Blog da Saúde

Fisioterapia ajuda pacientes cardiológicos a se recuperarem mais rápido

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postado em 29 de setembro de 2017

Caminhada, escada e até pedalada fazem parte da rotina do paciente no hospital

O Dia Mundial do Coração, celebrado em 29 de setembro, é uma data para a população exercer ações conjuntas a fim de diminuir a principal causa de morte nos países, as doenças do coração.

Números da Sociedade Brasileira de Cardiologia mostram que, no Brasil, uma pessoa morre a cada dois minutos por conta dessas doenças. São 350 mil mortes a cada ano, causadas pelos três maiores problemas cardiovasculares — infarto, AVC e insuficiência cardíaca.

Mesmo com os contínuos alertas e campanhas de prevenção, há ainda muitos pacientes que continuam sofrendo com a doença. Por isso, os especialistas recomendam um check-up anual que contemple exames do coração, como teste ergométrico, ultrassonografia do coração e eletrocardiograma de repouso.

Já para os pacientes internados por problemas cardíacos, a retomada da rotina é essencial e eles anseiam para que seja breve. Para isso precisam de uma reabilitação ainda no período de internação. A recomendação dos fisioterapeutas é de sempre realizar atividades, seja uma caminhada ainda no quarto, nos corredores, subir alguns degraus de escada e até uma pedalada por meio do cicloergômetro, equipamento que simula uma bicicleta ainda no leito do paciente.

O Hospital e Maternidade São Luiz Anália Franco possui um jardim de inverno que também é utilizado para as caminhadas dos pacientes. No local, há um espaço com áreas verdes com um pequeno lago que é usado para a interação dos pacientes. “As áreas verdes ajudam a tirar um pouco das características de hospital e deixar o ambiente mais parecido com o que o paciente está acostumado, o que proporciona mais tranquilidade e bem-estar”, explica o Dr. Flávio Sakae, diretor do Hospital e Maternidade São Luiz Anália Franco.

No caso de pacientes acamados, todos os exercícios são voltados para a parte aeróbica, sem uso de alteres, sempre com intuito de preservar articulações e manter uma boa respiração. “O nosso maior objetivo é retirar o paciente do leito o quanto antes”, explica Aline Sanches Prado, fisioterapeuta do Hospital e Maternidade São Luiz Anália Franco.

Para um paciente com quadro cardíaco mais estabilizado, com alguns exercícios de menor intensidade já realizados, as atividades passam a ser feitas no corredor ou até mesmo em degraus. “A ideia é que o paciente consiga voltar às atividades de rotina, evitando inclusive que novas doenças apareçam”, explica a fisioterapeuta.

Além disso, em alguns atendimentos, os fisioterapeutas recebem o apoio de terapia ocupacional, para ensinar o paciente a reaprender funções do dia a dia, como pegar em um pente ou vestir uma roupa.

Os atendimentos são realizados sempre de acordo com a prescrição médica, podendo variar de quatro a seis ao dia, para cada paciente, bem como a intensidade dos exercícios.

Sequência de tratamento é determinante para cura do HPV, afirma especialista do Hospital São Luiz

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postado em 12 de setembro de 2017

Homens tendem a encerrar acompanhamento antes da alta médica

Para as pessoas sexualmente ativas é muito provável que já tiveram ou terão contato com o papiloma vírus humano, responsável pelo HPV, em algum momento da vida. Em alguns casos, o próprio organismo se encarrega de eliminar o vírus, mas em outros casos, a doença pode persistir e causar verrugas ou até o câncer. O HPV é uma doença sexualmente transmissível causada pelo human papiloma virus. Existem mais de 100 subtipos do vírus.

O HPV pode ser transmitido sexualmente ou por contato direto com a pele. A doença é caracterizada por lesões cutâneas na região genital, com aspecto de verrugas e com vários graus de tamanho, mas também pode aparecer em outros lugares, como pele e mucosas.

