Blog da Saúde

Soja pode reduzir risco de doenças cardiovasculares, sintomas da menopausa e colesterol

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postado em 9 de Março de 2017

A soja é um alimento muito rico e pode ser encontrada em diferentes formas para consumo, como grão, tofu, farinha, extrato e proteína texturizada (a chamada “carne de soja”). Em sua composição há aminoácidos e proteínas, fósforo, potássio, ferro, zinco, cálcio e vitaminas B e E.

Mas, além do alto valor nutricional, ela possui isoflavonas, substâncias que se assemelham ao estrogênio (hormônio feminino) e ajudam a prevenir doenças relacionadas ao coração, osteoporose, sintomas da menopausa, diabetes e Alzheimer.

Segundo Maria Elisa Yaemi, nutricionista do Hospital e Maternidade São Luiz Itaim, na menopausa, por exemplo, a ingestão faz com que as mulheres apresentem menos episódios de calor e de sudorese noturna. O alimento também ajuda a aliviar os sintomas da TPM, estabilizando o humor e a irritabilidade.

Outro benefício para a saúde de quem consome este alimento é a redução do risco de doenças cardiovasculares, pois as substâncias da composição atuam como antioxidantes e reduzem as taxas do colesterol ruim (LDL) no sangue.

“A ingestão de derivados da soja é uma boa maneira de manter ossos saudáveis e fortalecidos, prevenindo a osteoporose. A soja ajuda também na prevenção do câncer de cólon, mama, próstata, fígado e de pulmão por ter um composto conhecido como peptídeo”, afirma a especialista. Além disso, o alimento auxilia no aumento do metabolismo e da produção de insulina no fígado, ajudando na regulação da glicose no corpo.

O Ministério da Saúde recomenda consumir uma ingestão diária máxima de uma concha de soja por dia, o equivalente a cerca de 100 gramas. O ideal é não exagerar e consumir três vezes por semana. “A melhor maneira de ingerir o alimento é como tofu, pois dessa forma os nutrientes da soja serão mais bem absorvidos pelo organismo”, finaliza a nutricionista.

Volta às aulas: saiba como montar uma lancheira saudável

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postado em 2 de Fevereiro de 2017

Para ter uma alimentação equilibrada e de acordo com a pirâmide alimentar, é recomendado ingerir alimentos de todos os grupos alimentares: energéticos, reguladores e construtores. O mesmo princípio é válido na hora de montar a lancheira das crianças.

O primeiro grupo é rico em carboidratos e fornece energia para o corpo. Os alimentos reguladores auxiliam em várias funções do organismo e são compostos por hortaliças e frutas em geral. Já os construtores são ricos em proteínas, como carnes, ovos, leite e derivados.

“O grupo construtor pode ser representado pelo recheio do lanchinho, como um queijo. O dos reguladores por frutas e suco de frutas, enquanto nos energéticos estão o pãozinho ou o bolo de frutas, por exemplo.”, diz Adriana Piva, nutricionista do Hospital São Luiz Jabaquara.

Para conservar melhor a comida, o ideal é que a criança possua lancheira e garrafa térmicas, principalmente para armazenar os alimentos perecíveis. Caso contrário, eles devem ser evitados. Além disso, segundo a especialista, os pais devem sempre evitar os alimentos à base de açúcares e gorduras, como bolos industrializados e com recheio, frituras, processados, doces, chocolates e iogurtes.

Veja algumas sugestões da nutricionista para o dia a dia:

– 01 banana prata + 200 ml de suco de maracujá + 02 pãezinhos com queijo;

– 150 g de cereal sem açúcar + 200 ml de suco de manga + 01 pera;

– 01 mexerica + 01 bebida láctea + 01 fatia de bolo simples de maçã;

– 01 barra de fruta de morango + 200 ml de suco de abacaxi + 03 pães de queijo pequenos;

– 01 maçã + 01 bebida láctea + 01 goiabinha

Novo cardápio eleva aceitação entre as crianças no Hospital São Luiz

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postado em 22 de setembro de 2016

O Hospital e Maternidade São Luiz alterou seus cardápios da pediatria visando melhorar a aceitação das crianças aos alimentos e, consequentemente, a evolução do paciente até a sua alta. As unidades que implantaram as melhorias foram as que possuem alas pediátricas: Morumbi, Anália Franco e Jabaquara (Hospital da Criança).

foto-uol

Com as mudanças na apresentação, a aceitação da alimentação cresceu de 75,5% para 83%. A mensuração dos resultados é feita logo após a retirada da bandeja, com uma metodologia simples. Os pratos são imaginariamente divididos em quatro porções iguais, a aceitação parte de 25%, quando há muita sobra no prato, e pode chegar a 100%, quando a criança não deixa sobrar alimento.

