue, via placento-fetal, ou seja, da mãe para o bebê, e pelo compartilhamento de agulhas, seringas e materiais cortantes, como alicates de unha e barbeador. “Até 50% dos casos de hepatites B podem se tornar crônicos, evoluindo para cirrose ou câncer de fígado”, explica a especialista. “Em outros casos, a hepatite pode ser resolvida com tratamento sintomático, que é feito de acordo com os sintomas do paciente”.

Hepatite C – Do tipo viral, a hepatite C pode ser adquirida em transfusão de sangue e, assim como a hepatite B, é possível ser transmitida por objetos cortantes, utilizados por mais de uma pessoa. Essa variação da doença também pode acarretar em câncer de fígado ou cirrose e o tratamento varia conforme os sintomas. A gravidade desse tipo de hepatite é identificada conforme os exames de sangue e biopsia realizados com o paciente. A Hepatite C também pode evoluir para cirrose ou câncer de fígado.

Hepatite D – Manifesta-se em pessoas portadoras da hepatite B. Os sintomas dessa patologia são náuseas, mal-estar e icterícia (pele amarelada). O paciente com essa variação da hepatite tem maiores chances de desenvolver a forma aguda da doença e precisar de transplante de fígado.

Hepatite E – Muito semelhante ao quadro clínico da hepatite A, é do tipo não crônico e se manifesta, principalmente, em lugares com saneamento básico precário, por conta da contaminação da água e de alimentos. Raramente esse tipo de hepatite é transmitido diretamente de uma pessoa para a outra.

Carlos Baía, coordenador do serviço de hepatologia do Hospital de Transplantes, explica como prevenir a doença:

Utilize preservativo nas relações sexuais: em 70% dos casos, a hepatite B é transmitida na hora do sexo. O contágio pode ocorrer em uma única relação sem proteção.

Não compartilhe objetos cortantes: na visita a manicure recomenda-se levar seu próprio kit com alicates e outros instrumentos. Também tenha a sua própria lâmina de barbear e só utilize agulhas ou seringas que sejam descartáveis. Colocação de piercings e tatuagens são procedimentos arriscados, quando não realizados com os devidos cuidados de esterilização.

Fique atento a higiene de utensílios e alimentos: alimentos e até mesmo água comercializados nas ruas ou em ambientes precários, sem que haja condições básicas de higiene, podem servir de vetores para o vírus.

 Fonte

Dia mundial do combate a hepatite

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postado em 18 de Maio de 2011

O dia 19 de maio é considerado o dia mundial do combate a hepatite. Para se ter uma ideia da abrangência da hepatite entre a população mundial, dados da OMC (Organização Mundial da Saúde) mostram que 200 milhões de pessoas estão infectados com a hepatite do tipo C.

 

De forma genérica, a hepatite é uma doença que pode ser caracterizada como toda espécie de inflamação no fígado – órgão que funciona como um filtro do organismo. Seu diagnóstico pode ser reconhecido e tratado previamente por meio de uma alteração laboratorial, ou em estado já avançado, como uma hepatite fulminante, com a possibilidade de levar o paciente à morte em pouco tempo.

 

É importante conhecer os diferentes tipos da doença e saber como preveni-la. Abaixo, veja as características dos cinco tipos de hepatite:

 

Hepatite A – Sua forma de transmissão é por meio da ingestão de alimentos ou água contaminados. O tratamento por medicamentos é rápido, e sua cura atinge quase a totalidade dos casos.
Hepatite B – Pode ser transmitida por contato sexual, transfusão de sangue, via placento-fetal e compartilhamento de seringas e agulhas. O quadro clínico pode evoluir e se tornar crônico.
Hepatite C – Pode ser adquirida por meio de transfusão de sangue, mas muitas de suas causas ainda são desconhecidas. Esse tipo da doença pode evoluir e desencadear um câncer no fígado
Hepatite D – Manifesta-se em pessoas que são portadoras da hepatite B. O paciente tem maiores chances de desenvolver a forma aguda da doença e precisar de transplante de fígado.
Hepatite E – Assim como a hepatite A, é do tipo não crônico e se manifesta, principalmente em regiões com saneamento básico precário, influenciado pela contaminação da água e alimentos. A transmissão entre pessoas é rara.

 

Para evitar o contágio, é necessário tomar algumas precauções. Além de receber a vacina contra a doença, é importante ingerir apenas água tratada e alimentos higienizados, evitar o consumo excessivo de bebidas alcoólicas, praticar sexo somente com proteção e não ingerir medicamentos sem orienção médica.

 

Os principais sintomas da hepatite são:

  • Pele amarelada (icterícia);
  • Febre;
  • Enjoos;
  • Urina escura;
  • Fezes claras.

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