Blog da Saúde

Qual o melhor esporte para cada idade?

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postado em 16 de agosto de 2012

Praticar esportes é uma atividade que só traz benefícios: além de melhorar a estrutura corporal e prover mais anticorpos ao organismo, várias atividades esportivas ajudam a desenvolver a forma como a pessoa se relaciona com os outros, tornando-a mais paciente, centrada e com espírito de equipe.

Diante de toda sessas vantagens, não é estranho que as crianças sejam incentivadas desde cedo a ingressar em alguma modalidade esportiva. Mas quando é o momento de iniciar os pequenos no esporte?

“Desde o nascimento o exercício pode ser estimulado. O que varia é a forma de realiza-lo, respeitando sempre a evolução neurológica”, explica o ortopedista infantil Fabiano Prata, complementando que a atividade física desenvolve principalmente o sistema músculo-esquelético e o neurológico como equilíbrio e coordenação.

O médico ainda ressalta que em cada faixa etária a criança apresenta diferentes capacidades que sofrem influência da evolução neurológica, por isso existem exercícios recomendados para cada um dos primeiros anos da criança de acordo com seu crescimento:

Do nascimento até o primeiro ano

A criança começa a movimentar e praticar atividades básicas como rolar, engatinhar e andar.

Do primeiro ao sexto ano

A criança já adquire domínio do próprio corpo e se entrega com empolgação a brincadeiras e outras atividades como andar de bicicleta, nadar de forma recreativa, dominar o meio ambiente (a famosa brincadeira de explorador).

 Dos 6 aos 12 anos

Já tendo praticado diversos esportes, a criança já sabe pelas quais sente mais prazer e pode se inscrever em uma atividade específica, como natação, futebol ou ginástica olímpica.

 Dos 12 aos 18 anos

Mesmo que de modo informal, o jovem já pode participar de competições esportivas, avaliando sua aptidão e desempenho em comparação com outros atletas.

Vale ressaltar que, de acordo com o ortopedista, é sempre favorável uma avaliação prévia, inclusive para prevenir lesões decorrentes de encurtamentos musculares, alterações dos eixos anatômicos da criança e descartar problemas ósseos e musculares.

Crianças saudáveis e sem sobrecargas

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postado em 14 de agosto de 2012

Andar de bicicleta é uma das atividades que, se feita em excesso, pode prejudicar os joelhos

Assim como qualquer outra atividade, o excesso de exercícios físicos podem causar problemas à saúde. O ‘overuse’ ou o excesso de treino podem sobrecarregar o joelho das crianças trazendo problemas como dor, cansaço e edema localizado. A mochila também pode prejudicar os joelhos, trazer dores nas costas e problemas posturais. O ideal é que seu peso não ultrapassem 15% do peso da criança.

As crianças sedentárias que se submetem a uma atividade física esporádica sem estar preparadas também podem sentir a sobrecarga em seus joelhos. Fabiano Prataan, ortopedista infantil do Hospital e Maternidade São Luiz, alerta sobre as atividades que forçam os joelhos. “Cada atividade esportiva requer movimentos específicos, e sem dúvida aquelas que requisitam mais as articulações dos joelhos vão provocar mais sobrecarga e lesões, como futebol, ciclismo, basquete, ginástica olímpica e patinação”, enumera.

Eliminar os excessos é uma forma fácil e importante de evitar que as crianças adquiram alguma lesão no joelho. “Bom senso e equilíbrio são essenciais. A criança não deve ser forçada e sim estimulada. Se acaso aparecer qualquer queixa, procurar um especialista”, alerta Prataan.

Cuidando das crianças no inverno

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postado em 27 de junho de 2012

Realmente, essa é uma estação que castiga mais os pequenos durante essa estação:

“É a época que chamamos de período sazonal de favorecimento para infecções do sistema respiratório”, alerta a pediatra Eliane Enriques Alfani, do Hospital São Luiz, de São Paulo. Existe uma maior concentração de pessoas em locais fechados, mais choque térmico, a poluição aumenta, o ar fica seco e as vias áreas ficam irritadas.

O resultado é o organismo exposto agripes, resfriados e ao desencadeamento de males como bronquite, asma e alergias. E a probabilidade da criança contrair uma doença aumenta caso ela frequente uma creche ou escolhinha, onde o contato com outros pequenos é maior.

