Blog da Saúde

BabyWeb do Hospital e Maternidade São Luiz Itaim permite interação entre familiares

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postado em 25 de maio de 2017

Serviço de transmissão de imagens do nascimento agora possui chat em tempo real via web

O BabyWeb, serviço disponível na Maternidade Itaim do Hospital São Luiz de transmissão de imagens do nascimento em tempo real pela internet, em parceria com a PubliVídeo, traz mais uma novidade, um chat que entra em funcionamento no momento do parto.

“O nascimento de um bebê é um momento de extrema alegria e merece ser compartilhado com todos os familiares e amigos. O BabyWeb permite isso, em tempo real, de uma forma segura, com a possibilidade de trocar mensagens e dividir emoções entre todas as pessoas que estão simultaneamente participando da transmissão”, diz Dra. Márcia Maria da Costa, diretora da maternidade São Luiz, unidade Itaim.

No momento da internação, os pais que aderirem ao BabyWeb recebem um login e senha de acesso que poderão ser repassados para quantos familiares e amigos desejarem, para que estes acessem e assistam as emoções do nascimento pelos seus computadores, smartphones e tablets, em qualquer lugar do mundo. Além da transmissão em tempo real, o vídeo fica disponível na plataforma por sete dias, com total segurança e privacidade.

“Outro diferencial da plataforma é sua sincronia com as redes sociais, pois o vídeo pode ser compartilhado no Facebook, Instagram e WhatsApp. Caso os pais queiram, há também a possibilidade de gravar o parto em mídia física”, explica Paulo Gomes, proprietário da PubliVídeo e idealizador do BabyWeb.

O serviço pode ser contratado pelo telefone (11) 3040-1489. Para mais informações e detalhes: http://www.publivideo.com.br/ ou http://www.saoluiz.com.br/babyweb.aspx

Soja pode reduzir risco de doenças cardiovasculares, sintomas da menopausa e colesterol

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postado em 9 de março de 2017

A soja é um alimento muito rico e pode ser encontrada em diferentes formas para consumo, como grão, tofu, farinha, extrato e proteína texturizada (a chamada “carne de soja”). Em sua composição há aminoácidos e proteínas, fósforo, potássio, ferro, zinco, cálcio e vitaminas B e E.

Mas, além do alto valor nutricional, ela possui isoflavonas, substâncias que se assemelham ao estrogênio (hormônio feminino) e ajudam a prevenir doenças relacionadas ao coração, osteoporose, sintomas da menopausa, diabetes e Alzheimer.

Segundo Maria Elisa Yaemi, nutricionista do Hospital e Maternidade São Luiz Itaim, na menopausa, por exemplo, a ingestão faz com que as mulheres apresentem menos episódios de calor e de sudorese noturna. O alimento também ajuda a aliviar os sintomas da TPM, estabilizando o humor e a irritabilidade.

Outro benefício para a saúde de quem consome este alimento é a redução do risco de doenças cardiovasculares, pois as substâncias da composição atuam como antioxidantes e reduzem as taxas do colesterol ruim (LDL) no sangue.

“A ingestão de derivados da soja é uma boa maneira de manter ossos saudáveis e fortalecidos, prevenindo a osteoporose. A soja ajuda também na prevenção do câncer de cólon, mama, próstata, fígado e de pulmão por ter um composto conhecido como peptídeo”, afirma a especialista. Além disso, o alimento auxilia no aumento do metabolismo e da produção de insulina no fígado, ajudando na regulação da glicose no corpo.

O Ministério da Saúde recomenda consumir uma ingestão diária máxima de uma concha de soja por dia, o equivalente a cerca de 100 gramas. O ideal é não exagerar e consumir três vezes por semana. “A melhor maneira de ingerir o alimento é como tofu, pois dessa forma os nutrientes da soja serão mais bem absorvidos pelo organismo”, finaliza a nutricionista.

