Blog da Saúde

Robôs melhoram precisão e aumentam bem-estar após cirurgia de próstata

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postado em 24 de novembro de 2016

Na maioria dos casos, nova técnica preserva o controle urinário e função sexual dos pacientes operados

A Campanha Novembro Azul tem o propósito de levar informação sobre a importância da prevenção ao câncer de próstata com um olhar mais atento aos homens que não se cuidam. O câncer de próstata acontece quando as células desta glândula começam a se multiplicar de forma desordenada, comumente chamada de mutação das células.

Com o passar dos anos e a melhora da tecnologia nos hospitais, alguns estudos têm apontado melhores resultados em longo prazo em cirurgias aos tratamentos de radioterapia, motivo pelo qual este tem sido o tratamento mais indicado a pacientes com expectativa de vida superior a 10 anos.

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Dentre as cirurgias de prostatectomia, uma nova técnica tem apresentado resultados bastante animadores. A cirurgia laparoscópica assistida por robô. O sistema robótico, disponível nas unidades Itaim e Morumbi do Hospital e Maternidade São Luiz, possibilita aos pacientes alternativas positivas para o tratamento, com mais eficiência que nos métodos tradicionais, como cortes menores, menos dor e desconforto no pós-operatório, diminuição na perda de sangue durante a cirurgia, menor tempo de internação e ainda recuperação e retorno mais rápido às atividades do dia-a-dia.

O maior nível de precisão das imagens e de movimentos dos instrumentos robóticos permite ainda uma melhor preservação do controle urinário e da função sexual depois da cirurgia, mantendo um excelente índice de cura do câncer.

O urologista Roni de Carvalho Fernandes, do Hospital e Maternidade São Luiz Itaim, explica que o tratamento varia de acordo com cada paciente e o acometimento da doença, que em última instância vai determinar sua agressividade.

“Em idosos com doença de baixa agressividade, o acompanhamento vigiado sem um tratamento imediato pode ser oferecido com segurança”, explica. Já para pacientes com a doença mais avançada, o tratamento com cirurgia de remoção total da próstata, radioterapia ou fonte de irradiação externa pode ser oferecido como opções.

Desempenho sexual é o ponto chave para homens irem ao médico

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postado em 8 de novembro de 2016

Urologista do Hospital São Luiz explica que sintomas surgem após os 50 anos e são eles que estimulam os homens a procurar tratamento

Durante o mês de novembro é comum nos depararmos com monumentos, prédios e parques iluminados de azul, mês em que acontecem campanhas em prol da saúde masculina. O Novembro Azul, como ficou conhecido o período, é uma oportunidade para que os homens cuidem de si mesmos.

Dentre os temas discutidos no período está o câncer de próstata, o segundo que mais acomete os homens. Mas há outra doença que também atinge os homens neste período da vida, o Distúrbio Androgênico do Envelhecimento Masculino (Daem), popularmente chamado de andropausa, que tem sintomas semelhantes ao maior vilão da saúde masculina, o câncer.

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Com a chegada aos 50 anos, o homem tem uma diminuição progressiva na produção de testosterona, hormônio produzido pelos testículos. Uma queda gradual que pode chegar a 5%, e varia de acordo com biotipo, herança genética e modo de vida de cada um (alimentação, exercícios físicos e prevenção). Esse conjunto pode acarretar em diminuição da libido e disfunção erétil, depressão ou irritabilidade, diminuição do tecido muscular e diminuição de alguns aspectos da força muscular. Além disso, o conjunto de sintomas acima pode estar associado ao aumento da gordura abdominal, diminuição da densidade mineral óssea, do volume testicular e queda de pelos.

Para o Dr. Ricardo De La Roca, urologista do Hospital São Luiz Jabaquara, este conjunto de sintomas é uma das grandes causas que levam os homens a procurar ajuda nos consultórios médicos. “A disfunção erétil é a maior causa que estimula o homem a ir a uma consulta médica por si só, ou motivado pela companheira, uma vez que ela também sofre indiretamente com o quadro da queda da libido dele”, observa o médico.