As nutricionistas responsáveis pelo projeto explicam que as crianças internadas normalmente têm medo ou dor, situações que geram muita dificuldade para se alimentar. “Quem se alimenta bem, normalmente tem alta mais rapidamente e acaba dependendo menos de vitaminas e complementos alimentares”, comenta Nelly Yoneyama, nutricionista da unidade Anália Franco.

A ação de escolha do cardápio acontece todas as manhãs. As crianças internadas recebem a visita de nutricionista para que selecionem o prato do dia dentre as opções de cardápio. Para as crianças, os pratos são decorados e tendem a ter mais artifícios do que de outros pacientes. “A ideia é tornar o momento da alimentação lúdico e melhorar ainda mais a aceitação na área pediátrica”, explica Alexandra Savino, da unidade Morumbi.

Todos os alimentos são pensados de acordo com seus nutrientes, bem como suas formas de preparação, sempre saudáveis. O hambúrguer, por exemplo, é produzido com carne moída sem gordura e assado no forno. Já a lasanha é feita somente com a massa e o queijo, excluindo o presunto.

O objetivo da inclusão desses alimentos é estar o mais próximo ao que as crianças estão acostumadas a comer em casa, no dia-a-dia. “Nosso objetivo não é fazer uma reeducação alimentar, mas trabalhar a nutrição para ajudar na evolução do paciente até a sua alta”, finaliza Adriana Piva, nutricionista do Hospital da Criança.

Alimentação é fundamental para o rendimento de atletas de alta performance

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postado em 25 de agosto de 2016

Especialista do Hospital São Luiz explica a importância da alimentação antes e depois de fazer exercícios físicos

Quando o assunto é praticar esportes, um dos fatores mais importantes é a alimentação do atleta, principalmente para o desempenho do esportista de alta performance nos treinos e nas competições. Por isso, pensando na saúde e no rendimento, é fundamental que o aspecto nutricional dos treinamentos seja direcionado por um profissional especializado.

“Gasolina ruim não faz o carro andar bem”, diz o Dr. Celso Cukier, nutrólogo do Hospital São Luiz Morumbi. Ele explica que o atleta de alta performance jamais pode realizar um exercício em jejum, pois ele acabaria utilizando a própria musculatura para gerar energia e quebraria proteínas.

Healthy lifestyle concept with diet and fitness

Porém, não há uma recomendação única sobre a alimentação, já que dependendo do tipo de exercício a musculatura necessita de diferentes substâncias. Por isso, é importante o constante acompanhamento médico e nutricional, pois o profissional poderá avaliar inclusive se será necessária a suplementação alimentar.

Quanto mais perto a refeição estiver do horário da atividade física, mais simples ela deve ser em termos de carboidratos, substâncias que são fonte de energia imediata. No pré-exercício, o ideal é que o atleta faça uma refeição composta entre 65 a 70% deste nutriente e 15% de proteína. Mas o momento mais importante vem depois, no pós-exercício, porque o esportista precisa recuperar rapidamente a musculatura para conseguir fazer um novo treinamento. Nesse sentido, a alimentação mal feita interfere negativamente.

O nutrólogo recomenda que, após as atividades, seja ingerido um grama de carboidrato para cada quilograma de massa que o indivíduo possui, e um grama de proteína para cada quatro gramas de carboidrato. “Diferente do que as pessoas costumam pensar, o carboidrato com uma pequena porção de proteína acaba sendo mais importante do que a proteína pura. E quanto mais rápido a ingestão ocorre depois do exercício, maior a capacidade de recuperação da musculatura”, ressalta.

Em algumas modalidades também é indicado se alimentar ou repor nutrientes durante a prática esportiva, especialmente quando há intensidade moderada com tempo prolongado de exercício (acima de uma hora). “A hidratação só com água por muito tempo é um risco para o atleta, pois a reposição precisa ser feita com pequenas quantidades de sódio”. A proporção, de acordo com o nutrólogo, é de 200 ml de líquidos a cada 15 minutos de esforço. O suco natural, dependendo da concentração, também pode ser um bom aliado, pois existe uma boa quantidade de carboidrato nele.

“Um atleta que corre a maratona tem que suplementar, senão ele utiliza a própria musculatura para gerar energia. Nas lutas, é importante se alimentar entre as competições. Muito dificilmente a gente vai conseguir generalizar o atleta de alta performance”, explica o Dr. Celso.

Em relação à quantidade de proteínas que devem ser ingeridas durante um dia de treino, o especialista recomenda 1,2 a 1,4 gramas de proteína para cada quilo de massa do atleta, para provas de menor intensidade e maior duração, e até 1,7 gramas por quilo nas provas de força, luta, velocidade e levantamento de peso.
Outra dica é sempre tomar cuidado com alimentos gordurosos e evitar alimentos embutidos, que carecem de valor nutricional. O mesmo vale para os industrializados, que tem baixa qualidade de nutrientes.