O Dr. Ricardo Marcondes de Mattos, urologista dos Hospitais São Luiz, unidades Anália Franco e Itaim, e Hospital Villa-Lobos, explica que a doença tem um período de incubação que pode variar de três semanas a oito meses. “As lesões têm recidivas, ou seja, vão e voltam de tempos em tempos, mas não há uma lógica para isso, pois o período de latência do vírus pode ser variável, dependendo da carga viral, tipo de vírus, duração e frequência de exposição e condições imunológica do indivíduo. O ideal é fazer uma vigilância ativa e não interromper o tratamento antes de alta médica. Homens tendem a não completar o tratamento”, orienta o especialista.

As lesões podem aparecer em ambos os sexos, mas podem ser mais facilmente diagnosticadas no homem, por normalmente estarem mais presentes em locais visíveis, como pênis, escroto ou ânus. Na mulher, os sintomas incluem verrugas na vulva, nos grandes ou pequenos lábios, parede vaginal, colo do útero e ânus.

O diagnóstico nos homens é feito por meio do exame clínico, da peniscopia, da captura híbrida ou biópsia das lesões. O tratamento é feito com orientação médica, podendo-se utilizar desde cremes tópicos até procedimentos citoredutores como exérese cirúrgica, eletrocauterização, criocauterização ou uso do laser.

Vacinação

Desde 2014 a vacina para o HPV está disponível no SUS para meninas a partir de nove anos de idade. Em 2017 foi liberada também para os meninos. A vacina é segura, eficaz e é a principal forma de prevenção contra o aparecimento do câncer do colo de útero.

Curtir o Carnaval também pede atenção à saúde

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postado em 24 de fevereiro de 2017

Cuidados simples, como o uso de preservativo nas relações sexuais, hidratação e alimentação garantem uma folia mais segura

A empolgação que embala a maior festa popular do país esconde vilões como os vírus da hepatite A, B, ou C, problemas de desidratação e até mesmo distúrbios intestinais, provocados pela má alimentação.

Para evitar o contato com a hepatite, doença silenciosa que ataca o organismo podendo causar danos irreversíveis ao fígado, principalmente durante o carnaval, é importante seguir algumas recomendações médicas, começando pela vacinação de combate à hepatite B, disponível gratuitamente na rede pública de saúde.

Para o Dr. Mauricio Serpa, clínico geral do Hospital e Maternidade São Luiz Anália Franco, o uso de preservativo é fundamental para evitar a contaminação com o vírus do tipo B, que na maioria dos casos é transmitido em relações sexuais. “Sexo seguro deve ser feito com camisinha, seja durante o carnaval, ou ao longo do ano. O contágio com a hepatite B pode ocorrer em uma única relação sem proteção”, enfatiza.

Também é importante ficar atento na hora das refeições. Alimentos e até mesmo água comercializados nas ruas, ou em ambientes sem condições básicas de higiene, podem estar contaminados e servir de vetores para a hepatite A. O ideal é evitar, inclusive, dividir copos, latinhas de cerveja e talheres, pois este tipo de vírus é transmitido, também, pelo contato pessoal.

“A troca de saliva pode transportar o vírus. Portanto, não compartilhar bebidas com desconhecidos, por exemplo, é uma forma de prevenção”, explica O Dr. Mauricio.

A hepatite C é a maior responsável pela cirrose hepática em todo Brasil. Transmitido pelo sangue contaminado, o vírus do tipo C sobrevive por várias horas ou até por alguns dias fora do corpo.

Durante as festas, costuma-se perder bastante líquido e gastar muita energia pelas altas temperaturas. A recomendação é manter o corpo hidratado com sucos naturais de frutas e água. Para aqueles que preferem bebidas alcoólicas, o ideal é intercalar as doses, sem exagerar, com outra bebida hidratante.