É sabido que os tumores malignos de próstata são estimulados pela presença de testosterona. Para melhor entender a diferença entre Daem e o câncer de próstata, os médicos analisam todas as variáveis possíveis, como o metabolismo, o funcionamento do eixo produtor da testosterona, e as repercussões das eventuais alterações nos exames laboratoriais no organismo masculino, bem como em que situação a próstata se encontra, crescida ou não. Para o tratamento, caso haja câncer de próstata, não se pode indicar, por exemplo, a reposição hormonal com a testosterona.

Após a realização dos exames de diagnóstico e a constatação do Daem, o tratamento mais indicado é levar bem-estar e autoestima para sua vida, por meio da prática de exercícios diários, perda de peso aos que têm sobrepeso e estimulação dos testículos com medicações que elevam a produção de hormônios. É indicado, também, o controle de outros fatores de risco como hipertensão, diabetes, ácido úrico elevado, taxas altas de colesterol e triglicérides.

Dr. Ricardo explica ainda que nos dias de hoje seis em cada dez pacientes vão ao urologista para check-up de próstata, e em cerca de 70% destes podem ser apontados com algum grau de Daem. “O desempenho sexual pode ser o maior motivador para a procura médica e desta podemos em muitas vezes salvar a vida destes pacientes, curando-os não só do distúrbio, mas do câncer de próstata”.

Novembro Azul: Câncer de próstata pode ser silencioso e assintomático

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postado em 1 de novembro de 2016

Especialistas do Hospital São Luiz explicam a importância do diagnóstico precoce

A Campanha Novembro Azul é voltada à saúde dos homens e foi criada com objetivo de mostrar a importância de fazer exames para o diagnóstico precoce do câncer de próstata. Esta glândula do aparelho reprodutor masculino pesa cerca de 20 gramas e possui forma e tamanho semelhantes a uma castanha. Ela está localizada abaixo da bexiga e sua principal função, juntamente com as vesículas seminais, é produzir o esperma.

Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), no Brasil, este tumor é o segundo mais frequente na população masculina, atrás apenas do câncer de pele não-melanoma. Normalmente, a próstata começa a aumentar de tamanho a partir dos 40 anos de idade. “O câncer de próstata acontece quando as células deste órgão começam a se multiplicar de forma desordenada, isto é, uma mutação de células”, explica o Dr. Camillo Loprete, urologista do Hospital e Maternidade São Luiz Anália Franco.

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A detecção precoce da doença, de acordo com o especialista, eleva as chances de cura para 90% dos casos. Os dois principais exames para diagnosticar o problema são o PSA (colhido no sangue) e o toque retal. A Sociedade Brasileira de Urologia recomenda que homens a partir de 50 anos procurem o urologista para iniciar a prevenção. Indivíduos com maior risco da doença (histórico familiar, raça negra, fumantes e obesos) devem procurar o urologista a partir dos 45 anos.

No início, a doença costuma ser assintomática. Por isso, a partir da idade recomendada, os homens devem procurar o médico para fazer os exames anualmente. “O câncer de próstata normalmente só causa sintomas quando já está avançado, por isso é importante procurar o urologista mesmo sem sintomas”, diz o Dr. Fernando Tardelli, urologista do Hospital e Maternidade São Luiz Anália Franco. Alguns dos sintomas para um câncer de próstata avançado podem ser: sangramento de urina, dificuldade para urinar, insuficiência renal e dilatação renal.

Embora ainda exista preconceito com o toque retal, ele é indispensável. “Não há um exame que o substitua, pois nele o urologista avalia a presença ou não de nódulos na próstata, além de outras alterações da glândula”, destaca o Dr. Tardelli. O teste é rápido, simples, praticamente indolor.

Os tratamentos variam de acordo com a fase do tumor e as características do paciente. Nos estágios iniciais (tumores localizados e localmente avançados), cirurgia, radioterapia ou até observação monitorada podem ser realizadas. A cirurgia pode ser feita de três formas: aberta, via laparoscópica ou por robótica. As duas últimas com incisões menores na pele. Se a recomendação for a operação, o urologista decidirá junto ao paciente qual é a melhor para o caso. Já para os tumores avançados, há o tratamento hormonal, no qual através de medicamentos o urologista e o oncologista tenta bloquear a progressão da doença.