Ginecologista do Hospital São Luiz esclarece dúvidas sobre sexo durante a menstruação

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postado em 1 de dezembro de 2016

Durante o período menstrual, o pH da vagina, que é naturalmente ácido, se eleva discretamente, o que pode favorecer a agressão por fungos e bactérias. O colo do útero fica mais aberto nesta fase, facilitando a entrada de agentes patogênicos. Além disso, a presença de fluxo sanguíneo também é uma via comum de transmissão de doenças.

“Claro que fora da menstruação estes riscos estão presentes, já que a secreção vaginal também pode transmitir DSTs, como clamídia, gonorreia, HIV, hepatites B e C e HPV, mas um risco adicional está associado à fase. Por isso, nunca se deve abrir mão da camisinha”, comenta a Dra. Natália Grandini Tannous, ginecologista e obstetra do Hospital e Maternidade São Luiz Itaim e especialista em sexualidade. O fluxo menstrual pode ainda dificultar a visualização de lesões decorrentes de HPV, herpes e sífilis.

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Outro ponto que provoca dúvidas é o alívio dos sintomas da tensão pré-menstrual e das cólicas. Segundo a especialista, a TPM pode ser suavizada pela sensação de bem-estar e autoestima proporcionados não apenas pelos hormônios liberados após o orgasmo, como também bem decorrentes do próprio encontro sexual.

Quanto às cólicas, há divergências: durante o orgasmo, há a contração involuntária do útero e da vagina, fazendo com que menos sangue menstrual fique acumulado dentro do útero e, portanto, justificando a diminuição das cólicas. Algumas pacientes, entretanto, quando já estão com cólica, não conseguem pensar na possibilidade de penetração.

O desejo sexual feminino tem inúmeros fatores desencadeantes, entre eles os hormonais. Os níveis dos hormônios desta fase do ciclo menstrual, diferente do que ocorre na ovulação, em geral não aumentam a libido, mas há algumas mulheres que apresentam aumento de desejo neste período.

Embora não haja uma explicação hormonal para isso, algumas mulheres apresentam aumento de sensibilidade durante o período menstrual. Além disso, de acordo com a médica, o sangue acaba funcionando como um lubrificante e pode favorecer a resposta aos estímulos sexuais. No entanto, o incômodo pode fazer com que algumas mulheres prefiram evitar as relações durante a menstruação.

Normalmente, é improvável que durante o período menstrual haja a possibilidade de gestação, pois a ovulação antecede a menstruação em cerca de 14 dias. O óvulo sobrevive no máximo 48 horas após a ovulação e os espermatozoides 72 horas após a ejaculação. Mas, isso não é motivo para esquecer do preservativo. Além da prevenção contra as DSTs, há mulheres que apresentam sangramento durante a fase de ovulação, podem confundir este sangramento com menstruação e estarem justamente no período fértil.

Conheça sete dúvidas que as mulheres têm sobre mamografia

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postado em 11 de outubro de 2016

Médica do Hospital e Maternidade São Luiz Itaim responde às questões mais comuns que surgem nas consultas

O câncer de mama tem até 95% de chances de cura se for detectado precocemente. A melhor forma de se obter o diagnóstico é por meio da mamografia, um exame de imagem que ajuda a detectar alterações nas mamas. Porém, seja por falta de informações claras ou por medo de sentir dor durante o procedimento ou receio do diagnóstico, muitas mulheres ainda deixam de realizar o teste.

No mês da campanha Outubro Rosa, é importante esclarecer questões que ainda afastam as mulheres do exame. Por isso, a Dra. Daniela Setti, ginecologista e mastologista do Hospital e Maternidade São Luiz Itaim, responde algumas dúvidas sobre o assunto:

1. Sou muito jovem para fazer o exame? Qual é a idade mínima?

A mamografia é um exame de diagnóstico por imagem, que tem como finalidade estudar o tecido mamário. Esse tipo de exame pode detectar nódulos mesmo que ainda não sejam palpáveis. “O rastreamento consiste em realizar mamografia anual em mulheres com 40 anos ou mais”, explica. Para mulheres com histórico familiar, a mamografia deve ser feita anualmente a partir dos 35 anos de idade.

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2. Ninguém da minha família teve câncer de mama. Devo me preocupar mesmo assim?