Além disso, prefira refeições leves. Alimente-se antes de sair de casa e evite refeições muito pesadas e gordurosas. Prefira carboidratos integrais, que podem ser combinados com frango ou peixe, acompanhados de legumes e verduras. O ideal é fazer as três principais refeições (café, almoço e jantar) e lanches leves nos intervalos.

7 coisas que você precisa saber sobre diabetes

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postado em 15 de fevereiro de 2017

O diabetes é caracterizado pela deficiência da produção ou da ação de insulina, um hormônio produzido pelo pâncreas. Quando isso acontece, é causado um aumento da glicose (açúcar) no sangue. Conversamos com a Dra. Ana Paula Cavalcante Normando, endocrinologista do Hospital e Maternidade São Luiz Anália Franco, para saber mais sobre essa doença:

1. As diferenças entre esses os tipos 1 e 2 de diabetes são várias, apesar deles terem quase as mesmas manifestações clínicas. O diabetes tipo 1 acomete mais crianças e adolescentes e ocorre quando as há destruição autoimune das células produtoras de insulina. O tratamento para esse tipo é feito somente com a insulina.

“O comprometimento genético também é mais evidente nesse tipo”, diz a especialista. Já o diabetes tipo 2 acomete mais pessoas adultas, além de estar mais relacionado com a obesidade, e pode ser tratado tanto com remédios orais e insulina.

2. Hábitos ruins de vida, principalmente alimentares e sedentarismo, contribuem para o surgimento do diabetes tipo 2. Já a prática de exercícios pode ajudar a controlar a glicemia, mas é importante ter orientação médica e de um profissional de educação física.

3. Segundo a médica, a hiperglicemia (excesso de glicemia) pode levar a alterações de quase todos os tecidos e órgãos, mas principalmente dos rins e da retina. A hipoglicemia, quando há baixo nível de açúcar no sangue, pode levar a um quadro grave, e às vezes irreversível, de confusão mental e até coma.

4. Se o diabetes não for tratado adequadamente, podem surgir complicações crônicas e agudas, como pé diabético, infarto do miocárdio e acidente vascular cerebral.

5. “Com uma dieta adequada no combate à obesidade e, principalmente, a prática de atividades físicas é possível evitar o diabetes tipo 2”, orienta a endocrinologista.

6. O diabetes também pode ser desencadeado por fatores genéticos associados a outras doenças, como a acromegalia, causada pela produção excessiva do hormônio do crescimento, e síndrome de Cushing, provocada pela alta concentração de hormônio cortisol no corpo. Outro fator é o uso crônico de medicações como corticoides.

7. Embora ainda não exista cura para nenhum dos dois tipos de diabetes, é possível que o paciente leve uma vida normal durante o tratamento, que controla a glicose presente no sangue para evitar picos ou quedas ao longo do dia.

Especialista do Hospital São Luiz dá dicas para evitar a candidíase

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postado em 20 de janeiro de 2017

Mais comum no verão, a candidíase é uma infecção causada por fungos, sendo o mais frequente deles a Candida albicans. Apesar de poder acontecer durante o ano todo, nesta estação o calor constante poder resultar no abafamento da região genital. Além disso, a maior frequência em praias e piscinas intensifica o risco, devido à permanência com roupas de banho úmidas.

Segundo a Dra. Naira Scartezzini Senna, ginecologista e obstetra do Hospital e Maternidade São Luiz Anália Franco, a candidíase pode acometer homens e mulheres, atacando principalmente as regiões genital, inguinal ou perianal. Porém, ela não é considerada uma doença sexualmente transmissível.

“Nossa flora genital natural é composta por fungos e bactérias que vivem em equilíbrio, nos protegendo de infecções. Porém, situações como calor excessivo, umidade e abafamento podem promover um desequilíbrio desta flora e criar oportunidades para o aumento da população de fungos”, esclarece a especialista.

