Blog da Saúde

Principais causas das disfunções do assoalho pélvico

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postado em 22 de Janeiro de 2015

Sintomas como incontinência urinária e dor na relação sexual podem ser sinais de que a região do assoalho pélvico não está muito bem. Essa área consiste em um conjunto de músculos, localizados entre a vagina e o ânus, que tem como função armazenar e eliminar fezes e urina, além de ter um importante papel na parte sexual. De acordo com a ginecologista e obstetra do Hospital e Maternidade São Luiz Itaim, Dra. Virginia Roncatti, a disfunção pode ser caracterizada por qualquer anormalidade ou dificuldade para segurar fezes e urina ou dor durante a relação sexual.

As causas que podem desenvolver a disfunção estão ligadas, geralmente, a fatores como obesidade, menopausa, envelhecimento dos músculos ou do colágeno e hereditariedade. Durante a gravidez, o problema também é comum devido à força exercida pelos músculos da região para suportar o peso do bebê. Os sintomas mais comuns são incontinência urinária, dores crônicas na região da vulva e sensação de esvaziamento incompleto do reto.

Não há exames específicos para realização do diagnóstico, mas o médico deve avaliar os sintomas com base no histórico clínico e orientar o melhor tratamento, segundo a especialista. Entre as opções estão medicamentos e fisioterapia, com exercícios específicos para fortalecer o assoalho pélvico.

Já os procedimentos cirúrgicos, indicados em casos mais graves, podem ser realizados, por exemplo, quando há prolapso dos órgãos pélvicos, que acontece quando a estrutura que segura os órgãos fica debilitada, fazendo com que esses deslizem do lugar. Em geral, a recuperação após as cirurgias pode variar de um a vários dias, dependendo do caso.

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BabyWeb do Hospital e Maternidade São Luiz Itaim pode ser acessado em smartphones e tablets

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postado em 8 de dezembro de 2014

O BabyWeb, serviço de transmissão de imagens do nascimento em tempo real via web da unidade Itaim do Hospital e Maternidade São Luiz, em parceria com a PubliVídeo, está ainda mais acessível. Agora a ferramenta pode ser acessada em smartphones e tablets, além de computadores.

“O nascimento de um bebê é um momento de extrema alegria e merece ser compartilhado com todos os familiares e amigos. O BabyWeb permite isso de uma forma acessível, prática e em tempo real”, diz Dra. Márcia Maria da Costa, coordenadora da maternidade do Hospital e Maternidade São Luiz, unidade Itaim.

No novo serviço, o vídeo fica disponível na plataforma por sete dias com total segurança e privacidade. No momento da internação, a mamãe que comprar o BabyWeb recebe um login e senha de acesso que poderão ser repassados para quantos familiares e amigos desejar, em qualquer lugar do mundo.

“Outro diferencial da plataforma é sua sincronia com todas as redes sociais. Agora o vídeo pode ser compartilhado no Facebook, Instagram e WhatsApp. Caso os pais queiram, há também a possibilidade de gravar o parto em CD”, explica Paulo Gomes, proprietário da PubliVídeo e idealizador do BabyWeb.

O serviço pode ser agendado pelo telefone (11) 3040-1489. O valor cobrado pelo BabyWeb é a partir de R$ 95. Para mais informações e detalhes: http://www.publivideo.com.br/ ou http://www.saoluiz.com.br/maternidade/amigos_visitantes/babyweb.aspx

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Fachada Maternidade Itaim

Quando o corrimento deixa de ser normal?

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postado em 7 de outubro de 2014

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O corrimento vaginal nem sempre é sinal de algum problema. Dra. Karina Zulli, ginecologista e obstetra do Hospital e Maternidade São Luiz Itaim, explica que o corrimento é uma secreção vaginal normal e geralmente ocorre durante o período em que a mulher ovula, ou seja, no meio do ciclo menstrual.

Entretanto, a secreção pode representar um problema quando muda suas características e passa a ter cor, cheiro e causar coceira, ardor na vagina ou ao urinar ou dor durante as relações sexuais. “As alterações sugerem proliferação de fungos ou bactérias, e, portanto, devem ser avaliados por um especialista”, explica a médica.