Confira algumas dicas postadas abaixo que vão te ajudar a proteger a criança das indisposições mais comuns nessa estação

Prevenindo

Crianças com idade a partir dos seis meses de idade já estão liberadas para receber a vacinac ontra o vírus influenza (o causador da gripe), que atinge, principalmente, crianças e idosos. Segundo estudos realizados pela Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), os casos de complicações respiratórias, como pneumonia, aumentaram entre crianças de seis meses a 5 anos de idade.

Capriche na alimentação

A proteína, das carnes, ovos e queijos, e as vitaminas, das frutas, legumes e verduras, não podem faltar no prato. A alimentação rica e balanceada ajuda a fortalecer o sistema imunológico das crianças. “É importante buscar os nutrientes em alimentos naturais e variados para não ficar só nas guloseimas industrializadas que, além de pouco nutritivas, também são calóricas”, acrescenta Eliane.

Muito líquido!

Vale água, sucos, água de coco, chás. Mas tem que beber bastante! Para manter o corpo das crianças hidratado, deixar as vias nasais umedecidas e evitar as irritações provocadas pelo clima muito seco dos dias frios.

Sem mofo

Ameaçou dar aquele friozinho? Hora de separar as roupas de inverno e cobertores para uma sessão limpeza e colocar a máquina de lavar para funcionar. “Depois de muito tempo guardadas, essas peças reúnem além da poeira, fungos e ácaros, que facilitam processos alérgicos”, explica .

Aqueça-o

Corpo aquecido é corpo protegido. Pés descalços no chão frio, cabelo molhado ao vento e pouco agasalho nos dias frios nem pensar. Colocar um gorro no filhote antes de sair ao relento pode ser a salvação para o chororô de um possível resfriado. E, na hora do banho dos bebês , certifique-se que a água está quentinha e que não há correntes de ar frio no local para evitar choque térmico.

Fonte: Minha Vida

Mitos e verdades sobre os cuidados com bebês

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postado em 8 de Maio de 2012

Simpatias, conselhos e receitas caseiras estão na lista de todas as mães, tias e principalmente das avós quando surge uma dúvida na hora de cuidar dos bebês. E as mães de primeira viagem não são as únicas sujeitas a acreditar nessas orientações.

De acordo com a pediatra Camila Reibscheid, do Hospital e Maternidade São Luiz, toda mulher recorre ao “manual de mitos” na hora de cuidar dos filhos. “É natural. As mães têm dúvidas e acabam procurando apoio na própria família, por questão de experiência, ainda mais quando se trata do primeiro filho”.

Para ajudar a desvendar esses mitos, a dra. Camila Reibscheid listou 10 dúvidas frequentes que aterrorizam as mães:

O bebê deve mamar de três em três horas?

Não exatamente. A amamentação deve ser feita em livre demanda, ou seja, sempre que a mãe perceber que o bebê está com fome. A criança não pode ficar mais de três horas sem mamar, o que não significa que a mãe deve esperar três horas para amamentar novamente.

 O bebê deve sempre arrotar após cada mamada?

O ideal é que isso aconteça, mas existem casos de bebês que não arrotam. É um tanto comum, por isso indicamos aos pais que coloquem a criança de pé e após 10 ou 15 minutos ela já pode ser colocada no berço ou carrinho. É imprescindível que esse espaço de tempo seja dado ao bebê. As famosas “palmadinhas” nas costas são desnecessárias.

Linha vermelha na testa faz o soluço passar?

Mito. O soluço é um estímulo do diafragma relacionado à perda de controle da respiração, natural quando a criança mama muito ou com mais rapidez. A amamentação é o método mais indicado para conter esse descontrole, pois ela coordena a respiração novamente. Se o bebê tiver mais de quatro meses também pode tomar um pouco água.

 Ficar muito tempo com o bebê no colo pode deixá-lo enjoado?

Não é uma questão de manhã, como muitas pessoas pensam. A criança se acostuma facilmente a posições. Quando fica no colo por muito tempo acaba se adequando àquela posição e as outras passam a ser desconfortáveis ou indesejáveis, por isso ela chora até que alguém a pegue no colo. As posições devem ser alternadas e o bebê tem que se acostumar a ficar no carrinho, cadeirinha e até a dormir no berço sem precisar do estímulo do colo.

