Blog da Saúde

O Nicholas chegou!

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postado em 16 de Abril de 2012

Hoje meu bebê completa uma semana. Estar ausente no blog nos últimos dias tem explicações – a primeira semana pós parto requer uma sensível adaptação.

O Nicholas esperou bem comportado durante a Páscoa e na segunda-feira (9/4) fomos ao Hospital São Luiz Itaim logo cedo. Fizemos o último exame de ultrassom para verificar seu peso e demos entrada na internação.

Como no exame detectou-se que o bebê estava com uma circular de cordão no pescoço, minha obstetra quis acompanhar de pertinho a indução. Fiquei recebendo medicação durante toda à tarde, mas não respondi como esperado. Não senti as contrações do parto, então partimos para a cesárea. A cirurgia foi bem tranquila e às 18 horas e sete minutos nasceu o Nicholas com 3.575 Kg e 50 cm.


No momento do parto, meu marido esteve ao meu lado o tempo todo e isso foi bastante gratificante. Familiares e amigos acompanharam a transmissão do parto via internet pelo site do Hospital São Luiz. Adorei essa possibilidade e todos que vieram me visitar nos dias seguintes comentaram que assistiram o parto e adoraram essa inovação.

Logo após o parto, a emoção de ouvir o chorinho do meu bebe é indescritível, assim como quando ele veio ao meu colo e de repente parou de chorar, como se me reconhecesse como mãe. Logo estava no quarto para me recuperar, podendo receber visitas. Por volta das 23 horas, o Nicholas chegou ao quarto para que tivéssemos um pouco mais de contato. Depois ele voltou ao berçário e quando acordou com fome veio novamente ao quarto para a primeira mamada.

A enfermeira mostrou como deveria ser dado o peito e me ajudou a fazer o bebe sugá-lo. Uma dorzinha significativa, mas uma recompensa maior ao ver aquele bebê tão frágil e tão pequeno com um rostinho tranquilo e sereno ao ser alimentado. Obrigada à equipe de enfermagem que me ensinaram a pegá-lo, dar banho, limpar o umbiguinho, amamentá-lo e colocá-lo para arrotar. São coisas simples, mas que para mamãe de primeira viagem como eu fizeram toda a diferença.

Tivemos alta na quinta feira (12/4) pela manhã. Logo contarei mais sobre os primeiros dias em casa.

Como ajudar a criança a passar de ano?

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postado em 11 de novembro de 2011

O mês de dezembro já está batendo à porta e, com ele, as provas de fim de ano, o que causa a angústia de diversos pais cujos filhos dependem do resultado desse último exame para saber se conseguiram ou não passar para a próxima série.

Nesse momento, os pais precisam ajudar a criança e, principalmente, definir uma rotina de estudos.

“Na hora de estudar, estabeleça um cantinho e um horário fixos, bem longe de qualquer distração. Isso facilita a concentração. Quando possível também vale combinar com outras mães para os filhos estudarem juntos e trocarem informações sobre as matérias. Mas isso somente se tiver um adulto para supervisionar e orientar os pequenos”, explica Marcelo Reibscheid, pediatra do Hospital e Maternidade São Luiz.

De acordo com o pediatra, os pais precisam estar atentos às dificuldades da criança e ajudá-la no que for preciso.

Mas, sempre é importante lembrar, ajudar não significa dar todas as respostas para o pequeno e sim fazer com que ele as encontre por si só.

Garanta que seu filho não só estudou, mas que também absorveu tudo o que leu durante o dia. Vale pedir para a criança fazer um resumo de tudo o que viu sobre cada matéria e aplicar uma pequena prova sobre os principais pontos vistos, assim, ele assimila com mais facilidade tudo o que viu e fica mais motivado ao perceber que aprendeu.

E por fim, preste atenção no modo como seu filho estuda. Em muitos casos a criança não vai bem na escola porque possui algum problema que atrapalha o seu aprendizado, desde uma dificuldade em enxergar objetos distantes até mesmo dislexia, que altera a maneira como o pequeno lê, soletra e escreve.

Catapora – Origem, sintomas e cuidados

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postado em 14 de outubro de 2011

A catapora começa a se manifestar com uma febre e chega acompanhada de vesículas, pintas vermelhas com líquido, que se espalham pelo corpo, mais acentuadamente no tronco, abdômen, couro cabeludo e rosto.

O contágio acontece por gotículas que saem da boca quando se fala muito próximo da outra pessoa ou pelo contato com as lesões que aparecem na pele, segundo Marco Aurélio Safadi, médico coordenador da infectologia pediátrica do Hospital e Maternidade São Luiz.

O maior problema, ainda segundo o especialista, é que a transmissão da doença acontece por um longo período, visto que começa dois dias antes de estourar as lesões pelo corpo e vai até que elas sequem totalmente. No total, o perigo do contágio pode atingir cerca de 10 dias. “Antes de saber que está infectado, o enfermo já está transmitindo involuntariamente, sem saber”, afirma.

Normalmente, a catapora é benigna, mas se a pessoa infectada estiver com baixa imunidade por conta de outras enfermidades, como câncer e diabetes, a doença pode alcançar complicações mais sérias e levar até mesmo ao óbito. “É raro isto acontecer, mas não impossível”, tranquiliza o Dr. Marco Aurélio. O tratamento é basicamente amenizar os sintomas, como a febre e evitar complicações da doença, como manter a pele limpa e as unhas aparadas para evitar as infecções secundárias de pele por conta da coceira.

A vacina preventiva pode ser aplicada após um ano de idade, mas não é distribuída gratuitamente pelos órgãos públicos, exceto quando ocorrem um ou dois casos de catapora numa mesma escola ou creche, aí promove-se a vacinação de bloqueio e controle de surtos para evitar a proliferação da doença.

A catapora só acontece uma vez na vida, mas há uma patologia semelhante que aparece na fase adulta que pode ser confundida com a doença. “O vírus da catapora é de uma “família” de vírus que fica latente no organismo. Quando há baixa da imunidade, um dos vírus da “família” se reativa e manifesta-se como herpes zoster, mais conhecido como cobreiro, que ataca, geralmente, nas mesmas partes que a catapora. Por isto a confusão”, esclarece o infectologista pediátrico do Hospital São Luiz.

 

Programa Eliana – Conversa de mãe (29/05/2011)

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postado em 1 de junho de 2011

Confira abaixo a participação do pediatra do Hospital São Luiz, Dr. Marcelo Reibscheid, no Programa Eliana do último domingo (29/05). No vídeo, o médico dá dicas de como evitar acidentes com crianças em cômodos da casa.

 

Programa Eliana – Dr. Marcelo Reibscheid

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postado em 14 de Março de 2011

Confira abaixo a participação do pediatra Marcelo Reibscheid, do Hospital São Luiz, no Programa Eliana. O médico falou sobre as mulheres que desejam engravidar e respondeu a perguntas de várias mães de todo o Brasil.

 

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