Blog da Saúde

Seu filho se alimenta bem?

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postado em 24 de dezembro de 2012

Prato

Em uma matéria para o portal Minha Vida, a pediatra Alessandra Cavalcante fala sobre a alimentação infantil, um assunto que sempre chama a atenção dos pais.

Primeiramente, a pediatra esclarece que a quantidade de alimentos consumida pela criança nem sempre traduz uma boa alimentação. “Uma criança que come bastante não necessariamente está fazendo uma alimentação adequada”, explica.

De acordo com a médica, a carência nutricional é causada não só pela ingestão em pouca quantidade, mas também pela alimentação de má qualidade, rica em gorduras e açúcares e pobre em vitaminas e minerais.

Outro comportamento bastante comum no meio infantil é a seletividade alimentar, em que uma criança passar a recusar ou aceitar alimentos devido a características como cheiro, sabor, textura, aparência ou consistência.

De acordo com a pediatra, a criança seletiva manifesta a seguinte tríade: recusa alimentar, pouco apetite e desinteresse pelo alimento. É importante dizer que esse comportamento é diferente de quando a criança rejeita um alimento em especifico, já que esse tipo de postura é normal e pode mudar com o passar do tempo.

  Em ambos os casos, muitas vezes vale à pena consultar profissionais de saúde (pediatras, endocrinologistas e psicólogos) para saber qual a melhor forma de ajudar a criança a ter uma alimentação saudável.

 Fonte

 

Ajudando seu filho a comer melhor

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postado em 17 de dezembro de 2012

Alimentação

A pediatra Alessandra Cavalvante, em entrevista para o Diário de S. Paulo, deu algumas dicas para os pais que tem filhos com dificuldades para comer, ressaltando sempre ceder as birras da criança durante esse momento (que podem ir de choro até vômitos) só irá prejudica-los no futuro:

Confira as dicas:

1 – Faça as refeições sempre em família, nunca vendo TV. E dê o exemplo à mesa. Criança presta muita atenção nos pais: ela não vai acreditar que determinado alimento é bom se não vê os pais comerem.

 2 – Substitua os alimentos que tenham os mesmos valores nutricionais. Se ela não gosta de carne, ofereça ovo ou frango.

3- Não faça chantagem, como dar um prêmio se ela comer, pois assim a criança vai entender que tem de ser assim sempre.

4- Tolere a bagunça e a sujeita que a criança faz ao começar a comer. Ela tem de passar por isso para aprender.

5- Não confunda qualidade com quantidade. Ofereça pequenas quantidades de comida para não desencorajá-la e, se for o caso, repita.

Diversão e cuidados com as crianças no verão

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postado em 3 de dezembro de 2012

O verão está chegando, as férias estão a caminho e você já marcou a viagem à praia com as crianças!

E para aproveitar esse momento com toda a segurança e sem nenhum atropelo, confira as dicas do pediatra Marcelo Reibscheid que vão te dar mais segurança para aproveitar o que essa estação tem de melhor!

Protetor solar

O protetor solar é a primeira e mais importante dica com relação à exposição ao sol. Antes de viajar, converse com o pediatra do seu filho e peça a ele que indique a proteção mais adequada à sua pele. Lembrando sempre de evitar exposição ao sol entre 11h e 17h, levando em consideração o horário de verão.

 Água, muita água!

A perda de líquido é o maior vilão das férias e do calor. “A sede é o principal sintoma de desidratação na criança. Para garantir, ofereça sempre líquidos antes que ela peça”, alerta Reibscheid.

Alimentação na praia

A oferta de produtos gordurosos e mal refrigerados na areia é grande. No entanto, esses alimentos podem levar a uma intoxicação alimentar e estragar a festa. Opte por fazer uma refeição leve antes do passeio e levar frutas e água para a diversão.

Afogamento

Crianças devem sempre estar acompanhadas de um adulto para banho de mar e de preferência equipadas com bóias que garantem a tranqüilidade da brincadeira.

