Blog da Saúde

Alimentação e saúde do coração: entenda a relação entre elas

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postado em 9 de Março de 2018

Nutrólogos do Hospital e Maternidade São Luiz Anália Franco contam quais são os melhores alimentos para proteger o coração

Para manter a saúde do coração em dia, hábitos como não fumar, praticar exercícios físicos regularmente e controlar o estresse são indispensáveis. Mas a alimentação também exerce um papel fundamental: o menor consumo de sal e de alimentos com excesso de açúcares refinados e gorduras saturadas e trans são medidas básicas.

De acordo com o Dr. Andrea Bottoni, coordenador da equipe de Nutrologia do Hospital e Maternidade São Luiz Anália Franco, é preciso atenção aos níveis de colesterol no sangue, principalmente o chamado “colesterol ruim” (LDL).
“As pessoas com níveis de colesterol total com predomínio do LDL devem tomar medidas para reduzi-lo, especialmente quando fatores de risco como pressão alta, diabetes, obesidade e tabagismo estão associados. O colesterol alto está relacionado ao infarto e ao AVC”, diz o especialista.

Um exemplo de bom alimento para o coração é o azeite extra virgem, que funciona com um regulador, diminuindo o LDL (colesterol ruim) e aumentando o HDL (colesterol bom). Além disso, possui ação protetora do coração por conter antioxidantes, como polifenóis e vitamina E, auxiliando no combate à aterosclerose (entupimento das artérias).

“A melhor forma de consumir o azeite é na forma in natura em preparo de saladas ou como tempero de massas, peixes ou carnes. Porém, estudos recentes mostram que pode ser consumido mesmo aquecido no preparo dos alimentos e frituras, mantendo suas propriedades antioxidantes e vitaminas”, afirma o Dr. Rafael Borlini Ricardo, nutrólogo do Hospital e Maternidade São Luiz Anália Franco.

O vinho tinto e o suco de uva integral também têm substâncias que funcionam como antioxidante, auxiliando na diminuição da inflamação do excesso de gordura ruim no organismo e no aumento do HDL. Entretanto, os especialistas lembram que é preciso moderação no consumo de ambos.

“O alho contém uma substância chamada alicina, que ajuda a reduzir o colesterol e o triglicérides. Também funciona como anticoagulante sanguíneo, evitando a formação de trombos nas veias e artérias”, ressalta o Dr. Andrea.

A vitamina C também é uma aliada e um potente antioxidante presente na maioria das frutas cítricas. Ela ajuda a reduzir a inflamação causada pelo excesso de gordura no organismo. Pesquisas mostram que suplementações com vitamina C auxiliam na redução de formação de placas nas artérias. Para finalizar, os especialistas recomendam comer 1 quadradinho de chocolate amargo por dia.

Hospital e Maternidade São Luiz Anália Franco possui atendimento específico para a Mulher

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postado em 8 de Março de 2018

Atendimento a casos ginecológicos e obstétricos torna-se mais ágil e efetivo no diagnóstico e tratamento das mulheres

Com foco no atendimento exclusivo à mulher, que muitas vezes necessita de um serviço especializado, o Hospital e Maternidade São Luiz Anália Franco conta com o pronto-socorro obstétrico e ginecológico, ambientes exclusivos e preparados para atender às diferentes queixas das pacientes.

Ambos os prontos-socorros dedicados à saúde da mulher são compostos por equipes médicas e de enfermagem especializadas e criteriosamente selecionadas para atender a casos ginecológicos e obstétricos com as mais diferentes queixas. A unidade segue protocolos institucionais atualizados, garantindo alto padrão de atendimento, sem perder a individualidade do paciente.

Pronto-socorro obstétrico
Localizado no térreo do hospital, foi preparado e pensado para oferecer um atendimento personalizado para a gestante, em um ambiente acolhedor para ela e acompanhante. A paciente passa primeiramente pela enfermeira obstetra, que avalia o caso e a direciona para a consulta com o especialista.