Os sintomas mais clássicos são coceira na região genital e saída de secreção branca e espessa pela vagina. Também pode surgir ardência ao urinar e dores na relação sexual. “O diagnóstico é clínico e pode ser feito em um simples exame ginecológico, onde o médico verificará a presença de vermelhidão nos genitais e acúmulo de secreção característica da infecção por fungos”, diz a médica.

Cuidados de higiene íntima são essenciais para diminuir o desequilíbrio da flora genital e reduzindo as chances de multiplicação dos fungos na região. A Dra. Naira dá algumas dicas:

– Absorventes diários são vilões no combate aos fungos, pois aumentam a temperatura da região íntima e promovem abafamento com aumento da umidade. Protetores diários devem ser usados apenas durante a menstruação ou em situações específicas.

– Sabonetes líquidos íntimos poder ser usados, por serem cosméticos formulados especificamente para a região genital, com pH muito próximo ao natural e sem perfumes ou corantes agressivos à vulva.

– A roupa de banho deve ser trocada com regularidade. Não permaneça com biquínis ou maiôs úmidos por muitas horas.

– A roupa íntima deve ser bem lavada e seca. Evite pendurar e secar calcinhas no banheiro. Por ser um ambiente pouco arejado, a roupa pode ficar úmida e se tornar um ambiente propício ao fungo.

Hidratação das crianças requer cuidado dobrado nos dias quentes

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postado em 30 de dezembro de 2016

Na última semana, algumas regiões do Brasil tiveram os dias mais quentes do ano. Este período pede atenção especial à hidratação, principalmente das crianças, pois a transpiração é responsável por uma grande perda de líquido. A água é fundamental para regular a temperatura corporal e é necessária para todo o organismo, por isso a boa hidratação faz com que todas as funções sejam desempenhadas de maneira adequada.

Alguns sinais revelam se as crianças estão bem hidratadas, como o volume e a cor da urina (que deve estar clara), língua e lábios úmidos e o choro com lágrimas, por exemplo. Quando a perda de líquido é maior que o ingerido, as mucosas ficam secas, o volume da urina é baixo, a criança fica irritada, sonolenta e o choro não apresenta lágrimas.

A quantidade de líquidos varia conforme a idade e o peso da criança. Por isso, segundo o Dr. Thiago Gara, pediatra do Hospital e Maternidade São Luiz Anália Franco, não é possível estabelecer um volume exato, mas é importante avaliar a hidratação pelos fatores citados anteriormente. “Em geral, falamos de 100 ml por quilo de massa corporal por dia, em média”, diz o especialista.

Sucos naturais e água de coco também são opções para ajudar a manter a criança hidratada, além disso, alimentos com bastante água na composição, como a melancia e o melão, funcionam como auxiliares. Porém, a água deve ser sempre o elemento principal da hidratação. Os sucos de caixinha devem ser deixados de lado: eles contêm muito açúcar, corantes e conservantes, que podem levar à obesidade e casos de alergia.

Para que o consumo de líquidos vire um hábito, ele deve ser incentivado pelos pais desde cedo. No entanto, de acordo com o pediatra, o primeiro passo deve ser o exemplo. “Não adianta pedir para seu filho beber água enquanto o resto da família não o faz. Desde pequeno, é preciso estimular, oferecer e procurar não substituir a água por outra coisa frente à recusa inicial”.

Não se esqueça de manter sempre um recipiente de água com você, caso as crianças fiquem com sede fora de casa, e coloque uma garrafinha na mochila ou lancheira da escola para que seu filho se lembre de se hidratar com frequência.

Mesmo após infarto, pacientes não mudam estilo de vida ruim

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postado em 15 de setembro de 2016

Médico do Hospital São Luiz destaca a importância de controlar os fatores de risco

Em 29 de setembro é comemorado o Dia Mundial do Coração, data que tem como objetivo chamar atenção aos cuidados do órgão considerado mais importante para a vida: o coração. Segundo dados do Ministério da Saúde, o infarto é a principal causa de morte no Brasil, correspondendo a 33% da totalidade.