Águas vivas

O contato com as águas vivas e os ricos das queimaduras assustam crianças e pais. Caso aconteça, lavar o local com água fria e corrente e procurar assistência médica para avaliar a gravidade da queimadura.

Fonte

Sem dúvidas e cheios de carinho

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postado em 22 de novembro de 2012

Foi com um sorriso aberto e cheia de disposição que Anna Carvalho participou dessa entrevista e também encarou todo o sábado durante o Curso Preparatório para Pais : “Foi uma experiência totalmente positiva, conseguimos tirar várias dúvidas”.

Acompanhada do marido, Dario, e da Alice, que está com 32 semanas, Anna aproveitou o dia aprender mais sobre os cuidados necessários com a sua bebê e esclarecer todos os pontos em que ela não tinha muita certeza, como amamentação e sono.

“Gostei bastante da parte em que foi explicado os tipos de parto: quero muito tentar o normal, mas ainda não sei qual vou escolher. Também achei muito interessante o momento que fala sobre a temperatura da água para o bebê, pois finalmente consegui saber, de fato, que eles realmente sentem um pouco mais de frio do que nós sentimos”, explica.

E o pai, também gostou? “Foi muito útil pra gente. Desde o começo da gravidez ouvimos diversas informações bem desencontradas sobre tudo o que é relacionado com o bebê e aqui pudemos finalmente tirar nossas dúvidas e saber com certeza o que funciona e o que não passa de boato”, ressalta Dario.

E no final, Anna só tem elogios a fazer: “Valeu muito à pena fazer o Curso Preparatório para Pais. Foi muito legal ficar com outros casais que estão passando pelo mesmo momento que a gente e todo o investimento que pudermos fazer para saber com cuidar melhor da Alice é mais do que válido”.

Informação nunca é demais

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postado em 21 de novembro de 2012

 

Grávidos do Miguel, que está com 30 semanas, Priscila e Bruno Tenreiro foram ao Curso Preparatório para Pais com muita vontade de aprender: ocuparam a primeira fileira da sala, prestando atenção a tudo o que os médicos e enfermeiros falavam sobre os primeiros cuidados com os pequenos.

“Foi muita informação importante que com certeza vamos usar após o nascimento do Miguel”, comenta Priscila, que já está bastante ansiosa com a proximidade do parto e não vê a hora de conhecer a carinha do seu bebê.

Priscila gostou especialmente quando foram explicadas as diferenças entre a cesárea e o parto normal: “Ainda não escolhi como o Miguel vai nascer, mas ter á mão as vantagens e desvantagens de cada método vão me ajudar a tomar a decisão de forma mais segura e tranquila”, diz.

Bruno também aprovou passar o sábado aprendendo mais sobre como cuidar do filho que está por vir: “O curso está ajudando bastante a tirar todas as nossas dúvidas, principalmente na parte que esclarece o que é mito e o que é verdade durante o parto e os cuidados do bebê”, explica.

E o balanço final: valeu à pena acordar em pleno sábado de feriadão? “Com certeza. Quando você está interessada em um assunto, faz o possível e impossível para saber mais. E quando o assunto é o seu filho, aí não tem nada que não passe para segundo plano!”, afirma Priscila.

Cadeirinha para o carro: qual escolher?

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postado em 19 de novembro de 2012

Companheira dos pais nos passeios de família durante os primeiros anos de vida do bebê, o assento infantil, também conhecido como cadeirinha, é um equipamento projetado para proteger o corpo dos pequenos de prováveis acidentes, já que os itens de segurança que um automóvel possui é grande demais e possui “brechas” que podem machucar a criança

Segundo a Dra. Alessandra Cavalcante, do Hospital e Maternidade São Luiz, “o uso da cadeirinha no carro é indispensável, pois ajuda a segurar o corpo do bebê em uma freada brusca ou batida”. Mesmo se o passeio for rápido, é importante usar a cadeirinha toda vez que a criança entrar no carro, pois isso diminui o risco de trauma toráxico em caso de acidentes.