“Nosso foco é atender a grávida de maneira eficiente, utilizando esse espaço para eliminar qualquer dúvida ou receio, por isso contamos com o apoio e auxílio de uma equipe multidisciplinar especializada em obstetrícia”, explica Dra. Fabiana Ruas, coordenadora da ginecologia e obstetrícia do Hospital e Maternidade São Luiz Anália Franco.

O ambiente é totalmente integrado com o serviço de medicina fetal do hospital, trazendo conforto, eficiência e um diagnóstico mais preciso e completo, uma vez que o médico tem contato direto com a equipe que realiza os exames, como ultrassonografia e cardiotocografia, que são essenciais para avaliar o bem-estar do feto. O pronto-socorro conta ainda com salas de medicação e leitos para observação, caso seja necessário.

Pronto-socorro ginecológico
O pronto-socorro geral do hospital, localizado no subsolo, conta com atendimento direcionado às queixas ginecológicas. Esta especialidade está disponível no totem de retirada de senha e, ao selecioná-la, a paciente é direcionada para a equipe de ginecologistas já no primeiro atendimento.

“Com esse diferencial conseguimos atender e solucionar de forma rápida e eficaz as queixas das mulheres com patologias ginecológicas”, destaca Dr. Eduardo de Souza, coordenador da ginecologia e obstetrícia do Hospital e Maternidade São Luiz Anália Franco.

Hospital e Maternidade São Luiz Anália Franco completa 10 anos com excelência no atendimento

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postado em 2 de Março de 2018

Referência na zona leste, unidade investe em capacitação de colaboradores, humanização e constante melhoria no atendimento

O Hospital e Maternidade São Luiz Anália Franco completa dez anos no dia 3 de março, com humanização e excelência no atendimento a seus pacientes. Em 2008, chegava à zona leste de São Paulo um hospital premium para oferecer atendimento geral, maternidade, pronto-socorro e centro de diagnósticos aos moradores da região. Atualmente a unidade gera cerca de 4 mil empregos, sendo 2 mil destes diretos.

Durante essa década, a unidade passou a fazer parte da Rede D’Or São Luiz, maior grupo de hospitais privados do país, e recebeu investimentos em todas as áreas, processos e infraestrutura, o que transformou o hospital em referência de atendimento, agregando novos serviços, como o centro médico de especialidades para consultas com hora marcada.

“A construção da nossa história e a consolidação do hospital só foi possível porque contou com o envolvimento e comprometimento de todos os colaboradores e médicos. É uma engrenagem que só funciona corretamente quando todos trabalham juntos”, observa o dr. Flavio Akira Sakae, diretor do Hospital e Maternidade São Luiz Anália Franco.

Atualmente a unidade conta com 255 leitos, sendo 144 apartamentos de hospital, 24 de maternidade e 87 leitos de Unidade de Tratamento Intensivo, sendo 54 leitos de UTI Adulto, 22 leitos de UTI neonatal e 11 leitos de UTI Infantil. O Centro Cirúrgico tem nove salas equipadas para transmissões de cirurgias por videoconferência e o centro obstétrico tem sete salas, sendo três com janela de visor plasmático para que os familiares possam acompanhar os primeiros momentos de vida do bebê e duas suítes Delivery Room, para parto natural, com recursos como cromoterapia e banheira.

A maternidade reforça a qualidade da marca São Luiz, uma das mais reconhecidas do país, seguindo padrões de excelência e diferenciais, como estrutura, decoração, hotelaria e serviços essenciais. “É uma maternidade de alto padrão, com tudo que é necessário e o que há de mais moderno para cuidar da saúde da mãe e do bebê”, comenta Sakae.

A pediatria também possui a mesma expertise no cuidado às crianças, com decoração especial e infraestrutura para que os pequenos e sua família se sintam mais à vontade durante o atendimento ou internação. Preocupada com a segurança do atendimento e dos processos, a unidade conquistou certificado de Acreditação Hospitalar Nacional no nível III – Acreditação com excelência, em 2013, e recebeu uma das mais importantes certificações internacionais em 2016, a canadense Diamante da Qmentum International Accreditation.