O diagnóstico pode ser feito com base na avaliação do médico e, em alguns casos, com análises laboratoriais. Dra. Karina Zulli afirma que o tratamento dependerá do agente causador envolvido e da intensidade do comprometimento e pode ocorrer em forma de creme vaginal e/ou medicações orais. O importante é a mulher marcar uma consulta assim que notar a alteração, uma vez que, em casos extremos, o corrimento pode causar infertilidade.

Algumas medidas simples auxiliam na prevenção das doenças ginecológicas que causam o corrimento. Confira:

– Vestir calcinha de algodão ao invés das de materiais sintéticos
– Usar preservativo durante as relações sexuais
– Fazer a higiene íntima adequadamente
– Evitar usar roupas muito apertadas ou molhadas
– Trocar o absorvente de três em três horas
– Não dormir com absorvente interno
– Dormir bem e, de vez em quando, sem calcinha
– Ter uma dieta equilibrada

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Entenda a doença que causa excesso de náuseas e mal estar no início da gestação

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postado em 19 de setembro de 2014

Enjoo e vômito são sintomas comuns no início da gravidez. Esses desconfortos, chamados pela medicina de êmese gravídica, são reações fisiológicas normais, que costumam dar uma trégua apenas na 12ª ou 16ª semana de gestação.

Para algumas mulheres, como é o caso da duquesa Kate Middleton, grávida do seu segundo filho, a intensidade e frequência desses sintomas são maiores. “Chamamos esse quadro de hiperêmese gravídica, que nada mais é do que a êmese gravídica em um grau elevado. Embora os sintomas sejam os mesmos, nesses casos há riscos de perda de peso, desidratação e alterações sanguíneas, devido ao excesso de náuseas e vômitos” explica Igor Padovesi, ginecologista e obstetra do Hospital e Maternidade São Luiz Itaim.

Assim como a duquesa, as gestantes diagnosticadas com hiperêmese gravídica devem ficar atentas caso a perda de peso seja superior a 5% e a desidratação intensa. “Urinar poucas vezes ao dia, urina concentrada, mal estar, tontura e fraqueza são sinais de desidratação, podendo resultar na perda de sódio e potássio”, explica Igor.

Apesar de incômodos, esses sintomas fazem parte da gestação, já que estão associados à produção do bHCG – hormônio exclusivo da gravidez e necessário para preparar o útero para o crescimento do feto no início da gestação. Assim, quanto maior for à produção do hormônio, mais intenso será o mal estar.

Segundo o especialista, a incidência dos sintomas varia de gestação para gestação. Mulheres diagnosticadas com a doença na primeira gravidez possivelmente terão o mesmo quadro na segunda. Mães que estão à espera de gêmeos também apresentam mais propensão.

O tratamento da hiperêmese visa minimizar os desconfortos a partir de mudança de hábitos alimentares nos três primeiros meses da gestação. Em casos mais graves, recomenda-se o uso de medicamentos, sempre com acompanhamento médico.

Confira algumas dicas para diminuir a sensação de náusea e vômitos e garantir o bom desenvolvimento do bebê:

– Fracionar as refeições: comer de três em três horas e pequenas porções;
– Evitar alimentos: condimentados, apimentados e ácidos;
– Dar preferência a alimentos ricos em proteína, carboidratos e com baixo teor de gordura;
– Para beber de preferência a ingestão de líquidos gelados (enjoam menos). Água de coco e bebidas isotônicas são recomendadas;
– Evitar o consumo de café;
– Vitaminas: recomendável consumir nos horários em que os enjoos são menores.

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Hoje é o Dia Nacional de Combate ao Fumo

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postado em 29 de agosto de 2014

Hoje é o Dia Nacional de Combate ao Fumo. Ainda que os males causados pelo cigarro sejam cada vez mais divulgados, constantemente surgem estudos que confirmam como é difícil abandonar o vício, mesmo quando o indivíduo já sofre graves consequências.

Pesquisa divulgada recentemente pelo Instituto do Câncer do Estado de São Paulo revelou o poder viciante do tabaco: dois em cada três fumantes com câncer atendidos na instituição não conseguem abandonar o cigarro mesmo depois do diagnóstico da doença.