Para a escolha do assessório ideal, é preciso prestar atenção no peso do bebê, pois, se a criança ficar solta ou apertada demais, a cadeirinha pode acabar não protegendo adequadamente. A especialista explica qual é o modelo correto para cada fase da infância:

Bebê conforto: para crianças de 0 a 9 kg. Fica preso ao cinto e virado de frente para o banco, evitando um impacto maior caso o bebê se solte.

 Cadeirinha: para crianças de 10 a 18 kg. É virada para frente e presa ao cinto de segurança.

 Assento de elevação: para crianças acima de 18 kg. Serve para deixar a criança na altura adequada para usar o cinto.

“Até se acostumar, é normal a criança chorar por não gostar da cadeirinha, porém o uso não pode ser negociado, uma vez que, além de protegê-la em caso de acidentes, a falta do assessório pode gerar multa. Ouvir música ou entreter com brinquedos é sempre uma boa opção para distraí-la”, aconselha a especialista. A partir dos sete anos, não há mais necessidade do assessório e a criança já pode sentar no banco, mas sempre usando o cinto de segurança.

Cirurgia fetal endoscópica aumenta chances de sobrevivência do feto em casos de doenças na gestação

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postado em 15 de outubro de 2012

Atualmente, a saúde do bebê pode ser monitorada desde o início da gravidez. Dessa forma, podem ser identificadas doenças fetais que requerem cuidados médicos mesmo antes de a criança nascer. “Alguns desses cuidados incluem a realização de procedimentos minimamente invasivos na gestação, as chamadas cirurgias fetais endoscópicas, que aumentam as chances de sobrevivência e cura do feto que apresenta o problema”, explica o Dr. Fábio Peralta, obstetra e especialista em medicina fetal do Hospital e Maternidade São Luiz.

As cirurgias fetais endoscópicas são procedimentos realizados com delicados equipamentos de videoendoscopia e são sempre guiados por ultrassonografia. “Desde o primeiro exame morfológico (entre 11 e 14 semanas de gravidez), se qualquer alteração fetal for identificada, é importante que o obstetra procure a ajuda de um especialista em medicina fetal para que ambos possam decidir sobre a melhor forma de tratamento desse bebê”, ressalta.

Normalmente as cirurgias endoscópicas fetais são realizadas após a 17ª semana de gravidez, pois antes disso o risco de aborto decorrente desses procedimentos é maior. Para a gestante, essas intervenções são consideradas muito seguras, sendo raras as complicações como sangramentos ou infecções.

Gravidez de gêmeos

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postado em 25 de setembro de 2012

Para as mulheres grávidas todo cuidado é pouco, afinal carregar uma vida dentro de você não deve ser uma tarefa fácil. Além de cuidar da saúde do bebê, a mulher não pode deixar a dela de lado.

E os cuidados devem ser dobrados em uma gravidez de gêmeos, já que as complicações podem ser maiores, às vezes é recomendado até um acompanhamento psicológico.

Segundo o especialista em reprodução humana, o Dr. Arnaldo Cambiaghi, do Hospital e Maternidade São Luiz, “a possibilidade de prematuridade é o fator mais preocupante, pois como o volume uterino é o dobro, a tendência é de o útero interpretar que está pronto para o nascimento antes da hora”,

O pré-natal deve ser obrigatoriamente feito para que a espessura do colo do útero seja avaliada evitando o nascimento prematuro.

O fibronectina, exame feito com 20 semanas de gestação, que identifica o inicio de dilatação precoce, deve ser feito. “Se aparecerem sinais de parto prematuro, pode-se realizar um procedimento chamado cerclagem, uma intervenção cirúrgica que fecha o colo uterino, evitando a dilatação”, completa o doutor.

A quantidade de exames de ultrassons a serem feitos dependem da gravidez, o exame deve ser feito a cada 15 dias a partir de 24 semanas. Com um bebê é normal que o médico vá diminuindo a quantidade de ultrassons a serem feitas.