A chupeta pode prejudicar a dentição da criança?

Existem vários estudos e pesquisas contraditórias sobre isso. A chupeta deve servir de instrumento para acalmar o bebê em certas situações. Antes de completar um ano, seu uso não influi no desenvolvimento da dentição, mas deve ser usado moderadamente e não se tornar um hábito.

Dar banho à noite pode causar cólicas?

Mito. Apesar dos conselhos sobre banhos noturnos essa é a técnica mais indicada para acalmar o bebê e diminuir as cólicas. Pode ser feito todas as noites, não tem problema.

Alguns alimentos ingeridos pela mãe podem causar cólicas no bebê?

Depende muito. No caso de uma mãe que fez dieta equilibrada durante toda a gestação, dificilmente as cólicas do bebê terão origem do leite. De qualquer forma, a ingestão de refrigerantes, chocolates e alimentos condimentados pode estimular a produção de gases no organismo do bebê. O café deve ser totalmente evitado, pois além das cólicas faz com que o bebê não consiga dormir. Sem esquecer, é claro, das bebidas alcoólicas que não podem ser consumidas nem moderadamente.

 Sair de casa com o bebê menor de dois meses é perigoso?

Com certeza. Nesta idade a criança ainda não está totalmente vacinada e fica muito exposta. É mais uma questão de bom senso. Falo sempre para a mãe pensar “o que a criança vai ganhar com esse passeio?”. Lugares fechados, como shoppings, devem ser os mais evitados não só pela grande movimentação, mas também pelo barulho que incomoda muito os bebês.

Chupar o dedo pode dar verme?

Na verdade a mão suja leva vermes ao organismo da criança, principalmente quando está engatinhando. Não há muito o que fazer, por isso é importante sempre levar o bebê ao pediatra para que ele seja avaliado. Vermes podem desenvolver casos mais graves como a diarréia.

Bebês sentem mais frio que os adultos?

Mito. Por serem pequenos eles não tem a mesma estabilidade térmica que os adultos e precisam estar aquecidos. Porém os bebês sentem muito calor, pois tem o metabolismo mais acelerado. O ideal é que eles estejam sempre com uma peça de roupa a mais que a nossa.

Uma lancheira saudável e colorida

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postado em 27 de Março de 2012

 

Você pode estar atrasado, mas a lancheira das crianças deve ser prioridade. A falta de tempo não deve impactar na qualidade da alimentação de seu filho. Veja algumas dicas da nutricionista Adriana Mesquita, do Hospital São Luiz, para preparar a rotina alimentar da criança:

– Escolha a lancheira correta. Procure um material resistente e lavável. A higienização deve ser feita com álcool assim que chegar da escola. Lave com água e sabão uma vez por semana.

– Oriente seu filho a evitar o contato da lancheira com o chão e a lavar as mãos antes do consumo dos alimentos.

– Na dificuldade da compra de lancheiras térmicas, utilize recipientes térmicos internos.

– Os lanches devem ser embalados em papel-filme e depois colocados em potes de plástico. Aos que necessitam de refrigeração, como sucos ou leite, são imprescindíveis os recipientes térmicos.

– Converse com os filhos sobre suas preferências. Isso economiza tempo e dinheiro. Reservem um momento para montar um cardápio quinzenal juntos. Assim você se programa e ainda pode negociar alguns itens para estimular o apetite.

– Evite os excessos de alimentos industrializados, doces e refrigerantes.

– Combine com a criança como farão parte do cardápio. Doces e frituras não são proibidos desde que consumidos com equilíbrio, orienta Adriana.

– Não se esqueça de dosar as quantidades. O lanche deve conter cerca de 300 calorias para as crianças com peso adequado. Procure colocar uma fonte de carboidratos (pães, biscoitos, barrinhas de cereais), uma de proteína (leite e derivados, frios) e outra de vitaminas e minerais (frutas e suco de frutas).

– O último e importante passo é verificar a quantidade consumida e a preferência deles ao chegar da escola, fazendo dessa tarefa uma atividade prazerosa e saudável.

Fonte: Diário Catarinense

 

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