Como funciona e quando é necessária a cirurgia de cálculo renal

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postado em 7 de julho de 2015

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O cálculo renal é uma formação, dentro da via urinária (rins, ureteres, bexiga e uretra), de um corpo sólido que é conhecido, popularmente, por pedra nos rins. Essas “pedras” podem ser formadas por diversos motivos diferentes: tipo de alimentação, baixo consumo de água, algum medicamento ou, como é na maioria dos casos, predisposição genética. Muitas vezes a formação do cálculo acontece por causa de uma combinação desses fatores.

Quando esse cálculo está nos rins, geralmente não provoca dor ou sintomas, e com frequência é expelido através da urina. Porém, quando o cálculo é muito grande e migra de um órgão para outro, ele pode provocar entupimento de algum canal da via urinaria. O Dr Camillo Loprete, urologista do Hospital e Maternidade São Luiz Anália Franco, explica que esse bloqueio causa acúmulo de urina e, por isso, espasmos. “Esses espasmos são o que chamamos de cólica renal, o motivo para uma das piores dores que se pode sentir, algo próximo à dor do parto”.

Intervenção cirúrgica
O cálculo renal pode ser tratado clinicamente (medicamento, alimentação, etc) ou, em casos críticos, por intervenção cirúrgica. “A necessidade da cirurgia de cálculo renal vem quando existe obstrução grave da via urinaria e infecção associada à obstrução”, diz Loprete. O urologista explica que a maioria das cirurgias de cálculo renal é feita através de uma endoscopia, rígida ou flexível, própria para passar pelo canal do ureter e que utiliza lazer para fragmentar a “pedra”.

“Esse é um procedimento pouco invasivo, que utiliza os próprios canais de entrada do corpo e que resolve a maioria dos casos agudos de cálculo renal”. O Dr Camillo Loprete adverte, porém, que a cirurgia não resolve em definitivo o problema do paciente: “a pessoa que tem cálculo renal tem predisposição para desenvolver esse problema até o resto de sua vida”. Por isso, ele aconselha ao paciente realizar um estudo de litogênicos para determinar a razão da formação do cálculo e que ele tenha um acompanhamento médico periódico.

Incontinência urinária pode atingir homens e mulheres de todas as faixas etárias

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postado em 26 de janeiro de 2015

A incontinência urinária é a perda involuntária de urina e não é considerada uma doença, pois geralmente é decorrente de diferentes causas. A gravidade varia: em alguns casos, a pessoa não consegue segurar a urina ao fazer esforços como tossir ou espirrar, em outros casos, a vontade de urinar é tão súbita e forte que não dá tempo de chegar a um banheiro.

Segundo o urologista do hospital São Luiz Jabaquara, Ricardo De La Roca, pode haver um aumento rápido da incontinência urinária em homens e mulheres com o avançar da idade. “O problema pode se agravar por consequência do envelhecimento de sistemas como o nervoso e o muscular, além da ocorrência de derrames cerebrais, diabetes, Alzheimer e demência senil,” esclarece.

Em cada faixa etária pode haver problemas distintos que levam a perda de urina involuntariamente. Porém a presença de incontinência urinária desde a infância está relacionada com alguma má formação no organismo, como, por exemplo, no sistema urinário ou nervoso.

Um fator que pode causar incontinência urinária nas mulheres é a multiparidade (múltiplos partos) ou partos em que há grande demora para o nascimento do bebê, com compressão sobre o abdômen, incluindo a bexiga. “A perda involuntária da urina passa acontecer, pois a mulher depois do parto pode apresentar alterações do angulo de sustentação da uretra ou uma queda na posição da bexiga”, afirma o urologista.

Nos homens o problema é mais comum na faixa dos 50 anos, por isso é recomendável realizar o controle do crescimento da próstata e a avaliação das repercussões deste crescimento sobre a musculatura vesical.
Vale ressaltar que só um médico pode avaliar o problema e indicar o tratamento que deve ser seguido.