Segundo a especialista, a maioria das mulheres que tem câncer de mama não tem histórico familiar da doença. Portanto, mesmo assim o rastreamento mamográfico deve ser feito de qualquer maneira.

3. A radiação da mamografia é arriscada?

A mamografia utiliza raios-X para formar a imagem da mama. O risco associado à exposição à radiação é mínimo, principalmente quando comparado com o benefício.

4. A mamografia dói?

A mamografia é um exame muito rápido. Pode provocar dor em algumas mulheres, dependendo da sensibilidade individual, mas é tolerável. O desconforto provocado pelo exame é breve. De acordo com Daniela, algumas dicas podem ajudar:

• Agende seus exames quando suas mamas estiverem menos sensíveis, ou seja, após o período menstrual.
• Tome um analgésico antes do exame para aliviar a dor.

5. Não tenho nódulos na mama. Mesmo assim tenho de fazer mamografia?

Com o exame é possível detectar nódulos bem pequenos, que não são palpáveis. Os tumores em estágio inicial, com diagnóstico precoce, têm chance de até 95% de cura. Daí a importância da realização do exame.

6. Tenho seios muito densos. O autoexame é suficiente para mim?

O autoexame deve ser realizado mensalmente, logo após o período menstrual, mas não é suficiente. Caso a mulher note qualquer alteração nas mamas, deverá procurar o médico imediatamente. “As mulheres que não menstruam devem eleger um dia no mês para fazer o autoexame”, ressalta a médica.

7. Faço autoexame todos os meses, então não preciso fazer mamografia?

Sim, precisa fazer mamografia a partir de 40 anos. Se sua mamografia não está clara em função das mamas densas, poderá ser feito um segundo exame de imagem, por exemplo, ultrassom ou ressonância magnética.

Saiba mais sobre o linfoma não-Hodgkin, doença que acometeu o ator Edson Celulari

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postado em 22 de junho de 2016

Este tipo de câncer é mais frequente a partir dos 50 anos de idade

Esta semana, o ator Edson Celulari foi diagnosticado com linfoma não-Hodgkin, um tipo de câncer. Esta doença acomete o sistema linfático, uma parte do sistema imunológico, importante para a defesa do organismo. Ela acontece quando as células começam a se multiplicar de maneira excessiva. Segundo o INCA (Instituto Nacional de Câncer), estima-se que em 2016 ocorram 10.240 novos casos.

Existem mais de 20 subtipos deste câncer, que é mais frequente na idade adulta. Segundo o Dr. Marcello Augusto Cesar, hematologista do Hospital e Maternidade São Luiz Itaim, ele pode também acontecer com indivíduos jovens, mas é menos comum. “A partir dos 50 anos aumenta a incidência de cânceres, incluindo este”, explica o especialista. Apesar de ser mais comum do que o linfoma de Hodgkin, outra doença do sistema linfático, não está entre os tipos mais comuns de câncer.

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“Alguns subtipos podem ser mais agressivos, mas é um dos tumores com taxa de resposta mais satisfatória ao tratamento”, diz o hematologista. O principal sintoma é o surgimento de um caroço, especialmente em regiões como o pescoço ou embaixo das axilas, devido ao inchaço do linfonodo. Ele aumenta progressivamente e o paciente percebe. A doença também pode causar fraqueza, cansaço e febre no final do dia, dependendo do subtipo.

Como o desenvolvimento desta doença é multifatorial, é difícil mapear os fatores de risco e não existem medidas específicas para prevenir. “A prevenção é levar uma vida saudável. A gente aconselha se alimentar bem, não fumar e praticar atividades físicas”, afirma o médico.

Segundo o Dr. Marcello, para o diagnóstico definitivo, a única forma é remover o gânglio afetado e realizar a análise laboratorial dele. O tratamento é feito por meio da quimioterapia, da radioterapia, ou de ambas, e é muito eficiente, com baixa incidência de efeitos colaterais em comparação a sua efetividade. Somente em alguns casos específicos, dependendo da resposta inicial ao tratamento, é necessário fazer transplante de medula óssea.