Dr. Flávio explica que essas certificações são baseadas em rígidos critérios de qualidade em saúde e mostram que o hospital alcançou uma melhoria contínua, além de transferir conhecimento e desenvolvimento de competências dentro de uma equipe de trabalho multidisciplinar. “Os selos atestam a excelência da unidade em qualidade do atendimento hospitalar e segurança do paciente”, comemora.

Cardiologia
Pensando nas constantes mudanças na área da saúde e hábitos de vida da população, a unidade Anália Franco investiu em atendimento cardiológico. O Centro de Cardiologia oferece um serviço preventivo e de tratamento das patologias do coração, incluindo serviço de check-up, exames laboratoriais, de imagem e de esforço. Além do acompanhamento completo àqueles que já possuem alguma doença e necessitam de atenção e cuidados médicos durante toda a vida.

Acessibilidade
Durante os 10 anos, o Hospital passou por uma série de mudanças em sua estrutura. Uma delas levou à conquista do Selo de Acessibilidade, em 2017, documento regulamentado pela Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência (SMPED) da Prefeitura de São Paulo, concedido às edificações que garantem acessibilidade para pessoas com deficiência e mobilidade reduzida.

Treinamento e capacitação
Pensando sempre em elevar a atenção ao paciente e qualidade percebida, a unidade tem investido constantemente não apenas em equipamentos para seu parque tecnológico, mas em seus colaboradores, a partir de treinamentos internos e capacitação. “Hoje, por exemplo, quem está em uma das pontas do atendimento faz parte de todos os processos, consegue saber o que ainda vai acontecer, melhorando a qualidade do atendimento e reduzindo drasticamente a possibilidade de erros”, observa Sakae.

Fisioterapia ajuda pacientes cardiológicos a se recuperarem mais rápido

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postado em 29 de setembro de 2017

Caminhada, escada e até pedalada fazem parte da rotina do paciente no hospital

O Dia Mundial do Coração, celebrado em 29 de setembro, é uma data para a população exercer ações conjuntas a fim de diminuir a principal causa de morte nos países, as doenças do coração.

Números da Sociedade Brasileira de Cardiologia mostram que, no Brasil, uma pessoa morre a cada dois minutos por conta dessas doenças. São 350 mil mortes a cada ano, causadas pelos três maiores problemas cardiovasculares — infarto, AVC e insuficiência cardíaca.

Mesmo com os contínuos alertas e campanhas de prevenção, há ainda muitos pacientes que continuam sofrendo com a doença. Por isso, os especialistas recomendam um check-up anual que contemple exames do coração, como teste ergométrico, ultrassonografia do coração e eletrocardiograma de repouso.

Já para os pacientes internados por problemas cardíacos, a retomada da rotina é essencial e eles anseiam para que seja breve. Para isso precisam de uma reabilitação ainda no período de internação. A recomendação dos fisioterapeutas é de sempre realizar atividades, seja uma caminhada ainda no quarto, nos corredores, subir alguns degraus de escada e até uma pedalada por meio do cicloergômetro, equipamento que simula uma bicicleta ainda no leito do paciente.

O Hospital e Maternidade São Luiz Anália Franco possui um jardim de inverno que também é utilizado para as caminhadas dos pacientes. No local, há um espaço com áreas verdes com um pequeno lago que é usado para a interação dos pacientes. “As áreas verdes ajudam a tirar um pouco das características de hospital e deixar o ambiente mais parecido com o que o paciente está acostumado, o que proporciona mais tranquilidade e bem-estar”, explica o Dr. Flávio Sakae, diretor do Hospital e Maternidade São Luiz Anália Franco.