Ele ocorre quando as artérias responsáveis por levar sangue, oxigênio e nutrientes ao coração ficam obstruídas. A partir do impedimento, inicia-se o processo de necrose do músculo do coração (miocárdio), o qual passa a não ter um funcionamento adequado, comprometendo o desempenho cardíaco, tornando maior o risco de morte, arritmias cardíacas e outras complicações.

women having a heart attack

Para evitar um novo infarto, as pessoas devem levar em consideração os chamados fatores de risco, que são classificados como modificáveis e não modificáveis, e podem elevar as chances de um novo acontecimento. Os modificáveis podem ser alterados com atividade física, mudanças de hábitos ou medicamentos, como a hipertensão, diabetes, obesidade, sedentarismo, tabagismo e colesterol elevado. Já os não modificáveis não podem sofrer interferência, como avanço da idade e fatores genéticos.

Quem já sofreu infarto costuma ficar assustado e com medo de acontecer novamente. Muitos ficam preocupados, pois acreditam que não poderão voltar às atividades normais, como praticar esportes ou ter vida sexual ativa. O ideal é que todos os pacientes que sofreram infarto voltem à vida normal, sempre com atenção as indicações médicas, mas não é o que acontece normalmente.

“Uma minoria de pacientes mudam o estilo de vida a ponto de diminuir o peso dos fatores modificáveis. Eles normalmente não tomam corretamente os remédios, não conseguem parar de fumar, não perdem peso ou não conseguem fazer atividades físicas”, explica o cardiologista Dr. André Feldman, da Cardio D’Or São Luiz Anália Franco.

Segundo o cardiologista, 95% dos infartos estão ligados a algum dos fatores de risco e quanto mais condições associadas maiores são as chances de um novo infarto. “Todos os riscos devem ser controlados. Contudo, o que acontece normalmente é que os pacientes tem dificuldades em manter os indicadores ou não consegue fazer isso a longo prazo e acabam limitando os cuidados apenas aos próximos seis meses a um ano após o ocorrido”, observa.

Os cuidados pós envolvem atividade física, que ajuda no controle de peso, colesterol e até no aspecto psicológico. Em alguns casos, é recomendado ingestão de alimentos saudáveis, que evitam o surgimento das placas de gordura responsáveis pelo infarto.

Entenda quais são os cuidados necessários para quem dirige na gravidez

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postado em 24 de junho de 2016

Especialista do Hospital e Maternidade São Luiz Anália Franco comenta até quando é seguro dirigir na gestação

Se você está grávida e precisa usar o carro durante a gestação, já deve ter se perguntado até quando pode dirigir. Na verdade, não existe uma recomendação ou restrição do DETRAN (Departamento Estadual de Trânsito) sobre isso, portanto não há uma regra. Segundo o Dr. Anderson Nascimento, ginecologista do Hospital e Maternidade São Luiz Anália Franco, as opiniões de médicos e profissionais de trânsito divergem bastante, mas em geral os obstetras aconselham a prática até o sétimo ou oitavo mês.

A orientação se deve ao grande aumento do volume uterino, o que eleva os riscos para as gestantes, segundo o especialista. Entre eles estão o perigo de trauma da barriga com o volante e as freadas que causam desaceleração brusca, o que pode gerar problemas como o descolamento prematuro de placenta, uma complicação grave.

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Além das recomendações básicas para garantir a segurança no trânsito, as futuras mães devem se atentar para mais alguns cuidados. “Manter adequada distância entre o abdômen e o volante e, portanto, posicionar o assento mais distante. Colocar o cinto de segurança de três pontos, de forma que passe acima do ombro, pelo meio das mamas e pela lateral do abdômen com a faixa inferior o mais baixo possível, próximo à raiz das coxas” diz o médico.