Saiba quais exames e procedimentos são realizados no Centro Especializado em Medicina Fetal

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postado em 16 de fevereiro de 2016

Você conhece o Centro Especializado em Medicina Fetal do Hospital São Luiz Itaim? O CEMEFE disponibiliza um espaço diferenciado e aconchegante para atendimento de suas pacientes e possui equipamentos de última geração (4D) e equipe altamente especializada.

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A realização de diversos exames durante o pré-natal, em parceria com o laboratório Fleury como responsável técnico dos exames, tem o objetivo de estimar riscos, avaliar e tratar possíveis complicações da gravidez. O Obstetra também conta com uma assessoria médica para auxiliar no manejo e em cuidados específicos para diagnósticos de anomalias.

Exames:
– DNA fetal no sangue materno;
– Biomarcadores para pré-eclâmpsia;
– Sexagem fetal; RH fetal;
– Rastreament bioquímico ampliado;
– Ultrassom tranvaginal, ultrassom morfológico de primeiro, segundo e terceiro trimestres, ultrassom obstétrico, ultrassom tridimensional e em tempo real (4D), ultrassom com dopplerfluxometria, avaliação do colo para rastreamento de TPP, doppler das artérias uterinas;
– Cardotocografia digital
– Perfil biofísico fetal.

Procedimentos invasivos:
– Aconselhamento genético;
– Biópsia de vilo corial;
– Amniocentese;
– Cordocentese;
– Pesquisa de maturidade fetal.

Procedimentos terapêuticos:
– Punções de cistos e drenagem de cavidades;
– Transfusão intrauterina;
– Amnioinfusão;
– Colocação de shunt tóraco-amniótico ou uroamniótico;
– Cirurgia fetal percutânea.

Os atendimentos são agendados através da Central de Reservas: (11) 3040-1234. Mais informações: http://www.saoluiz.com.br/unidades/itaim/sobre_a_unidade/estrutura/cemefe.aspx

Cinco mitos sobre o diabetes

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postado em 26 de junho de 2015

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O diabetes é uma doença crônica que atinge 13 milhões de brasileiros, de acordo com o Ministério da Saúde. Ela ocorre quando a insulina não é suficiente ou não consegue agir de maneira adequada para metabolizar o açúcar presente nos alimentos e transformá-lo em energia, resultando no excesso de glicose na corrente sanguínea.

Dr. Alex Leite, coordenador da equipe de Endocrinologia das unidades Itaim e Morumbi do Hospital São Luiz, esclareceu cinco mitos sobre a doença.

1 – Diabético pode consumir mel e caldo de cana sem problemas
Mito: O consumo destes alimentos não é aconselhável. Eles são ricos em açúcar e podem atrapalhar o controle da glicemia.

2 – A aplicação de insulina causa dependência química
Mito: A insulina não provoca dependência. Quando o paciente precisa deste hormônio com frequência é porque ele realmente é deficiente na produção da insulina.

3 – Não comer doce evita o diabetes
Mito: Além dos doces, outros alimentos também podem se transformar em açúcar no sangue e contribuir para o aparecimento da doença. Entre eles estão os alimentos ricos em amido como pães, bolos, raízes e massas.

4 – A fruta é um alimento liberado para o diabético
Mito: O consumo de frutas tem de ser controlado porque elas contêm um açúcar chamado frutose que pode contribuir para o descontrole glicêmico no organismo. A recomendação é que o diabético coma até quatro frutas ao dia, de tipos diferentes e em horários diversos.

5 – Canela controla o diabetes
Mito: Muitos alimentos, como a canela, podem trazer benefício no controle glicêmico. Porém, não substituem a necessidade de dieta, uso do medicamento e acompanhamento médico periódico.

6 – O diabético está proibido de ingerir bebida alcoólica
Mito: Ele pode consumir bebidas alcoólicas com moderação e se o médico autorizar. Recomenda-se evitar bebidas adocicadas como vinho doce, caipirinhas que levam açúcar, bem como a cerveja, que contém carboidrato.

