Blog da Saúde

Hospital da Criança recebe visita de cães terapeutas

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postado em 2 de dezembro de 2014

O Hospital da Criança recebeu hoje a visita dos cachorrinhos do Instituto Cão Terapeuta. A atividade foi realizada em uma das salas de recreação do hospital e durou em torno de 45 minutos. Cerca de dez crianças se divertiram com os animais.

“Eu fiz carinho, eu fiz cócegas na barriga dele, dei água e comida pra ele e levei pra passear”, conta Gabriel Felipe Bruno, paciente da unidade. “Ela é muito fofa, muito bonita, eu queria ter uma igualzinha”, diz Isadora Pereira Barros, também internada no Hospital da Criança.

A terapia assistida com animais em hospitais oferece diferentes estímulos ao pequeno paciente, auxiliando em sua recuperação. O contato com os cachorrinhos aumenta a autoestima e confiança da criança e diminui sintomas de ansiedade e depressão.

A atividade é destinada a todos os pacientes do hospital, exceto aqueles que apresentam alguma restrição médica ou que estão em isolamento.

A parceria entre o Hospital da Criança e o Instituto Cão Terapeuta faz parte das ações e atividades lúdicas realizadas na unidade para auxiliar a recuperação das crianças. A visita dos cachorrinhos acontece uma vez por mês.

#HospitalSaoLuiz #HospitaldaCrianca #caesterapeutas

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Nova tecnologia localiza veias com precisão e reduz sofrimento dos pacientes

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postado em 21 de outubro de 2014

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A aquisição de novos equipamentos e a implantação de novas tecnologias são essenciais para a manutenção da excelência do atendimento nos hospitais da Rede D’Or São Luiz.

O Hospital e Maternidade São Luiz Anália Franco é o primeiro da rede em São Paulo a utilizar o VeinViewer, um equipamento de auxílio visual eletro-óptico que utiliza uma câmara infravermelha e um projetor para localizar as veias com precisão, o que facilita o trabalho do enfermeiro e diminui o sofrimento e o número de “picadas” dos pacientes.

Esta nova tecnologia é especialmente indicada para idosos – cujas veias são mais frágeis -, crianças, que tem as veias mais finas e costumam ser mais agitadas, e pessoas que estão fazendo quimioterapia, uma vez que o tratamento deixa as veias menos aparentes.

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Tenha cuidado ao comprar o presente do Dia das Crianças

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postado em 8 de outubro de 2014

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Ao comprar o presente para o Dia das Crianças, os pais devem ficar atentos. Os brinquedos, mimos mais desejados pelos pequenos, estão em 4º lugar na lista do Inmetro de produtos causadores de acidentes de consumo em 2014, atrás apenas de eletrodomésticos, utensílios domésticos e embalagens.

É preciso verificar se a mercadoria é segura. No Brasil, todos os brinquedos comercializados devem ser certificados, sejam nacionais ou importados. Para obterem o selo do Inmetro, eles passam por testes de impacto – que verificam o surgimento de partes pequenas ou cortantes em caso de queda -, de mordida – que avalia se ele pode gerar partes pequenas, pontiagudas ou perigosas quando arrancadas com a boca, químico – que analisa a presença de substâncias nocivas à saúde -, entre outros.

Outra informação a ser observada na embalagem é a recomendação de idade. Em alguns casos, os pais ou familiares acreditam que a criança é muito desenvolvida e optam por comprar presentes que não são adequados a sua idade. Dr. Rodrigo Felgueira, pediatra do Hospital São Luiz Jabaquara, explica que “a idade não tem nada a ver com a maturidade cerebral, mas com a segurança/risco que o brinquedo pode trazer”.

Ao manipular brinquedos “inadequados” a sua faixa etária, a criança pode ter uma série de problemas, como contaminação de mucosa (ocular ou de boca), além de intoxicação, no caso de massinhas de modelar. Em casos extremos, pode haver obstrução intestinal, uma vez que estes produtos não são digeríveis.

Outra complicação – de aspiração de um corpo estranho – é ainda mais comum e normalmente ocorre em crianças com idade pré-escolar, entre 2 a 5 anos. “O principal caso é a broncoaspiração, quando a criança coloca um objeto bem pequeno (do brinquedo) no nariz e ele se acumula numa região do pulmão, onde pode ficar por semanas ou meses. Às vezes, ela nem engasga. O objeto passa pela laringe, vai para o pulmão e lá permanece”, explica.

A criança então começa a apresentar pneumonia e bronquite de repetição, pois as bactérias se aglomeram em volta do objeto. O diagnóstico é clínico e costuma ser bem difícil. “Porém, após diagnosticado, o tratamento é simples e consiste na realização da broncoscopia, que retira o corpo estranho.”