O cigarro é responsável por 90% dos casos de câncer de pulmão, 30% das mortes decorrentes de outros tipos de câncer e 25% dos óbitos causados por doenças coronarianas, como o infarto.

Outro estudo, realizado com quatro mil crianças pelo Instituto Karolinska, na Suécia, revelou que fetos gerados por fumantes apresentaram risco 45% maior de contrair asma ou rinite até os 16 anos do que os filhos de gestantes que não fumavam.

Dra. Fabiane Sabbag, ginecologista e obstetra do Hospital e Maternidade São Luiz Itaim, foi entrevistada pelo portal UOL sobre o tema. Ela explicou que o contato com as substâncias químicas do cigarro ainda na gravidez aumenta a chance de má formação do feto, que, por sua vez, acarreta doenças neurológicas e respiratórias no bebê.

Para ler a reportagem completa, acesse: http://scup.it/6eoq

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Enjoos e náuseas podem indicar que o bebê será mais saudável

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postado em 25 de agosto de 2014

Estudo realizado no Canadá revelou que os enjoos e as náuseas que as grávidas costumam sentir pela manhã podem ser um sinal de que o bebê será mais saudável e até mais inteligente.

Dra. Karina Zulli, ginecologista e obstetra do Hospital e Maternidade São Luiz Itaim, explicou à revista Crescer por que as náuseas ocorrem: http://scup.it/6d4s

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Você sabe o que é a Síndrome do Ovário Policístico?

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postado em 22 de agosto de 2014

A Síndrome do Ovário Policístico é uma doença de caráter metabólico em que vários eixos hormonais se alteram, como o da ovulação, dos hormônios masculinos e da insulina.

Dra. Fabiane Sabbag, ginecologista e obstetra do Hospital e Maternidade São Luiz Itaim, explica que estas mudanças causam alteração no ciclo menstrual, infertilidade, obesidade, acne e pelos em excesso.

O diagnóstico deve ser feito com os sintomas e sinais, juntamente com alterações hormonais detectadas em exame laboratorial e mudanças no aspecto característico dos ovários ao realizar o ultrassom.

A especialista afirma que o tratamento depende do objetivo da paciente: se ela quiser engravidar, são utilizados hormônios indutores da ovulação e medicações que controlam a insulina, como a metformina.

“Caso ela não queira ter filhos, o tratamento pode ser feito com pílulas anticoncepcionais específicas ou hormônios que regulem o ciclo como a progesterona ou que melhorem a acne e pelos, como a espironolactona e a ciproterona”, conclui Dra. Fabiane.

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Descubra o que é a tricomoníase

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postado em 12 de agosto de 2014

Sorrindo =)

A tricomoníase é uma doença sexualmente transmissível (DST) causada pelo protozoário Trichomonas vaginalis.

Dra. Fabiane Sabbag Corrêa, ginecologista e obstetra do Hospital e Maternidade São Luiz Itaim, explica que ela acomete principalmente a vagina e se manifesta como um corrimento abundante, de cor amarelo esverdeado e com odor característico. Também pode ser acompanhada de dor em baixo ventre e irritação vulvar, além de incômodo durante a relação sexual.

A especialista afirma que o diagnóstico preciso da doença é feito através do exame bacterioscopia a fresco do corrimento ou cultura de secreção.

O tratamento pode ser realizado por via oral e por cremes vaginais que contenham a substância metronidazol ou derivados dele, chamados nitroimidazólicos.

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Unidade semi-intensiva completa uma década na Maternidade São Luiz

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postado em 4 de agosto de 2014

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Há mais de dez anos, gestantes de alto risco não contavam com uma estrutura hospitalar própria para atender as suas necessidades e complicações gestacionais. Com a evolução da medicina e a criação de unidades semi-intensivas específicas para essas gestantes, o nascimento de bebês prematuros e os índices de complicações no parto e de mortalidade (mãe e bebê) diminuíram.