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O que é cistite?

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postado em 8 de setembro de 2014

A cistite é uma infecção da bexiga que pode afetar homens, mulheres e crianças.

Os sintomas mais frequentes são dor em baixo ventre, dor e ardor para urinar e aumento da frequência urinária com urgência, ou seja, a pessoa tem a sensação de que a bexiga está cheia a todo momento, mas ao chegar ao banheiro, elimina apenas gotas. Outros sinais comuns da cistite são mal-estar, cansaço e calafrios.

Segundo a Dra. Ivani Kehdi, coordenadora do Centro de Controle de Distúrbios Urinários do Hospital e Maternidade São Luiz Itaim, a dor e o desconforto causados pela infecção são incapacitantes e impedem o exercício das atividades normais. A especialista alerta ainda que a “persistência da infecção na bexiga propicia a ocorrência de infecção urinária alta, com acometimento dos rins, gerando um quadro bem mais grave”.

A cistite costuma ser tratada com antibióticos e, devido à grande possibilidade de reincidência, principalmente nas mulheres, o paciente deve seguir à risca a recomendação médica.

Outras recomendações para o tratamento da doença são:

– ingerir pelo menos 2 litros de água por dia;
– esvaziar a bexiga com frequência;
– evitar o uso de espermicidas e diafragmas vaginais;
– evitar duchas vaginais;
– utilizar analgésicos urinários e medicação para febre, se houver.

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Você sabe o que é o Pad Test?

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postado em 24 de julho de 2014

O Pad Test consiste em um teste realizado na impossibilidade de execução do estudo urodinâmico, exame computadorizado que avalia as funções de enchimento e esvaziamento da bexiga, explica a Dra. Ivani Kehdi, coordenadora do Centro de Controle de Distúrbios Urinários do Hospital e Maternidade São Luiz Itaim.

Conhecido como teste do absorvente, o exame também é solicitado às pacientes que sofrem de incontinência urinária nos casos em que o estudo urodinâmico não foi suficiente para elucidar o caso.

O teste funciona da seguinte maneira: a paciente coloca um absorvente que foi pesado numa balança de precisão. Durante uma hora, realiza uma série de exercícios como andar, subir escadas, sentar e levantar várias vezes.

A uroginecologista afirma que “após este período, o absorvente é novamente pesado, o que possibilita a classificação da perda urinária em leve, moderada e grave, de acordo com o aumento de peso do absorvente ao fim dos exercícios realizados”.

O exame pode ser realizado em qualquer pessoa e tem a vantagem de ser um método não invasivo.

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Vá ao ginecologista!

Quais as causas da incontinência urinária e como preveni-la?

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postado em 23 de julho de 2014

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A incontinência urinária consiste na perda urinária involuntária em quantidade e/ou frequência suficiente para afetar de forma negativa as atividades do dia a dia de uma pessoa.

Há dois tipos principais de incontinência urinária em mulheres:

– Incontinência urinária de esforço – “É aquela na qual se perde urina ao fazer esforço, como, por exemplo, ao tossir, ao espirrar, ao pular. Em geral, é causada por uma frouxidão nos músculos do assoalho pélvico e ocorre em decorrência de partos, obesidade, constipação intestinal, profissões que exijam muito esforço ou tosse crônica”, explica a Dra. Ivani Kehdi, coordenadora do Centro de Controle de Distúrbios Urinários do Hospital e Maternidade São Luiz Itaim.

– Bexiga hiperativa – A uroginecologista revela que ocorre quando a mulher sente vontade de urinar e precisa ir imediatamente ao banheiro. Muitas vezes, elas eliminam um pouco da urina antes de chegar ao sanitário.

Os fatores que causam este tipo de incontinência ainda são uma incógnita, mas a “bexiga hiperativa” é muito prevalente nas mulheres que entraram na menopausa, quando os tecidos ficam mais frágeis e sensíveis. A especialista afirma que outro fator que pode influenciar o surgimento deste problema é o consumo de comidas muito temperadas ou ácidas ou de bebidas “irritantes” – como as gasosas, as que contenham cafeína ou álcool.