#HospitalSaoLuiz #SaoLuizItaim #SaoLuizMorumbi #diabetes

Ganho excessivo de peso durante a gestação pode causar consequências para mães e bebês

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postado em 17 de junho de 2015

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Quando a mãe ganha muito peso durante a gravidez, não é só ela que é prejudicada. O bebê também pode ter problemas de saúde.

A ginecologista e obstetra do Hospital e Maternidade São Luiz Itaim, Dra. Daniela Maeyama, explica que as duas principais complicações observadas na futura mamãe no pré-natal são a hipertensão na gravidez e o diabetes gestacional. Este último, segundo o Ministério da Saúde, acomete cerca de 7% das grávidas brasileiras.

Porém, outras consequências também são comuns. “O excesso de peso pode intensificar as dores lombares pela sobrecarga da coluna, além de piorar o inchaço principalmente nos membros inferiores pela maior dificuldade do retorno venoso.”

Nos bebês, o resultado do excesso de peso da mãe durante a gravidez varia de acordo com as complicações que ela tiver.

O diabetes gestacional da mãe pode ocasionar:

– Prematuridade- Ou seja, o nascimento antes de 37 semanas.
– Macrossomia – Doença em que o bebê nasce com peso acima de 4 kg. “Diferentemente do que as pessoas imaginam, este bebê “gordinho” não é saudável”.
– Hipoglicemia – Baixa concentração de glicose no sangue. Como o bebê estava acostumado a muita glicose, ele acaba precisando fazer uma reposição deste carboidrato. Este distúrbio leva à internação prolongada do bebê.

No caso da gestante sofrer de hipertensão arterial, as consequências para a criança podem ser:

– Restrição de crescimento fetal intrauterina – Bebê nasce com baixo peso, abaixo de 2,5Kg
– Prematuridade – Esta situação pode ocorrer indiretamente, pois a mãe pode ter que “adiantar” o parto para o controle da pressão arterial.

Dra. Daniela dá algumas recomendações para que as gestantes evitem ganhar peso em excesso:

– Controlar a alimentação;
– Fazer dieta fracionada (entre 6 a 7 refeições ao dia);
– Praticar exercícios físicos se não houver restrição médica;
– Realizar pré-natal regularmente.

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Festas juninas: aprecie com moderação

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postado em 15 de junho de 2015

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Junho é um mês de festa e de mesa farta! A variedade de comidas típicas aumenta muito. A nutricionista do Hospital e Maternidade São Luiz Itaim, Maria Elisa Yaemi, alerta para a importância de estar atento às tentações gastronômicas, mas também destaca que a época do ano pode ser aproveitada para incluir na mesa alguns alimentos que não são consumidos no dia a dia.

“Exagerar na alimentação é um cuidado que sempre deve ser tomado. Mas podemos aproveitar as festas para incluir na mesa alimentos que os brasileiros não estão acostumados a comer e que são muito saudáveis, como é o caso do milho. Há um estudo que mostra que apenas 5% da população possui o hábito de comer milho. É um alimento rico em qualidades nutricionais, carboidrato, fibra, cálcio, vitaminas A e B e pode ser consumidos à vontade. Mas cuidado com o excesso de sal e manteiga!”

Maria Elisa dá outra dica de alimento típico que pode ser consumido em boas quantidades, o cuscuz. É um prato saudável, que não é frito e é composto por ingredientes incríveis, como a ervilha, o milho e o peixe.

O cuidado deve ser redobrado no consumo dos pratos típicos que em sua receita utilizam muito leite e manteiga, derivados muito gordurosos. Por isso, atenção com canjica, curau e a pamonha!

A nutricionista tranquiliza os amantes das festas juninas. “É uma festa anual que as pessoas podem aproveitar. Apenas tomem cuidado com os excessos”.

Vejam algumas dicas da nutricionista Maria Elisa Yaemi:

1. Cuidado com a quantidade. Os alimentos de festa junina geralmente são muito calóricos. Por isso, não vá à festa com muita fome. Faça um lanchinho antes de sair de casa;

2. Cuidado com o quentão ou o vinho quente. A ingestão de bebida alcoólicas açucaradas com alimentos típicos é uma junção hipercalórica!