As unidades semi-intensivas realizam tratamento precoce da mãe e do feto durante a gestação e contam com uma equipe multidisciplinar composta por médicos especialistas em neonatologia, além de serviço de fisioterapia, psicologia hospitalar e avaliação nutricional. O Hospital e Maternidade São Luiz, unidade Itaim, foi o pioneiro da rede particular no país a criar uma unidade semi-intensiva para a gestante, há dez anos, e tornou-se referência no tratamento precoce de doenças da gestação.

Segundo estudo realizado pelo Hospital e Maternidade São Luiz, o trabalho de parto prematuro é o diagnóstico mais comum nos casos (34%) de gestação de alto risco e merece extrema atenção. Manter o bebê por mais tempo dentro do útero cria condições favoráveis para um parto sem complicações e pode diminuir e até mesmo evitar a internação em uma UTI neonatal, por exemplo. Segundo levantamento do São Luiz, 10% dos partos ocorrem antes da 37ª semana de gestação.

Hipertensão, diabetes gestacional, incompetência do istmo cervical e acretismo placentário também estão entre as patologias mais frequentes em uma gestação de alto risco.

A maternidade tardia, após os 40 anos, é outro fator que pode propiciar uma gestação de risco. No entanto, com os novos tratamentos semi-intensivos a gestação nesta faixa-etária está menos preocupante e cada vez mais comum. Segundo levantamento do IBGE, de 2003 a 2012, o número de mulheres grávidas entre 40 e 44 anos, aumentou 17% no país. Somente no São Luiz, 1998 a 2008, por exemplo, houve um aumento de 106% no número de gestantes acima de 40 anos, com uma média de 8% ao ano.

Aumento de casos de mães acima dos 40 anos na Maternidade São Luiz:

No período de dez anos (1998 a 2008) o crescimento de 106% no número de casos, com uma média de 8% ao ano. Já entre 2012 e 2013, por exemplo, houve um aumento de 18,7% nas gestações acima dos 40 anos, sendo dois casos de mulheres acima de 50 anos.

Dados ano/número de casos (mães acima de 40 anos)
1998 – 213
1999 – 246
2000 -256
2001 – 244
2002 – 296
2003 – 348
2004 – 344
2005 – 362
2006 – 459
2007 – 423
2008 – 440
2012 – 458
2013 – 525 internações – 55% estavam acima de 30 semanas de gestação.

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As vacinas que as gestantes devem tomar

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postado em 30 de julho de 2014

As vacinas são normalmente associadas às crianças. Mas os adultos também precisam ser vacinados contra uma série de doenças, principalmente caso não tenham sido imunizados na infância.

Alguns cuidados extras precisam ser tomados por gestantes. Além de seguir o calendário de vacinação recomendado para pessoas em idade adulta, as grávidas precisam verificar se tomaram a vacina Dupla Adulto (contra tétano e difteria) em, no máximo, cinco anos. Caso contrário, precisam fazer um reforço. Dra. Raquel Muarrek, infectologista do Hospital São Luiz Morumbi, explica que “o esquema de imunização das gestantes beneficia o bebê ainda no útero, já que ele recebe os anticorpos preparados da mãe”.

A especialista afirma que “se a carteira de vacinação da mulher estiver atualizada antes da gestação, não é necessário tomar outra dose ao engravidar”. Porém, mulheres grávidas que não estiverem com a Dupla Adulto em dia, precisam tomar pelo menos duas doses da vacina durante a gravidez. A última precisa ser recebida pelo menos um mês antes do parto, uma vez que ela também protege o bebê contra o tétano neonatal – também conhecido como Mal dos Sete Dias, que pode causar paralisação dos músculos e levar a uma parada respiratória, ocasionando a morte do bebê. A terceira dose pode ser tomada após o parto.

Também são recomendadas vacinas contra Influenza e contra a Hepatite B. A Dupla Adulto também pode ser substituída pela Tríplice bacteriana acelular do tipo adulto, que além de prevenir o tétano e a difteria, também evita a coqueluche. A Dupla Adulto costuma ser recomendada porque é oferecida gratuitamente no Sistema Único de Saúde.

É importante ressaltar que algumas vacinas devem ser evitadas pelas gestantes, já que são compostas de micro-organismos enfraquecidos, mas que ainda estão vivos: Varicela, Febre Amarela e Tríplice Viral (que previne sarampo, rubéola e caxumba).

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