De acordo com Dra. Ivani, uma das principais causas da incontinência urinária nos homens é a hipertrofia prostática, ou seja, o crescimento da próstata, que acontece com muita frequência em indivíduos na meia idade. “No início, há mais sintomas de dificuldade de esvaziamento (da bexiga) e aumento no número de idas ao banheiro. À medida que a próstata aumenta de tamanho, pode haver retenção urinária e perdas urinárias por transbordamento”.

A uroginecologista informa que algumas medidas podem ser benéficas para as mulheres prevenirem este problema: elas devem realizar exercícios pélvicos para manter a musculatura pélvica com bom desenvolvimento, fazer reposição hormonal pós-menopausa, manter o peso adequado e ter uma dieta saudável para um bom funcionamento intestinal.

Para os homens, a melhor forma de evitar a incontinência urinária é o acompanhamento médico preventivo. O urologista é o especialista adequado para diagnosticar e, se for o caso, tratar algum crescimento anormal da próstata.

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A importância do exame PSA para a saúde do homem

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postado em 15 de julho de 2014

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Hoje é o Dia Nacional da Saúde do Homem. Em pesquisa divulgada pela Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), 3.500 homens com mais de 40 anos foram entrevistados sobre quais problemas de saúde eles mais temem. O câncer foi o mais citado, com 20% do total de menções. A falta de ereção, com 16%, foi apontada como a segunda maior preocupação.

Ainda que se preocupem, 51% dos homens revelaram que não vão ao cardiologista nem ao urologista. A maioria, portanto, nunca realizou exames essenciais para evitar o câncer de próstata, por exemplo.

Um destes exames é o PSA, feito a partir da coleta de sangue. Dr. Camillo Loprete, urologista do Hospital e Maternidade São Luiz Anália Franco, explica que o PSA é “uma enzima produzida pela próstata e com características de marcador tumoral prostático”. Em outras palavras, ela é utilizada para o diagnóstico, o monitoramento e o controle da evolução do câncer de próstata.

O ideal é que os homens iniciem a realização da dosagem sanguínea do PSA a partir dos 40 anos. O especialista recomenda ainda que o exame deve ser realizado todos os anos, juntamente com o de toque retal.

“O PSA não é específico para o diagnóstico de câncer de próstata. É utilizado para a detecção de doenças prostáticas em geral, como hiperplasia benigna, prostatites, etc”, fianliza Dr. Camillo.

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Como o cálculo renal surge?

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postado em 23 de dezembro de 2013

águaTambém conhecido como pedras nos rins, o cálculo é formado por cristais compostos por vários minerais alojados nos rins que podem se deslocar até as vias urinárias causando muita dor e complicações.

Por vivemos em um país tropical, o consumo de líquidos, como água, chá e sucos, deve ser constante, explica o urologista da unidade Jabaquara do Hospital São Luiz, Ricardo de la Roca (CRM28886 ).

O médico também explica que a alimentação é um fator importante para a dissolução das pedras, principalmente em pacientes com altos índices de ácido úrico na urina, pois eles estão no grupo de riscos da doença. “Carne vermelha, peixes e frutos do mar, alimentos ricos em proteína como nozes, feijão e grão de bico são verdadeiros venenos, principalmente para que tem ácido úrico, eles aumentam significativamente os riscos de pedra nos rins”, acrescenta

Causas e tratamento

O cálculo renal ocorre normalmente em homens devido a alguns fatores como , constituição óssea maior, além de obesidade, sedentarismo, maior consumo de alimentos ricos em cálcio e proteínas.

Já na mulher a probabilidade de formar cálculos aumenta com a chegada da menopausa. “O tratamento depende do tamanho, da composição química e da localização do cálculo, podendo ser apenas um acompanhamento clínico, com uso de medicação ou até mesmo realização de uma cirurgia”, complementa o especialista.

Fonte: Eco Central

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