postado em 28 de fevereiro de 2012
Geralmente nós não nos importamos muito ao usar o banheiro da empresa onde trabalhamos ou de um edifício comercial. Mas mesmo que estes locais tenham um aspecto limpo, ele não está livre de microrganismos maléficos à saúde.
Por isso, nosso infectologista e chefe do Serviço de Controle de Infecção Hospitalar do São Luiz, Dr. Orlando Jorge, fala mais sobre os riscos que corremos ao ir ao banheiro.
Principais riscos nos banheiros
Conhecidos popularmente como vermes, os parasitos, como áscaris, tricury, oxiúrus e giardia, podem provocar diarréia, dor abdominal, vômito e anemia.
Há também o risco de pegar hepatite A, além de bactérias e vírus intestinais, entre eles o rotavírus e o adenovírus.
Siga estas dicas e previna-se contra infecções urinárias, hepatite A e diarreia:
VASO SANITÁRIO
Utilize o papel higiênico para forrar a tampa ou simplesmente evite o contato com o vaso sanitário. O álcool gel também pode ser usado para uma rápida limpeza.
TORNEIRA
Após a higienização das mãos, evite tocar em qualquer outro elemento do banheiro. Utilize o papel com o qual secou suas mãos para fechar a torneira e abrir a porta.
TOALHA
Prefira secar as mãos naturalmente ou na própria roupa, caso a toalha disponível não seja descartável.
PAPEL HIGIÊNICO
Verifique se o rolo não está molhado, sujo ou em contato com o vaso, a pia ou o chão. Ele não deve ser usado para estancar sangue de ferimentos ou cortes por perigo de infecção.
SABÃO
Evite a versão em barra, que permite o acúmulo de resíduos em sua superfície, tornando-se uma colônia de bactérias. A versão liquida pode ser usada sem perigo.
Fonte: http://zonaderisco.blogspot.com
postado em 9 de janeiro de 2012
Você sabia que cerca de 90% dos casos de dengue acontecem entre os meses de janeiro e abril?
Mesmo com todas as campanhas de alerta sobre os perigos da doença, os casos de dengue vêm aumentando gradativamente. Em 2011, o número de pessoas infectadas no Rio de Janeiro foi cinco vezes maior do que em 2010.
Para sanar todas as suas dúvidas sobre a dengue, nossa infectologista, Dra. Raquel Muarrek Garcia esclarece dez mitos e verdades sobre a doença:
Mito: Existem quatro tipos ou sorotipos da doença. Cada paciente só contrai cada tipo uma vez na vida, portanto, pode contrair a doença até quatro vezes.
Verdade: Nenhum outro animal pode transmitir a doença ao ser humano. Somente o mosquito Aedes aegypti.
Mito: A dengue hemorrágica não é um tipo de dengue. Ela acontece quando o paciente contrai duas vezes tipos diferentes da doença. Como o organismo já estava debilitado por causa da primeira ocorrência do vírus, o segundo agrava a situação, causando hemorragias.
Verdade: O horário preferido da fêmea para acasalar é no fim da tarde. Sendo assim, também é o horário em que o mosquito costuma picar e transmitir a doença.
Mito: O vírus da dengue não tem casos registrados de contaminação em outros animais. Somente em humanos.
Verdade: A fêmea do mosquito é hematófaga, ou seja, se alimenta de sangue, enquanto o macho se alimenta da seiva das plantas.
Verdade: O mosquito não costuma voar acima de 1,2 m do solo, por isso, picadas nas pernas podem ser mais comuns.
Mito: A larva do mosquito pode aparecer em águas paradas, sejam elas limpas ou sujas.
Verdade: Por estar grávida, a mulher já está no grupo de risco para a doença se agravar. Se ela for infectada, em casos extremos, a doença pode ser passada para o bebê.
Mito: O mosquito não só sobrevive como pica da mesma forma no frio ou no calor.