O Dr. Anderson ainda ressalta que outros fatores da gravidez também podem interferir na segurança da gestante. Sintomas como tontura, mal-estar e enjoos podem atrapalhar na hora da condução do veículo e causar acidentes. “Fora isso, normalmente se usam medicamentos para tais problemas que potencializam o sono da gestante”, afirma o ginecologista. Assim, nesses casos o cuidado deve ser ainda maior.

A falta de atenção e o sono ocasionados pelo estado gravídico também podem fazer com que a grávida perca o devido foco na direção. Outro ponto que deve ser considerado é o tempo de permanência no veículo, que não deve ser longo, já que as chances de ter trombose aumentam na gestação. Em caso de trânsito ou percursos mais longos, estacionar o carro durante um período é uma boa solução.

Por fim, é importante conversar com o médico responsável pelo pré-natal para que ele avalie caso a caso se a direção é segura para mãe e bebê.

Conheça as doenças endocrinológicas autoimunes mais frequentes

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postado em 2 de junho de 2016

Especialista do Hospital São Luiz fala sobre diabetes tipo I e tireoidite de Hashimoto

O que o diabetes tipo I e a tireoidite de Hashimoto têm em comum? Além de serem doenças endocrinológicas, ambas são doenças autoimunes, sendo as mais frequentes dentro desta especialidade médica.

Não se sabe qual é a causa específica para o aparecimento delas, mas é o próprio organismo que faz com que elas ocorram, já que as doenças autoimunes são aquelas em que o sistema imunológico começa a combater componentes saudáveis do nosso próprio corpo.

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A primeira acontece quando o pâncreas perde a capacidade de produzir insulina, porque o sistema imunológico destrói as células responsáveis pela produção deste hormônio. Já na segunda, o organismo produz anticorpos contra a glândula tireoide. Entre os principais sintomas de diabetes estão vontade de urinar muitas vezes por dia, sede constante, perda de peso e fadiga.

Os sintomas locais da tireoidite de Hashimoto são aumento do volume da tireoide e dor leve na região. O paciente também pode sentir falta de resistência física, fadiga, ganho de peso e sensação de frio.

Segundo a Dra. Ana Paula Cavalcante Normando, endocrinologista do Hospital São Luiz Anália Franco, geralmente o paciente portador de diabetes tipo I também tem tendência a ter a tireoidite de Hashimoto. Assim, o médico que acompanha o tratamento deve sempre fazer a dosagem hormonal e de anticorpos tireoidianos para ficar atento à possibilidade do surgimento da outra enfermidade.

“Nenhuma das duas doenças têm cura, mas com o tratamento é possível controlar e o paciente levar uma vida normal”, explica. No caso do diabetes, o tratamento consiste em uma dieta balanceada, exercícios físicos regulares e aplicação de insulina. Para os portadores da Tireoidite, é necessário fazer a reposição hormonal com medicamentos.

Hospital e Maternidade São Luiz Anália Franco realiza simulado de atendimento a catástrofes com múltiplas vítimas

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postado em 3 de agosto de 2015

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No último sábado, dia 01 de agosto, a unidade Anália Franco organizou o seu primeiro simulado de atendimento a catástrofes com múltiplas vítimas. A ação contou com o apoio de diversas entidades como Corpo de Bombeiros, Grupo de Resgate e Atendimento a Urgências (Grau), Polícia Militar, Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e Subprefeitura de Aricanduva.

O simulado iniciou com uma encenação de acidente, no Parque CERET, envolvendo dois carros e alguns pedestres. As 15 vítimas envolvidas no “acidente” foram socorridas e avaliadas no local, receberam os primeiros atendimentos e foram transportadas para a unidade do São Luiz, onde passaram por nova triagem, atendimentos assistenciais e, nos casos graves, por procedimentos cirúrgicos para atendimento de trauma.

Apenas no São Luiz, cerca de 180 profissionais de diversas áreas participaram deste treinamento, cujo objetivo é preparar a unidade Anália Franco para ser referência na região em casos de catástrofes e outros acidentes de grande porte.

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