Outros exames devem ser feitos para que haja um maior controle na saúde da mulher, já que é comum que mãe de gêmeos tenha hipertensão arterial, diabete gestacional e crescimento na produção de hormônios. O profissional ainda comenta que “dificuldades respiratórias, dores na coluna, problemas de digestão e azia aumentam na gestação gemelar”.

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Como fazer a criança dormir bem?

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postado em 19 de setembro de 2012

Um bebê em casa traz muitas alegrias e mudanças na rotina da família se fazem necessárias de uma hora para outra. Com a vida atribulada de muitos pais, isso nem sempre acontece da melhor forma.

De acordo com Marcelo Reibscheid, pediatra do Hospital e Maternidade São Luiz, com a rotina adequada, qualquer criança dorme as boas X horas ideais de sono tranquilamente, garantindo assim o descanso desses pais.

O horário é uma decisão do casal, mas são os costumes dos familiares que moldam as crianças. Muitas vezes, ao chegar do trabalho, os pais querem curtir os momentos valiosos em que estão por perto e acabam fazendo com que essas crianças durmam além do necessário durante o dia.

Outro erro comum é passar longo tempo em frente à televisão: “A televisão causa uma euforia na criança que pode fazer com que o sono seguido do entretenimento venha acompanhado de pesadelos. Também não é certo deixar com que a criança relacione a atividade com o horário de se deitar. Se for para relacionar, que seja com o banho e a mamada, alerta.

Ainda de acordo com o pediatra, contar histórias pode ser uma boa saída. Além de ser um momento muito gostoso com as crianças, acalma e é uma interação muito mais saudável que TV. Músicas suaves em volume baixo também podem agradá-los.

Veja os 10 erros dos pais que atrapalham o sono da criança:

1- Estimular demais o bebê principalmente próximo da hora de dormir.

2- Não ter rotina.

3- Criar histórias de bicho-papão.

4- Esperar até que a criança esteja cansada demais.

5 – Usar o berço como playground.

6- Ir ao quarto ao menor resmungo.

7- Manter o bebê acordado o dia todo para que durma melhor à noite.

8- Descobrir que existe o dia e a noite.

9- Deixar que adormeça no colo ou na cama dos pais para depois colocá-Io no berço.

10 – Fazer com que a criança fique dependente da sua presença para adormecer.

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Você conhece o exame Ecofetal?

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postado em 17 de setembro de 2012

Os cuidados com a saúde do coração devem começar cedo. Ainda durante o pré-natal, é natural que a saúde cardiovascular do feto esteja entre as principais preocupações da gestante.

Segundo dados da Sociedade Brasileira de Cardiologia, a cada 100 bebês nascidos vivos, um apresenta problemas cardíacos, por isso o ecocardiograma fetal já está sendo visto como um exame de rotina durante a gravidez.

Ele consiste em uma avaliação completa do coração do feto e permite tratamento rápido e eficaz logo após o nascimento, caso haja necessidade e deve ser realizado entre a 24ª e 28ª semanas de gestação, período em que é possível obter melhor resultado e visualização do órgão. O procedimento, feito em um aparelho de ultrassom comum, não oferece nenhum risco para o bebê e não necessita de preparo da gestante, jejum ou ingestão de líquido.

De acordo com a cardiologista Claudia Regina Pinheiro, do Hospital e Maternidade São Luiz, “um ultrassom normal tem sensibilidade para avaliar 80% das cardiopatias existentes, enquanto o ecofetal pode identificar até 95% delas”. Isso porque, segundo explica, com o exame é possível ter dados mais precisos e avaliar detalhes da anatomia e do funcionamento do coração.

Ainda de acordo com a Dra. Claudia, o ecofetal é indicado formalmente quando há presença de cardiopatia congênita (anormalidade na estrutura ou formação do coração) nos pais ou irmãos; quando a mãe apresenta hipertensão ou diabetes; e quando há qualquer indício de má formação fetal. “É importante que, nesses casos, a criança receba tratamento cirúrgico logo após o nascimento para correção da cardiopatia”, finaliza a cardiologista.

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