No caso de pacientes acamados, todos os exercícios são voltados para a parte aeróbica, sem uso de alteres, sempre com intuito de preservar articulações e manter uma boa respiração. “O nosso maior objetivo é retirar o paciente do leito o quanto antes”, explica Aline Sanches Prado, fisioterapeuta do Hospital e Maternidade São Luiz Anália Franco.

Para um paciente com quadro cardíaco mais estabilizado, com alguns exercícios de menor intensidade já realizados, as atividades passam a ser feitas no corredor ou até mesmo em degraus. “A ideia é que o paciente consiga voltar às atividades de rotina, evitando inclusive que novas doenças apareçam”, explica a fisioterapeuta.

Além disso, em alguns atendimentos, os fisioterapeutas recebem o apoio de terapia ocupacional, para ensinar o paciente a reaprender funções do dia a dia, como pegar em um pente ou vestir uma roupa.

Os atendimentos são realizados sempre de acordo com a prescrição médica, podendo variar de quatro a seis ao dia, para cada paciente, bem como a intensidade dos exercícios.

Sequência de tratamento é determinante para cura do HPV, afirma especialista do Hospital São Luiz

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postado em 12 de setembro de 2017

Homens tendem a encerrar acompanhamento antes da alta médica

Para as pessoas sexualmente ativas é muito provável que já tiveram ou terão contato com o papiloma vírus humano, responsável pelo HPV, em algum momento da vida. Em alguns casos, o próprio organismo se encarrega de eliminar o vírus, mas em outros casos, a doença pode persistir e causar verrugas ou até o câncer. O HPV é uma doença sexualmente transmissível causada pelo human papiloma virus. Existem mais de 100 subtipos do vírus.

O HPV pode ser transmitido sexualmente ou por contato direto com a pele. A doença é caracterizada por lesões cutâneas na região genital, com aspecto de verrugas e com vários graus de tamanho, mas também pode aparecer em outros lugares, como pele e mucosas.

O Dr. Ricardo Marcondes de Mattos, urologista dos Hospitais São Luiz, unidades Anália Franco e Itaim, e Hospital Villa-Lobos, explica que a doença tem um período de incubação que pode variar de três semanas a oito meses. “As lesões têm recidivas, ou seja, vão e voltam de tempos em tempos, mas não há uma lógica para isso, pois o período de latência do vírus pode ser variável, dependendo da carga viral, tipo de vírus, duração e frequência de exposição e condições imunológica do indivíduo. O ideal é fazer uma vigilância ativa e não interromper o tratamento antes de alta médica. Homens tendem a não completar o tratamento”, orienta o especialista.

As lesões podem aparecer em ambos os sexos, mas podem ser mais facilmente diagnosticadas no homem, por normalmente estarem mais presentes em locais visíveis, como pênis, escroto ou ânus. Na mulher, os sintomas incluem verrugas na vulva, nos grandes ou pequenos lábios, parede vaginal, colo do útero e ânus.

O diagnóstico nos homens é feito por meio do exame clínico, da peniscopia, da captura híbrida ou biópsia das lesões. O tratamento é feito com orientação médica, podendo-se utilizar desde cremes tópicos até procedimentos citoredutores como exérese cirúrgica, eletrocauterização, criocauterização ou uso do laser.

Vacinação

Desde 2014 a vacina para o HPV está disponível no SUS para meninas a partir de nove anos de idade. Em 2017 foi liberada também para os meninos. A vacina é segura, eficaz e é a principal forma de prevenção contra o aparecimento do câncer do colo de útero.

Curtir o Carnaval também pede atenção à saúde

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postado em 24 de Fevereiro de 2017

Cuidados simples, como o uso de preservativo nas relações sexuais, hidratação e alimentação garantem uma folia mais segura

A empolgação que embala a maior festa popular do país esconde vilões como os vírus da hepatite A, B, ou C, problemas de desidratação e até mesmo distúrbios intestinais, provocados pela má alimentação.

Para evitar o contato com a hepatite, doença silenciosa que ataca o organismo podendo causar danos irreversíveis ao fígado, principalmente durante o carnaval, é importante seguir algumas recomendações médicas, começando pela vacinação de combate à hepatite B, disponível gratuitamente na rede pública de saúde.