Para evitar ocorrências como estas, Dr. Rodrigo Felgueira também orienta a separar os brinquedos dos mais velhos. As crianças são muito rápidas e podem se machucar ainda que haja a supervisão de um adulto na brincadeira.

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No Dia do Dentista, aprenda a fazer a higiene bucal dos bebês

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postado em 3 de outubro de 2014

Os cuidados com a higiene bucal dos bebês devem começar antes dos primeiros dentinhos aparecerem. A recomendação é que, após a mamada, a mãe passe uma gaze ou uma fralda umedecida com água filtrada na gengiva e na língua da criança para retirar os resíduos do leite.

Dr. Cid Pinheiro, pediatra do Hospital São Luiz Morumbi, afirma que apesar de tentarem, normalmente as mães não conseguem realizar esta tarefa porque as crianças não permitem. Para tranquiliza-las, ele explica que “até o surgimento dos primeiros dentes, o próprio movimento da língua do bebê ajuda a eliminar os alimentos. Como ele só mama e o alimento é o leite, que é líquido, a saliva também ajuda a digeri-lo.”

A preocupação realmente aumenta quando a criança começa a apresentar a dentição, por volta dos seis meses de idade. Apesar de ainda haver pessoas que acreditam que os dentes de leite não precisam de cuidados uma vez que serão trocados, o médico alerta que a higienização dos dentes dos pequenos é fundamental. “A partir do nascimento dos dentes, é essencial que a família faça a higiene bucal da criança. Eles podem usar uma dedeira (espécie de luva para apenas um dedo), molhá-la num copo d’água e passá-la por toda a boca do bebê.”

Segundo Dr. Cid Pinheiro, não existe uma idade determinada para que os pequenos aprendam a escovar os próprios dentes. “Isso depende da coordenação, da habilidade motora de cada um.” O importante é que, iniciando a higienização desde cedo, além de contribuir para a saúde, os pais desenvolvem na criança o hábito de escovação que ela deverá ter no futuro.

#HospitalSaoLuiz #SaoLuizMorumbi

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Você já ouviu falar da “dor do crescimento”?

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postado em 11 de julho de 2014

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Se seu filho vai à escola normalmente, brinca, corre, joga futebol, mas à noite, chora de dor nas pernas, ele pode estar sofrendo da “dor do crescimento”. Ortopedistas e reumatologistas pediátricos costumam receber pais preocupadíssimos com os pequenos que, muitas vezes, nem conseguem explicar onde exatamente está doendo.

De acordo com a Dra. Alessandra Cavalcante, pediatra do Hospital e Maternidade São Luiz Anália Franco, “este tipo de reclamação é mais comum em crianças de 3 a 6 anos de idade. As queixas mais recorrentes são dores nas pernas à noite, normalmente bilaterais e melhoram com massagem ou calor local.” A especialista alerta que os pais devem ficar atentos e dar atenção aos filhos, já que a criança realmente sente dores fortes e não está fazendo manha. Alguns chegam a despertar por causa da intensidade da dor.

Apesar de ser um dos principais motivos de visitas dos pequenos ao médico, ainda não existe uma explicação comprovada para esta dor. “Elas podem ocorrer por fadiga muscular, grande atividade física ou desequilíbrio no crescimento dos ossos, músculos e tendões”, explica Dra. Alessandra.

A dermatologista recomenda que se as dores forem muito intensas, se ocorrerem em apenas um membro ou se vierem acompanhadas de manchas na pele ou febre, a criança deve ser avaliada por um especialista.

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Ler em voz alta para as crianças é recomendação médica nos Estados Unidos

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postado em 10 de julho de 2014

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A leitura em voz alta para os bebês e para as crianças agora é recomendação médica nos Estados Unidos. De acordo com a Academia Americana de Pediatria, ler para os pequenos melhora suas habilidades de comunicação.

De acordo com os especialistas norte-americanos, grande parte do desenvolvimento cerebral ocorre nos três primeiros anos da criança e esta prática resultaria na evolução mais rápida de determinadas habilidades.

Para Dra. Maria Inês Pinto Nantes, pediatra do Hospital São Luiz Jabaquara, a atividade também é importante porque auxilia no ritual de dormir. “Como atualmente a maioria dos pais trabalha fora, as crianças ficam na escolinha. E quando voltam para casa, chegam agitadas e é o momento que elas têm para ficar com os pais. Então é muito interessante que na hora de ir para a cama, os pais possam ler para os pequenos e acalmá-los. Isso tranquiliza as crianças e as auxilia a ter um bom sono”.

Outro benefício relatado pela médica é o fato da criança se envolver com o mundo mágico dos livros muito cedo. “A atitude dos pais pode estimulá-la a adquirir o hábito da leitura. Crianças que têm pais que leem para eles antes de dormir têm grandes chances de se tornarem leitores no futuro”, conclui.