3. Se na festa houver algum exagero, não deixe de retomar o controle alimentar nas refeições seguintes;

4. Além disso, fique atento às condições de higiene, limpeza do local, armazenamento dos alimentos e data de fabricação, pois as comidas juninas utilizam ingredientes, em geral, perecíveis. A pamonha e a canjica devem ser consumidas no mesmo dia do preparo.

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Descubra o que é o acretismo placentário e por que ele é tão perigoso

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postado em 28 de maio de 2015

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Hoje é o Dia Nacional da Redução da Mortalidade Materna. O Brasil tem registradas 62 mortes a cada 100 mil nascimentos, de acordo com o Ministério da Saúde. O número representa uma queda de 55% se comparado aos últimos 20 anos, porém, não atinge a meta estabelecida até o fim do ano pelo Objetivo de Desenvolvimento do Milênio, da ONU, que é de 35 mortes por 100 mil nascimentos.

A pressão alta na gravidez, chamada de eclampsia, ainda é a primeira causa de mortes maternas no país. Porém, o acretismo placentário, que causa hemorragias no parto, tem aumentado e passa a ser uma das maiores causas de mortalidade materna no país. Em alguns países desenvolvidos, o acretismo placentário já é o principal motivo de óbitos maternos, uma vez que há um controle maior sobre a pressão arterial das gestantes.

Dr. Soubhi Kahhale, Coordenador de Ginecologia e Obstetrícia do Hospital e Maternidade São Luiz Itaim, respondeu a uma série de questões sobre esta condição.

O que é o Acretismo Placentário?
O acretismo placentário é uma condição que se caracteriza pela invasão da placenta no músculo uterino. É uma patologia, pois em condições normais, o tecido placentário invade apenas o endométrio, não chegando a camadas mais profundas do útero. Em alguns casos, a placenta além de invadir a musculatura, chega a ultrapassá-la.

Por que esta condição é tão perigosa?
O problema maior é quando esta invasão ocorre na parte baixa do útero – placenta prévia. Nesta situação, não pode ocorrer parto normal porque a placenta fica localizada no colo do útero materno, onde está localizada a cabeça do bebê.

Até mesmo a cesárea torna-se um procedimento perigoso, uma vez que a placenta está no local que será aberto para a retirada do feto, ocasionando hemorragias graves que podem levar a paciente à morte.

O acretismo placentário também é perigoso para o bebê, pois pode causar morte fetal (em caso de hemorragias antes do parto), e morte após o parto devido à prematuridade ou ao sofrimento fetal.

Quais são as causas do acretismo placentário?
A incidência desta condição está aumentando no mundo inteiro por muitas razões, incluindo cesáreas realizadas em gestações anteriores. Abortamentos, curetagens e idade avançada da gestação também são causas consideradas.

Como é possível diagnosticar o acretismo placentário?
A placenta prévia e o acretismo placentário podem ser diagnosticados a partir da metade da gestação, durante o pré-natal pela ultrassonografia. Em caso de dúvidas, a gestante pode fazer uma ressonância magnética, que não é perigosa nem para ela nem para o bebê.

O que fazer quando há o diagnóstico?
Uma vez diagnosticado o acretismo placentário, é necessário programar o parto. Ele pode ser simples, quando não há placenta prévia, ou seja, quando a placenta está no “corpo” do útero e não em sua parte mais baixa. Por este motivo, é importante ressaltar que cada tipo de acretismo placentário tem de ser avaliado de maneira distinta pelo médico.

Em alguns casos, é necessária a realização de um procedimento mais moderno, que pode salvar a vida da mãe e do bebê. Nestas situações, um radiologista intervencionista acompanha o obstetra até a sala de parto. No centro obstétrico, antes do início do parto, o este profissional de radiologia intervencionista passa um balão dentro das artérias da mãe e esse balão é inflado, a fim de que os vasos sanguíneos sejam fechados e o obstetra possa realizar o parto sem que a mulher sangre e sofra uma hemorragia.

O Hospital e Maternidade São Luiz Itaim foi pioneiro entre os hospitais privados em adotar este procedimento. Há mais de dez anos, esta metodologia é aplicada por equipes especializadas na unidade.

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