Para o Dr. Mauricio Serpa, clínico geral do Hospital e Maternidade São Luiz Anália Franco, o uso de preservativo é fundamental para evitar a contaminação com o vírus do tipo B, que na maioria dos casos é transmitido em relações sexuais. “Sexo seguro deve ser feito com camisinha, seja durante o carnaval, ou ao longo do ano. O contágio com a hepatite B pode ocorrer em uma única relação sem proteção”, enfatiza.

Também é importante ficar atento na hora das refeições. Alimentos e até mesmo água comercializados nas ruas, ou em ambientes sem condições básicas de higiene, podem estar contaminados e servir de vetores para a hepatite A. O ideal é evitar, inclusive, dividir copos, latinhas de cerveja e talheres, pois este tipo de vírus é transmitido, também, pelo contato pessoal.

“A troca de saliva pode transportar o vírus. Portanto, não compartilhar bebidas com desconhecidos, por exemplo, é uma forma de prevenção”, explica O Dr. Mauricio.

A hepatite C é a maior responsável pela cirrose hepática em todo Brasil. Transmitido pelo sangue contaminado, o vírus do tipo C sobrevive por várias horas ou até por alguns dias fora do corpo.

Durante as festas, costuma-se perder bastante líquido e gastar muita energia pelas altas temperaturas. A recomendação é manter o corpo hidratado com sucos naturais de frutas e água. Para aqueles que preferem bebidas alcoólicas, o ideal é intercalar as doses, sem exagerar, com outra bebida hidratante.

Além disso, prefira refeições leves. Alimente-se antes de sair de casa e evite refeições muito pesadas e gordurosas. Prefira carboidratos integrais, que podem ser combinados com frango ou peixe, acompanhados de legumes e verduras. O ideal é fazer as três principais refeições (café, almoço e jantar) e lanches leves nos intervalos.

7 coisas que você precisa saber sobre diabetes

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postado em 15 de Fevereiro de 2017

O diabetes é caracterizado pela deficiência da produção ou da ação de insulina, um hormônio produzido pelo pâncreas. Quando isso acontece, é causado um aumento da glicose (açúcar) no sangue. Conversamos com a Dra. Ana Paula Cavalcante Normando, endocrinologista do Hospital e Maternidade São Luiz Anália Franco, para saber mais sobre essa doença:

1. As diferenças entre esses os tipos 1 e 2 de diabetes são várias, apesar deles terem quase as mesmas manifestações clínicas. O diabetes tipo 1 acomete mais crianças e adolescentes e ocorre quando as há destruição autoimune das células produtoras de insulina. O tratamento para esse tipo é feito somente com a insulina.

“O comprometimento genético também é mais evidente nesse tipo”, diz a especialista. Já o diabetes tipo 2 acomete mais pessoas adultas, além de estar mais relacionado com a obesidade, e pode ser tratado tanto com remédios orais e insulina.

2. Hábitos ruins de vida, principalmente alimentares e sedentarismo, contribuem para o surgimento do diabetes tipo 2. Já a prática de exercícios pode ajudar a controlar a glicemia, mas é importante ter orientação médica e de um profissional de educação física.

3. Segundo a médica, a hiperglicemia (excesso de glicemia) pode levar a alterações de quase todos os tecidos e órgãos, mas principalmente dos rins e da retina. A hipoglicemia, quando há baixo nível de açúcar no sangue, pode levar a um quadro grave, e às vezes irreversível, de confusão mental e até coma.

4. Se o diabetes não for tratado adequadamente, podem surgir complicações crônicas e agudas, como pé diabético, infarto do miocárdio e acidente vascular cerebral.

5. “Com uma dieta adequada no combate à obesidade e, principalmente, a prática de atividades físicas é possível evitar o diabetes tipo 2”, orienta a endocrinologista.