Sintomas e tratamento para o refluxo

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postado em 26 de julho de 2012

Mais comum do que parece, a doença do refluxo acontece quando o suco gástrico passa do

estômago para o esôfago, podendo alcançar outros órgãos dos aparelhos digestivo e respiratório. Isso ocorre se a válvula que se abre para a entrada de alimentos não funciona corretamente, deixando que esse líquido extremamente ácido atinja o esôfago.

Segundo o cirurgião do aparelho digestivo Ricardo Minas, do Hospital São Luiz, têm maiores chances de adquirir a doença pessoas que comem rápido, dormem logo após o jantar, tomam muito líquido durante as refeições e ingerem bebidas com gás, cafeína ou alimentos ácidos.

A azia é apenas um dos vários sintomas que afetam as pessoas com a doença. “Os sintomas mais comuns são tosse crônica e crise de asma, mas o refluxo também pode causar faringite, laringite, pigarro, voz rouca, problemas dentários e até enfarto. Sem tratamento adequado, no longo prazo pode se transformar em uma esofagite ou até mesmo em câncer de esôfago”, alerta.

O tratamento pode ser clínico, mas muitos pacientes têm optado pela laparoscopia, técnica cirúrgica que estrangula a passagem do esôfago para o estômago, impedindo que o líquido estomacal retorne. “É uma cirurgia muito tranquila, de cerca de uma hora, que faz com que o refluxo desapareça já no dia seguinte em 95% dos casos, livrando o indivíduo dos medicamentos”, afirma o especialista.

O paciente passa apenas uma noite no hospital e o pós-cirúrgico consiste em dieta líquida por uma semana e pastosa por um mês. Além disso, a cirurgia também ajuda a emagrecer. “Geralmente, quem tem refluxo está acima do peso. A cirurgia faz com que a pessoa perca de 5 a 10 kg e também a obriga a reeducar sua alimentação”.

Fonte:

Alimentos antes e depois das cirurgias

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postado em 22 de junho de 2011

Para quem sabe que fará uma cirurgia em breve, é imprescindível uma alimentação saudável. A ingestão de determinados nutrientes evita algumas possíveis complicações durante a operação e também tem benefícios na recuperação após a cirurgia.

A nutricionista do São Luiz, Adriana Martins Mesquita, deu algumas dicas para o Portal Terra de alimentos que devem ser adotados no cardápio 15 dias antes do procedimento cirúrgico.

Veja abaixo alguns nutrientes sugeridos pela especialista.

Vitamina C
Alimentos: Acerola, Laranja, Abacaxi, Limão e Morango.
Benefício: Ajuda na cicatrização do tecido interno e externo. “Uma das vantagens também é o fortalecimento do sistema imunológico, que pode estar fragilizado entre diversos motivos graças ao próprio estado de estresse do paciente na expectativa da cirurgia”, explica Adriana.

Vitamina A
Alimentos: Abóbora, cenoura e mamão.
Benefício: Ajuda na recuperação dos tecidos de órgãos como a pele. “Não podemos nos esquecer, no entanto, de seguir um cardápio variado, que contemple uma boa diversidade de vitaminas e minerais responsáveis pelo funcionamento saudável do organismo como um todo”, lembra a especialista.

Proteína
Alimentos: Leite, queijo e carne.
Benefício: Ajuda na recuperação da estrutura muscular.

Fibras
Alimentos: Frutas, hortaliças e cereais integrais.
Benefício: Ajudam a manter as funções intestinais, que são afetadas frequentemente pelo uso de medicamentos mais fortes, pelo stress e pelo repouso, às vezes prolongado no pós-cirúrgico.

Veja a reportagem completa no site do Terra.

62 soluções práticas e fáceis para comer sem engordar

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postado em 4 de Abril de 2011

A Men’s Health publicou uma lista com 62 dicas para emagrecer sem sofrimento. As sugestões são de alimentos saudáveis, mudanças de hábitos e indicações de exercícios. Este guia foi produzido com a ajuda de Celso Cukier, médico nutrólogo do Hospital São Luiz.

Veja algumas dicas abaixo:

Nutrição:
1- Abacaxi – auxilia na digestão e é uma ótima opção para acelerar o metabolismo.
2- Comer salada antes do prato principal – além de ser saudável por conta de seus micronutrientes, comer salada sacia parte da fome, evitando que você coma muito os alimentos mais calóricos.

Hábitos:
3- Faça compras no supermercado quando estiver sem fome – Assim, você acaba não levando coisas por impulso e evita comprar coisas que não costuma consumir.
4- Guarde bem as guloseimas – Deixe os alimentos saudáveis à vista para evitar tentações.

Fitness:
5- Bebidas energéticas – Tome apenas se for malhar intensamente por mais de 90 minutos, para evitar ganhar gordura.
6- Pular corda – Dez minutos incineram a gordura e equivale a meia hora de corrida leve.

Confira a lista completa no site da Men’s Health.

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