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Hospital São Luiz no portal da revista Crescer

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postado em 27 de junho de 2014

O Dr. Cid Pinheiro, coordenador de equipe de pediatria do Hospital São Luiz, foi o especialista entrevistado pela Crescer para dar dicas de como diminuir o desconforto das crianças nesta época de tempo seco. A reportagem está disponível no portal da revista.

Confira: http://scup.it/5vkt

#HospitalSaoLuiz #revistaCrescer #criancas

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O outono e as doenças respiratórias nas crianças

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postado em 26 de Maio de 2014

No outono, muitas crianças sofrem com doenças respiratórias. Nesta estação, além do ar ficar mais seco e mais poluído, há o aumento da circulação dos vírus respiratórios, o que aumenta a chance de infecções.

Entre as doenças que mais atingem os pequenos estão as gripes e os resfriados, os broncoespasmos ou crises de asma, as broncopneumonias e as bronquiolites.

Segundo a Dra. Alessandra Cavalcante Fernandes, pediatra do Hospital São Luiz Anália Franco, “os sintomas são muito parecidos, com a ocorrência de febre, tosse, secreção nasal e desconforto para respirar”.

A médica explica que quando as doenças são virais, como as gripes e os resfriados, a febre não é muito alta e os sintomas duram em torno de quatro ou cinco dias.

Em crianças menores de dois anos também são comuns as bronquiolites, quadro também viral em que, além dos sintomas citados acima, pode haver chiados no peito e um pouco mais de falta de ar.

“No caso de crises de broncoespasmos ou asma, a criança nem sempre tem febre. Na maioria das vezes, há falta de ar e chiados no pulmão, explica a Dra. Alessandra.”

Já nas pneumonias – casos que costumam preocupar mais os pais – a febre é mais alta e acompanha tosse e chiados no pulmão.

Para prevenir as crianças dessas doenças respiratórias, Dra. Alessandra dá algumas dicas:

– Lave as mãos com frequência,

– Evite ambientes fechados e com aglomerações,

– Se o tempo estiver muito seco, umidifique as vias aéreas (com lavagem nasal ou inalação) e use umidificadores de ambiente.

 

#HospitalSaoLuiz #AnaliaFranco #gripe #asma #pneumonia

 

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Conheça a amidalite e entenda por que ela afeta tantas crianças

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postado em 2 de Maio de 2014

A amidalite é a infecção das amígdalas e pode ser viral ou bacteriana, sendo a mais comum, a estreptocócica.

“Ela é muito comum entre as crianças porque elas têm a imunidade um pouco mais baixa, o que propicia a infecção recorrente. O contágio ocorre por via área, ou seja, o contato com pessoas doentes ou portadoras do vírus pode transmitir a doença”, explica a Dra. Alessandra Cavalcante Fernandes, pediatra do Hospital São Luiz Anália Franco.

Os sintomas mais comuns da amidalite são febre, dores e placas esbranquiçadas na garganta, dificuldades para engolir, além de dores no corpo.

É importante ressaltar que os pais não devem medicar os filhos sem orientação de um especialista porque o tipo de infecção determina a maneira de tratá-la. Segundo a Dra. Alessandra, “quando a amidalite é viral o tratamento é apenas dos sintomas, com medicamentos para dor e febre; nas bacterianas o tratamento é com antibióticos.”

Não há como prevenir a doença, mas a pediatra afirma que levar uma vida saudável ajuda, já que evita quedas na resistência do organismo.

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Vacina contra gripe: gestantes podem e devem tomar

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postado em 30 de Abril de 2014

Quando as mulheres ficam grávidas, aumenta o temor por qualquer doença ou intervenção médica. Com o início da Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe, é bom esclarecer: gestantes e mulheres com até 45 dias após o parto não só podem, como devem tomar a vacina contra a gripe.

De acordo com Marco Aurélio Safadi, infectologista e pediatra do Hospital e Maternidade São Luiz, a medida é fundamental mesmo após o nascimento do bebê.

“A importância da vacina é indiscutível. No caso de gripe forte com necessidade de internação hospitalar, por exemplo, o risco de morte da mãe é alto e os riscos no fim da gravidez são ainda maiores”, diz o especialista. “Por outro lado, estudos mostram que a vacinação da mãe aumenta a chance de proteção do bebê contra a gripe nos primeiros seis meses de vida”, complementa.

A vacina protege contra Influenza A (H1N1); Influenza A (H3N2) e Influenza B, mas não contra resfriado, já que esse é causado por outros vírus. É preciso tomá-la anualmente, já que o vírus muda constantemente.

Os efeitos colaterais podem ocorrer, mas têm curta duração. Dor no local da aplicação e inchaço são normais. A transmissão do vírus da gripe ocorre por via aérea e tem duração de quatro a sete dias. Um bom procedimento a ser seguido é lavar as mãos sempre que possível, além de evitar ambientes fechados.

 

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