6. O diabetes também pode ser desencadeado por fatores genéticos associados a outras doenças, como a acromegalia, causada pela produção excessiva do hormônio do crescimento, e síndrome de Cushing, provocada pela alta concentração de hormônio cortisol no corpo. Outro fator é o uso crônico de medicações como corticoides.

7. Embora ainda não exista cura para nenhum dos dois tipos de diabetes, é possível que o paciente leve uma vida normal durante o tratamento, que controla a glicose presente no sangue para evitar picos ou quedas ao longo do dia.

Especialista do Hospital São Luiz dá dicas para evitar a candidíase

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postado em 20 de Janeiro de 2017

Mais comum no verão, a candidíase é uma infecção causada por fungos, sendo o mais frequente deles a Candida albicans. Apesar de poder acontecer durante o ano todo, nesta estação o calor constante poder resultar no abafamento da região genital. Além disso, a maior frequência em praias e piscinas intensifica o risco, devido à permanência com roupas de banho úmidas.

Segundo a Dra. Naira Scartezzini Senna, ginecologista e obstetra do Hospital e Maternidade São Luiz Anália Franco, a candidíase pode acometer homens e mulheres, atacando principalmente as regiões genital, inguinal ou perianal. Porém, ela não é considerada uma doença sexualmente transmissível.

“Nossa flora genital natural é composta por fungos e bactérias que vivem em equilíbrio, nos protegendo de infecções. Porém, situações como calor excessivo, umidade e abafamento podem promover um desequilíbrio desta flora e criar oportunidades para o aumento da população de fungos”, esclarece a especialista.

Os sintomas mais clássicos são coceira na região genital e saída de secreção branca e espessa pela vagina. Também pode surgir ardência ao urinar e dores na relação sexual. “O diagnóstico é clínico e pode ser feito em um simples exame ginecológico, onde o médico verificará a presença de vermelhidão nos genitais e acúmulo de secreção característica da infecção por fungos”, diz a médica.

Cuidados de higiene íntima são essenciais para diminuir o desequilíbrio da flora genital e reduzindo as chances de multiplicação dos fungos na região. A Dra. Naira dá algumas dicas:

– Absorventes diários são vilões no combate aos fungos, pois aumentam a temperatura da região íntima e promovem abafamento com aumento da umidade. Protetores diários devem ser usados apenas durante a menstruação ou em situações específicas.

– Sabonetes líquidos íntimos poder ser usados, por serem cosméticos formulados especificamente para a região genital, com pH muito próximo ao natural e sem perfumes ou corantes agressivos à vulva.

– A roupa de banho deve ser trocada com regularidade. Não permaneça com biquínis ou maiôs úmidos por muitas horas.

– A roupa íntima deve ser bem lavada e seca. Evite pendurar e secar calcinhas no banheiro. Por ser um ambiente pouco arejado, a roupa pode ficar úmida e se tornar um ambiente propício ao fungo.

Hidratação das crianças requer cuidado dobrado nos dias quentes

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postado em 30 de dezembro de 2016

Na última semana, algumas regiões do Brasil tiveram os dias mais quentes do ano. Este período pede atenção especial à hidratação, principalmente das crianças, pois a transpiração é responsável por uma grande perda de líquido. A água é fundamental para regular a temperatura corporal e é necessária para todo o organismo, por isso a boa hidratação faz com que todas as funções sejam desempenhadas de maneira adequada.

Alguns sinais revelam se as crianças estão bem hidratadas, como o volume e a cor da urina (que deve estar clara), língua e lábios úmidos e o choro com lágrimas, por exemplo. Quando a perda de líquido é maior que o ingerido, as mucosas ficam secas, o volume da urina é baixo, a criança fica irritada, sonolenta e o choro não apresenta lágrimas.

A quantidade de líquidos varia conforme a idade e o peso da criança. Por isso, segundo o Dr. Thiago Gara, pediatra do Hospital e Maternidade São Luiz Anália Franco, não é possível estabelecer um volume exato, mas é importante avaliar a hidratação pelos fatores citados anteriormente. “Em geral, falamos de 100 ml por quilo de massa corporal por dia, em média”, diz o especialista.

Sucos naturais e água de coco também são opções para ajudar a manter a criança hidratada, além disso, alimentos com bastante água na composição, como a melancia e o melão, funcionam como auxiliares. Porém, a água deve ser sempre o elemento principal da hidratação. Os sucos de caixinha devem ser deixados de lado: eles contêm muito açúcar, corantes e conservantes, que podem levar à obesidade e casos de alergia.

Para que o consumo de líquidos vire um hábito, ele deve ser incentivado pelos pais desde cedo. No entanto, de acordo com o pediatra, o primeiro passo deve ser o exemplo. “Não adianta pedir para seu filho beber água enquanto o resto da família não o faz. Desde pequeno, é preciso estimular, oferecer e procurar não substituir a água por outra coisa frente à recusa inicial”.

Não se esqueça de manter sempre um recipiente de água com você, caso as crianças fiquem com sede fora de casa, e coloque uma garrafinha na mochila ou lancheira da escola para que seu filho se lembre de se hidratar com frequência.

Mesmo após infarto, pacientes não mudam estilo de vida ruim

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postado em 15 de setembro de 2016

Médico do Hospital São Luiz destaca a importância de controlar os fatores de risco

Em 29 de setembro é comemorado o Dia Mundial do Coração, data que tem como objetivo chamar atenção aos cuidados do órgão considerado mais importante para a vida: o coração. Segundo dados do Ministério da Saúde, o infarto é a principal causa de morte no Brasil, correspondendo a 33% da totalidade.

Ele ocorre quando as artérias responsáveis por levar sangue, oxigênio e nutrientes ao coração ficam obstruídas. A partir do impedimento, inicia-se o processo de necrose do músculo do coração (miocárdio), o qual passa a não ter um funcionamento adequado, comprometendo o desempenho cardíaco, tornando maior o risco de morte, arritmias cardíacas e outras complicações.

women having a heart attack

Para evitar um novo infarto, as pessoas devem levar em consideração os chamados fatores de risco, que são classificados como modificáveis e não modificáveis, e podem elevar as chances de um novo acontecimento. Os modificáveis podem ser alterados com atividade física, mudanças de hábitos ou medicamentos, como a hipertensão, diabetes, obesidade, sedentarismo, tabagismo e colesterol elevado. Já os não modificáveis não podem sofrer interferência, como avanço da idade e fatores genéticos.

Quem já sofreu infarto costuma ficar assustado e com medo de acontecer novamente. Muitos ficam preocupados, pois acreditam que não poderão voltar às atividades normais, como praticar esportes ou ter vida sexual ativa. O ideal é que todos os pacientes que sofreram infarto voltem à vida normal, sempre com atenção as indicações médicas, mas não é o que acontece normalmente.

“Uma minoria de pacientes mudam o estilo de vida a ponto de diminuir o peso dos fatores modificáveis. Eles normalmente não tomam corretamente os remédios, não conseguem parar de fumar, não perdem peso ou não conseguem fazer atividades físicas”, explica o cardiologista Dr. André Feldman, da Cardio D’Or São Luiz Anália Franco.

Segundo o cardiologista, 95% dos infartos estão ligados a algum dos fatores de risco e quanto mais condições associadas maiores são as chances de um novo infarto. “Todos os riscos devem ser controlados. Contudo, o que acontece normalmente é que os pacientes tem dificuldades em manter os indicadores ou não consegue fazer isso a longo prazo e acabam limitando os cuidados apenas aos próximos seis meses a um ano após o ocorrido”, observa.

Os cuidados pós envolvem atividade física, que ajuda no controle de peso, colesterol e até no aspecto psicológico. Em alguns casos, é recomendado ingestão de alimentos saudáveis, que evitam o surgimento das placas de gordura responsáveis pelo infarto.

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